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História How to be a Heartbreaker - Capítulo 2


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Capítulo 2 - Caso e caos


Draco POV


Hoje é o jogo de quadribol e se eu dissesse que não estava nervoso, estaria mentindo. É claro que eu exalo confiança por onde eu passo, não deixando parecer nada mais que um sorriso convencido no rosto. 


Mas eu estava morrendo de nervosismo! 


Pansy e Blaise estavam confusos sobre o que pensar, ao mesmo tempo em que pareciam estar confiantes, diziam coisas como: "mas o Potter sempre pega o pomo", ou "Potter sempre chuta a bunda do Draquinho", enquanto almoçávamos no salão principal.


— Vocês podem parar de falar como se eu não estivesse aqui? — os dois babacas começaram a rir como se já esperassem que eu falasse isso. — Vamos ganhar. Vocês vão ver. — disse confiante, mas por dentro, o sentimento não era o mesmo. 


— Draco, você diz isso toda vez. — Blaise diz, limpando uma lágrima, ainda mantendo um sorriso babaca no rosto babaca, e Pansy buscava desesperadamente ar em seus pulmões, fazendo um barulho engraçado com a boca. — Para com isso Pans, tá fazendo a gente passar vergonha. — desferiu tapas fracos nas costas de Pansy curvada sobre a mesa.


— Mas dessa vez é diferente! — tento passar confiança. — Eu tô sentindo! 


— Você não é muito bom nas aulas da professora Trelawney, Draco. — ela debochou.


— E você é boa em nada, tá?! Sua va— sou interrompido por Blaise que pega em meu ombro e no de Pansy, e nos empurra para baixo, nos fazendo sentar. Nem tinha percebido que havia levantado. 


— Crianças, crianças... parem de brigar... — ele disse em tom de divertimento, então resolvi ficar quieto. 


Okay, tranquilo. Relaxe. 


Sinto algo chutar minha perna, e eu já ia xingar o filha da puta, quando vejo Crabbe, que estava na minha frente na mesa, balançando a cabeça como um idiota.Mas que diabos esse gordo tá querendo dizer? Fiquei olhando pra ele pensando se ele era louco. 


— Que diabos, Crabbe? Tá louco? — soltei meus talheres na mesa, e me aproximei para falar com ele. 


— A menina... a menina...! — cara, eu não tô entendendo nada que esse cara fala. 


— Porra! Fala com a boca, caralho! — não falo alto, é como se eu gritasse em sussurros. 


— A menina, Draco! Lá! — ele balançou a cabeça novamente e segui com o olhar até encontrar Samantha encostada em uma parede, com as mãos atrás do corpo, me olhando como se estivesse ansiosa. 


— Aaaaah! — bati a minha mão na testa dele de levezinho. — Por que você não disse antes? Que coisa, fica só resmungando, ai eu não entendo mesmo... — essa parte eu disse murmurando, limpando minhas mãos nos lenços em cima da mesa.


Que monstro eu seria se deixasse ela sozinha me esperando, não é mesmo?


Você pode achar que eu sou idiota, e que mudei de ideia de um dia para outro. Mas a verdade é que estou muito nervoso, e preciso de algo para me distrair um pouco. 


Isso pode ter soado um pouco babaca, mas é isso mesmo. Eu sou um completo babaca. 


Sai da mesa não antes de devolver o chute em Crabbe, que só fez uma careta e não reclamou. Prestes a sair consegui ainda consegui ouvir Goyle dizer para Blaise: "eu queria ter a sorte que ele tem". 


Sorte? Pffft. 

Eu também gostaria de ter sorte. 


                                              •••


Chegou a hora do jogo. 


O maldito jogo. 


— Nevoso? — Pansy me perguntou, e eu só queria mandar ela ir se ferrar e calar a boca. 


— Claro que não. — sorri convencido, e ela apertou os olhos como se duvidasse. — Nós vamos chutar a bunda deles.


