História How I Met Lee MinHo - Capítulo 1


Escrita por: e artifilove

Postado
Categorias Stray Kids
Personagens Bang Chan, Han Ji-sung, Hwang Hyun-jin, Kim Seung-min, Kim Woo-jin, Lee Felix, Lee Min-ho, Personagens Originais, Seo Chang-bin, Yang Jeong-in
Tags 3some, Changlix, Festa, Hyunin, Jinin, Jyp, Kpop, Lemon, Minsung, Seungin, Seungjin, Stray Kids, Woochan, Yaoi
Visualizações 974
Palavras 4.460
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Festa, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Então né, xuxus, eu acho que tinha acabado mais sessão de vídeos Minsung quando me veio esta pequena grande ideia na cabeça. Eu n sou muito fã de one shots mas essa história, pra mim, era boa demais pra ficar enterrada na minha cabeça, mas também creio que um capítulo seria suficiente para representar toda história.
É minha primeira one shot então me perdoem se estiver ruim. Ah e perdoem meus errinhos, eu li várias e várias vezes, porém nunca se sabe né, como diz o ditado: é mais fácil enxergar o erro dos outros que os próprios. Nem sei se é um ditado masok

Beijos e boa leitura, anjinhos!!

Capítulo 1 - Como eu conheci Lee MinHo


Era apenas mais uma reunião de amigos normal como qualquer outra...

Bom, deveria ter sido até que um dos 9 garotos ali resolveu puxar o assunto de como cada casal havia se conhecido.

E para mim, não era uma boa ideia falar sobre como eu havia conhecido meu namorado. Ou era…

— Eu estava no corredor da escola, tinha acabado de tirar os livros do armário e deixei eles caírem no chão. Daí o Chan chegou sorrindo e me ajudou a juntar tudo. — Woojin contou com um sorriso apaixonado no rosto.

— Mas é claro. Você precisava de ajuda e eu precisava do seu número de telefone! — Chan riu e beijou levemente a testa de Woojin, quem estava sentado ao seu lado em um dos 3 sofás.

— Nossa, me senti num filme. — Changbin disse enquanto fingia que limpava lágrimas invisíveis em seu rosto.

— Achei tão gay, mas tão fofo. — Jeongin contou pondo as palmas das mãos nas bochechas.

Foi quando olhei para ele entre mais outros dois: Seungmin e Hyunjin.

O casal a três mais fofo e anormal que qualquer pessoa veria.

— E vocês três, como se conheceram? — Chan perguntou curioso enquanto e todos voltaram os olhares aos três no outro sofá.

— Seguinte… O Jeongin e o Seung já namoravam quando eu conheci eles. Foi num natal ano passado na casa da minha tia. A amiga dela era mãe do Seungmin e ele trouxe o namorado junto. A gente começou a conversar, se divertir e tudo mais. Aí eu me apaixonei pelo Jeongin. Só que tinha o Seungmin também e pra mim era algo muito errado de se fazer com um amigo. Resumindo, semanas depois eu confessei meu amor pelo Jeongin e o Seung disse que tava gostando de mim também. Acabou que a criança aqui tava indecisa entre dois. — Hyunjin riu enquanto contava e encostou no sofá, se afundando um pouco ali.

— Sim! Foi tipo quando eu tô fazendo prova e fico indeciso entre duas questões. Aí eu marco as duas. — Jeongin disse rindo, mostrando o quão lindo ficava o aparelho nele. Duvido que outra pessoa usasse um aparelho e sorrisse tão bonito assim.

— Por isso que tira zero. — Felix riu mais alto e Seungmin respondeu de volta:

— Pelo menos nessa prova aqui ele tá com dez.

— Sério que vocês vão comparar threesome com prova????? Chega de escola, Jesus! — Changbin resmungou e suspirou.

— Mas e vocês, como se conheceram? — Hyunjin perguntou olhando ao casal Changlix no mesmo sofá que Woojin e Chan.

— Bom… eu tava no shopping. Numa loja, em específico. Aí eu resolvi experimentar uma roupa que eu tinha achado legal e quando eu abri a porta do provador tinha um ser humano de cueca, se olhando no espelho. Era o Changbin.

Ao ouvir aquilo, soltamos altas risadas enquanto tentávamos formar em nossas cabeças o quão embaraçosa aquela cena deve ter sido.

