História How did you die? - Capítulo 12


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Categorias Undertale
Tags Afterdeath, Errink, Horrordust, Nightcross
Visualizações 122
Palavras 1.129
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Lemon, LGBT, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 12 - Perfeição? Não...


Ink- ...primeira...? Teve outra...?

Error- sim, a primeira guerra mundial, depois a segunda... 

Ink- ...não... teve a terceira... certo...? -ele parecia angustiado, colocou a mão direita sobre seu braço esquerdo.

Dust- não, mas como as coisas andam hoje em dia...

Killer- quem sabe né. 

Ink- não... vão ser muitas mortes... mortes de inocentes... -ele coloca as mãos na cabeça, puxando levemente seus cabelos. O ectoplasma dele mudou para um cinza azulado. 

Paper- Ink, tá tudo bem... -ele vai consolar Ink junto com Pallete. Os dois fazem Ink atravessar o chão e somem dali.

Cross- o que...?

Blue- Ink morreu pouco tempo depois que a guerra foi declarada. Muitas pessoas ficaram e viveram com medo... ele tem medo.

Eles ficaram em silêncio. Logo Cross olhou para o garoto dormindo no seu colo e suspirou, pegando ele estilo noiva e se levantando.

Cross- ta ficando tarde, vou ir pra casa.

Killer- okay, cuida do seu noivo. -os garotos riram de Cross que tinha ficado corado, o de roupas monocromáticas balbuciou que eram apenas amigos e sai em direção a porta.

Dust- acho melhor a gente ir também. 

Killer- sim. 

Horror- Error, se descobrir qualquer coisa, nos conta.

Error- okay.

Depois disso, os que não eram moradores da casa foram embora. Error ficou pensando por um tempo ainda no sofá, só percebeu que o tempo havia passado quando sentiu seu estomago roncar.

Error foi pra cozinha preparar a janta, já que era só ele na casa, pensou em fazer só um miojo mesmo. E foi isso que fez. 

Depois de comer, ele foi tomar um banho. Mesmo desconfiado que os fantasmas poderiam estar o observando a qualquer momento, ele tomou banho e foi pro seu quarto se vestir.

Depois ele se deita na cama e se cobre, aquela noite estava meio fria. Ele pega seu celular e fica vendo alguns vídeos aleatorios, até se sentir observado. 

Ele olha pra um canto do seu quarto e vê Ink o observando, ele estava sentado em posição de indio no ar, seu ectoplasma estava em um tom alaranjado. Eles haviam dito antes que laranja significava curiosidade. 

Error- por que ta me observando?

Ink- é curioso. Esse mundo mudou tanto... não parece mais o mesmo... gostaria de poder sair lá pra fora e ver as coisas.

Error- e não pode?

Ink- não, nós fantasmas ficamos presos no local que nossos corpos estão. Levamos um tipo de choque se sairmos pela porta. -ele fala flutuando pra mais perto de Error.

Error- hum... então já tentaram...

Ink- sim, e não foi agradável. -ele fala observando o celular de Error.- como esse retangulo mágico funciona?

Error- já falei que não é magica. E a tecnologia evoluiu bastante.

Ink- nossa... ei, pode me contar o que aconteceu nesse tempo pra cá?

Error- hã... nunca fui bom em história na época da escola... mas eu posso pesquisar com você. 

Ink- serio? Faria isso por mim? -ele fala com o ectoplasma mudando para um verde claro.

Error- sim. O que quer saber?

Ink- nossa... hã... quando foi que inventaram esse retangulo portátil? -claro que aquela não era a pergunta que queria fazer, mas queria começar sem tensão.

Error- celular. -ele corrigiu antes de pesquisar no próprio aparelho.- em 1973 um cara chamado Martin Cooper criou o primeiro celular movel. -depois que falou ele mostrou uma foto do antigo aparelho para Ink.

Ink- wow... bem diferente do seu...

Error- isso por que foi avançando e virou o que é hoje.

