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História How to be a slytherin - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Oii!
Eu AMEII escrever essa história. Eu tive a ideia a algum tempo e não sabia como escrever então me veio toda essa coisa na cabeça e ta aqui o resultado.
Eu como uma sonserina (agora vcs sabem de qual casa eu sou) de corpo e alma me identifiquei muito. Espero que isso aconteça com os outros sonserinos que lerem também.
Espero que gostem
💚💚💚💚💚💚💚💚💚

Capítulo 1 - Oneshot


Harry nunca foi um sonserino. O Chapéu Seletor poderia falar o que ele quissese, ele não tinha nada da Sonserina. Nenhuma característica sequer. No entanto Tom o ensinou a ser um sonserino.

                   1. Ambição

 Harry estava no 3° ano, ele e Abraxas andavam em direção a  próxima aula deles. Poções. Harry não era o maior fã dessa matéria mas dava o seu melhor e sempre ficava na média. Abraxas, no entanto, era ótimo em poções e como um bom amigo sempre ajudava Harry quando ele tinha dificuldades. Entraram na sala e se sentaram nas bancadas esperando o professor.

  - Bom dia! - o professor Slughorn disse entrando pela porta - Hoje nós vamos preparar a poção wiggenweld. Nossa enfermeira está precisando repor o estoque. Sei que já sabem como prepará-la então caso precisem de alguma coisa é só me chamar. Varinhas a obra!
 
 Olhou para sua bancada e começou a preparar sua poção, ao seu lado Abraxas comentou:

   - Não sei como ele consegue sempre dar aulas com o humor todo animado assim.

  - Acho que ele deve tomar uma poção para paciência e outra para sorte, todo dia, depois de acordar. - respondi divertido.

   - Talvez ele faça isso mesmo. - ele disse antes de se concentrar totalmente no preparo da poção. E Harry fez o mesmo.

 O tempo passou e, Harry estava na parte final do preparo de sua poção quando sua atenção foi tomada por batidas na porta.

   - Pode entrar - Slughorn deu permissão.

 No momento que a pessoa passou pela porta Harry paralisou. Era o garoto mais lindo que ele já havia visto. Era alto, com pele pálida e cabelos pretos, não sabia a cor dos seus olhos mas tinha certeza que eram lindos e sua postura, era perfeita. Aristocrática. Cutucou Abraxas e quando ele o olhou, perguntou:

   - Quem é ele?

   - Como assim você não sabe que é o Riddle?! - ele respondeu encandalizado.

   - Porque eu saberia? - perguntei curioso pelo motivo do escândalo.

 Vi Abraxas largar oque estava fazendo com sua poção e se virar totalmente em minha direção antes de dizer:
 
   - Ele é da nossa casa! Ele pode até ser dois anos mais velho mas todo mundo o conhece. Em que mundo você está vivendo para não saber quem ele é?!
 
   - Não sei... - olhei para frentre, observando o garoto que agora conversava algo com o Slughorn. - Mas eu quero ele.

 Ele ouviu Abraxas cair na risada, literalmente tendo uma crise de riso na sala. Todos olharam na direção deles e Harry corou fortemente de vergonha.

   - Abraxas!! - repreendeu o amigo.

  - Ai, ai, Harry. Espero que isso de querer o Riddle seje uma piada. - ele disse se recuperando da crise de risos.

   - Estou falando sério - falei olhando dentro dos seus olhos - Eu o quero.
 
  - Ah, Harry. Tom Riddle é perfeito, obviamente, mas é intocável. Desista que é o melhor para você. - e voltou a trabalhar na poção.

 Harry voltou seu olhar para Tom, vendo-o sair da sala. Não importava o que Abraxas dizia, ele queria o Riddle. Poderia ser um sonho muito alto mas fazia parte da Sonserina ser ambicioso. Então não fazia mal. E assim foi terminar a poção á sua frente.

                2. Determinação

 Harry observava o Riddle de longe. Ele e Abraxas estavam na biblioteca para estudar mas ele não conseguia focar em nada sem ser em Tom, que estava em outra mesa. Tom era lindo concentrado - e em todas as outras horas do dia também.

 Estava ficcionado com a maneira que o outro tirava a mecha do cabelo da frente dos olhos sempre que ela caía e em como ele franzia os lábios quando parecia não entender algo. Harry soltou um longo suspiro antes de ser acertado por um tapa na sua nuca fazendo-o desviar a atenção de Tom.

