História How to save a life - Capítulo 13


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Categorias Grey's Anatomy, The Originals, The Vampire Diaries
Personagens Bonnie Bennett, Caroline Forbes, Damon Salvatore, Elena Gilbert, Elijah Mikaelson, Freya Mikaelson, Gia, Hayley Marshall, Katherine Pierce, Klaus Mikaelson, Kol Mikaelson, Matt Donovan, Rebekah Mikaelson, Stefan Salvatore
Tags Drama, Romance
Visualizações 13
Palavras 2.250
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oieeee!!!
Carnaval acabou, e o capitulo chegou! (2, na verdade)
Eu dediquei todo o carnaval na história e finalmente consegui terminar tudo. Esse e o último episódio já estão prontos, e estou quase acabando o primeiro da season 2. (Sim, estou adiantada demais, já que pretendo colocar a season 2 no começo de Abril ainda)
Vou colocar o próximo logo depois desse.
(PS: esse e o 14 são os melhores cap)

Capítulo 13 - My feelings (18)


Elijah

 

  Mesmo isso tendo acontecido há dois dias, ainda era inevitável dormir sem pensar na cena do elevador. Ainda não entendia seus motivos. Por que ela me daria o fora na festa para depois me beijar assim, do nada? Mesmo sendo confuso, isso me fazia ter ainda mais interesse nela.

  Me ajeitei na cama sem abrir os meus olhos, se tivesse os aberto veria que o sol já amanhecera e que já deveria estar no hospital, tudo o que eu ouvia era o som de sapatos sobre o piso de madeira. 

   – Irmão, o que você ainda está fazendo na cama? - uma voz feminina surgiu da porta, logo reconheci ser Rebekah. 

          – Rebekah, o que faz aqui? - dei um pulo da cama e me virei para colocar a camiseta. 

          – Eu deixei um negócio aqui na sua casa e vim buscar antes de ir para o hospital. - disse. - quer que eu te dê uma carona já que eu estou aqui? 

        – Vamos com o meu carro então. - sugeri. - mas obrigado. 

          Me agradeça mesmo! - debochou ela. - se não fosse por mim você estaria bem mais atrasado. 

  Escovei os dentes como um raio e fomos de elevador até o estacionamento no subsolo. Ficamos o percurso todo falando de coisas aleatórias, tais como sobre o trabalho, coisas passadas da família e coisas fúteis, até que ficou um período de silêncio.

  – E a Hayley? - Rebekah perguntou inocentemente. - faz um tempo que você não me fala dela. 

  – Ela me beijou do nada ontem depois de dizer que queria que fôssemos amigos. - Rebekah soltou uma risada.

  –Está claro que isso é tudo o que ela não quer. - comentou. - Eu sou mulher mas sei que somos complicadas quando queremos. 

   – E você e o Marcel? Se entenderam? - mudei de assunto. Rebekah revirou os olhos em negação.

         – Nem diga esse nome perto de mim! Nem quero vê-lo na frente. 

         – Não seja tão dramática. - disse com um sorriso.

         – Você soube do que o papai pretende fazer? - ela mudou de assunto. 

         – Não, é algo a ver com o hospital? 

         – Eu soube que logo logo ele vai se aposentar, Kol também deve estar sabendo. Mas ainda é um boato. - contou. Fiquei surpreso por não ter ficado sabendo, meu pai sempre me contava as coisas, ele sempre reunia todos para contar notícias importantes como essas, mas como Rebekah disse, talvez seja mesmo um boato. 

 

Caroline - uma hora antes

 

  Já haviam sido quatro batidas na porta do banheiro e ninguém a abria, já estava começando a ficar impaciente. Afinal, quantas pessoas moravam na minha casa? Subi escadaria acima para ir no outro banheiro. Também cheio. Estava a ponto de fazer nas calças. 

   – Vai demorar muito aí? - perguntei batendo na porta. Nesse instante ela abriu, e me surpreendi ao ver que Stefan estava lá, só de calça jeans. 

   – Calma, eu só fui tomar um banho. - ele passou a toalha nos cabelos. Nem conseguia olhar para o seu rosto, tudo o que eu via era o seu tanquinho bem definido á mostra. Agora eu sei o que Elena via tanto nele. 

  Desviei o olhar rapidamente e abri caminho para Stefan passar. Entrei no banheiro e tomei um banho bem rápido. Encontrá-lo de repente me fez lembrar de Damon, o seu irmão, o qual eu não trocava mais de uma frase todo o dia. Eu não entendia qual era a dele, estava sempre tão distante, eu nunca sabia o que ele pensava de verdade...

  Sai do banheiro ainda pensando no assunto quando encontrei Hayley ao entrar na cozinha. Ela estava muito feliz para quem fazia ovos mexidos ás 4:45 da manhã. Andei até o armário que estava ao seu lado e peguei um pote e a caixa de cereal. 

   – Vai me contar o motivo do sorriso? - perguntei ao me sentar na mesa. 

   – Não. - ela segurou a risada e se sentou ao meu lado. Dei de ombros.

