História How To Finger A Girl - Capítulo 5


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Romance, Shortfic
Visualizações 108
Palavras 1.032
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: FemmeSlash, Orange, Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 5 - Da-seot


Fanfic / Fanfiction How To Finger A Girl - Capítulo 5 - Da-seot

Poucas coisas nessa vida eram melhores que acordar e ver que ela estava ali, adormecida ao meu lado.

 Era bem cedo e eu não tinha certeza se ela iria para o colégio ou não, mas eu teria que ir trabalhar de qualquer forma. Então, tive que me levantar com todo cuidado do mundo para não acordá-la. Coloquei apenas o meu vestido da noite anterior e fui até a cozinha preparar um café. 

Enquanto a água fervia eu peguei as taças que permaneciam sobre a mesa de centro e as lavei. Fiz um café coado e torradas com geléia para o de jejum. Eu iria acordá-la quando ouvi o interfone tocar. Fui até o mesmo me perguntando quem poderia ser tão cedo e fiquei em choque ao ouvir sua voz do outro lado da linha. Minha chefe. Mas o que ela queria aqui? DROGA! 

 Desci para encontrá-la no portão do prédio. Ela estava vestida com um uma saia de cintura alta e blazer em tom creme, além de saltos, uma bolsa grande, jóias e o mesmo óculos escuros do dia anterior. Era incontestável elefante.  

- Bom dia. - eu disse apenas por educação. 

 - Bom dia. - ela respondeu cortes. - Eu gostaria de conversar com você, se possível.  - falou no mesmo tom polido. 

- Me desculpe, mas nós não podemos fazer isso no escritório? - questionei tentando não parecer rude.

- Podemos sim, eu só achei que preferiria fazer isso fora do ambiente de trabalho.  

- Eu não me importaria de fazer isso no escritório. A menos que você se importe.  

- Não. Tudo bem. - eu não acreditava em suas palavras. - Eu lhe chamarei em minha sala ainda hoje. - disse num tom profissional. - Você pareceu ocupada agora.  

- É, eu estou. Se me der licença. 

- Claro, até mais. - ela parecia incomodada com minha falta de disponibilidade e com algo mais. Mas eu não me importei. Estava louca para voltar lá pra cima e ver minha Dolores.

- Onde você estava?   

 Ela me perguntou assim que abri a porta do apartamento. Estava usando o lençol como roupão, com os ombros descobertos. Eu não pude me conter e fui até ele rapidamente. 

- Fui ver se tinha correspondência. - menti envolvendo sua cintura.  

- Sem as chaves da caixa? - perguntou curiosa.  

- Sim, sem elas. - não deixei que o assunto se estendesse e a beijei. - Fiz café. 

Nos sentamos na mesinha da cozinha e comemos em silêncio. Ela preferia sua torradas sem geléia e dispensou os ovos mexidos que eu lhe ofereci. 

Quando o relógio marcava sete, eu tive que ir me arrumar, a deixando entretida com seu celular, sobre a minha cama. Escolhi uma daquelas roupas e a vesti sem pressa. Fiz uma maquiagem leve e lhe disse que ela não deveria faltar aula, mas ela deu de ombros e falou que estava com uma enxaqueca terrível. O que era uma baita mentira. Mas seus pais não teriam como saber… 

Eu saí e a deixei no meu apartamento. Havia comida congelada e um mercadinho na mesma rua, então ela sobreviveria. O que eu não sabia se era o meu caso também.                           

                     ◇●◇●◇ 

 Quando meu telefone tocou eu já sabia o que era. A secretária me avisou que a nova sócia do escritório solicitou que eu fosse até seu gabinete. Me levantei e fui até sua sala, treinando um “vamos ser profissionais” de diversas formas diferentes. 

A secretária me anunciou e quando eu entrei na sala a vi com a mesma roupa de mais cedo, só que agora ele usava um óculos de grau. A secretária nos deixou à sós e ela tirou o óculos, enquanto me pedia para sentar. 

- A senhorita gostaria de beber alguma coisa? - cachaça, por favor,  pensei…  

- Não, senhora. Estou bem.  

- Bom, eu gostaria que me tratasse apenas por “você”. Além disso, queria saber se se sente encomenda com a minha presença por aí.  

- Tudo bem e não. Não vejo problemas. Somos profissionais, certo?

- Sim, é claro. - sorriu satisfeita.    

- Então não teremos nenhum problema. - garanti. - Era só isso?  

- Eu gostaria de saber se você poderia ir à um jantar comigo, hoje. - meu celular apitou e eu estremeci. Era ela. E a minha cara a fez perceber que provavelmente era a mesma pessoa que havia me feito estar “ocupada” pela manhã.   

- Seria para tratar de algum assunto de trabalho? - questionei ignorando a mensagem. Com pesar.  

- Na verdade, não. Mas você deverá estar ocupada a noite também, não é?  

- Sim. Eu tenho uma audiência na vara de família amanhã, então tenho que me preparar. - eu sabia no que ela estava pensando, mas não entraria neste mérito.  

- Entendo. - ela parecia satisfeita com algum ponto. Talvez fosse pelo meu foco.  

- Bom, se me dá licença, eu preciso fazer umas ligações importantes.  

- Tudo bem, faça um bom trabalho.  

- Darei o meu melhor. - sorri me levantando. - Vamos manter um bom contato profissional. - complementei, a vendo acenar positivamente. 

- Até.  

Quando saí da sua sala,  fui direto com acena a mão no bolso da calça.        

1 nova mensagem: Dolores 

Desbloqueie o aparelho, andando de volta para a minha sala.               

 Espero que não fique brava,     


   mas eu abri o sorvete e 

  não tenho certeza se vai 

       sobrar para você…

Sorri, fechando a porta do escritório.                    

       É melhor que sobre.              

      Pelo seu próprio bem. 

A resposta veio rapidamente.                       

 Nesse caso,  acho que vou 

          acabar com ele

Então ela quer jogar?                  

         Fica a seu critéAio. 

Eu peguei uma pilha de papéis que teria que dar uma lida para amanhã e coloquei em uma bolsa separada, já que não caberia na minha maleta. 

Eram seis horas e eu peguei meus pertences e deixei a sala. O expediente havia acabado. Eu estava esperando o elevador chegar no quinto andar e quando do isso aconteceu, eu entrei, tendo certa dificuldade em apertar o botão do subsolo, por conta de todo aquele peso. 

A porta do elevador ia fechar, mas foi interrompida por uma mão. Minha chefe entrou no mesmo e disse de forma séria:  

- Eu não quero que sejamos completamente profissionais.   


Notas Finais


*Jinjja? : "Sério?", em Coreano.
* Da-seot : O número 5, em coreano


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