História How I Met Your Mother - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias The Beatles
Personagens George Harrison, John Lennon, Paul McCartney, Personagens Originais, Ringo Starr
Tags Cynthia, George, John, Lexie, Linda, Maureen, Pattie, Paul, Ringo
Visualizações 20
Palavras 3.049
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


É uma história narrada pelo Paul, mas ele, de algum jeito, conta tudo o que está acontecendo com todo mundo!

TAMBÉM FOI POSTADA NO NYAH FANFICTION.

Capítulo 1 - Sobre Johnny e Cyn, agora Lennon's (1962)


Fanfic / Fanfiction How I Met Your Mother - Capítulo 1 - Sobre Johnny e Cyn, agora Lennon's (1962)

Capítulo 1.: Sobre Johnny e Cyn, agora Lennon's (1962).

 

1988

.:

A luz do sol fraca de domingo, entrava pelas frestas da janela da mansão McCartney e, calorosamente, ilumina a mesa de café da manhã. Paul e todos os seus filhos estão sentados à mesa, comendo toda a comida que sua empregada havia feito, mas o clima de tristeza, devido há três meses sem Linda, ainda pairava sobre o ambiente.

_Heather, você conversou com o seu outro pai? – Paul perguntou, pegando uma colher pequena e acrescentando açúcar em seu chá. – Eu ouvi que usou o telefone ontem a noite, por muito tempo.

Heather hesitou por alguns minutos.

_Sim, eu estava conversando com ele. – Paul notara que o rosto da menina adquiriu uma cor rosada, provavelmente de vergonha. Ele ergueu a sobrancelha, Heather desabou. – Eu... Eu vou passar uns dias na casa dele, em uma fazendo, na verdade. – Explicou.

_Que legal Heather! – Mary admitiu. – Que ótimo pra você, eu também gostaria de ter alguma coisa para distrair a minha atenção.

Paul respirou profundamente quando o olhar de todos os seus filhos viraram-se para ele, de uma só vez. Geralmente Linda era quem ajeitava todas as coisas naquele tipo de situação, mas a mulher tinha falecido e aquilo ainda pesava em seu coração, da forma mais dolorosa possível. Ele não sabia de nada que pudesse acalmar o coração de seus filhos, mas tinha certeza de que conseguiria deixa-los mais animados.

_Vocês gostariam de saber da história de como eu conheci sua mãe? – Perguntou, todos ficaram interessados.

_Mas nós sabemos da história do dia em que vocês se conheceram. – Heather acentuou. – Vocês dois já contaram isso um milhão de vezes.

_Eu sei, eu sei. – Paul admitiu. – Mas venham, vamos lá para a sala. – E juntos acabaram seu café da manhã, andando até o sofá de sua sala de estar e deixou que Heather, Mary, Stella e James se sentassem no sofá e ele se sentasse na mesinha de centro, respirando fundo. – Crianças, a história de como eu conheci sua mãe começa bem antes de quando eu, literalmente, conheci sua mãe...

 

Tudo começou em uma linda manhã de verão, no dia 23 de agosto de 1962, quando meu amigo John Lennon estava prestes a se casar com a bela Cynthia Powell no Mount Pleasant Registry Office em Liverpool. Gostamos de lembrar desse dia como: “O dia em que Lennon estava pilhado e doido”.

_E se fugíssemos para os Estados Unidos? – John me perguntava, enquanto andava de um lado para o outro, na tentativa de mostrar a mim e a George, que também estava na sala de espera, o quão nervoso estava com aquela situação. Já tinha inventado mais de trinta países para morarmos, pelo menos, naquele dia, eu descobri que seu tio John gostava de Geografia. – Eu não posso me casar, caras.

_Não vamos morar nos Estados Unidos, John. – Eu era o único que me dava o trabalho de responder aquelas perguntas idiotas, já que George apenas ria achando engraçado.

_Podemos ir para o Vietnã? – Ele perguntou animado. Fui poupado de responder aquela pergunta. – Ah não... Tem meio que uma guerra rolando lá.

