História How long will i love you? (CORAÇÃO NA CONTRAMÃO) - Capítulo 6


Escrita por:

Postado
Categorias CNCO, Maria Casadevall
Personagens Christopher Vélez, Erick Brian Colón, Joel Pimentel, Maria Casadevall, Personagens Originais, Richard Camacho, Zabdiel De Jesús
Tags Cat Conley, Corey Campbell
Visualizações 22
Palavras 1.306
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Famí­lia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


NÃO REVISADO 😣

Capítulo 6 - Capítulo 6


Fanfic / Fanfiction How long will i love you? (CORAÇÃO NA CONTRAMÃO) - Capítulo 6 - Capítulo 6

~Any Pimentel~

Terminei de me arrumar e voltei pra festa do Louis, atravessei a porta de entrada do salão e de cara vi Rafael com os meninos na mesa, desviei o olhar fingindo não o ver ali.

Fica chato esse lance de estar sempre onde a pessoa está, fica obsessivo e repetitivo.

Caminhei até a mesa de docinhos e peguei um beijinho, dei uma mordida pequena para provar, até que está gostoso.

Senti mãos na minha cintura e me virei dando de cara com ele, sorri largo e dei mais uma mordida no doce.

— Cara, isso aqui tá muito bom!

— Não vai oferecer? — ele pergunta e abre a boca, coloco o docinho nela e dou um selinho em seus lábios. — Acabou de ficar melhor. — sorrio sem graça e coloco uma mecha de cabelo atrás da orelha.

— Te adoro.

— E eu adoro você. — limpo o canto de sua boca.

— Rafaeeeel.... — o serzinho corre até nós.

— Sophi! — ele a pega no colo e gira no ar. — Como você está?

— Bem. — Sophia o abraça.

— Com a irmãzinha ninguém fala, hm! — cruzo os braços indignada.

— Essa aqui é cria do meu pau, filhona. Rafael beija a bochecha de Sophia. — Sua família já perdeu pra mim. — arqueo a sobrancelha.

O peguei pela mão e arrastei para uma mesa onde ficamos conversando e comendo com a Sophia.

— Chegou o casal do milênio! — Rafael acena com a cabeça para a entrada onde mamãe e papai entravam vestidos formalmente, cara são tão lindos.

Nem parece que vivem brigando igual adolescente e o pior é que a mamãe desce a porrada no papai e ele tá lá, fechando com ela pra tudo.

Sério, minha mãe é o surto em pele e osso.

— Imãzinha vou na mamãe, tá? — Sophia diz descendo só meu colo.

— Tá, mas não corra Ágata. — digo e ela sai correndo. — Ótimo Ágata, corra!

— E o Fábio? Não vem? — Rafael pergunta olhando ao redor.

— Não, ele meio que está com ciúme de nós dois, brigamos feio hoje depois daquela conversa no grupo.

— Credo vey, infantilidade do seu amigo. — ele rola os olhos.

— Pois bem... — Afirmo deitando em seu ombro.

— Sono? — neguei com a cabeça. — O que você tem?

— Nada. — afirmo pegando um refrigerante com o garçom. — Vem, vamos dançar! — deixei o copo de lado.

— Ah não Any, eu não danço... — Rafael nega.

— Poxa mano, você reclama de tudo, eu te ensino bora. — suplico.

— Não Any, passar vergonha é ruim. — ele nega novamente.

— Qual foi Rael, por mim. — peço.

— Tá, tá bom... eu danço. — ele se levanta bufando. — O que você não pede sorrindo que eu faço sorrindo mais ainda, né? — rimos.

— Idiota.

Fomos pro meio do salão dançar, logo todo mundo já estava colando no passinho aí pronto o bode tá formado.

— Ae Any, qualé a da treta da Felipa com o Felipe ali? — Rafael pergunta acenando com a cabeça para onde a Felipe estava apontando a o dedo na cara do Felipe que parece estar bêbado.

— Pera aí galera, já volto!

Ando em direção aos dois na intenção de parar a discussão mas só vi quando a Felipe deu um tapa no rosto do Fêh e começou a chorar.

— Não fala da minha mãe, respeite a ausência dela, por favor! — Felipa pede com a voz falha.

— Gente, o que é isso? — paro entre os dois.

