História How I Met You Father! - Capítulo 1


Escrita por: e __Yumeko__

Postado
Categorias Stray Kids
Personagens Bang Chan, Kim Seung-min, Kim Woo-jin, Lee Felix, Lee Min-ho, Yang Jeong-in
Tags Bang Chan, Halloween, Kim Woojin, Romance, Skzpjct, Stray Kids, Woochan
Visualizações 72
Palavras 2.986
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Festa, Ficção, Fluffy, LGBT, Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Saiu atrasado, mas saiu.

Espero que gostem!

VIEWS EM DOUBLE KNOT

Boa leitura! ^^

Capítulo 1 - Único; assim como a história de Woojin e Chan


— Pai, diga logo o porquê de você ter chamado a gente, pois eu tenho que sair — reclamou Felix assim que chegou na sala e se sentou ao lado de Seungmin e Jeongin, que também encontravam-se impacientes.


 — E aonde você vai, Senhor Lee Felix? Até agora, ninguém me disse que você ia sair — falou Kim Woojin, cruzando os braços sob o seu peito e adquirindo um semblante sério. O ruivo apenas ruborizou.


 — Eu vou me encontrar com o Changbin, pai. — Ao ouvir aquelas palavras vindas de seu filho, um sorriso brotou nos lábios do mais velho ali presente.


 — Ah, meu genrinho! Quando que ele vem nos visitar novamente? — A indagação do Kim fez o mais novo corar ainda mais, dando motivos para que os seus irmãos rissem de si.


 — Pai, diga logo! — exclamou Jeongin, após rir de seu irmão.


 — Bom, o irmão de vocês, no caso, o Seungmin, me perguntou algo e eu decidi chamar todos aqui, pois não irei repetir a história — disse, despertando a curiosidade em seus outros dois filhos.


 — E o que ele queria saber? 


 — Como eu conheci o pai de vocês — falou Woojin, e o ruivo revirou os olhos.


 — É sério isso, pai? Nos reuniu aqui só para contar uma história? — o Kim apenas soltou um sorriso singelo.


  — Chamei porque não repetirei a história. Ela é muito vergonhosa tanto para mim quanto para o pai de vocês. — A curiosidade começara a surgir nos mais novos. — Bom, tudo começou quando…


Em uma bela noite, Woojin fora convidado para uma festa na casa de seu amigo, Minho. Ponderava se realmente iria ou não, afinal, acabara de se mudar para a área urbana, para a cidade, ainda não havia se acostumado com o modo de vida das pessoas dali.


 Uma notificação atrapalhou o seu pensamento, fazendo com que o Kim ficasse tentado em deixar aquele assunto de lado. Pegou o celular e acendeu o seu visor, percebendo, enfim, que era uma notificação do Kakao. Desbloqueou a tela e entrou no aplicativo. "Mas, espere um pouco… Eu não conheço essa pessoa", pensou Woojin após avistar o número desconhecido.


 "Te aguardo na festa do Minho, Kim Woojin", dizia a mensagem, e cada pelo do corpo de Kim arrepiou em medo.


 — Credo, até aqui essas assombrações me perseguem? Pelo amor de Deus! — falou Woojin, se levantando daquela cadeira e indo até o seu quarto, se jogando na cama assim que alcançou-a. — Não vou nessa festa, não. Deus me livre!


 E assim, Woojin recebeu uma ligação. Estranhando, pegou o seu celular e atendeu o telefone.


— Olá? 


 — Oi… Você vem hoje, não é?


 — Acho que não, Minho.


 — Ah, não. Woojin, por favooor!


 — É que eu não estou me sentindo muito bem.


 — Amigo, se eu te conhecesse, acreditaria nessa tua mentira descarada. Por favor, Woojin. Você se mudou há 7 meses e não conhece ninguém além de mim, isso porque tu já me conhecias. Você 'tá se isolando involuntariamente!


 — Claro que não, eu só estou… me preservando.