— Cala boca, Felix! — Chang resmungou, o que nos fez rir mais. — Você não sabia bater na porta??!!!

— Você não sabia trancá-la????!! — Devolveu enquanto franzia seu cenho.

— Wow! Deve ter sido uma visão assustadora. — Hyunjin disse ainda rindo.

— Confesso que naquela hora eu amei. Amo todo dia verdade. — Felix sorriu de forma um pouco pervertida.

— Mas naquela hora foi bastante desesperador ter um garoto loiro, com sardas lindas me olhando… olhando pra baixo na verdade. — Chang sorriu apenas e segurou a mão de Felix.

— Depois disso a gente ainda se encontrou na fila da pizzaria do shopping. E ele morrendo de vergonha de olhar pra mim, enquanto eu apenas ria atrás dele. Aí ele virou e disse: "Escuta aqui! Te pago uma pizza se você fingir que nunca nem viu." — Felix continuou enquanto ria junto dos outros e de mim. — Aí eu aceitei né, então quando eu peguei a pizza, me sentei na mesma mesa que ele de propósito, então ele perguntou: "Moço, você viu alguém de cueca no provador da loja?" E eu respondi: "Nunca nem vi." Então começamos a conversar, ele perguntou meu nome, perguntei o nome dele. E assim foi. Dia desses, lá em casa, eu achei a mesma cueca que ele tava vestindo aquele dia. Guardei de presente pra mim.

— Por isso ela sumiu!!! — Chang bateu no braço do loiro e ele riu.

— Nossa senhora! Ladrão de cuecas! — Jeongin riu.

— Já vão brigar de novo. Nada que uma foda bem sucedida depois não resolva. — Seungmin comentou enquanto recebia uma piscadela de Changbin em sinal de concordância.

— Ei!!! Não usa essas palavras que meu bebê tá ouvindo. — Woojin protestou e apontou para Jeongin como seu "bebê."

— Jin-hyung, eu não sou um bebê, okay? Tenho 18 anos e sei muito bem o que é "foda." Aliás eu sou igual as leitoras e escritoras do Social Spirit, onde boa parte é tudo menor de idade e se duvidar são mais jovens que eu mas lêem essas coisas. Não reclame! — Jeongin protestou e Hyunjin sorriu e abraçou a cintura do menor do lado.

— Vontade de te tacar na parede e encher de beijo, hein. — Seungmin disse beijando a bochecha do pequeno.

— É o máximo que pode mesmo! Tô de olho no meu filho. — Chan disse com cara de paizão bravo.

Realmente aqueles três pareciam uma família juntos. Eu até já havia tentado adotar Jeongin antes, mas levaria muita porrada de Woojin em protesto. Melhor manter meu corpinho saudável que se meter em briga por causa de cria.

— Gente, só eu que acho que o Jisung e o MinHo estão muito calados hoje??? — Felix perguntou enquanto já começava a sorrir.

— É… por quê?

— Vocês estavam tão bem falando de ‘foda, cuecas e livros’ então podem continuar. — MinHo disse por mim e nos olhamos. Foi quando percebi que ele também queria fugir do assunto.

— IIIIIHHH!!! AGORA QUE EU QUERO SABER MESMO! — Felix disse de forma escandalosa, como sempre.

— É verdade. Eu e o Chan nos conhecemos no colégio. O threesome dos fins de nomes “In” se conheceram no natal. Os outros aqui foram de cueca. E vocês dois, onde se conheceram?? — Woojin perguntou enquanto Jeongin colocava as mãos nas bochechas de novo e apoiava o cotovelo nas coxas.

— Bom... eu e o MinHo nos conhecemos… — Fui falando devagar enquanto um pequeno filme passava na minha cabeça.

{8 meses antes}

Lembro bastante daquela noite, mesmo que depois da quarta garrafa de cerveja eu já não estivesse muito consciente. Certas coisas aconteciam como flashes de quando eu costumava ir à balada e bebia demais. Mas eu lembro bastante daquela noite...

Estava tocando Bad — David Guetta e eu estava dançando quase como um louco. Alguns caras se aproximavam de mim e eu apenas os rejeitava, dançando para longe deles segundos depois.