   - Ai! - esclamou massageando o local que agora com certeza estava vermelho.

   - Era para você me dar atenção. Tá ai babando pelo Riddle tão concentrado que nem percebeu que eu estava tantando falar com você. - Abraxas disse em um tom repreendedor - Já faz um ano que a única coisa que você faz e olhar para ele de longe. Por que não vai lá e fala um "oi" logo?

   - Eu não posso chegar lá e dizer "oi" do nada. Ele nem me conhece, vou parecer um doido.

 - Você nunca vai saber o que vai parecer se não tentar - ele disse se levantando e pegando as coisas dele - Eu preciso ir. Rabastan prometeu me ajudar com transfiguração. Guarda esses livros nas prateleiras para mim? Obrigada. Tchaauu!

  - O quê?! Volta aqui Abraxas! Não vou guardar seus livros! - gritou para o outro mas foi em vão.

 Olhou para os livros em cima da mesa e depois olhou em volta percebendo que Tom não estava mais lá. Provavalmente havia saído quando ele discutia com o amigo. Pegou os livros e foi em direção as platereiras. Quanto mais cedo terminasse aquilo melhor.

 Estava nos últimos trê livros quando esbarrou em algo ou, melhor, em alguém. Pela força do impacto e por ele ser pequeno acabou no chão. Pegou os livros que haviam caído e se levantou. Quando olhou para quem havia se esbarrado arregalou os olhos.
 
   - Me desculpe! Eu não havia visto que havia alguém vindo na minha direção - tratei de me explicar.

   - Tudo bem. Não tem importância - a voz do mais velho era como veludo - A culpa também foi minha. Não estava prestando atenção a minha volta.

 Harry estava surtando por dentro. O cara o qual ele gostava estava falando com ele. A única coisa ruin era que isso só havia acontecido depois de uma embaraçosa situação de esbarrão. Foi tirado dos seus pensamentos por Tom falando algo:

  - Está no corredor errado.

   - O quê? - perguntei confuso.
 
   - Os livros - ele disse apontando para os que eu carregava - se quer devolve-los está no corredor errado.
 
   - Ah, obrigada. - falei me sentindo um pouco idiota - São do meu amigo, então não sei onde ele os pegou para devolver.

   - Se quiser posso te mostrar onde eles ficam.

 No momento que ele falou isso eu juro que parei de respirar.

  - Cla-claro! - corei por ter gaguejado -  Adoraria a ajuda.

 Ele sem falar nada começou a andar no que eu acreditava ser a direção para as prateleiras certas. Fui andando atrás dele.

  - Não me disse seu nome - ele falpu olhando brevemente para trás como se para conferir se eu o estava seguindo.

   - É Harry, Harry Potter - respondi.

  - Hum, posso te chamar de Hazzy? - perguntou ele - E, aliás, eu sou Tom, Tom Riddle. Mas você já sabe.

 Corei fortemente depois disso. Talvez ele tivesse percebido minhas encaradas. Me obriguei a agir normalmente e a responder sua pergunta.

  - Sim - sorri levemente - pode me chamar de Hazzy.

  - Ótimo. - ele parou e levantou o canto da boca levemente como um sorriso quase imperceptível - São nessas prateleiras aqui que os livros ficam.

 Comecei a procurar os espaços para  colocar os livros. Quando cheguei no último não consegui alcançar a prateleira e tive que ficar nas pontas dos pés. Senti uma respiração na minha orelha e um corpo quente perto do meu.

   - Deixa que eu guardo - ele diz me fazendo estremecer levemente.

  - Obri-obrigada. De novo. - falei me afastando e olhando em seus olhos.

 Em toda sua vida Harry nunca havia visto olhos assim. Eram pretos mas tinham um brilho meio escarlate. Harry achava que poderia morrer olhando para aqueles olhos.

   - Eu preciso ir. Foi bom te conhecer, Hazzy - ele disse baixo no meu ouvido e seguiu o corredor indo embora.

 Harry se virou olhando a silhueta de Riddle se distanciar. Agora mais do que nunca ele o queria. Não iria desistir até Riddle ser dele, ou, melhor, até ele ser de Riddle.

           3. Calculismo e astúcia

 Harry andava pelos corredores indo em direção a sua comunal. Ele havia acabado de sair do jantar e como Abraxas havia saído mais cedo estava sozinho quando foi supreendido por mãos o puxando e tapando sua boca o impedindo de gritar. Sentiu-se ser jogado contra uma parede e uma figura aparecer á sua frente.