Eu me lembro de já estar completamente cansado daquela conversinha mole, John estava nervoso e quando ele ficava nervoso eu ficava também.

_Já chega John! – Eu meio que gritei, assustando o homem e fazendo George parar de rir como uma hiena desgovernada. – Você engravidou a garota, que é muita areia para o eu caminhãozinho e pediu ela em casamento, se mostrando como um verdadeiro homem maduro. Agora você quer desistir? Quer pagar de bundão? – Eu perguntava andando até ele e tocando seus ombros com força. – Não, Johnny. Você não quer isso. Você vai descer essas escadas e vai se casar com Cynthia Powell, a garota pelo qual seu coração bate forte.

Ficamos por mais de um minuto inteiro sem quebrar o contato visual, enquanto George olhava de mim para Johnny com as grossas sobrancelhas erguidas. Um minuto depois John saiu correndo em direção a porta do quarto, na intenção de fugir, mas George fora mais rápido e nos trancou no lugar. Obviamente, como vocês devem imaginar, o engraçadinho tentou pular a janela, mas eu consegui o segurar antes de fazer aquela besteira.

Foram mais de cinco minutos para acalmar seu tio, crianças, mas conseguimos e quando achamos que ele estava extremamente pronto para se casar, como um homem apresentável faria, ouvimos batidas apressadas na porta.

George andou até lá vagarosamente, afinal, todos estávamos com medo de que fosse Cynthia (crianças, para aceitar se casar com John Lennon a pessoa tem que ser muito doida. Então sim, Cynthia era bem doida). Felizmente era Brian Epstein, o nosso “empresário” e também grande amigo.

_Tudo certo por aqui? – Ele perguntou massageando as mãos.

_Eu estou bem. – George respondeu. – Mas tem algumas pessoas nervosas. – E deu um sorriso amarelo, apontando para John descaradamente. – Até tentou fugir da responsabilidade!

_Uh, tentou fugir, é?

_Sim. – John respondeu suspirando.

_Então vamos! – Brian disse rapidamente.

Um clima estranho se instaurou na sala. O boato era que Brian Epstein era gay e, naquela época, isso era muito mais difícil do que atualmente. John ficou ligeiramente vermelho com aquele comentário e eu e George trocamos um olhar apreensivo. Depois de alguns segundos naquela situação, Brian soltou uma gargalhada divertida dizendo que era brincadeira e nós acabamos rindo junto.

_Bom... – Brian recomeçou a falar. – Cynthia já está pronta.

_Ótimo. – Eu disse.

_E... Como você sabe disso? – John perguntou enciumado, frisando seus punhos. – Estava no quarto com ela?

Brian ficou vermelho.

_Sério que isso te incomoda? – George, tapado e desligado como sempre, perguntou com desdém, instaurando novamente um clima estranho na sala. – Digo... – Aparentemente ele notou quão idiota tinha sido. – Somos seus amigos e nunca faríamos nada com Cyn.- E riu nervoso.

Depois de alguns minutos tudo se resolveu e nós descemos a escada. O casamento dos dois não seria uma coisa grande, como a tia de John sempre tinha sonhado para o sobrinho, mas sim uma pequena cerimonia improvisada em um cartório comum, bem longe e escondido de nossas fãs habituais daquela época, que seriam capaz de matar Cyn se a conhecessem. Os convidados de John se resumiam em Mim, George e Brian (Ringo não pode ir porque, além de ser novo na turma, chorava em casamentos), e o irmão de Cynthia estava lá como convidado dela. Tudo já estava certo e John já tinha mantido a calma, para a sorte de Cynthia que estava maravilhosamente gostosa naquele vestido branco, simples e curto.

Naquela época eu era um conquistadorzinho barato, por isso sempre me interessei por todos os tipos de mulheres e Cynthia, como a garota proibida de meu melhor amigo, não estava fora da minha listinha de desejo.

John estava tão nervoso que eu podia sentir o mesmo ar frio no estomago, que ele estava sentindo, mas mantinha a calma enquanto segurava as mãos de Cynthia.