Tudo que eu queria em uma balada na sexta era apenas relexar meu corpo depois de um dia de trabalho corrido. Beber até ficar bem louco, chegar em casa morto de sono e dormir metade do sábado. E sempre era tão bom!

Aquela noite foi bem diferente das outras. Por quê? Bom, pra começar...

Começava a tocar Feelings da Hayley Kiyoko, então foi aí que eu comecei a me animar mais enquanto dançava.

Senti dois braços rodearem minha cintura e me abraçar por trás, acompanhando a dança comigo.

Por incrível que pareça, dessa vez eu nem fiz questão de me afastar. Eu já tava como: "quer saber, foda-se essa merda, vou pegar todo mundo."

Senti a respiração do garoto contra meu pescoço enquanto o mesmo apertava minha cintura.

I know exactly what I feeling.

Lembro desse trecho da música naquele instante, porém de início não me fazia muito sentido. Ainda não.

Me virei para que ficasse frente a frente com o garoto, então rodiei os braços sobre seu pescoço e encostamos nossas testas.

Puta merda, ele era muito bonito.

A definição de bonito era tão fraca comparada ao ser que estava em minha frente que era até broxante usar tal palavra para defini-lo.

Eu podia sentir o bafo de álcool se misturando ao meu conforme nossas respirações se tornavam pesadas. Ou era apenas eu quem estava bêbado demais ali.

Logo eu já me sentia cada vez mais atraído por ele, nossas bocas se aproximando e no "calor do momento" deixei que o mesmo me beijasse, sentindo sua língua pedir passagem, entrando em contato com minha língua também.

Caralho ele beijava bem.

Senti suas mãos em minha cintura me pressionarem contra ele e logo nossos membros se tocaram. Foi quando percebi que ele também estava excitado com nosso beijo.

Péssima ideia ter me agarrado naquele momento, agora não podia mais deixar na mão, ia ser maldade.

A gente foi pra um lugar mais afastado na balada, precisamente o banheiro masculino, aproveitando que estava vazio. Ele logo me colocou para dentro do banheiro e trancou a porta atrás da gente. Tínhamos um banheiro inteiro apenas para nós agora.

O garoto me puxou pela cintura outra vez, me botando contra a porta do banheiro enquanto seus lábios já se encontravam em meu pescoço e uma das mãos acariciava meu membro por cima da calça.

Seus toques estavam incrivelmente gostosos de se sentir, me arrepiava mais e a eletricidade que transmitia deixava-me com mais frio na barriga ainda. Ele estava me deixando mais e mais ansioso ainda para o sentir contra mim.

Logo coloquei minha mão em sua cintura também, apertando a mesma com pouca força.

— Qual seu nome? — Perguntei enquanto ele parava de beijar meu pescoço e olhava em minha direção.

— Por que quer saber? — Perguntou de volta e eu sorri.

— Porque eu quero saber que nome vou gemer daqui a pouco. — Respondi e o mesmo sorriu pervertido. — O meu é Jisung. Vou te fazer gemer meu nome também.

— O meu é MinHo. — Sorriu enquanto respondeu.


Aproveitando que minha mão já estava na cintura dele, puxei o mesmo, dessa vez contra a porta e comecei a levantar sua camisa. Vi um pouco do seu abdômen liso e sorri, jogando a camisa do meu lado no chão. Passei a descer entre beijos por ali até próximo o botão da sua calça, começando a desabotoá-lo, e então descendo o zíper. Ele também me olhava ansioso, mordendo o canto do lábio, esperando meu próximo passo seguido. Desci sua calça devagar e o mesmo me ajudou a tirar por baixo, também a jogando junto da blusa.

Olhei para o chão e aparentemente o mesmo estava limpo, então segurei a mão de MinHo e fui deitando o mesmo ali devagar.

— O que pretende fazer, hm?

— Que tal você calar a boca e só usar ela pra gemer? — Disse um pouco lento, então ele riu um pouco e eu também. — A gente tá muito bêbado.

Comentei e me sentei sobre o colo dele, mesmo que eu ainda estivesse de roupa. Pude escutar "Pour Up" do "Zico feat. DΞΔN" começando a tocar, então conforme cada batida, me movimentava para frente e para trás contra o membro rígido do garoto contra o meu.

Então sua risada foi abafada por um gemido sôfrego e duas mãos sobre minhas coxas, apertando e marcando meu jeans.

