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História How To Train Your Horse - Capítulo 3


Escrita por:


Notas do Autor


UaU bErK Já kEro Ir ~
e nem é por causa do Soluço não, imagina

HI LORENA, rai rau are iú?

ESSE CAPÍTULO É INSPIRADO EM "Zoe e Raven" - recomendo.

Espero que gostem <3

Capítulo 3 - Três; Tempestade


P.O.V.’S Soluço Haddock

Despertei, confuso. Meu pai estava me cutucando, normalmente sou eu quem acordo primeiro. 

- Filho? 

- Oi, pai. - respondo, ainda sonolento. - O que está fazendo aqui?

- Ontem você foi dormir muito tarde com aquela história toda da "Nadder" e eu achei melhor tirar seu despertador! - meu pai explica. - Agora levante, está quase na hora de você se encontrar com o Bocão! 

Levei um tempo para assimilar tudo e quando consegui, percebi que ele já havia saído. 

Estava bravo com meu pai por ele ter tirado meu despertador, mas sabia que ele estava preocupado com o meu bem estar e, aliás, não tinha muito tempo para pensar nisso, já que estava atrasado. 

Tomei um banho rápido, coloquei minhas roupas cotidianas e montei em Banguela em direção ao estábulo.

Quando cheguei, os meus amigos estavam falando alguma coisa sobre apelidar alguém, não entendi, nem deu tempo de entender. Bocão me puxou pela orelha e começou a checar a minha temperatura.

- É... Bocão? 

- O que fizeram com você? - ele pergunta. 

- Ham? - resmungo, sem entender.

- Você está atrasado, você nunca chegou atrasado! Te prenderam na cama, foi? 

Revirei os olhos enquanto Bocão me soltava. 

- Meu pai tirou meu despertador, ele disse que eu dormi tarde ontem pesando naquela "Nadder"! - explico.

- Ah, sim! Aquela égua que ninguém consegue domar? - ele pergunta.

- Exatamente! Eu queria saber o que aconteceu para ela ter tanta desconfiança de humanos. 

- Eu também queria saber de tanta coisa, garoto! Agora vai trabalhar! 

Reviro os olhos novamente e faço o que ele manda. 

(...)

Eu já tinha terminado o trabalho e fui guardar as ferramentas, ainda estava de tarde, então eu estava pensando em passear um pouco com o Banguela.

Assim, que abri a porta, vi Heater e uma garota que eu não conhecia. Elas pareciam estar guardando alguma arma, um machado. 

- Soluço Haddock? - a garota perguntou. 

Assustei-me, como ela sabia meu nome? A garota era loira com os olhos azuis, provavelmente os mais brilhantes que já tinha visto, eu sabia que a reconhecia de algum lugar.

- Sim? - pergunto, ainda confuso. 

Ela sorri e se aproxima com a mão estendida. 

- Astrid Hofferson, não sei se você se lembra, mas Bocão falou que nós éramos muito próximos quando eu vim passar as férias de verão aqui, quando eu tinha 7 anos.

Eu fiquei muito surpreso, meu rosto empalideceu e fiquei sem palavras, é ela. Heater também estava surpresa, a boca dela quase se abria e ela tinha um sorriso um tanto esquisito no rosto. 

Antes que eu pudesse falar qualquer coisa, Astrid recebeu uma ligação no celular e quando desligou, disse:

- Eu preciso ir, espero ver vocês mais vezes! 

Ela se despediu e, em seguida, saiu da ferraria. Quando saiu, Heater começou a dar pulinhos de alegria e se aproximou de mim, empurrando-me alegremente pelos ombros.

- Você achou ela, Soluço! Por Thor! Depois desse tempo todo você pode finalmente falar com ela! 

- O-Oque? Não, Heater! Eu não a vejo faz anos! - gaguejo.

- Ah, Soluço, fala sério! Você está me enchendo o saco faz anos sobre a história daquela garota, e agora você finalmente pode falar com ela! 

Me solto dela e vou guardar as ferramentas, suspiro e respondo:

- Não é assim, Heater. Eu não a conheço direito, mesmo que eu nunca tenha conseguido tira-la da minha cabeça desde que tínhamos 6 anos! 

Ela revira os olhos. Heater é minha amiga desde que tínhamos 13 anos, logo depois de eu conhecer o Banguela. Ela é como uma irmã para mim, sabe?

- Você é muito complicado, Soluço. - ela diz enquanto abre a porta da ferraria. - Mas espero que você saiba que eu shippo e vou fazer de tudo para juntar vocês. 