— Se você acha que se preservar é viver sem amigos… quer saber, faça o que quiser, Kim Woojin.


E então, a ligação fora encerrada por Lee Minho. A culpa começou a penetrar o peito do moreno. Estava mesmo se fechando para o mundo, apenas não percebia isso.


 Balançou a cabeça numa tentativa de esquecer aquilo e sentou-se na cama, olhando para a sua parede, vendo algumas fotos suas com Minho. Eles ainda eram pequenos quando se conheceram, tinham por volta dos 11 anos. Sempre foram bastante grudados, apesar do tempo que tenha passado.


 Estava mesmo se fechando de tudo e todos? Não era possível que estivesse fazendo aquilo. Logo ele, que sempre teve muita facilidade em se enturmar.


  — Quer saber? Foda-se. Eu vou pra essa festa. Dane-se essa assombração que 'tá me perseguindo e dane-se essa minha vontade de me isolar! — Ao exclamar aquilo, levantou-se em um pulo e andou em direção ao banheiro, tomando um banho quente.


 "Festa a fantasia, não é?", pensou o moreno e logo pegou o seu celular, desbloqueando-o e entrando no histórico de conversas com Minho.


 "Com que roupa eu vou?"


 "Quer dizer que você vem?"


 "Pensei melhor e… você está certo, eu estou me fechando (mesmo que não seja voluntariamente)"


 "Fico feliz que você venha."


 "Você não respondeu a minha pergunta."


 "Cara, eu não sei. Você tem alguma fantasia aí?"


 "KAKAKAKAKA não."


 "Tá, então pensa em um personagem que seria fácil de fazer sem ter exatamente uma fantasia."


"Ai, MinMin, eu não sei."


 "Que tal ir de vampiro? É só clarear a pele com base e colocar aquelas lentes vermelhas que você comprou da última vez que a gente saiu."


 "Até que não é uma má ideia…"


 "Vai logo te arrumar, caralho, se não tu vais te atrasar."


 "Tá bom, tá bom."


 Bloqueou o seu celular e levantou-se, indo buscar uma roupa, quando…


— Mas, espera um pouco… Onde o papai entra nisso? — A indagação de Jeongin apenas fez com que seu pai soltasse um sorriso fraco.


 — Calma, eu ainda não terminei. — O Yang riu envergonhado, voltando a prestar atenção na história. — Bom, onde eu estava mesmo? Ah, sim…


  […] achou a roupa ideal: uma blusa de manga comprida de fundo azulado e uma calça jeans preta rasgada. Pegou seu tênis caramelo e foi para frente do espelho no banheiro, para terminar de se maquiar.


 Nada mais do que uma base, afim de deixar sua pele mais pálida, e um lip tint nos lábios, usado para criar um aspecto sangrento, fora passado em seu rosto. Colocou suas lentes vermelhas e vestiu sua roupa. Olhou-se no espelho.


 — Caralho, eu 'tô muito gostoso! exclamou ao ver seu reflexo. Realmente, estava muito bonito. — Bom, agora é só eu ir para a casa do Minho.


  Foi até a sala, pegando da mesa a sua carteira, as chaves da casa e do carro, e seu celular. Logo em seguida, saiu da residência e entrou em seu carro, dando partida para o apartamento do Lee.


 Torcia para que aquela festa não fosse um fiasco para si, igual todas as outras coisas que ele já havia feito enquanto morava ali. Queria, pela primeira vez em muito tempo, aproveitar cada segundo da festa.


  Ao chegar no local, já foi recebido por um Minho não sóbrio, mas também não bêbado. Abraçou-o e o levou para dentro do prédio, indo direto para o salão.

 

Estou feliz que tenha vindo disse sincero, fazendo Woojin coçar a nuca, envergonhado.


 — Eu também.  Lee soltou um sorriso discreto. Era claro o nervosismo do mais velho, todavia, preferia não comentar: estava evitando deixá-lo constrangido.