— Você quer tirá-lo, não é? — Perguntei em relação ao jeans enquanto me abaixava próximo ao ouvido do mesmo.

O mesmo assentiu enquanto sugava um dos lábios e respirava um pouco mais pesado. Levei uma das minhas mãos até o botão da minha calça e fui tirando, seguido do zíper. Saí de seu colo e fui tirar a calça. Quando mal tinha deixado a mesma no chão, MinHo me segurou, me levantando até a pia e me sentando ali. Logo passou minhas pernas ao redor da sua cintura e me puxou para mais colado a si.

Sua mão adentrou minha cueca e começou a me masturbar de forma lenta enquanto mordia meu pescoço, intercalando com alguns beijos.

Joguei a cabeça para trás, sentindo cada toque dele em mim, então também alcancei seu membro e comecei a massagear o mesmo por dentro da cueca.

Aproximei minha cabeça do mesmo e cheguei próximo ao ouvido dele, mordendo o lóbulo antes de me pronunciar:

— MinHo… será que eu posso chupar você?

Pergunto enquanto já esbanjava um sorriso pervertido também, vendo o mesmo assentir. Então desci da pia e me ajoelhei em sua frente, baixando sua cueca, e sem qualquer cerimônia, segurei o membro do outro e o coloquei inteiro em minha boca, ouvindo um arfar alheio, fazendo com que eu me sentisse satisfeito pelo ato.

Logo comecei a mover minha cabeça para frente e para trás com lentidão, sentindo a mão do outro sobre meus fios de cabelo. A mão dele me acompanhava a cada chupada que eu deixava ali, sempre deixando um pequeno selar em sua glande, passando a língua por sua fenda e voltando a chupar com lentidão e força.

— Ah, Deus… — Ele soltou enquanto jogava rapidamente a cabeça para trás, voltando a me olhar. — Você me chupa tão gostoso.

Eu não lembro muito bem se naquela hora eu havia corado por escutar aquilo, porém só me incentivava a ir mais rápido com a boca, chupando com mais vontade.

Quando eu senti que o mesmo ia gozar em minha boca, parei no mesmo instante e me levantei, retirando minha blusa e minha cueca em seguida. Agora estávamos nós dois nus.

— Agora eu quero que você me foda até esgotar suas forças. — Pedi de maneira rouca, então MinHo me jogou contra a pia, fazendo com que eu ficasse de costas para ele.

Me apoiei na pia enquanto olhava para o espelho e podia ver pelo menos os passos que ele faria dali. O garoto segurou seu membro e penetrou a glande em minha entrada, então sem demora colocou-se por inteiro em mim, o que me fez gemer mais alto.

A partir daquele momento as cenas passavam rápido demais na minha cabeça. Relembrando que eu estava bêbado então talvez esse tenha sido o motivo de minha memória ser tão vaga daquela hora. Mas eu podia sentir ainda ele me penetrando com força várias vezes, brincando com meu interior, meus gemidos e meu membro. Caralho, ele havia realmente me fodido de todas as maneiras possíveis naquele momento. Lembro do barulho dos nossos corpos se chocando um contra o outro. Eu nem ouvia mais as músicas, apenas era eu e ele, gemendo alto. Vez ou outra nossos olhares se encontravam no espelho e trocávamos sorrisos de diversão e prazer. E ia mais e mais forte. Minhas pernas estavam fracas, mas eu não podia parar agora, estava tão gostoso que eu me sentia tão vivo. Os beijos que ele deixava em mim eram totalmente delirantes, me fazia querer mais e mais a cada minuto.

Por fim, estocadas lentas e fortes, então nós dois chegamos ao ápice juntos, os dois gozando, sendo eu seguido de Minho.

Então nos deitamos no chão e ficamos ali até que recuperássemos todas as forças para levantar. Minhas pernas tremiam um pouco e eu mal podia sentir que eram minhas mesmo.

Lembro das vezes em que gemiamos nossos nomes entre cada colapso que seu corpo ao meu tinha. O som ainda ecoava em minha mente. Até que nos levantamos e começamos a nos vestir. Saímos do banheiro juntos, tinha tanta gente dançando ao redor que quando me dei conta ele havia sumido no meio da multidão.

Lembro também de que eu ainda tomei mais uma dose antes de chamar um uber para voltar pra casa. Naquele dia eu me joguei na cama, logo depois de ter chego em casa, e sorri.