   – Tudo bem, não precisa me contar, eu já sei porquê. - Hayley me olhou com uma cara de "como assim você sabe?" - De qualquer forma, ainda estou curiosa sobre a história que você me contou anteontem. O seu paciente sobreviveu? 

   – As chances não eram grandes mas ele sobreviveu. A moça contou que o amava mas não consegui saber se ele correspondia. - comecei a rir. Hayley me olhou sem entender. 

   – O que foi? - perguntou. 

   – Sei lá, é que... a gente fica tão sem nada pra fazer que as histórias dos pacientes se tornam interessantes. - Hayley deu um risinho em seguida, concordando comigo. 

 

Elijah 

 

  Já fazia um tempo que eu cheguei no hospital. Me separei de Rebekah assim que chegamos e agora não fazia ideia de onde ela estava. Ajeitei o meu jaleco e fui ligeiramente até o balcão, como fazia quase todos os dias. 

  Havia uma mulher loira, alta e magra apoiada com os cotovelos no balcão. Ela estava de jaleco e conversava com a enfermeira do outro lado. Pensei ser alguma médica nova porque não pude reconhece-la de costas. O seu cabelo estava bem mais curto do que da última vez... 

  – Oi de novo, Elijah! - ela disse ao me ver. 

  – Eu não sabia que tinha voltado de viagem, Freya. - disse enquanto a abraçava. 

  – É sempre bom estar de volta. - ela sorriu. 

  – E como é lá no Iraque? 

  – Quente, seco e bem exaustivo. A guerra destrói a vida daquelas pessoas. - Freya contou como se estivesse relembrando tudo que viveu lá. Hesitei e depois disse:

  – Bem vinda de volta ao Mercy West, irmã. Esse lugar não era o mesmo sem você. 

  – Que nada, Elijah! - ela riu. - todo mundo sabe que sem você e o papai nem existiria o hospital. 

  Freya, minha irmã mais velha, trabalhava como ortopedista no Mercy West quando saiu para ficar 6 meses no Iraque como voluntária. Quando estava aqui, ela namorava Lucien, um paramédico do hospital, ela ainda estava na dúvida se viajaria para o Oriente Médio mas depois que terminou com ele, Freya ficou decidida a passar um tempo lá. Mas mesmo que ela se negue a dizer, o seu relacionamento com Lucien acabou muito mal resolvido, nem sei como ele irá reagir ao saber que ela voltou, nem me atrevi a perguntar se ela irá contá-lo. 

 

Caroline

 

  O dia se passou como um borrão, quando me dei por mim já estava dentro de casa sozinha no sofá comendo um balde de pipoca e assistindo Pretty Little Liars, uma série qualquer que eu vi passando na TV. Eu não ando tendo tempo para fazer nada ultimamente, na verdade a essa hora eu devia estar repassando as anotações que eu fiz durante essa semana toda no hospital, mas como eu estava sozinha em casa (algo bem raro nesses últimos dias) aproveitei para fazer o que eu queria. 

  Após alguns minutos, ouvi um balançar de chaves vindo da porta. Achei que fosse Elena, ela havia me dito que sairia um pouco mais tarde que o normal, mas era Stefan que vinha pelo corredor. Ele parou atrás do sofá e apoiou os cotovelos ali. 

   – Elena não chegou ainda? - perguntou. Balancei a cabeça. - O que você tá vendo?

   – Pretty Little Liars. - respondi prestando atenção na televisão. 

  – Minha ex-namorada era apaixonada por essa série, eu particularmente não vejo nada demais nela. - comentou se sentando no sofá.

  – Eu peguei aleatoriamente em um canal. - houve um silêncio depois disso. Stefan continuou:

   – Ah, esse é o episódio que as meninas quase matam a Jenna, mas no final deixam ela cega. 

  – Você disse que nem assistia. - dei uma risada. 

   – Eu não disse que não assistia, só disse que não via nada de mais. - ele enfiou a mão no meu balde de pipoca e pegou uma mão cheia. 

   – Ei! - dei um tapinha no seu ombro. - você pegou o pote todo!

   – Nada disso, tem um monte aí ainda. - contestou Stefan. Joguei pipoca na sua cara. 

  – Ah é assim? - disse ele com um sorriso, e jogou pipoca em mim.

  Nunca pensei que me tornaria amiga de Stefan assim, estamos nos falando desde o dia da festa, mas nunca mais falamos sobre o assunto da minha mãe, fazia de tudo para parar de pensar nisso, mas toda vez que eu acordava na sua casa, essa lembrança me vinha à mente, mesmo que por um segundo, e trabalhar no hospital e me divertir com meus amigos me fazia esquecer de tudo. 

  Estava tão distraída que nem percebi que Elena já tinha chegado, e ela apareceu de repente quando nos viu jogando pipoca. Paramos no ato como se fôssemos irmãos e a mãe tivesse acabado de nos ver fazendo coisa errada. 

  – O que estão fazendo? - ela perguntou. 

  – Ah, oi Elena! Não é nada, só... - me ajeitei no sofá. 