 — Bom, as bebidas estão ali na mesa informou, vendo o moreno concordar. Divirta-se.


 O Lee apenas deu um empurrão no amigo, ocasionando um esbarrão entre ele e um convidado. Quando virou-se, deu de cara com um homem fantasiado de… vampiro?


 — Opa, me desculpe pediu Woojin, encarando o chão. Acabei esbarrando em você sem querer.


Está tudo bem… — falou finalmente, encarando o outro. — Espere um pouco, eu te conheço.


 Kim apenas levantou a cabeça, olhando o indivíduo com um semblante confuso.


 — De onde, se eu nunca te vi?


 O loiro riu soprado.


 — Sou um amigo relativamente antigo de Minho, e ele fala bastante de você — respondeu, e Woojin lembrou-se da mensagem que recebeu logo cedo.


 "Será que foi ele?", pensava consigo, enquanto caminhava lado a lado com o loiro.


 — Há quanto tempo são amigos?


 — Desde os nossos 11 anos, eu acho.


 — E quantos anos tens agora?


 — Sou de 97.


 — Nossa, eu também! exclamou o mais baixo, sorrindo discretamente. — Acho que podemos deixar a formalidade de lado então, não acha?


 — Hm, pode ser.


 Woojin não podia mentir, estava com medo e apenas queria ir embora, mas prometeu para si mesmo que iria se divertir.


 — Eu quero beber… disse Woojin, brincando com manga de sua blusa.


 — Quer que eu pegue uma bebida 'pra você? indagou, fazendo com que Woojin suspirasse entediado.


 — Não posso, estou dirigindo… 


 — Eu bebo por mim e por você, então!


 — Vou logo avisando que eu bebo bastante confessou após uma risada sincera.


 — Ai, meu coração! exclamou o garoto, colocando a mão sobre o peito e fazendo um careta engraçada.


 — O que foi?


 — É que sua beleza é tão grande que ‘tá fazendo meu coração errar as batidas.


 Depois daquela cantada, Woojin só não ficou mais corado por conta da maquiagem. Escondeu seu rosto por trás de suas grandes mãos — um sinal de vergonha. 


 Por que o seu coração estava acelerado daquela forma?

 

 — 'Tá, mas cadê o papai?


  — Meu Deus, como vocês são apressados. Deixa eu terminar a história!


  — Tudo bem.


  — Enfim…


 O garoto já estava um pouco alterado depois de alguns copos de cerveja. Woojin ria de seu jeito engraçado de ser e, admitia, queria conhecer o loiro um pouco melhor, mesmo que, talvez, fosse apenas um "caso" de uma noite.


  — Sinto que não vou dar conta de voltar para casa… confessou o mais baixo, brincando com os próprios dedos, já meio perdido por conta do efeito do álcool.


  — Por quê?


  — Eu não moro aqui na cidade, e sim em uma vizinha. Não vou conseguir voltar hoje, mas tenho certeza que não vou poder dormir aqui falou e logo se recostou no sofá, fechando os olhos e respirando fundo. Me falta coragem para mudar 'pra cá.


 Woojin apenas ouvia atentamente o que o outro falava, às vezes, expondo sua opinião sobre o assunto abordado.


 O mais baixo já estava bêbado quando decidiu que queria ir embora da festa.


 — Eu não posso te deixar ir assim!


 — Por quê? Não está vendo que eu estou totalmente bem? indagou, enquanto andava, mas tropeçou logo após a fala. Foi necessário que Kim o segurasse.


 — Claro que você está sóbrio… ironizou, fazendo o outro rir. 


 Não podia deixar que ele ficasse naquele estado sozinho. E se acontecesse alguma coisa com ele? Woojin jamais se perdoaria. 


 — Entra no carro.


 — Isso é um sequestro?


