História How be famous: Magcon - Capítulo 82


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Categorias Magcon
Personagens Aaron Carpenter, Cameron Dallas, Carter Reynolds, Hayes Grier, Jack and Jack, Jack Gilinsky, Jack Johnson, Jacob Whitesides, Mahogany LOX, Matthew Espinosa, Nash Grier, Personagens Originais, Shawn Mendes, Taylor Caniff
Visualizações 121
Palavras 907
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 82 - Eighty two


Astrid pov's on. 

Tudo bem?— olhei para o meu lado assim que senti um toque de leve em meu ombro.

Claro, tudo certo, Shawn— confirmei a ele.

Na verdade tudo o que eu mais queria era poder confirmar isso a mim mesma, sabia que nada estaria como antes, não podia estar, mas eu queria que estivesse?não sei ao certo, só sei que precisei desse tempo "fora" para abrir mimha mente, amadurecer, conhecer outras pessoas, não que eu tenha o que reclamar em relação a minha "antiga" e nada monótona vida, mas as coisas que tinha aprendido, usaria a partir de agora. Algo em meu peito dizia que Cameron guardava uma magoa sobre mim, não que eu não esperasse isso, eu disse para lembrarem de mim com carinho, mas sabia que talvez pensassem que eu não meresse tal.

Respirando fundo e tentando exalar toda a coragem dentro de mim, segurei sua mão ao cruzarmos o aeroporto que estava lotado, se já não tivesse experimentado disso antes, poderia dizer que era bizarro ver tanta gente junta, soltei sua mão um pouco desconfortável assim que percebi diversas pessoas da imprensa com câmeras em mãos praticamente nos sufocando, ele me olhou sem entender e isso me fez pensar, por que eu tinha feito isso?respirei fundo mais uma vez e segurei sua mão novamente, minha outra mão arrastava uma mala e uma bolsa pequena, trazia junto a mim pouca coisa, tinha aprendido a me deslocar de um local ao outro com apenas o necessário, por falar em me deslocar com apenas o necessário dentro de um trailer, me faz lembrar o quanto Georgia começou a me chamar de hippie nesses últimos anos, disse que pareciamos ter voltado aos anos 70, relevando esse assunto, ainda parecia estranho voltar, eu me sentia pronta, mas ao mesmo tempo...desconfortável com a situação em que me meti?. Fomos parados diversas vezes por alguém pedindo foto ou apenas dizendo um oi, tinha sentido falta até disso.

Mas no nível que cheguei em realmente não me importar com coisas que não me fazem sentir bem ou que me deixam feliz, pouco me importava o que iriam falar a partir de agora. Só que infelizmente assim que soltasse as músicas e dissesse que assinei um contrato com a Island records, teriam muito sobre o que falar de mim, acho que estava pronta para isso, me preparei psicologicamente durante dois anos, tempo necessário para entender o que eu queria e amadurecer minha mente além do meu corpo e, com toda a certeza do mundo eu era imensamente grata a quem continuou do meu lado mesmo que tenha achado que eu não merecesse.

É tão louco isso— comentei me lembrando de coisas vagas.

Isso o que?— perguntou sorrindo levando sua atenção a mim.

Você também é louco, em pensar que foi até a França me buscar, isso foi insano— deu uma gargalhada.

Na verdade nem tanto, fiquei com medo de que desistisse— neguei com a cabeça.

Absolutamente, não faria isso, não de novo— concodou ainda sorrindo.

Insano foi juntar sua mãe, irmã e amigas para uma "passeio" de trailer, onde estava com a cabeça?— foi minha vez de gargalhar.

Não faço ideia, senti que precisava me desprender de algo, viver mais, me arriscar mais— dei de ombros.

Diz como se fosse simples— dei um risada anasalada.

Na verdade, não foi tão simples quanto eu queria que fosse, pensei que morreria de saudades, mas eu estou aqui, não estou?!— revirou os hos rindo.

Sim, porque eu te arrastei, imagina eu contando isso para alguém "é eu fui até a França arrastar a Astrid de volta para Los Angeles"— rimos disso.

Num todo, aquilo tudo era loucura, de atriz de filmes e séries para cantora, quem diria.

Ainda estou me preparando para encherem meus ouvidos ou meu twitter de perguntas sobre minhas músicas, sabe, a maioria...

—Você tinha escrito antes, já me disse isso, eu sei, pode apagar as músicas se quiser, fingir que não existem, mas isso não vai apagar o que um dia sentiu por uma pessoa— concordei e agradeci mentalmente por ser tão compreensível.

Já as novas provavelmente vão dizer que escrevi sobre você — disse sem pensar.

E escreveu?— me pegou de surpresa quando perguntou.

Nossa, consegui te deixar com vergonha, suas bochechas estão vermelhas, espera...escreveu mesmo?— perguntou surpreso depois de zuar com a minha cara.

Olha, não dá pra controlar o que eu escrevo, beleza?!mas acho que isso não vem ao caso— disse olhando em volta esperando nosso taxi.

—O que vem ao caso, então?me diz pelo menos o nome delas pra eu poder gritar, ela escreveu pra mim!— tomei um susto quando ele gritou.

Pensei que fosse a pessoa mais discreta que já conheci, até você berrar agora e todo mundo olhar para a gente— neguei com a cabeça como se o repreendesse.

Desculpa por isso, me empolguei— deu de ombros.

Mas respondendo seu pedido, Neverland e Summer rain, sim as últimas do álbum, feliz?— o olhei e seus olhos estavam brilhando.

Considerando que ninguém nunca tenha escrito uma música para mim, sim, eu estou feliz— disse concordando.

Pera, Neverland foi uma piada com o meu nome?— perguntou desconfiado.

Talvez sim, talvez não, vai precisar ouvir primeiro para saber— deu um riso fraco.

Logo vi nosso taxi chegar, colocamos a mala no portão malas e entramos, com mesmo aperto no coração de que eu teria que enfrentar as mudanças e aceitar as mesmas, afinal nada continua igual por muito tempo, nem eu era a mesma, quem dirá as outras pessoas, enfim, isso acontece, as pessoas mudam, as coisas mudam e, os sentimentos mudando junto, certo?.

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