  – Onde tem pipoca? - ela perguntou antes de eu terminar de falar. Achei que ela me chamaria a atenção ou algo do tipo, não sei porquê. 

  – Tem uma panela na cozinha. - respondi. 

  

Hayley

  

  O Mercy West estava quase vazio, as únicas pessoas que ainda estavam lá eram algumas enfermeiras e cirurgiões que estavam de plantão. Fui para o estacionamento aberto onde tinha deixado o carro hoje de manhã, passei perto de um carro que eu pensava conhecer, era um Toyota cinza com uma amassada de leve na lateral. Deixei esse pensamento de lado, era óbvio que já tinha visto antes, o dono do carro era um dos funcionários e trabalhava lá todos os dias. 

  Senti uma sensação de que tinha alguém me seguindo, virei para trás e vi que era Elijah se aproximando. Meu coração começou a bater mais rápido, olhar para ele geralmente tinha esse efeito sobre mim. 

  – Está me seguindo ou parou o carro aqui também? - respondi um pouco nervosa.

  – Pode ser as duas coisas. - parei de andar e fui até ele. Então estava mesmo me seguindo, e provavelmente o Toyota era dele mesmo. Fiquei feliz ao ouvir isso. 

  – E sobre o que quer falar? - perguntei com um sorriso um tanto malicioso. Vi que Elijah hesitou por um segundo. 

  – Queria saber o que sente por mim. - meu sorriso se desmanchou. Não sabia o que dizer. Não sabia se era uma atração ou se o amava mesmo, não fazia a mínima ideia. - porque uma hora você age de um jeito e na outra você age completamente diferente e eu...

  – Eu não sei, entendeu! - exclamei. - a única coisa que eu sei é que toda vez que eu te vejo, eu fico nervosa, e toda vez que você fala comigo, eu sinto como se fosse explodir. Achei que te beijando poderia descobrir, mas ainda não sei. - Confessei. Nem acreditava que estava finalmente dizendo isso para ele. Virei de costas e continuei andando. - Não perca tempo comigo, eu sou complicada demais, pode arrumar outra mulher para perseguir e... - ele me pegou pelo braço e me puxou para perto segurando na minha cintura. Fiquei o encarando e antes de me mexer, ele colocou seu lábios nos meus. 

  Por uns segundos eu hesitei, mas foi só por um segundo mesmo. Não era um beijo calmo como o do elevador. Parecia que eu precisava daquilo, era uma questão de necessidade. Naqueles minutos que pareciam horas, esqueci onde eu estava, para mim só havia eu e ele, nada importava, nada. 

 

...

 

  Elijah destrancou a porta do seu apartamento. Nem acreditava que estava aqui na casa dele, nunca vim aqui antes, mas não estava nem um pouco interessada em olhar o lugar, só ansiava pelos seus beijos e pelo seu corpo nos meus de um jeito que nunca havia sentido antes. Tudo estava a flor da pele, não queria que isso acabasse nunca. 

  Andamos diretamente até o seu quarto e voltei a beija-lo com intensidade. Elijah me pressionou contra a parede começou a depositar vários beijos no meu pescoço. Quando me dei por mim já estava deitada na cama e Elijah estava em cima de mim. Para minha infelicidade, tive de interrompi o maravilhoso beijo para lhe perguntar:

   – Será que não estamos indo muito rápido? - disse. Ele abriu um sorriso zombador.

   – A verdade é que já demoramos muito. - sorri de volta e puxei a sua cabeça para para perto da minha para que pudesse beija-lo de novo. 

  Elijah puxou sua camisa e eu ajudei a tirá-la, havia até me esquecido como seus músculos eram perfeitos, da primeira vez eu estava bêbada e não lembrava de quase nada. Troquei as posições e tirei a minha também, sem muito esforço. 

  Ele arrancou meu sutiã e o jogou longe, massageando meus seios e me fazendo arfar de prazer. Virei as posições de novo, fazendo com que Elijah ficasse em cima de mim, ele começou a beijar a minha barriga e quando chegou no pescoço, sem me avisar, ele me penetrou com força. 

   – Elij.. - gemi um pouco alto, mas ele me beijou antes de fazer muito barulho. 

  Já dentro de mim, ele começou a fazer movimentos de vai e vem, estava tomada pelo prazer que fluía do meu corpo, estávamos em uma conexão perfeita, como uma dança perfeitamente sincronizada. Os movimentos ficaram mais fortes e percebi que o clímax se aproximava, e ele veio mais depressa do que eu esperava. 

  Não me segurei e soltei um gemido alto, e logo depois foi a vez dele de fazer o mesmo. Aquilo era extremamente excitante, naquele momento eu queria fazer tudo com ele, queria sentir tudo, naquele momento eu senti que o amava


Notas Finais


AÍ MEU DEUS
essa ultima parte ficou ❤️
Eu estava até com medo de fazer essa cena hot porque eu nunca fiz uma assim, mas tá lindo!!!
Amo demais meu OTP 😍

O cap 14 se chamará "Hello brother", uma referência ao S1 E1 de TVD, já sabem o que está chegando??


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