   - Bellatrix! Oque está fazendo? - perguntou sem entender o que estava acontecendo.

   - Ah, pequeno Potter, eu estou garantindo que você fique longe do que não é seu! - ela exclamou.

   - O quê?! Não estou te entendendo.

   - Agora você não sabe de nada não é mesmo?! - ela disse o prensando na parede e com a varinha no seu pescoço - Sei do seu segredinho Potter. Sei que gosta do Tom.

Comecei a respirar mais forte e rápido. Fazia alguns meses que eu e Tom estávamos mais próximos e eu sabia que Bellatrix não gostava dessa aproximação, só não sabia que ela seria maluca ao ponto de apontar uma varinha para minha garganta.

  - Não sei do que você está falando - menti o melhor póssivel.

  - Não sabe?! Não sabe?! - ela forçou ainda mais a varinha no meu pescoço e eu senti suas unhas cravarem no meu braço - Não era o que parecia quando eu vi você sorrindo para ele e os seus pequenos olhinhos brilhando.

   - Eu não sei do que você está falando. - falei tentando me manter firme.

   - Vamos ver se com isso eu te faço falar. Flipendo!

 Senti uma dor se alastrar pelo meu corpo e caí de joelhos, eu tinha sorte dessa maluca não poder usar um crucio.

   - Ahhh! - arfei e gritei levemente com a dor.

  - Tão fraco, Potter! Você pode falar o que quiser mas não me engana. - ela disse enquanto me levantava novamente cravando suas unhas mais fundo. - Ouça bem, o Tom é MEU! E seu eu te ver perto dele novamente você vai se arrepender de ter mechido com o que não é seu.

 Ela me soltou de novo e pelo efeito do feitiço ainda estar no mei corpo eu senti minhas pernas dobrarem fracas e minha respiração ficar arfante. Eu não tinha chegado até agora conquistando o Tom para que uma vadia maluca me falar oque fazer.

   - Por... por que está fazendo isso? Está com medo de perde-lo para mim Bella? - disse ainda meio arfante e vendo ela parar no meio do caminho para sair dalí - Pois eu acho que sim. Acho que tem medo que ele prefira a mim do que a você...

  - Eu? Medo de você?! - ela disse se virando na minha direção - Você é só um mestiço imundo, e nem pode ser considerado alguém de verdade. Ele nunca ficaria com alguém como você!

   - Se ele nunca ficaria comigo veio me ameaçar porquê? - me levantei com a cabeça erguida e peguei minha varinha - No meu ver você é uma vadia maluca apaixonada platônicamente por um cara que nunca te deu e nunca vai te dar atenção. Você é desprezível e por isso Tom nunca vai de dar o amor dele.

   - E você acha que ele vai dar esse amor para você? - ela deu uma risada mas eu podia ver que ela estava afetada com oque eu disse.

   - Não. Eu não sei pra quem ele vai dar esse amor, mas eu com certeza o mereço mais do que você!

 Ela veio em minha direção furiosa e bradando a varinha para lançar um feitiço.

  - Seu mestiço imundo! Cruci...

  - Travalíngua! - lancei vendo ela não conseguir falar - Incarcerous!

 Bellatrix caíu no chão em um baque surdo. Observei ela se debater para sair das cordas. Passei por cima dela voltando meu caminho de antes para a comunal. Mas antes de ir me virei e disse:

  - Espero que esse tempo ai sozinha no chão te faça perceber qual é o seu lugar. Tenha uma boa noite Bella.

 E assim segui meu caminho ignorando os chamados abafados de ajuda da garota atrás de mim. Eu sabia que quando ela fosse achada ela iria me denunciar, mas não iria fazer nenhuma diferença por que, afinal, para todos eu só era um aluno inocente que não tinha motivo algum para fazer mal a alguém.

               4. Livres de espírito

 Harry estava morrendo de tédio. Estava na aula de História da magia e ele tinha certeza que se o professor não parasse de falar ele iria cair no sono. Sentiu Abraxas cutucando suas costelas fortemente fazendo-o ficar em alerta.

  - O quê?! - virou para ele irritado.

   - Tem um papel em cima da sua carteira. - ele disse apontando para onde estava - E faça o favor de não dormir na aula!