_Oi. – Ele disse a olhando. – Você está linda!

_Obrigada. – Ela respondeu corando. Ela ficava uma coisinha linda quando fazia isso!

_Estamos aqui para unirmos John Winston Lennon e Cynthia Powell em matrimônio, através do amor. – A juíza de paz era uma mulher da justiça, que faria os dois assinarem os papeis legais que os uniam, mas tinha aceitado fazer uma pequena cerimônia, pois ela tinha simpatizado com Cynthia. – E eu gostaria de dizer umas palavras antes de tudo. – Todos prestávamos atenção no que ela fazia. – O amor, na sua mais doce forma é....

Naquele momento uma coisa estranha aconteceu no recinto. Enquanto a mulher tentava falar suas doces palavras, um som extremamente alto invadiu o pequeno salão de festa e não nos deixou conversar. Espiei por cima dos ombros de George, olhando para fora da janela, que uma construção estava sendo feita do lado de fora do pequeno prédio que ficava ao lado do lugar em que estávamos.

_É... Bem. – A mulher ficou constrangida com tamanho barulho. – O amor, na sua mais doce forma é... – E o barulho voltou novamente.

O silêncio constrangedor me fazia soltar umas risadinhas engraçadas, mas ao ver o olhar de ódio que Cynthia lançou a mim, eu tratei de parar de rir. É claro que o mesmo não aconteceu com George, que continuou rindo da situação abertamente. Crianças, eu pensei.

O som parou.

_O amor, em sua mais.... Ai não gente, não dá! – A mulher reclamou. – Eu tenho palavras bonitas a dizer.

_Tudo bem. – Jhonny disse em voz alta e clara. – Não precisa falar essas besteiras não, só anda logo com isso antes que eu desista e saia por aquela porta!

_JOHN! – Cynthia falou magoada. – O nosso casamento não é uma bobagem qualquer que está ocupando a sua agenda ridícula. O nossa casamento é kjhhanuwhsgaommeoansyahsnakoaonshanska. – Ela dizia, mas por sorte, fomos poupados de ouvir o seu breve sermão, quando outro barulho recomeçou. – Entendeu? – Ela perguntou, colocando as mãos na cintura e erguendo a sobrancelha para John.

_Claro amor! – Ele mentiu. – Tudo que você quiser.

A mulher tentou mesmo dizer as palavras bonitas e românticas, mas tudo que ouvimos foi:

_Cynthia Powell você aceita John Winston Lennon como seu legítimo esposo?

Cynthia hesitou um pouco antes de responder. Eu sabia que ela estava pensando, “Poxa vida, podia estar com Paul agora mesmo, mas tudo que tenho é John!”.

_Pai. – James interrompeu o homem. – Na realidade eu acho que ela não estava pensando isso não.

_Claro que estava...Mas... Continuando.

_Sim. – Ela respondeu sorrindo.

_Você, John Winston Lennon. – Ele revirava os olhos toda vez que alguém dizia seu nome completo. – Aceita Cynthia Powell como sua esposa?

Claro que John hesitou por mais tempo que a Cynthia, até me lançou um olhar desesperado e eu apenas dei de ombros, mostrando que aquilo só dependia dele. Cynthia cruzou os braços em frente ao corpo esperando a resposta e John sorriu.

_Sim. É claro que aceito. – Cynthia também sorriu naquele momento. – Mas aceito porque eu... – O barulho recomeçou mais forte naquele momento, fazendo com que eu tampasse meus ouvidos com a minha mão. – Eu aceito porque eu... – Era realmente difícil falar no meio daquele barulho todo. – EU ACEITO PORQUE EU TE AMO, CACETE! – John gritou com a voz mais forte que podia, e no exato momento em que o som parara.

Mesmo o palavreado desonroso não fez com que Cynthia deixasse de achar a cena um tanto fofa, logo ela passou seus braços ao redor dos ombros de John e lhe depositou um doce beijo nos lábios, me fazendo suspirar de alegria e de emoção. Será que eu também choraria, como Ringo disse que fazia, em casamentos? Rapidamente me recompôs, quando notei que George já chorava e Brian estava cabisbaixo.