— É isso aí. — ela olhou sorrindo para frente, e subiu na vassoura. — Nós vamos chutar a bunda suja desses grifinórios idiotas. — as portas a nossa frente se abriram e entramos em campo fazendo a típica apresentação antes dos jogos, e ouvi vários gritos e torcidas. Pousamos e fomos direto ao time da Grifinória. Parei de frente com Potter, e vi novamente seu olhar em chamas, e escapou um sorriso de mim. 


Não preciso nem falar nada, e ele já me direciona esse olhar que ruge desafio. 


— Vocês estão fodidos. — Pansy alfineta a Weasley fêmea, que quando ia responder com o mesmo veneno, a treinadora Hooch chegou separando os times e dizendo algumas palavras. 


Eu até poderia dizer algumas palavras bem ofensivas a Potter, mas eu e ele ainda não desviamos o olhar, e isso estava ficando divertido. Por um segundo resolvi desviar olhar de Potter para as bancadas e acabo me arrependendo no mesmo segundo. A maldita empregada informante de meus pais estava lá. Meu corpo travou. O que será que ela veio fazer aqui? O que ela— 


—Draco! — olhei em volta e percebo que apenas eu ainda estava no chão. Subo rapidamente na vassoura e  vou o mais rápido que posso para cima. Quando estava no alto, passei a observar o jogo e procurar a maldita bolinha dourada. Desvio o meu olhar para a arquibancada, e ela estava realmente lá. Foco, Draco. 


Foco. 


Consigo ver Potter seguindo o pomo de ouro e vou em direção dos dois.  Fico logo atrás do infeliz e o pomo. Estou logo atrás, mas não consigo focar o olhar. Sinto meus dedos tremendo e meus olhos resistem ao impulso de olhar para a maldita arquibancada. 


Paro a vassoura e deixo Potter seguir a dianteira. 


Eu não vou conseguir desse jeito. 


Respira fundo Draco. 


É você e o pomo, o pomo e você. Esquece o resto. 


Eu tenho um plano. Subo com a vassoura para o alto e espero o momento. É arriscado mas vai ter que dar certo, e se não der, eu arranjo outro jeito. 


Vejo Potter seguindo o pomo próximos ao chão, ainda não esticando a mão para pega-lo, já que não estava completamente próximo. Ah céus, eu vou morrer. 


Bem, é...agora! 


Me solto da vassoura e me de deixo cair, contando os segundos para a bolinha encaixar na minha mão. Estico meu braço e consigo ver Potter e a bolinha dourada chegando.


 Vai dar tempo. 


Logo me vejo segurando o pomo, e a partir de agora não sei como explicar o  que aconteceu, pois foi muito rápido. 


Após eu pegar o pomo, Potter por algum motivo caiu de sua vassoura, e eu por algum estúpido instinto acabei segurando seu corpo com meu braço direito, e ainda consegui me segurar por um segundo, com o braço que estava segurando o pomo, a vassoura dele, e isso deve ter feito um machucado feio no meu pulso, e pela rapidez que eu caia, impulsionou uma volta sobre ela, e graças a Merlim, diminuiu meu ritmo de queda. Assim, caímos e por uma grande distância rolamos juntos pelo campo. 


Finalmente paramos. Eu estava deitado sobre ele com as minhas mãos sobre sua cintura, e suas mãos apertavam fortemente o uniforme em meu peito. Nossas corações parecendo que iam pular para fora dos nossos peitos, pela adrenalina.


Levanto o meu tronco e tiro minhas mãos de sua cintura para me apoiar ao lado de sua cabeça.  Olho para seu rosto que tinha uma expressão que eu não conseguia decifrar, era uma mistura de raiva, vergonha e um pouco de confusão. Uma expressão engraçada que até ficava bem nele. Em um segundo eu esqueci do pomo em minha mão, ou da empregada maldita na arquibancada. Nós nos olhávamos como se fizéssemos isso a anos. Ou talvez fizéssemos mesmo. Mas agora, de tão perto... parecia tão... especial?


Engraçado, parece que tá tudo tão silencioso agora. 


