História How to save a life - Capítulo 3


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Categorias Grey's Anatomy
Visualizações 8
Palavras 841
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Espero que gostem!!
Twitter: @selenajaswho

Capítulo 3 - Charge in 200, clear...


Fanfic / Fanfiction How to save a life - Capítulo 3 - Charge in 200, clear...

“Gratidão, apreciação, dar um “obrigado”. Não interessa que palavras você use, elas significam a mesma coisa. Felicidade. A gente deveria ser feliz. Gratos pelos amigos, pela família. Feliz apenas de estarmos vivos. Quer gostemos disso ou não."

P.O.V Alison Martinez:

Aceitei o drink oferecido por Nicholas, fomos em direção ao bar e eu pedi uma tequila e ele uma cerveja.

- Então... memória fotográfica - Ele disse tentando puxar papo.
- Decobri quando tinha cinco anos e já tinha decorado o nome de todos os ossos humanos.
- Impressionante, então você sempre quis ser médica?
- Sim, desde criança, sempre fui apaixonada pelo corpo humano.
- Você tem algum médico na família?
- Não, pelo contrário, sou a única que tem uma formação. 
Conversamos sobre vários assuntos diferentes e eu não conseguia parar de rir com ele, cada piada, cada história.
- Você tem namorado? - Ele perguntou.
- Não, estou solteira.
- Então não tem problema se eu fizer isso não é? - Ele se aproximou, pegou na minha nuca e colou seus lábios no meu em um beijo de tirar o fôlego.

Sua língua macia com um leve gosto de cerveja adentrava minha boca com vontade. Fui pega totalmente de surpresa e não sabia como agir. Correspondi seu beijo, paramos somente quando nos faltou ar.

- Nossa - Eu disse - Não esperava por isso.
- Você não gostou? - Ele perguntou.
- Não, não é isso. Eu gostei mas é que...
- O que? - Ele perguntou ansioso.
- Eu só não esperava isso, você sentir atração por mim, ainda mais sendo meu chefe.
- Eu reparei muito em você desde que chegou ao hospital. No seu jeito de tratar os pacientes, o jeito que arruma os prontuários em ordem de mais relevância. E percebi que você também reparava muito em mim. - Ele disse me deixando surpresa.
- E como você sabe que eu só não estava reparando em você porque queria prender algo? - Eu perguntei dando uma risada.
- Tentei a sorte e parece que ela sorriu pra mim. - Ele respondeu com seu sotaque britânico e um sorriso.

Conversamos mais um pouco em meio a beijos e bebida e percebi que já era bem tarde. Meu turno começava as 5 horas da manhã e não poderia chegar atrasada. Então me despedi com um beijo e fui para casa

Meu despertador tocou as 4 horas, logo levantei para me arrumar e partir em direção ao hospital. Chegando lá, fui até o vestiário e coloquei o uniforme azul bebê e meu jaleco branco. Estava a serviço da Doutora Naomi Clark, a neurocirurgiã.

- Bom dia Doutora Clark, estou ao seu serviço hoje.
- Seu nome? - Ela perguntou.
- Alison, Doutora Alison Martinez.
- Ah claro, me desculpe, sou péssima em guardar nomes.
- Tudo bem - Eu disse sorrindo - O que temos hoje?
- Hoje você vai me auxiliar na remoção de um tumor gigante no lóbulo frontal de uma paciente. 
 
Depois de auxiliar na cirurgia, que eu tinha achado um máximo, neurocirurgia é minha área favorita para especialização, chegou um trauma na emergência que precisava do auxílio de todos. Um acidente de avião, os pacientes estavam perdidos na mata a três dias, todos bem feridos.

- Doutora Martinez, sala de trauma 2. - Gritou a doutora Clark.

Me dirigi a sala e lá estava uma menina que devia ter uns 15 anos bem machucada, com várias fraturas expostas.

- Amanda Smith, 15 anos. Múltiplas faturas expostas, pressão 8 por 5 e abaixando. - O enfermeiro me passou as informações.
- Vamos leva-lá para uma tomografia pra descartar problemas neurológicos. - Ordenei.

Quando o enfermeiro ia levar a paciente, a máquina começa a fazer barulho.

- Ela está sofrendo parada cardíaca. - Eu disse - Tragam o carrinho de parada.

A outra enfermeira trouxe até mim o desfibrilador.

- Carregar em 200 - Eu ordenei - Afastem-se.

Dei apenas um choque na paciente e ela voltou. Levamos para a tomografia e estava limpa. Então bipei a cirurgiã ortopédica.

- Me passe as informações, Doutora Martinez. - Pediu a doutora Emily Hall.

Levamos a paciente para a cirurgia que foi bem extensa pois ela tinha 21 fraturas no corpo e a doutora Hall consertou de uma vez só. Já era 22 horas da noite quando sai da cirurgia, me arrumei e fui pegar o elevador para sair do hospital e ir para casa.
Apertei o botão e logo a porta se abriu, lá dentro estava Nicholas, lindo como sempre.
Adentrei o elevador e apertei o botão da garagem.

"Talvez a gente não devesse ser feliz. Talvez gratidão não tenha nada a ver com alegria. Talvez ser grato signifique reconhecer o que você tem pelo que é. Apreciar pequenas vitórias. Admirar a luta que é para simplesmente ser humano. Talvez a gente seja agradecido pelas coisas mais familiares que conhecemos. E talvez sejamos agradecidos pelas coisas que nunca conheceremos. No final das contas, o fato de termos coragem pra continuarmos firmes de pé é razão suficiente para celebrar.”

 


Notas Finais


Xoxo


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