— Ele falou da minha mãe Any, você sabem o quão eu odeio que falem dela... — Felipa diz com a voz toda falha. — Cara... me pisa, me esculacha, faz o capeta a quatro comigo, mas não desonra a minha mãe!

— Calma amiga, está tudo bem. — a abraço forte passando consolo.

— Não! Não está tudo bem, é a minha mãe prima, ele iria gostar se fosse a tia Suelem? Não iria, a Rosiane está morta mas não deixa de ser a minha mãe. — ela seca o rosto.

— Está tudo bem? — papai se aproxima de nós. — bêbado de novo Felipe? Já arrumou problema?

— Pai, agora não sério. — Felipe passa as mãos no rosto. — Desculpa prima.

— Não, eu não desculpo, eu não quero ver a sua cara tão cedo, eu te odeio Felipe, te odeio!

— Calma amiga, você está tremendo. — abano seu rosto. — Papai leva o Felipe e trás algo sem álcool para a Felipa tomar. — digo e meu pai sai com Fêh.

Abracei a Felipa na intenção de a acalmar mas ela está tremendo muito, deve ser nervoso.

Felipa pode ter vivido muito pouco com a mãe, mas tem um carinho tão grande pela tia Rosi, o quarto dessa garota é cheio de fotos dela, todos os dias ela diz o quão admira aquela mulher, podia não ser o melhor exemplo, mas era a melhor mãe.

Eu não tiro a razão dela, a mãe pode ter cometido os piores pecados do mundo, mas um bom filho sempre irá reconhecer o quão boa ela foi ao lhe dar a vida.

— Sabe Any, eu posso não ser a melhor pessoa do mundo mas vou te dar um conselho: aproveita a sua mãe enquanto você tem, porquê depois que perde é só sofrimento, você percebe que nem todo tempo do mundo seria o suficiente para amar ela, a minha faz falta e muito. — ela diz e volta a chorar.

— Periga... — beijo sua testa. — Eu sei o quão você sente falta sua mãe.

— Não, você não sabe, não sabe o quão dói ver outras adolescentes beijando e abraçando a mãe e dizendo que a ama e eu não posso fazer isso, se liga?

— Felipa...

Prefiro não aprofundar nesse assunto, eu sei que é difícil para ela ver outras adolescentes com a mãe, o Miguel é mais apegado ao Chris, mas a Felipa? Só de tocar no nome da mãe dela já fica arisca, se mal dizer então nem se fala. A garota vira o cão.

Liguei pro pai dela vir a buscar, o que não demorou muito, voltei para a festa e está tudo como deixei.

Ligamos para minha madrinha de vídeo e ela desejou feliz aniversário pro Louis, ficamos enchendo o saco dela por quase uma hora, pena que o fuso horário a obriga a ir trabalhar essa hora.

— Any, posso falar com você? — Rafael se aproxima.

— Ahn...pode! — sorrio fraco. — Já volto Ana.

O sigo para o outro lado do salão onde o mesmo agarra minhas duas mãos me deixando nervosa.

— Rafael eu tô...

— Shhhh... deixa eu falar primeiro. — ele diz e eu assinto. — Sabe, eu tava pensando e sabe...? — neguei com a cabeça. — Eu quero algo sério! — arregalei os olhos.

— C-c-como? — gaguejo.

— É Any, algo fixo, aqueles bagulhos de usar aliança e tudo, eu não sou cara de ficar nessa de "beijinho aqui" "outro ali" só nas escondidas, e você também não, até porque seus pais não gostariam... vamos tentar, sei lá ser tipo: Joel e Suelem da segunda geração se liga?

— Minha mãe bate no meu pai. — digo sorrindo.

— Mesmo assim, parece que as surras dela fortalece o relacionamento dos dois... e eu quero ser como eles, quero tu pra vida toda.

— A mamãe diz que foram os dezesseis anos mais bem aproveitados da vida dela. — sorrio sem graça.

— Então, bora juntar os trapos, chutar o balde, meter o louco, formar nossa creche... quer ser minha namorada?

Ok, aconteceu tudo muito rápido...





"A SUELEM VAI SURTAR E 

VIRAR NO JIRAIA!"









Continua...


Notas Finais


Perdoem os erros 😴🌛


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