Ah, o jogo!


Levanto a mão que estava segurando o pomo de ouro e falo:


— Eu chutei a bunda de vocês. — sorrio, e sua expressão que tinha se suavizado, se fechou em raiva. 


— Draco pega o pomo de ouro e ganha 150 pontos para a Sonserina, encerrando o jogo! — a torcida grita, que chego a ouvir um zombido no ouvido. Novamente por um instinto estúpido, pego a cintura de Potter e o levanto junto comigo. Isso tá muito estranho. O Solto ele rapidamente e coço minha nuca, enquanto ele bagunça os cabelos, mudando o peso de uma perna para outra e bufando. Muito nervoso. Há! Eu acabei com ele. 


Deixei Potter para trás e corri até Pansy, enquanto ela voava até mim. Ela se jogou da vassoura e correu até chegar e me abraçar fortemente. A torcida da sonserina vinha correndo em nossa direção também. 


— Você viu? Eu chutei a bunda de Potter! — eu parecia uma criança animada falando. 


— Você não só chutou, você massacrou! — soltei uma gargalhada. Desviei o olhar rapidamente para Potter, e vi o Weasley conversando com ele, mexendo os braços, parecendo muito bravo. Em um momento o de óculos olhou para pra mim, e quando viu que eu o olhava, virou rapidamente o rosto e seguiu o caminho para os vestiários, e logo os grifinórios do time foram até Potter dar tapinhas em seus ombros, provavelmente o confortando. 


Quando volto para a situação ao meu redor, vejo um tumulto de sonserinos, nos parabenizando, alguns tiveram coragem de abraçar, mas dessa vez eu não liguei. Eu não podia ficar mais feliz do que agora. Mas como sempre me falam, depois da calmaria vem a tempestade. No meio das pessoas, vejo Samantha andando em minha direção parecendo decidida, e a única coisa que eu pensei foi: "merda". Ela rapidamente chegou e antes de eu conseguir impedi-la, ela me beijou. 


Samantha, uma meio-sangue, me beijou. 


Na frente de todo mundo. 


Na frente daquela empregada de merda. 


—Ficou louca, porra? — ouço Pansy gritar, e logo a garota me solta, provavelmente porque foi empurrada pela Pansy. Eu não não consegui fazer nada mais do que uma expressão de raiva. Eu não tô realmente bravo. Eu estou com medo. Seus olhos se encheram de água, e ela saiu abrindo caminho entre os alunos que estavam a nossa volta, que não ligaram muito para a situação é continuaram a festejar em nossa volta.


Mais um coração quebrado. 


                                             •••


A festa rolava no salão comunal da sonserina, mas eu não conseguia fazer nada além de beber a cerveja amanteigada que eu segurava. Estava sentado em uma poltrona perto das janelas escuras, pensando em tudo o que me ocorreu hoje. Soltei o copo, para alisar meu pulso enfaixado. Ele ficou bem arranhado, quando tentei me segurar na vassoura de Potter. Enfim. 


Ganhei o jogo. 


Tive uma situação muito estranha com Potter.


E Samantha me beijou na frente de todos. 


O estranho é que dentre essas três coisas, a segunda situação estava me deixando mais acanhado. Por que eu não conseguia mais tirar aqueles malditos olhos verdes da cabeça? A sensação de ter seu corpo envolto de meus braços era estranhamente acolhedora. Isso tá me enlouquecendo. 


Que eu saiba, não é isso que inimigos pensam um do outro. 


— Oi Draquinho. — Pansy chegou sentando no meu colo, e Blaise apenas ficou em pé segurando sua bebida. 


— Oi Pans. — suspirei antes de respondê-la, e ela me olhou preocupada. 


— Que isso? O que aconteceu? — ela me perguntou, e começou a fazer carinho no cabelo. Ah céus, eu não mereço isso. 


— Ah, credo. Sai! — a empurrei de meu colo, e ela saiu rindo. 