Mas eu sabia que talvez eu nunca mais pudesse ver Minho na vida. Então, eu dormi minutos depois.

7 meses antes

Um mês havia se passado e eu nem lembrava mais daquela noite louca na festa. Ainda tinham alguns flashes na minha mente.

Eu estava saindo de casa, lembro que olhei para a casa ao lado, ela estava à venda e o novo dono viria hoje para pôr as coisas de volta. O caminhão já estava até parado na calçada com um monte de caixas sendo deixadas ali em frente. Avistei um garoto de costas, conversando com o motorista e abrindo a carteira para pagá-lo pelo serviço. Assim que todos foram entrando no caminhão para sair, me aproximei do novo vizinho.

— Oi, você deve ser o novo vizinho, meu nome é… — Assim que o mesmo virou para me cumprimentar também, eu congelei.

— Jisung? — MinHo perguntou, não só com a boca aberta, mas também esbanjando um sorriso surpreso.

— Me conhece? — Falei, fingindo de desentendido.

Puta que vos pariu, fodeu e fodeu bonito, pensei.

— Ah, qual é! Você nem estava tão bêbado assim. — Riu enquanto balançava a cabeça em negação.

— Eu tava sim, okay… aliás, desculpa por aquilo… é constrangedor. — Digo corando e abaixo a cabeça para esconder meu rosto, o qual eu sentia queimar de tanta vergonha.

— Você achou? Cara, eu adorei. — Deu de ombros e riu outra vez. — Não fiz nada por causa da bebida. Afinal, eu mal tomei um copo.

Quando o ouvi, percebi que o mesmo não estava bêbado, ou seja, ele fez tudo por vontade própria, o que me deixou mais sem jeito ainda, porque agora eu não sabia se EU havia feito por causa da bebida OU não.

— E você? — Ele pergunta e eu podia jurar que senti meu cu trancar enquanto pensava na resposta.

— Eu… nem lembro direito daquela noite. Eu tava bêbado, às vezes eu recordo das sensações. — Disse enquanto me sentia ainda pior por aquela resposta.

— Ah… — Ele respondeu meio desanimado. — Você geme e chupa muito bem, vizinho. — Minho comenta enquanto se virava e começava a carregar uma das caixas.

— Como é? — Falei baixo e boquiaberto.

Era realmente perceptível de que as intenções dele era com certeza me deixar mais envergonhado do que eu já estava. Puta merda.

— Sério que você não lembra mesmo de mim? Dançamos tantas vezes juntos. Se eu não me engano, sempre depois da quarta ou quinta garrafa você sempre ficava bem louco. — Ele contava rindo, deixando a caixa no lugar.

— Como assim? Explica que eu já não estou mais entendendo nada. — Pedi e ele suspirou.

— Jisung, querido vizinho, a gente sempre vai na mesma balada juntos. Tem semanas que eu fico te observando dançar. Você é o primeiro garoto que eu pego em uma festa e levo para o banheiro. Sempre que eu tentava chegar perto de você, você acabava dançando pra longe. Mas aquela noite eu te abordei de forma diferente. Só que você estava menos bêbado que antes, eu achei até surpreso que não tivesse me evitado.

Contou e eu fiquei mais boquiaberto ainda. Lembro que sempre que eu dançava na festa, sempre vinha alguém dançar perto de mim e eu me afastava, sem sequer olhar para a pessoa…

— Era tu?????? — Perguntei ainda surpreso.

— Você é lerdinho, crush. E ainda é gostoso. Como pode? — Minho disse sorrindo sacana.

Eu não sei se eu me derretia por ele ou pegava meu chinelo e o obrigava a parar de me constranger.

— Caralho…

— É, pois é. Mas, e aí, vai me ajudar a carregar minhas caixas ou vai ficar olhando pra calçada? — Minho perguntou, já pegando a caixa outra vez e entrando em sua casa nova.

Eu peguei outra caixa escrito "quarto" e fui acompanhando o mesmo, deixando tudo ali.

Carregamos todas as caixas bem rápido, sem comentar uma palavra. Então quando acabamos, estávamos no quarto dele, deixando as duas últimas caixas no chão, quando ele começou a falar:

— Então você tá arrependido?