 — Não, mas vou me sentir culpado se te deixar sozinho e bêbado pelas ruas… Você vai dormir na minha casa hoje, e amanhã vai para a sua, tudo bem?


 O loiro apenas concordou e sentou-se no banco da frente, ao lado de Woojin, encostando sua cabeça no vidro enquanto o Kim fechava o cinto nele.


 A viagem toda foi o bêbado cantando as músicas que tocavam na rádio super alto, fazendo o moreno rir com cada uma das canções.


 Após chegarem, Kim ajudou o loiro a sair do carro e a entrar em sua casa, já que ele mal conseguia andar. Woojin apenas jogou suas coisas na mesa para, assim, ser mais fácil de auxiliar o mais baixo a se locomover.


  — Você vai tomar um banho… falou o moreno, observando o outro fazer uma careta engraçada.


 — Eu não quero tomar banho agora!


 — Eu não perguntei se você quer ou não, eu disse que você vai.


 O loiro apenas ficou emburrado, mas logo soltou um sorriso quando percebeu que estavam no quarto e que Kim já estava tirando a sua roupa.


 — Poxa, você nem me pagou um salgado e já quer me ver nu? - indagou e o Kim apenas riu da forma que o garoto bêbado falava: tudo enrolado. 


Deixou-o somente com a roupa íntima e o levou para o banheiro, o colocando dentro do box e ligando o chuveiro na água fria para que ele pudesse despertar — nem que fosse um pouco.


 — Garoto, eu vou fazer um café bem forte 'pra você tomar quando sair daí. A toalha 'tá aqui fora.


 Woojin gargalhou quando percebeu que o outro não estava nem aí para a sua explicação.


— Oh, Rubber ducky, you're the one… cantarolava enquanto tomava seu banho.


 Woojin saiu de lá e foi até a cozinha, preparando um café forte.


 Após um tempo, apenas viu um homem de cabeleira loira entrar na sua cozinha, vestindo um short e enxugando o seu corpo e os cabelos, que ainda encontravam-se molhados. Kim tentou se concentrar em terminar de passar o café ao invés de encarar o abdômen sarado do outro, entretanto, falhou miseravelmente.


 Enquanto isso, o mais baixo, já mais sóbrio, fingia não reparar na secada que Woojin lhe dava. Acha aquilo bastante divertido, então, resolvera brincar.


 — Sei que sou gostoso, mas vou acabar me sentindo violado só com esse seu olhar.  O mais alto apenas adquiriu uma tonalidade avermelhada na face por perceber que realmente tinha focado em admirar o corpo bem estruturado do loiro.


 — Me desculpe — disse, ainda envergonhado pelo ocorrido.


 — Estou brincando, fique tranquilo.


 Woojin levou o café até o garoto, que deu um gole e fez outra careta.


 — Nossa, que forte!


 — É 'pra ver se você fica totalmente sóbrio.


 — Acho que, com um gole, eu já fiquei mais do que sóbrio!


  Os dois soltaram uma risada fraca e, logo após, um silêncio confortável reinou no local, o que era novo para Woojin, já que a única pessoa com quem entrava naquele estado de paz interior era Minho.


 — Acho que não vou mais dormir hoje.


 O moreno apenas riu, o guiando ao seu quarto e indo até o guarda-roupa, enquanto o loiro  observava o local.


O garoto reclamou quando recebeu com moletom na cara, fazendo com que o Kim gargalhasse.


 — Você dorme aqui e eu vou dormir no sofá da sala.


 — Por que você não dorme aqui comigo?


 — Garoto, eu não sei nem o teu nome.


 — Prazer, meu nome é Bang Chan, tenho 22 anos e sou australiano. Pronto, agora deita aqui.


 Woojin soltou um sorriso e, vagarosamente, aproximou-se da cama, deitando do lado esquerdo.


 — Acabei não avisando Minho que eu já vinha embora…


 — Afinal, você considera o Minho como o quê?


