História House On a Hill - Capítulo 9


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Categorias Shingeki no Kyojin (Attack on Titan)
Personagens Annie Leonhardt, Armin Arlert, Bertolt Hoover, Connie Springer, Dot Pixis, Eren Jaeger, Erwin Smith, Farlan Church, Grisha Yeager, Gustav, Hange Zoë, Historia Reiss, Isabel Magnolia, Jean Kirschtein, Kalura Yeager, Kenny Ackerman, Kuchel Ackerman, Levi Ackerman "Rivaille", Marco Bott, Mikasa Ackerman, Pastor Nick, Personagens Originais, Petra Ral, Ymir
Tags Eren, Ereri, Esporte, Levi, Riren, Romance, Yaoi
Visualizações 80
Palavras 1.462
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Lemon, LGBT, Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ooh olha eu aqui num sábado à noite sem nada para fazer da vida... Triste.
Me desculpem os errinhos ao longo do capítulo.

- Boa Leitura amores.

Capítulo 9 - Outras pessoas vão gostar de Você


Fanfic / Fanfiction House On a Hill - Capítulo 9 - Outras pessoas vão gostar de Você

Armin estava sentado nos degraus a frente de sua casa, desacreditado no que havia visto a algum tempo atrás. Eren e Levi haviam se beijado, um beijo digno de um Oscar na categoria de drama e obviamente, quando viu aquele beijo a única reação do loiro foi correr, fugir e tentar esquecer aquela cena. E ele se perguntou por um breve segundo se Levi realmente o havia visto.

Ora. Ele havia sido apaixonado secretamente por Eren todo esse tempo e agora, uma pessoa qualquer surge das cinzas e o rouba de si. Chutou a fina camada de neve que cobria o jardim de sua casa e bufou frustrado. Armin sempre esteve ao lado de Eren, nos piores e melhores momentos sempre havia apoiado o amigo com ideias loucas no colégio, trabalho ou notas baixas e até mesmo quando o castanho acabava indo para a detenção discutir com um professor ou brigar com Jean.

- Aquele... Anão de jardim - Segurou a língua antes que soltasse um palavrão, mas no fundo ele tinha que admitir, Levi estava um colírio para os olhos. Não havia crescido muito, mas havia ficado mais forte e seu corpo, mesmo de estatura baixa, era formoso e elegante. Suspirou ainda mais frustrado, agora estava começando a desejar o moreno.

- Armin querido? - A mãe do loiro estava na porta e o olhava com preocupação, desde o momento em que voltou para casa o filho não havia falado muito, não havia comido ou tomado qualquer coisa para se esquentar, apenas havia avisado que estava de volta e se sentado na escadaria da entrada.

- Ah... Oi mãe - Ele se virou para a loira e em seguida, abaixou a cabeça, voltando a olhar para a neve.

- O que houve? Não parece muito animado depois que foi ver seu amigo - Ela sai da casa e se senta ao lado dele. Ela não forçaria o filho a se abrir com ela e revelar seus segredos mais sombrios, mas com certeza iria dar a ele todas as oportunidades que precisasse para conversar.

- Mãe... É só que... Eu... Ele não gosta de mim - O jovem sorriu triste enquanto seus pés moviam a neve.

- Como assim querido? Vocês são amigos não são? - Ela perguntou e após ver a reação estranha do filho, compreendeu o que ele queria dizer - Armin... Outras pessoas vão gostar de você.

- Mãe, mas poxa, eu faço de tudo por ele e ele simplesmente me troca! - Mais uma vez, o loiro chutou a neve.

- Sim você fez e mesmo assim ele não se apaixonou por você... Acho que deveria seguir em frente... Existem muitos amores na vida para ficarmos presos a um só - Ela sorriu e passou um dos braços por cima dos ombros do filho, o puxando para um abraço confortável - Eu mesma, tive muitos amores, decepções, traições e paixões e acabei com seu pai... Uma hora o destino bota alguém na nossa frente, é a gente simplesmente sente que é essa pessoa, é um sentimento diferente de todos os outros antes daquele... Ele pode vir como um mar selvagem ou ondas tranquilas.

- Mãe você realmente fez engenharia e não filosofia? - O filho brincou e a mãe riu.

- Tenho certeza absoluta disso - Beijou o topo da cabeça de Armin e se levantou - O amor está nos lugares mais improváveis Armin - E entrou para dentro da casa mais uma vêz.

O jovem continuou do lado de fora por mais um tempo e se levantou, uma pequena caminhada pelo quarteirão não faria mal algum.

Seus passos faziam um barulho alto contra a fina camada de neve no asfalto, e ele rezeva para não acabar caindo. Seus pensamentos estavam em conflito entre o que deveria fazer, dizer ou sentir... No fim, ele só conseguia sentir dor.

- Loirinho? - Uma voz conhecida o chamou, mas ele não se lembrava de onde a conhecia.

