História How To Love - Capítulo 2


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Categorias Cody Simpson, Justin Bieber, Zoe Sugg
Personagens Chaz Somers, Christian Beadles, Cody Simpson, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Personagens Originais, Ryan Butler, Zoe Sugg
Tags Ação, Adultério, Justin Bieber, Segredos, Zoella Sugg
Visualizações 93
Palavras 2.334
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Festa, Luta, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eai pessoas lindas. Depois de quase dois anos, eu decidi brotar e atualizar a estória. Eu ia somente postar amanhã, mas eu tô de bom humor e decidi liberar logo. Eu espero que os leitores antigos ainda estejam ai esperando e quanto ao novos. Sejam muito bem vindos, espero que desfrutem de How To Love.

E não se esqueçam de dar um carinho especial para as notas finais. Boa leitura.

obs: contém cenas de sexo, então quando chegar na parte que começa a esquentar. Pule (caso não goste).

Capítulo 2 - Welcome to New York.


Fanfic / Fanfiction How To Love - Capítulo 2 - Welcome to New York.

Boy you leave me paralised
Starring at your eyes

Your Eyes- Nina Fernandes

Pov. Jane Clark.

“Dissertação pessoal.

Registre aqui, sobre você e o porquê deseja estudar em nossa instituição.”

Encarei a tela do computador e levei minhas mãos até o teclado. Nada. Nada saía de meus brilhantes dedos. Entrei em angústia, como eu não sabia me descrever? Eu sou inteligente, incrível e habilidosa, por que era tão difícil eu colocar isso de uma forma mais bonita e culta em um quadro de texto?

- Mãe! - Gritei. Se tinha uma pessoa na qual conseguiria me definir bem, essa era minha mãe. Ela não respondeu - Ô mãe, por favor - Gritei de novo. E então como mágica ela apareceu em minha porta.

- Me chamou, querida? -Ela tinha um sorriso perfeito em seu rosto.

Minha mãe era de tirar o folêgo, tinha os cabelos loiros, seus olhos eram verdes, sua pele branca como a neve, seu corpo era incrível para uma mulher de 31 anos. Eu realmente era a cara da minha mãe. 

- Eu não consigo fazer uma dissertação sobre mim, para mandar para a faculdade. Me ajuda em nome de Jesus? - Supliquei e ela começou a ri. Ela riu. Bem na minha cara.

Mãe! - Exclamei. - É sério, eu não… eu… ai mãe. -Bati a mão na testa e suspirei derrotada.

- Calma, meu amor. - Ela falou serena, bem tranquila, enquanto eu, estava um misto de sentimentos. - Você é uma aluna incrível e eu falo isso porque você já foi minha aluna. -Falou enquanto pegava o notebook de minhas pernas e  começou a escrever no quadro de texto.

Minha mãe é Chefe da Cirurgia Cardiotorácica, a melhor e a mais bem paga do país. Isso era extraordinário, eu tinha em casa a mulher mais brilhante do mundo. Desde os meus 10 anos, ela já me ensinava a medicina, pois como meu pai era policial, corria o risco dele chegar em casa baleado e ela não está, então a única pessoa que salvaria meu pai, seria eu. Ele odiava hospitais, para ele, hospital é morte, enquanto que para minha mãe, é vida. E ela estava certa, quanto ao meu pai, na única vez que meu pai levou um tiro, eu era a única em casa, então com todo aprendizado que tive, removi a bala, aos 10 anos de idade. Pra quê cursar medicina na faculdade quando se tem uma mãe incrível e que te ensina tudo de graça? Meu pai sempre me ensinou a me defender, por isso sempre fui boa em briga. Atualmente ele serve a marinha, então é um pouco complicado um relacionamento à distância entre eles dois, mas o amor continuava o mesmo e era lindo. Eu quero ser igual a eles quando crescer.

Prontinho, filha. -Ela falou sorridente me entregando o notebook.

Analisei o quadro de resposta e sorri, aquela resposta estava incrível, se a melhor faculdade de NY me recusasse com uma resposta dessa, nem ficaria chateada, eles que estariam me perdendo.