Essas foram as últimas palavras que ela pronunciou antes de sair da ferraria, me deixando confuso, preocupado e com um milhão de pensamentos.

(...) 

Antes de ir para o estábulo do Banguela, fui checar a “Nadder Mortal”. Ela é uma égua que eu e os cavaleiros encontramos enquanto passeávamos pela enseada. 

Era um dia quente de verão, eu estava cavalgando com o Banguela pela floresta quando ouvimos um barulho estranho. Fomos até a enseada e a encontramos, ela parecia assustada e uma tempestade estava a caminho. 

Isso, é claro! 

- Tempestade! 

As pessoas que estavam no estábulo me olharam com a sobrancelha franzida, sorrio, envergonhado e ando mais rápido.

Paro em frente ao estábulo da égua e percebo que a porta está aberta e quebrada, corro para dentro e, como eu esperava, ela não está mais lá.

Aviso rapidamente os cavaleiros, que vão correndo montar em seus cavalos para procurá-la. Também monto em Banguela e cavalgamos até os outros.

- Durão e Quente, - chamo. - vão para as cavernas do sul, Melequento e Perna-de-Peixe para a floresta, Heater, avisa o Bocão e vá com ele procurar na praia! Usem os Walkie-talkies caso encontrarem algo, eu vou para a enseada! 

Todos assentiram e galoparam em direções opostas. Acariciei o rosto do Banguela e digo:

- Vamos encontrá-la, amigão! Ela não deve ter ido muito longe. 

Eu espero. - penso.

(...)

Eu e o Banguela galopávamos em direção à enseada. Tempestade é selvagem e caso encontrar alguém, pode criar sérios problemas. 

Ouço um barulho, como na vez que a encontramos. Desci do Banguela e preparei o sedativo, tiro o pote com o líquido e coloco na seringa. Até que ouço outro barulho, um diferente.

Um grito, tem alguém aqui!

Corro para a enseada, mas o que eu vejo me deixa abismado. A Astrid estava com as mãos levantadas, tentando acalmar a égua. A mesma estava com suas pernas frontais levantadas, Astrid gritava:

- Calma, garoto ou garota!

Tempestade pareceu entender e se acalmou, foi quando a garota reparou minha presença.

- Não se mexa, por favor. - peço.

- O que vai fazer com ela? - Astrid pergunta. 

- Só vou fazer ela se acalmar um pouco! 

No mesmo instante Tempestade começa a se agitar de novo, Astrid se afasta e tenta acalma-la novamente.

- Por favor, não dê sedativo nela. - Astrid pede.

- Ok, eu não dou o sedativo, mas só se você me ajudar a trazê-la para os estábulos. 

- Certo, eu ajudo. 

Coloco o líquido no pote novamente e guardo dentro da bolsa junto com a seringa. Pego as cordas para amarra-lá com o Banguela e começo a me aproximar, a égua grunhi e se afasta. 

- Somos amigos, não tem com o que se preocupar! - tento conforta-la. 

Astrid lança um olhar de confiança para a Tempestade, que me permite amarrar a corda em seu pescoço. Ajeito e me afasto para prendê-la com o Banguela. 

- Ela gostou de você. - digo. 

- Isso é estanho. - ela responde. - Quer dizer, eu nunca fui tão chegada a ter animais de estimação. 

- Nunca montou num cavalo? - pergunto.

- Posso dizer que já, em um acampamento que eu fui. Mas não passou de 10 minutos.

Sorrio. Acho estranho que uma pessoa possa nunca ter montado de verdade em um cavalo, não consigo imaginar minha vida sem andar no Banguela todos os dias. 

Termino de amarrar a corda no meu cavalo e acaricio seu rosto. Astrid olhava para Tempestade, um olhar distante, como se estivesse pensando em algo. 

Pego meu Walkie-talkie, ganhando a atenção da Astrid.

- Achei ela pessoal, estou levando-a para a vila, câmbio. 

Guardo novamente o aparelho enquanto Astrid me olhava. Subo no Banguela e digo:

- Você pode ir com a gente se quiser. 

- Vou voltar andando, obrigada. 

Sua expressão estava triste e confusa, queria perguntar o que acontecera, porém antes que eu pudesse falar algo, meu Walkie-talkie tocou.

- Soluço, temos um problema! - Perna-de-Peixe diz, parecendo recuperar o fôlego.


Notas Finais


SONHE UM SONHO E JÁ, SONHE SONHE SONHE SONHE SONHE SONHE.
tá, parei

goxtaram? até a próxima <3

CONFESSO QUE NÃO GOSTEI MUITO DO CAPÍTULO, MAS TUDO BEM


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