- ... Jean? - Se virou para o amigo que andava na direção oposta à ele.

- A quanto tempo - Cumprimentou o amigo com um aperto de mão - Você não parece muito bem.

- Eu estou péssimo - Sorriu de forma nervosa.

- Isso eu posso ver - Um pingo de irônia acabou sendo colocado no tom de Jean.

- Ah não enche - Empurrou levemente o garoto.

- Armin... O que aconteceu? - O loiro olhou para o garoto a sua frente, os olhos pareciam diferentes dos de sempre, como se uma genuína preocupação os ocupasse.

- Bem...

 

Eren estava em sua cama, deitado enquanto olhava de forma distraída para o teto esbranquiçado de seu quarto. Posters se espalhavam pelas paredes azuis escuras, com fotos de bandas americanas e asiáticas. Sua mente não conseguia parar por nem um segundo, o beijo de mais cedo o havia deixado completamente fora de órbita, um sorriso tímido surgiu em sua face ao se lembrar, a música de fundo, o clima que a cafeteria dava naquele momento - Minutos antes de fechar - A calmaria, Levi simplesmente estando ali e o puxado para o beijo. Cobriu o rosto com ambas as mãos por conta da vergonha, não havia sido seu primeiro beijo mas, com certeza, aquele havia sido o melhor.

Duas batidas foram dadas na porta de seu quarto e ele estremeceu, com certeza era seu pai. Se levantou de sua cama e abriu a porta, seu pai parecia cansado e as manchas escuras em baixo de seus olhos provaram isso.

- Vamos jantar fora hoje, se arrume - Avisou Grisha e se afastou da porta do filho, indo para a sala.

- Como quiser - Deu de ombros e fechou a porta assim que pode.

Não era uma relação fácil, ele e seu pai comiam fora toda quinta feira e aquela não seria diferente. Procurou em suas gavetas uma roupa no mínimo aceitável e entrou para o banheiro... Seria uma longa noite.

Desceu as escadas já arrumado e olhou para o pai que o esperava na porta da sala principal.

 

Pulso frenético, coração acelerado, suas mãos tremiam e ela não sabia o que fazer naquela situação, Levi estava fora por conta do jantar que ele havia ido comprar. Mikasa olhou em volta atrás de uma luz, uma ideia. O telefone. Correu até o aparelho e digitou 911, a voz calma, educada e controlada de uma mulher do outro lado do telefone atendeu a ligação.

- Você ligou para a linha de emergência de Chicago como posso ajudá-la?

- Minha... Minha tia... Eu não... - Suas lágrimas foram inevitáveis naquele momento - Ela cortou os pulsos - Um breve alívio percorreu seu corpo anestesiado pela adrenalina e pelo medo.

- Qual o endereço? - A mulher perguntou rápido, era como se ela já tivesse lidado com outras ligações como aquela e era verdade, a mulher do outro lado da linha com certeza já havia atendido milhares de ligações como aquela. Mikasa passou o endereço - Tudo bem, preciso que pegue toalhas e enrole firme em volta dos pulsos dela... Pode fazer isso?

- S-Sim... - A jovem revirou uma das gavetas, retirando de lá dois panos. Correu até o corpo da tia e enrolou os panos da forma que a mulher havia ordenado - O ... O que eu faço agora? 

- Continue falando comigo até o resgata chegar, você está sozinha em casa? - Perguntou em uma voz calma, tentar acalmar Mikasa naquele momento era seu principal objetivo.

- Sim... Sim meu primo - Um soluço causado pelo choro, fez com que ela desse uma pausa em sua fala - Foi buscar... Comida no centro.

- São somente você, ele e sua tia?

- Não... Quero dizer sim... Meu primo vive em... Nova Iorque... Ele veio passar as férias...

- Entendo... Olha, preciso que você agora desligue o telefone e abra a porta, os paramédicos estão chegando.

- ... Obrigada - O telefone foi desligado e Mikasa correu para a porta e com um pouco de dificuldade, por conta do sangue em suas mãos, e ela abriu a porta.

 

Não era a primeira vez que Levi havia ido a cidade buscar comida - Seja lá está o que fosse - Quando eram apenas ele e sua mãe, ela sempre lhe dava uma nota de cinquenta e pedia para que ele fosse a cidade. Por conta disso, ele sabia muito bem onde arrumar comida de boa qualidade naquele lugar.

Em sua mão livre, Levi carregava uma latinha de cerveja e aos poucos, ia tomando a bebida alcoólica que havia dentro da mesma, Mas, tudo foi solto de suas mãos quando ele pode claramente ver a ambulância em frente a sua casa, Mikasa aos choros e sua mãe sendo transportada para dentro do veículo.


Notas Finais


Então... Eu perdi a noção do tempo pra postar e atrasei um pouquinho não vou mentir haha!

Comentem!

- Até Breve.


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