- Obrigada mãe. Está incrivelmente incrível. Que definição amigos -Passei as mãos nos cabelos.

- Claro, saiu do meu ventre, eu no máximo, teria que escrever algo decente sobre você. - Rimos e guardei o notebook, aquele era o único objeto que faltava guardar, para assim, irmos de encontro ao aeroporto.

(...)

Estávamos aguardando a chamada para o embarque, e depois que embarcamos não tem volta. Estaríamos oficialmente morando em NY, há uma semana atrás, minha mãe já tinha ido para New York, comprar a casa, segundo ela á vista e levar algumas malas de ambas. Ajustar as papeladas para sua transferência do hospital UCLA Medical Center de Los Angeles, para o melhor hospital de Nova York que seria o NYU Langone Medical Center. E então ela voltou para Los Angeles para participar de minha formatura que ocorreu há três dias atrás, eu não era exatamente “popular”, digamos assim, as pessoas só vinha em minha direção para dizer que minha mãe era incrível ou de como ela foi incrível ao salvar a vida de tal parente ou de tal paciente que aparecia nos jornais, e eu apenas sorria.  Resumindo, eu não tinha amigos, até porque eu vivia me mudando, por conta do trabalho da minha mãe.

Assim que foi anunciado nosso vôo, pude ver minha mãe com dois sacos em mãos, e ela veio em minha direção toda sorridente.

- Acabei de falar com seu pai, e te trouxe burritos. -Falou aleatoriamente e eu sorri agradecendo.

- Estou devendo uma ligação ao papai, daqui a pouco ele vai achar que eu não o amo - Ri baixo.

- Ele já acha, querida. Estava dramatizando aos pés do meu ouvido agorinha.

Balancei a cabeça em negação, meu pai era o tipo cara sério, que tinha um pouco de humor em seu interior, ele era alto, tinha cabelo ralo em cima e pouco cabelo dos lados e atrás. Seu busto era forte, tórax definido e para a idade de 40 anos, meu pai era bem conservado até.

Caminhamos até o guichê da companhia aérea, e após o famoso check-in, embarcamos no avião. Eu e minha mãe não iríamos sentar juntas, ela pegou uma poltrona duas fileiras do lado oposto ao meu para trás. Enquanto eu estava com meu saquinho de burritos na poltrona da parte da janela. Coloquei meu lanche do meu lado e me abaixei para pegar os fones em minha bolsa, eu definitivamente não estava afim de bater papo com quem sentaria ao meu lado. Peguei os fones e voltei para o meu lugar, meu olhar foi de encontro ao garoto, os fones estavam paralisados em minhas mãos o garoto estava me olhando e estava vindo em minha direção, minha boca estava entreaberta me preparando para dizer “oi", ele sorriu gentilmente.

Ele sorriu.

Ajeitei no banco e coloquei uma mecha de meu cabelo e sorri timidamente. Seus cabelos em um tom escuro coberto por um boné, sua blusa larga marcando bem seus músculos, sua boca tinha um tom natural avermelhado. Eu queria beija-lo. Então ele se sentou ao meu lado, e eu esqueci completamente a parte em que eu não queria conversar com a pessoa ao meu lado. Ele me olhou, me olhou. E com seus desejados lábios ele disse:

- Me chamo, Chaz Somers.

Se apresentou, e eu não sei o porquê, mas eu apenas queria sentar em seu colo e beijar seus lábios, convidativos. Certamente a melhor paquera que eu tenho no avião em anos.

- Oi, eu sou a Jane Clark -Falei pausadamente, quero que meu nome fixe bem em sua mente.

- Primeira vez em Nova York?

- Sim -menti, vai que ele me convidasse para dar uma volta.

- Uau, vai ser uma aventura e tanto -ele mordeu o lábio. Deus quanto pensamento impuro eu estava tendo.

O avião começou a balançar, era uma turbulência, certeza. Eu provavelmente estava sem cor, minha garganta estava seca e eu fechei meus olhos com muita, muita força.

- Ei, relaxa, é só uma turbulência, nunca andou de avião? -Falou o garoto em meu lado.