 Olhou para o papel e se perguntou quem havia o mandado. Olhou em volta para ver se alguém dava um sinal se ser o remetente, vendo que provavelmente ninguém daquela sala havia mandado aquilo sua curiosidade foi atissada. Abriu o papel e se deparou um uma escrita perfeita dizendo:

  "Me encontre no banheiro do segundo andar. Sei que está na aula de história da magia e tenho certeza que não vale a pena ficar ai então venha logo."
                                           Ass: Tom

Harry sabia que Tom tinha razão, aquela aula não o levaria a lugar algum sem ser a um cochilo. Levantou seu braço perguntando:

  - Professor Binns! Posso ir no banheiro?

  - Sim, sim. Pode ir - falou o fantasma fazendo pouco caso.

   - Eu não vou voltar - disse baixo para Abraxas - Leve minhas coisas de volta para o meu quarto.

   - Onde você vai?! - ele perguntou - Estamos no meio da aula.

   - No banheiro, não ouviu?! - digo brincando com a cara dele - Tchauzinho! Não esquece minhas coisas.

 Saí da sala indo em direção ao segundo andar, sempre prestando antenção para que ninguém me visse. Chegando lá não vi Tom.

   - Riddle?! - chamei por ele - Tom?!

   - Oi, Hazzy! - tomei um susto quando senti ele atrás de mim susurrando no meu ouvido.

  - Você quer me matar do coração?! - falei tantando acalmar meus batimentos.

   - Com certeza não. - ele disse - Seria uma pena se você morrese. Você é o motivo do meu dia ser interessante.

 Corei com a fala dele. Sabia que não deveria me iludir mas ouvir que eu tinha um minímo de importância para ele era gratificante.

  - Porque me chamou? - perguntei.

  - Eu queria companhia para matar aula. - falou balançando as mãos como se não fosse muito importante.

  - Só um segundo. VOCÊ está matando aula?! - falei meio chocado. Não era algo do feitio.

   - As vezes nem eu aguento algumas aulas - ele explicou.

   - Tudo bem. Vamos fazer oque nesse tempo?

  - Que bom que perguntou. Vamos da uma passei na floresta proibida. - ele disse já me puxando pra fora do banheiro.

   - Espera, o quê?! - perguntei parando de andar - Tom, ela é proibida por um motivo!

 Ele parou de parou de andar e veio em minha direção. Senti seus dedos retiraram meu cabelos da minha testa e quase suspirei com esse gesto carinhoso.

   - Não vou te obrigar a ir Hazzy. Mas eu gostaria de companhia e... eu vou te proteger caso aconteça algo. - ele disse me olhando nos olhos.

  - Tudo bem, vamos. - disse me decidindo.

 Ele voltou a andar mas agora entrelaçando nossos dedos. De alguma forma passamos por todos os corredores e saímos da escola sem que ninguém conseguisse nos ver.

 Começamos a andar pela floresta. Em momento algum ele havia soltado minha mão. Chegando em uma clareira eu vi trestálios. Não sabia se Tom poderia vê-los decidi contar a ele.

   - Tem testrálios aqui.

 - Oh, você consegue vêlos? - ele disse me olhando um pouco em choque.

  - Sim. Mas prefiro não falar sobre isso. - digo um pouco triste. Não era um assunto que gostava de falar.

 Meu pais haviam morrido assassinados por um bruxo das trevas quando eu era pequeno e desde então eu morava com meu padrinho e o marido dele.

  - Ok. Não precisa falar sobre. - ele disse apertando carinhosamente minha mão - Já li sobre eles. São fascinantes. Gostaria poder tocar em um mas não conseguir vê-los não ajuda nenhum pouco.

   - Eu posso te ajudar. - disse me animando - Eu posso vê-los e já toquei neles antes. Se conseguir me aproximar de um agora posso de guiar para você senti-lo.

 Soltei minha mão da dele e comecei a andar em direção aos testrálios. Eu não tinha um pedaço de carne agora para ajudar mas acho que com devida calma conseguia tocar em um.
 
 Cheguei perto de um e deixei ele sentir meu cheiro. Momentos depois senti sua pele acariar meus braços em busca de comida e carinho. Olhei para Tom sorrindo e o chamei.

   - Venha. - vi ele vindo e comecei a orientá-lo - Devagar, ele precisa sentir seu cheiro. Me dê sua mão.