— Quem? Eu? Não sei... eu diria que não. — Respondi, já me sentindo envergonhado de novo.

— E você não se lembra mesmo daquela noite? — Minho perguntou outra vez e eu o olhei.

— Algumas coisas. — Respondi dando de ombros, então o escutei se aproximar por trás, segurar minha cintura e me abraçar pelas costas.

— Lembra dessa parte? — Ele pergunta enquanto beijava meu pescoço.

— Aham… — Respondo enquanto fechava os olhos.

— Tá afim de refrescar sua memória?

Mais uma vez ele perguntou e me virou de frente para ele.

E foi assim que a gente transou no chão do quarto dele.

Os meses foram passando e a gente tinha algo como amizade colorida. E eu estava começando a sair do "eu gosto de você" para "caralho, Minho, seu filha da puta, eu te amo."

Lembro de que, quando Hyunjin, que era colega de quarto do Minho, se mudou pra casa dele, eu vivia com ciúmes. Eles eram amiguinhos até demais, e como eu e o Min não tínhamos nada, eu não me via no direito de falar isso.

Mas aí eu acabei brigando com ele por causa disso, a gente passou uma semana sem se falar, mas vivia dando de cara quando chegávamos do trabalho na mesma hora. Eu até tinha parado de sair pras festas por causa dele, afinal depois dele minha vida já havia se tornado uma verdadeira festa.

Um dia eu cheguei em casa todo triste, então Minho entrou sem sequer bater na porta e…

— Jisung??? — Escutei a voz do mais velho me chamar, percebi que ele estava dentro da minha casa e saí do quarto furioso. — Preciso te mostrar uma coisa.

— Que merda você quer???!! — Perguntei com a voz cheia de raiva dele.

Ele revirou os olhos e me arrastou contra minha vontade até a casa dele, alegando que precisava me mostrar algo. Então quando cheguei, haviam três garotos sentados no sofá, incluindo Hyunjin.

— Você veio me mostrar a galera que você tá comendo? — Pergunto com a sobrancelha erguida e ele ri.

— Não, seu bobo! Vim te mostrar os namorados do Hyunjin. A gente vivia de segredinho por causa disso. — Ele deu de ombros e eu quis bater nele naquele momento.

Sério. Custava me falar? Não.

— Tá, bem legal, seu amigo pega deus e o mundo, agora vai se foder e eu tenho que voltar pra casa que meu cachorro tá com fome.

Disse já me virando, saindo da casa do outro e cruzando o jardim da casa dele com a minha. E quem disse que ele parou?

— Sung, você não tem cachorro. — Disse me seguindo.

Quando cheguei na porta de casa, sua mão puxou a minha e logo eu já estava colado a ele. Nossos lábios estavam próximos mais uma vez depois de semanas.

— Isso é golpe baixo… — Eu digo sem tirar meus olhos dos dele.

— Eu sei. E você sabe que eu amo apenas a você, que eu amo seus lábios, seu cabelo, seus olhinhos fofos, sua boca, seu nariz, seus dentinhos, suas bochechas, seus gemidos, sua bunda, seu p…

— Se você falar mais que isso eu juro que vou chutar você. — O interrompi e comecei a rir.

— Desculpa, amor, eu não consigo ser romântico sem ser pervertido. — Minho riu também e me deu um selar.

— Você me chamou de amor… — Disse com a boca levemente aberta.

— Claro. Você é o amor da minha vida. Eu só demorei demais pra perceber que eu também queria ser mais que seu vizinho, colega de balada e amigo colorido. Eu quero poder mostrar pra todo mundo que você é meu namorado, meu príncipe, dono do meu cu…

— Min! — Ri ao interromper ele daquela vez.

— Tá desculpa... mas enfim. Quer namorar comigo, Jisung?

Quando ele me pediu em namoro, eu podia jurar que meu dia cinza havia se tornado totalmente colorido. E aquele fim de tarde se tornou mais memorável por ter três garotos na porta do Minho batendo palma por nós dois.

Óbvio que eu aceitei o pedido de namoro. Então mais alguns meses depois eu e ele morávamos juntos. Brigávamos às vezes por ciúmes ou qualquer outra coisa, mas sempre ficava tudo bem no final. A gente se beijava, pedia perdão e ficávamos numa boa. E assim têm sido todos os dias.