— Credo você, você sempre gostou de carinho. — cruzou os braços e em seus lábios se formou um bico emburrado.


— Chega de enrolação. Que cena foi aquela Draco Malfoy? — engoli em seco. Nada fugia dos hábeis olhos de Blaise. 


— Que cena? 


— Com o Potter! — mexeu os braços chegando a derrubar um pouco de sua bebida. Pansy apenas nos observava comendo uma torta de limão, alternando o olhar entre mim e Blaise. E eu, bem seguro de mim, mas tranquilo que lago na primavera respondi: 


— Que Potter? — parabéns Draco, essa é a melhor resposta que você poderia responder.


— Céus, Draco! — ele colocou a bebida na mesinha e cruzou os braços. Olhei para os dois lados e chamei os dois com a mão. Eles se aproximaram, e ficaram quietos enquanto eu tentava pensar em algo para responder.


— O problema é que eu também não sei. — Blaise já ia reclamar mas Pansy colocou a mão sobre a boca dele. — Não sei, meu corpo se moveu sozinho. Meu cérebro deve ter pensado nele como um alvo sabe?Porque cara, ele tem uma bunda que— paro de falar ao ver o olhar bravo de Blaise. 


— Sério isso? Tesão? — ele falou quando pegou seu copo na mesinha e foi até Nott conversar com ele. 


Tesão? Não! 


Nunca que eu vou tesão numa magricela cega daquelas. 


Credo. 


— Que gosto estranho esse que você tem, Draquinho. — Pansy disse e saiu andando pelo salão pegando mais uns petiscos na mesa. 


Gosto estranho???? Eu não tenho gosto estranho! 


As pessoas que eu escolho são a dedo! A dedo! Eu tenho ótimo bom gosto. 


E quer saber? Vou achar alguém pra mim agora! 


Passo meus olhos sobre o salão comunal decidido que vou encontrar alguém, vejo  umas pessoas, mas nada de mais. Preciso ter mais cuidado dessa vez, se eu não quiser me ferrar. Continuo olhando, até bater meus olhos em Astória. Loira. Gata. Sangue-puro. Não é que eu me importe agora sobre esses negócio de sangue, só que depois do que Samantha fez, vou ter que tomar mais cuidado, com isso de brinde temos a regra número um completa: não se apegue a alguém que possa perder. Termino minha bebida, levanto da poltrona decidido, e vou até ela, que estava sozinha pegando alguns petiscos. 


— Olá. Astoria não? — comecei e ela me olhou desconfiada. 


— Sim. O que quer Draco? — ela disse, e eu já sabia que ia ser difícil. 


— Não quer companhia? Você está sozinha aí, a um bom tempo. — pego um petisco que ela ia pegar. Regra número dois: Não seja óbvio que é um plano, se aproxime com calma. 


— Ei! Eu ia pegar— ela suspira, e solta um sorriso. Olha pra mim e cruza os braços. — você estava me observando a um bom tempo então. 


— Ah. Me pegou! — nós dois rimos. Essa menina é divertida. Vai me ajudar a tirar aquele magricela da cabeça. 


— Por que está sozinha? — ela suspirou novamente. 


— Ah, bem...— okay, deve ter acontecido alguma coisa ruim. 


— Quer se sentar?— ela apenas assistiu, e caminhou junto comigo até um dos sofás. 


— Pode confiar em mim. Se você não quiser me contar, tudo bem, mas acho que é melhor desabafar não é mesmo? — ela negou com a cabeça. 


— Tudo bem...— regra número três, deixe a pessoa falar sozinha sobre ela, não insista. Apenas conforte.


                                          •••



—  Cara, você beijou o namorado da sua amiga? Que isso... — coloco a mão na boca abismado. 


— Não foi bem assim. Já disse. Ele me beijou. E me ameaçava dizendo que ia contar para minha amiga, e essas coisas. Ai eu tinha duas opções, ou eu fazia o que ele queria, ou ele contava pra minha amiga. Então eu mandei ele catar coquinho— ela disse. 