- Já -Respondi tentando parecer tranquila, depois de 8 minutos passando por aquele inferno chamado turbulência, respirei fundo. - É que eu odeio essa sensação.

- Ninguém gosta, mas então você gosta de cuscuz? -Perguntou brotando um sorriso em seus lábios.

- Gosto, mas porque ta me perguntando isso? -Perguntei confusa.

- É só você topar entrar comigo naquele banheiro, que eu não pergunto mais do cuscuz. - Falou apontando com a cabeça a localização do banheiro, sorri de lado. Que homem gostoso.

- Só um momento -Me levantei e olhei para a minha mãe que dormia que nem anjo, olhei para o garoto e mordi o lábio inferior. -Sabe onde me encontrar  -Me dirigi até o banheiro.

Eu não tive nem tempo de fechar a porta e ele entrou, me puxando pela cintura, colando nossos lábios, ouvi a porta fechar atrás dele, e entreabri a boca para que sua língua pudesse explorar cada canto de minha boca, minhas mãos foi de encontro ao seu boné e o tirei jogando em algum canto daquele pequeno banheiro. Suas mãos eram ágeis e estava explorado todo meu corpo, ele apertou minha coxa e subiu diretamente para a minha bunda a apertando, arfei. Ele desceu seus lábios para o meu pescoço e começou a chupar o local, posicionei minhas mãos até a barra de sua camisa e a tirei. Ele então tirou minha blusa, visualizando meus seios e sorriu, logo depois suas mãos estavam em minhas calças jeans, a tirando por completo. Obrigada consciência por me fazer usar uma lingerie decente e quero agradecer também ao salão de beleza, que concretizou minha depilação. Ele me olhou de baixo para cima, enquanto depositava pequenos beijos em minhas pernas até minhas coxas, meu corpo respondia aquilo ficando visivelmente arrepiado, ele estava gostando da sensação de ver meu corpo entregue. Ele me virou me fazendo eu me escorar na parte e deu um tapa em minha bunda. Gemi baixinho e ele puxou levemente meus cabelos para trás chocando com seu corpo, eu pude sentir a ereção em minha bunda, mordi meu lábio e arfei, rebolando em seu membro, ele gemeu baixo, e apertou meus seios por cima do sutiã, travou meu corpo contra o seu, e uma de suas mãos massageava minha intimidade por cima da calcinha. Eu estava completamente molhada. E ele, completamente excitado. Ele então levou suas mãos até meu sutiã e o tirou, depositou beijos em minhas costas e tirou minha calcinha por trás, tendo uma incrível visão de minha bunda. Ele desferiu mais um tapa, e eu gemi pois ele estava roçando seu membro em minha bunda, ele foi tão rápido em tirar suas calças que eu nem vi, apenas senti seu membro em minha bunda. Ele me virou de frente e com suas mãos colocadas em minha bunda, me colocou em cima da pia, abriu minhas pernas e com seu olhar brilhando em luxúria lambeu meu corpo, passou pelos meus seios e desceu, chegou a minha intimidade, passou a língua pela minha virilha, e eu encostei minha cabeça na parede sentindo o prazer, então ele passou a me chupar, enquanto seus dedos masturbava meu clitóris. Gemi alto. Cacete que língua. Ele enfiava a língua e tirava provocando e então sugava minha intimidade com vontade e eu não sabia nem como controlar meu gemidos, ele tirou sua língua de dentro de mim e penetrou dois dedos, puxei seus cabelos violentamente e ele apenas arfou sugando meus seios. Seus movimentos fez com que eu chegasse ao ápice, então ele me tirou da pia e me virou novamente, mais um tapa. Olhei para trás com um certo tesão, ele tirava sua box, seu pênis estava a amostra, uau. Ele me posicionou e esfregou a cabecinha em minha intimidade, me fazendo gemer baixo, ele pegou uma camisinha que tinha em uma caixinha na pia, acho que os donos das vias aéreas sabia que o mais acontecia dentro do banheiro era sexo, ele colocou a camisinha em seu membro e então me penetrou tão rápido que eu gritei, o prazer estava me consumindo por inteira.