Ink- muito interessante! E.... quanto tempo durou a guerra...? -ele pergunta com o ectoplasma mudando para o mesmo tom cinza azulado denovo.

Error pesquisou rapidamente.

Error- a primeira durou 4 anos.

Ink- quatro... -ele viu Error digitando novamente.

Error- a segunda durou de 1939 a 1945. 

Ink- seis anos... 25 anos depois da primeira... eles não aprenderam nada?! Mataram milhões e fazem denovo!

Error- você sabe o que causou essas guerras?

Ink- hã... eles não falaram muito... tudo que saia no jornal era escasso.

Error- a guerra só ocorreu na europa, os estados unidos só forneceu armas.

Ink- .......

Error- a segunda também foi só na europa, mais por culpa da Alemanha. Os estados unidos só defendeu uma ilha com propósito inutil e jogou duas bombas no Japão, bem em duas cidades. 

Ink- ...... -a cor do seu ectoplasma variava entre azul e vermelho.

Error- ....Ink?

Ink- foi tudo em vão... mataram pessoas por bobagens... i-isso... -ele segurou sua cabeça olhando pro chão.

Error- Ink! -ele tentou colocar a mão no ombro dele, mas ele só atravessou o corpo de Ink, esqueceu momentaneamente que ele era um fantasma.

Ink- t-tantas mortes... inocentes... mataram... -ele fala com o tom azul predominando o ectoplasma.

Error- Ink...

Ink- ....Error... em que ano estamos...?

Error- ...2019...

Ink- ....t-tudo bem... não teve mais nenhuma guerra, certo? -ele parecia extremente apreensivo, isso parece ser um trauma.

Error- ...Ink acho melhor parar de falar de guerras. 

Ink- ....sim... e-então, o que mais mudou...?

Error ficou acordado a noite inteira, a conversa com Ink se estendeu por horas. Era engraçado como o fantasma jurava que tudo funcionava com um tipo de magia.

Error explicou como as pessoas se vestiam agora, como criaram shoppings e cinemas. Ink ouvia e comentava com admiração, ele realmente gostaria de ver. 

Error não pôde deixar de perceber como Ink sorriu, depois de ouvir Error falar que pessoas negras, lgbtq e mulheres, não eram mais perseguidos, explorados e mortos tanto quanto antigamente. 

Ink- parece... que o mundo está pacifico...

Error- só parece mesmo. Ainda existem pessoas presas no passado e com ideias erradas. Existe racismo, homofobia, machismo. Mas, acho que ainda tem salvação. 

Ink- sim... -ele suspirou.- ei... você é negro... já sofreu racismo?

Error suspirou, concordando, olhou para os braços. 

Error- todos já sofreram algum preconceito. Não tem exceção. Até mesmo os "perfeitos" são julgados por serem assim.

Ink- entendo... é mesmo um mundo injusto...

Error- com certeza... -ele percebeu a luz do sol entrando pela janela, ele bocejou, e então percebeu que passou a noite em claro.

Ink- você precisa dormir.

Error- sim... mas antes, já olhou pela janela durante esse tempo?

Ink- não, eram todas tapadas por tábuas e não podemos atravessar a parede pra fora. Algumas tinham frestas mas não dava pra ver muito.

Error- vem cá. -ele chamou se levantando, ele caminhou até a janela e a abriu, ocasionando do sol dominar o comodo. 

Ink flutuou até Error e olhou pela janela, ele abriu sua boca, espantado com a visão. Claro que tinha muitas casas e prédios, todos ao redor de um parque com um lago grande. A visão era limitada, mas Ink já ficou satisfeito com isso. 

Ink- wow... esses prédios parecem muito altos... -seu ectoplasma mudou para verde.

Error- e são. Muita coisa mudou, Ink. 

Ink- ....incrível... -ele sorriu para Error, e este retribuiu o sorriso.


Notas Finais


A fic se passa nos EUA... só pra falar mesmo.
Eis que a inspiração vem na madrugada. -v-


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