_Eu sei que é uma coisa muito triste pra você, John. – Cynthia disse ainda com os mãos ao redor do marido. O barulho tinha magicamente parado naquele momento... Não crianças, o barulho não tinha parado, mas vocês sabem... Tem coisas que precisamos contar sem interrupções. – Sei que se casar é uma atitude desesperada e eu realmente lamento estar grávida, mas juro que...

_Não. – John interrompeu, colocando o dedo nos lábios dela. – Não, Cyn. Eu sei que é tudo muito cedo e repentino, e também muito incerto! Estou começando uma carreira de música agora e existem tantas dificuldades para enfrentarmos, mas eu sei que posso enfrentar qualquer coisa quando estou a seu lado.

Com todas as minhas forças, eu tentei rir daquele momento e achar que John estava sendo meloso demais, para zoar com a cara dele depois, mas não, de uma maneira ou de outra, tudo que Johnny estava dizendo... Tocou o meu coração.

_ ... Nunca pensei que iria encontrar uma garota como você, mas encontrei. Você se sentava na minha frente nas aulas de caligrafia e me emprestava todos os matérias que eu não levava. Eu fui um idiota, continuo sendo e vou ser futuramente, eu sei disso, mas eu te amo nesse momento e quero ter esse filho com você. Porque você está me transformando em um homem de verdade e hoje é o dia oficial em que eu me transformo em um homem de verdade!

Na verdade John continuou sendo um molecão pelo resto da vida, mas o que ele disse foi lindo e foi por causa daquilo que eu decidi encontrar um amor verdadeiro.

 

Mas tarde, depois de toda aquela confusão e daquele casamento maluco, John e Cynthia foram passar um resto de dia agradável e amoroso, juntos e eu, George, Brian e Ringo, que juntou-se a nós na parte da noite, fomos a um bar que costumávamos ter paz.

_Ainda bem que eu não fui. – Ringo admitiu. – Eu nem posso pensar em casamentos e as lágrimas já começam a sair dos meus olhos. – Era verdade, pois sua voz já tinha se tornado mais fina e indicava que estava prestes a chorar.

_Ora, não seja bobo. – George disse com desdém. Era bem claro, naquela época, que George achava Ringo um tanto “metido” e não ia com a cara dele de jeito nenhum. – Vê se vira homem e para de ser uma menininha que chora em casamentos...

_Mas George. – Brian o interrompeu. – Não era você que estava chorando igual a um bebe hoje?

_Claro que não! – George bateu com as mãos na mesa. – Mas é claro que não Brian. – Disse o nome de Brian com mais força do que o habitual o repreendendo.

Os três continuavam a trocar birrinhas idiotas o tempo inteiro. Eu até queria entrar na brincadeira, porém minha cabeça estava bem longe de todo aquele falatório. Era evidente que eu sempre tive um apreço por todas as coisas que John fazia, afinal, ele era meu melhor amigo e era mais velho do que eu e tudo parecia o certo. Naquele momento eu pensava que tinha que encontrar a mulher da minha vida e que precisava ter filhos com ela, apenas para equilibrar a minha relação com Johnny.

Suspirei alto enquanto procurava alguma garota com o olhar.

_O que ele tem, em? – Ringo perguntou para os outros.

_Eu não sei, tá meio bobão desse jeito desde que voltamos do casamento! – George respondeu.

Eu não demorei a acordar do meu pequeno “surto” e dei um tapa na orelha do mais novo, apenas para que ele não me chamasse de bobão novamente. Onde já se viu? Uma criança daquelas me chamando de bobão? Era pra rir mesmo.

_Por que você não enche essa sua boca de comida e me deixa em paz? – Eu perguntei nervoso. – Estou aqui pensando no futuro e você está me atrapalhando.

George movimentou os ombros num gesto de “eu não ligo”. Eu lhe dei outro tapa.