- Chaz… -Gemia enquanto sentia o prazer de seu pau dentro de mim.

Ele saía e entrava de um jeito tão incrível, seus movimentos rápidos, suas mãos habilidosas. Ele trocou de posição se arrumando na privada, e fui por cima, comecei a cavalgar com gosto, ele apertou meus seios fartos e durinhos, e tudo que se ouvia naquele banheiro era nossos gemidos. E novamente trocamos de posição, ele me ajeitou sobre a tampa da privada e colocou uma de minhas pernas em seus ombros e me penetrava com força e rapidez, me levando a loucura, enquanto masturbava meu clitóris, dei um gemido alto ao ter agindo meu orgasmo e ele também atingiu ao seu. Ele me beijou lentamente e intensamente, e separou nossos lábios com um selinho. Ambos controlamos nossas respirações e decidimos colocar nossas roupas, e Chaz jogou a camisinha no lixo, antes que eu pudesse sair do banheiro, Chaz me deu tapa na bunda e sussurrou em meu ouvido:

-Considere isso um presente de chegada a Nova Iorque- sorri com isso.

Coloquei a cabeça para o lado de fora e minha mãe ainda dormia, então como se nada tivesse acontecido, retornei ao meu lugar. Peguei meu burrito e comi, depois de toda aquela transa, eu fiquei com fome.

(...)

O avião pousou, Chaz e eu ficamos conversando a viagem toda, quando o avião parou e os passageiros começaram a se levantar, ele me deu um beijão de língua que me deixou sem ar. Trocamos telefones e ele saiu na minha frente. Arrumei minhas coisas, peguei meu óculos na bolsa e coloquei. Eu havia feito sexo com alguém que mal conhecera, que voo excitante.

Minha mãe me aguardava fora do avião, batendo os pés, ela estava impaciente.

- Jane, por que demorou? -Perguntou assim que me aproximei.

- Desculpa, estava sendo educada deixando os idosos passarem.

Ela balançou a cabeça e me puxou para a área de desembarque, para pegarmos nossas malas. Avistei o Chaz de longe e dei um pequeno sorrisinho, então o acompanhei com o olhar e meus olhos se cruzaram com um garoto, que me olhou intensamente, por mais que estejamos distantes, senti meu corpo se arrepiar, uma mistura de adrenalina percorreu pelo meu corpo, eu estava paralisada, contemplando seu olhar, eu já tinha perdido o Chaz de vista, quem era Chaz mesmo? O garoto estava com um boné, um jeans, uma regata e eu pude notar rabiscos em seus braços, enquanto meu olhar vagava pelo seu corpo, ele me olhava, nos olhos, intensamente. E eu já estava tendo pensamentos impuros com o garoto que provavelmente eu nunca mais iria ver na vida.

- Jane -gritou minha mãe pela segunda vez, me desviando total do olhar que eu tinha no garoto. -O que está fazendo? Vamos.

Assenti com a cabeça e a segui para fora do aeroporto, ela chamou um uber que em menos de 2 minutos apareceu, provavelmente já estava por ali. Olhei em volta, Nova York continuava linda.

- Bem vinda a New York. - Essa foi a fala de minha mãe, antes de entrarmos no carro.


Garoto, você me deixa paralisada
Estrelando em seus olhos

Tradução de Your Eyes - Nina Fernandes.


Notas Finais


Taraaammm. Cá estamos. Caso tenham gostado, comentem (sério, eu amo ler comentários).

Caso tenham interesse em saber, deixarei o link aqui em baixo sobre quem vai interpretar os pais de Jane.

Pai de Jane (Michael Phillipe Clark): https://goo.gl/images/9bpSfN
Mãe de Jane (Adisson Villas Clark): https://goo.gl/images/jfLN9a
Jane Clark: https://goo.gl/images/DH6rCS


Qualquer dúvida ou sugestão, podem colar tellonym = https://tellonym.me/moregirl

ou por ask: https://ask.fm/MoreGirl_

Se tiver algum erro, me avisem. É isso, até o próximo.


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