>> Atualmente

— Fala logo! — Felix resmungou enquanto todos ainda esperavam que eu respondesse.

— Eu conheci o MinHo na igreja. — Respondi e pude escutar um quase riso de Minho ao meu lado, porém ele se segurou para não rir.

— Fala sério! — Hyunjin revirou os olhos.

Por mais que eles convivessem juntos logo no começo da nossa relação, Min havia me contado que nunca tinha comentado sobre mim para os amigos, nem mesmo depois de começar a morar com o outro (Hyunjin); mesmo que ele perguntasse quase sempre.

— É sério. — Me encosto no sofá e sorrio. — Ele era coroinha.

Comentou e Minho me olha, podia ver que ele tentava segurar o riso.

— Do jeito que ele geme alto pra caralho, duvido que esse aí fosse à igreja. — Seungmin comentou descrente.

— Jisung te faz gritar, MinHo? — Changbin perguntou com uma cara pervertida e Minho piscou para o outro.

Que merda, hein!

— Tá interessado por quê, Changbin? Quer apanhar? — Felix perguntou com uma cara de quem realmente ia bater no namorado. — Também te faço gritar, mas vai ser na porrada mesmo.

— Eu também duvido que isso seja coisa de igreja. Onde já se viu? Desde quando o Jisung é de ir à igreja???? — Chan pergunta desconfiado.

— Vocês estão duvidando do meu marido na casa dele??!! — Minho diz brincando enquanto ria com os outros.

Então todos começaram a duvidar e criar várias hipóteses aleatórias sobre eu e Minho. Me fazia rir mais cada uma que davam.

No fim do dia, eu estava morto, então todos começavam a ir embora, dando tchau e por fim cada um indo para o seu cantinho. Eu bocejei cansado, começando a andar até meu quarto e me jogando na cama, sendo seguido do Min atrás de mim.

Ele me abraçou e nos deitamos de conchinha, sendo ele a maior.

Ficamos ali calados por um tempo, apenas nos escutando respirar.

— Ainda lembra do meu nome ou eu vou ter que te ensinar a gemer ele?

— Eu vou te bater. — Falei fazendo bico ao o escutar falar aquilo, nos fazendo rir.

— Sério que eu era o coroinha??? — Perguntou indignado e eu me virei para ele.

— Você queria que eu dissesse que a gente mal se conhecia e já fomos logo se comendo pelo banheiro? Do jeito que eles são tarados…

— Realmente... melhor eu ser o coroinha mesmo, gosto da ideia. Pelo menos o único fato que permanece verídico é que você ainda teria que se ajoelhar pra rezar. — Minho continuou e eu acertei um tapa em seu braço. — Ai! Agressivo.

— Pervertido!

— Até parece que foi eu quem disse "Pra eu saber que nome vou gemer daqui a pouco." — Revidou e eu abri a boca indignado.

— Você tá afiado hoje, hein! — Digo e ri em seguida, logo me pondo deitado sobre o braço dele e abraçando a cintura do mais velho.

Ele foi parando de rir aos poucos, passando a ficar mais quieto e relaxando, junto de mim.

Eu fechei os olhos aos poucos, então dessa vez o filme que passava na minha cabeça era de todas as vezes em que ele me dizia coisas fofas, me fazia rir e no fim do dia deitávamos juntos, a gente sorria, dizia que se amava e ficávamos abraçados.

— Eu te amo, Han Jisung

— Eu também te amo, Lee MinHo.


Notas Finais


FOCUS ON HERE

Então né cof cof KKKKK
Eu espero q n seja a primeira das muitas fics que vem na minha cabeça, então caso tenham gostado da fic por favor se puderem deixar sua opinião nos comentários eu agradeceria muito porque isso ajuda pra caralho a gente que é autor a produzir as coisas com qualidade, além de que nos incentiva a continuar a fazer mais fanfic sobre determinado tema. Tenho muita fic ainda que tá na cabeça e tudo mais, porém preciso saber o que acham dessa daqui.
Sei também que muita gente lê offline, até porque é muito melhor, vamos concordar aqui né, até porque ou se esquecem, ou tem preguiça, entre outras coisas, buuut se pudessem deixar o que vcs acharam aqui eu ficaria lisonjeada!
Obrigada, xuxus, espero que tenham gostado.

Com amor, M.zaki Ally.


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