 — Ah… O Minho é como um irmão mais novo 'pra mim. A gente se conhece há tanto tempo que eu não tenho coragem de chamar ele apenas de amigo. Ele já faz parte da minha família.


 — Então não tem problema eu fizer isso.


— O que você…


  Não deu tempo do Kim terminar a sua frase, pois o loiro colocou seus lábios aos dele. O mais estranho daquilo era que Woojin sentia ser o certo a se fazer — e, assim, fez.


  Cedeu aos encantos de Chan e entreabriu os lábios, deixando com que o outro preenchesse sua boca com sua língua e saliva quentes. Há tanto tempo  não beijava, e faz mais tempo ainda que não dava um beijo tão bom.


 O beijo esquentou, assim como parte da noite.


 Corpos suados e colados, sorrisos cansados e de felicidade genuína estavam presentes nos lábios avermelhados e machucados de ambos os garotos deitados naquela cama.


 Sentiam-se leves; sentiam-se felizes. Sentiam que se completavam, de alguma forma.


 Dormiram abraçados. 


 — E foi a partir desse dia que o pai de vocês e eu começamos a sair. Logo namoramos e depois nos casamos. —  E naquele momento, todos tinham sorriso estampados nos lábios.


 A verdade era que estavam satisfeitos com a história, e ficaram felizes quando viram que o pai parecia um adolescente enquanto lembrava da sua juventude.


 O barulho da maçaneta girando fez com que todos virassem sua atenção para a porta, vendo um homem de madeixas claras a atravessando, enquanto afrouxava a gravata.


 Ao perceber que todos estavam reunidos na sala, com sorrisos bobos e o olhando, com uma expressão brincalhona, disse:


 — Chris está com fome.


 Todos riram e foram abraçar o pai cansado.


 — Gente, que amor todo é esse?


É que eu contei para eles como a gente se conheceu.


 — Você o quê!?


 — Chris, as crianças estavam curiosas! —  exclamou o moreno, adquirindo um semblante  sério com um pingo de tristeza.


 Seu marido soltou um suspiro e sorriu fraco, deixando o abraço dos filhos e indo de encontro com o, agora, Bang, abraçando-o apertado, deixando um beijo molhado em seu pescoço.


 — Não leve isso como uma bronca, eu só fico meio constrangido por lembrar daquela história, principalmente por lembrar de como eu te tratei inicialmente… —  o loiro abaixou a cabeça, relembrando que, no início, causou um certo medo no amado por ter chegado nele daquela forma.


 O mais velho agarrou o rosto do loiro com as duas mãos e depositou um ósculo em seus lábios carnudos e avermelhados.


 — Se você não tivesse agido do jeito que agiu, provavelmente nós não estaríamos casados hoje em dia, e eu com certeza não seria a pessoa mais feliz do mundo por estar com o homem mais gentil, mais inteligente, mais bonito, mais sensato e mais sexy que existe.


 Bang Chan sorriu bobo e apenas aproximou seu rosto do de seu parceiro, dando-lhe um beijo apaixonado.


 — HOJE TEM! —  Saíram correndo para fora da casa após soltarem aquele grito. Os mais velhos riram.


 — Até que não é uma má ideia —  falou, recebendo o olhar de Woojin. O que acha?


Espero que isso responda a sua pergunta.


 Um beijo quente e necessitado foi dado em Chan, que teve que manter os pés firmes no chão para que não caísse ao perceber que Woojin subira em seu colo.


  Subiu as escadas com o marido ainda agarrado a si e sem partir o beijo. Abriu a porta do quarto e jogou o corpo do homem na cama, tirando a sua blusa e voltando para cima do amado.


Estavam felizes, e estavam juntos. Nada e nem ninguém poderia estragar aquilo.


Notas Finais


Espero que tenham gostado.

Gostaria de agradecer e @Sweety_girl pela betagem e a @Bebelok pela capa. Sério, vocês são incríveis!

Tchau ~ ♡


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