_Ei! – Ele reclamou.

_Me obedece, eu sou mais velho.

_Um aninho!

_Não interessa! – Eu o repreendi com a voz aveludada e pegando um copo de cerveja nas mãos, tomando todo o líquido que estava dentro de uma única vez. – É hoje que eu vou encontrar a mulher da minha vida.

_Hein? – Ringo não entendeu.

_É a síndrome John Lennon! – Brian respondeu simplesmente.

_Quê? – Daquela vez eu que não entendi. – Síndrome John Lennon?

_É. – George respondeu. – Desde que nos conhecemos você sempre tenta fazer tudo o que John faz. – Ele continuou falando e eu fiz a minha melhor cara de “WHAT?”. – Não seja bobo, teve aquela vez que ele roubou a cerveja de um homem e você com inveja foi roubar a de outro, mas acabou caindo e batendo a cabeça no chão. Não lembra? Ficamos por mais de vinte dias tendo que repetir as coisas, porque você não lembrava... Teve um dia que a gente precisou ficar repetindo: Não Paul, você não é o Elvis.

Eu revirei os olhos, ignorando aquelas lembranças infelizes.

_Eu não estou com essa síndrome. Só acho bonito quando a gente encontra o amor verdadeiro. – Todos reviraram os olhos. – Ai tá bem! Eu não preciso da aprovação de vocês. Eu vou achar a mulher da minha vida e vai ser hoje mesmo.

Não, eu não encontrei a mulher da minha vida naquele dia.

Por outro lado, quando me levantei de forma inesperada e rápida, bati meus ombros em alguém que carregava um copo de cerveja nas mãos e que acabou se estraçalhando no chão devido a minha falta de atenção. Naquele momento, eu conheci uma das garotas mais doces do mundo.

_Ei! Seu porco, desgraçado, nojento, idiota e filho da puta. Não consegue olhar por onde anda?

Desculpe crianças, não foi naquele dia que eu conheci a garota mais doce do mundo, mas sim a mais legal.

_Me desculpe? – Eu pedi com paciência. Mas me interessei quando a vi por completo. Com seus lindos cabelos castanhos escuros, a franja bagunçada sobre os olhos e a boca vermelha de indignação. – Posso pagar outra bebida pra você, meu amor? – Perguntei galante.

_Você deve! – Ela respondeu nervosinha.

_E como é seu nome, minha linda?

_É Lexie! – Ela respondeu. – E se me chamar de minha linda ou meu bem de novo... Eu até deixo você me pagar duas. – E piscou para mim, enquanto ria e passava o braço envolta do meu.

_O QUÊ? – Stella perguntou atrapalhando o pai a contar a história. – Essa é a Lexie Martin? Aquela garota que o tio Ringo chama de “único e verdadeiro amor da minha vida”?

_Isso mesmo! – Paul respondeu.

_Mas... Mas ela foi do Ringo!

 

Pois é crianças, naquele dia não foi só Ringo que se interessou por Lexie Martin e sua beleza estonteante e personalidade divertida e leve, mas eu também gostei muito dela. Certo de que estava prestes a conhecer a mulher da minha vida, para que eu pudesse me igualar a John, eu a levei para uma conversa particular.

_Mas o que essa história tem a ver com a história de como você conheceu a nossa mãe?

_Não tem, James. – Paul respondeu. – Mas eu conheci a mãe de vocês em uma das fases mais inesperadas da minha vida e mais difíceis e antes disso... Quando eu ainda era completo e feliz, eu passei por diversos relacionamentos loucos e complicados, na esperança de encontrar uma mulher que me igualasse a John e Cynthia. É claro que não deu certo de cara, mas tudo, de um jeito ou de outro, sempre teve a ver com Linda. Ela era quem eu sempre estive procurando e a história pode ser longa, mas não decepciona.

_Ok. – Heather disse, se ajeitando no sofá da sala.

_Vocês estão prontos para ouvir tudo o que eu tenho a contar? 


Notas Finais


Estão prontos?


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