— E tá mais que certa! Credo, esses caras são muito cruéis — me senti idiota por falar aquilo. 


— Ah, são mesmo — ela me olhou com uma cara de cúmplice. Mas aí eu me surpreendo, por que no segundo seguinte ela me diz:— Você veio com aquele joguinho pra cima de mim, porque queria me pegar. Tô certa? — meu queixo cai, e a olho embasbacado. — Achou mesmo que eu não ia notar? Draco, não insulte minha inteligência.


— Caramba...— foi a melhor palavra de supresa sem ser palavrão que eu encontrei em minha mente. — e não está brava? 


— Na verdade não estou não — ela olha para seus pés balançando inquietos e solta um sorriso maldoso. — Eu tenho uma idéia — sua cabeça balança como se apontasse para um local e sigo o olhar. 


— Aquela era sua amiga e o namorado dela? — ela acena com a cabeça. 


— Isso. Eu sei que você bate pros dois lados, e é um profissional em quebrar corações. — ela sorri maldosa. Arregalo os olhos, assustado. 


— Como que...como você sabe disso? —isso não é um bom segredo para se guardar. Quer dizer, o que ia acontecer se minha família soubesse? Não sou gay, tenho certeza que não, até porque eu gosto se garotas também. Mas também não faria diferença, porque não vou ter escolhas. — Seguinte, se você contar isso para alguém, eu— sou cortado por ela que parecia até triste por eu dizer isso. 


— Não vou dizer nada a ninguém, Draco!  É isso que pensa de mim? — apontou pra si mesma dramaticamente. — Aliás, essa não é a questão. Quero um favor seu... — cruza as mãos sobre os dois joelhos, que balançam sem parar, em sinal de ansiedade. 


— O que você quer? Tem a ver com a sua amiga, certo? — passei a mão pelos meus cabelos os levando para trás. — O que você tá planejando? 


— Então...— ela me conta seu plano maluco. Cara, essa garota tem potencial para ser a minha amiga.


— O chapéu nunca acertou tanto em colocar alguém na Sonserina — enquanto eu dou uma risada mais discreta ela cai na gargalhada. — Tá certo, eu faço o seu jogo. O caos vai reinar — levanto o punho, e ela bate no meu com o seu, soltando um "boom" como efeito sonoro. 


— E não se preocupe, o seu caso com Potter...— ela passou os dedos sobre os lábios e jogou algo inexistente fora. — ... tá em segredo comigo. — sorriu por fim.


— Que...— mas que diabos que tá todo mundo me enchendo o saco com isso! — Que merda de caso com Potter nenhuma! Não tenho caso nenhum! — eu mexia os braços de maneira exasperada tentando explicar. 


— Novamente: não insulte minha inteligência. — ela se levantou do sofá e deu umas palmadinhas em sua roupa. 


— Que...? — ainda estava tentando entender o que havia ouvido.— Você não é tão inteligente assim então — ela deu de ombros, como não se importasse. 


Que droga. Foi um momento estranho? Foi! Mas já passou Nunca teve e nunca mais vai ter nenhum momento como aquele! 


— Certo, Dray. — ela se levanta e tira umanpoera inexistente de seu colo, e estende a mão pra mim.— Aceita? 


— Claro. — resolvi não comentar mais nada, e apenas apertei sua mão. — O que eu não faço para ver um pouco de caos? 


•Continua•


Notas Finais


E ai?

Eu tentei ser o mais breve possível na explicação de como o Draco conseguiu pegar o pomo, e eu espero que tenham entendido, se não entenderam, talvez eu reescreva aquela parte em específico, bele?

Que troca de olhares né não?

Blaise já sacou tudo, até pq ele é a Hermione do grupo ahudhaushaus perfeito 🤌🏻

Então, eu tô postando meio rápido pido, pq eu já tenho três s capítulos no Wattpad, e depois vou conseguir seguir os dois juntos certinho, tenderam?

Mas enfim, espero que tenham gostado, e até o próximo capítulo!!


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