 Segurei a mão dele quando ele chegou perto e a guiei para a crina do animal. Tanto o trestálio quanto Tom estremeceram com o toque das diferentes superfícies. Eu olhava para Tom que estava maravilhado com a sensação. Tinha certeza que  estava o encarando como um idiota. Ele se virou para mim e eu desviei o olhar para baixo corando com a idéia de ele ter visto a maneira como eu encarava.

 Ficamos lá por um tempo até percebermos que talvez fosse hora de voltar para o castelo. No caminho de volta ficamos silenciosos até ele quebrar esse silêncio.

Um tempo atrás eu achei Bellatrix amarrada e sem poder falar em um canto escuro das masmorras. - senti um frio na espinha na hora que ele falou aquilo.

   - A pessoa que fez isso deve mesmo não gostar dela. - falei tentando parecer normal.

   - Com certeza deve. Mas a parte interessante é que ela jurou que a pessoa que fez aquilo com ela foi você.

   - Eu não... nunca... O quê?! - me arrependi de ter abrido a boca por que nada do saía dela fazia sentido.

  - Por Merlin Hazzy, você não consegue nem mentir que não foi você - ele disse rindo.

   - Não me culpe. Ela mereceu - disse meio emburrado.

  - É com certeza mereceu. - ele disse agora sorrindo enigmático - Eu vi na mente dela.

 Eu entrei em pânico. Se ele havia visto toda a cena na mente dela ele sabia que eu gostava dele. E agora iria me rejeitar. Eu não sabia o que fazer.

   - Você viu tudo? Sabe de tudo? - perguntei sem nem ter motivo para fazê-lo.

  - Sim. Eu sei de tudo. - ele disse se aproximando.

 Abaixei a cabeça de vergonha, estava pronto para uma rejeição humilhante. Então senti sua mão no meu queixo me fazendo olha-lo.

   - Você merece meu amor Hazzy. Você até já o tem.

   - Mas... mas... - eu nem conseguia raciocinar direito.

   -  Você é pessoa mais adorável, incrível e poderosa que eu já conheci. E eu te quero. Quero que seja meu, meu Hazzy. Está entendendo?

 Nem tive tempo de assenti com a cabeça antes de ele tomar meus lábios em um beijo quente. Suas mãos apertavam possessivamente minha cintura e seus lábios e língua me devoravam e me deixavam totalmente derretido. Puxei seu cabelo descontando tudo o que sentia antes de nos separarmos em busca de um pouco de ar e voltarmos a no beijar. Quando finalmente paramos eu estava sendo prensado por ele em uma árvore e tinha certeza que não sentia mais meus lábios.

   - Wow... - foi a única coisa coisa que eu disse.

   - É. - ele falou se afastando e voltando a entrelaçar nossas mãos - Vamos voltar, está ficando escuro e pode ser perigoso.

 Já no salão comunal ele olhou para mim e disse:

   - Você foi um puro sonserino aquela hora com a Bellatrix.

 Quando ele falou isso eu percebi que sim, eu havia sido um puro sonserino aquela hora.

   - É, eu fui. - falei orgulhoso - Sabe, eu passei muito tempo achando que não me encaichava na Sonserina por não ter nenhuma característica da nossa casa. Mas agora eu percebi algo...

   - O quê? - ele perguntou curioso.

  - Eu posso não ser um sonserino de nascença mas você me ensinou a ser um - concluí.

   - Eu? Porquê?

  - Talvez um dia eu te explique. - falei sendo um pouco misterioso - Eu preciso ir. Abraxas deve estar me esperando.

 Dei um selinho nele e entrei no quarto que dividia com Abraxas. Repassando tudo o que havia acontecido até eu finalmente ter Tom cheguei na conclusão que eu tinha muito orgulho de ser da Sonserina.

Fim.


Notas Finais


Qualquer semelhança com outra fic é mera coincidência. Me desculpem pelos erros ortográficos.

Sobre a história: No começo pode parecer que o Harry tem uma obcessão estranha pelo Tom mas no meu ver alguma vez na nossa vida a gente vai ser obcecado por algo ou alguém então tudo bem. Como vcs podem ver cada capítulo retrata uma característica sonserina e no último eu quis retratar como Dumbledore disse quanto os Sonserinos terem certa tendência de não seguir as regras, por isso eles mataram aula e foram pra floresta proibida.

Beijinhos💚💚💚


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