História How we meet? - Bill x Leitora - Capítulo 25


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Categorias Gravity Falls
Personagens Bill Cipher, Dipper Pines, Gideon Gleeful, Mabel Pines, Pacifica Northwest, Personagens Originais, Wendy Corduroy
Tags Bill, Bill X Leitora, Gravity Falls, Imagine, X-leitora
Visualizações 69
Palavras 1.692
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Fantasia, Ficção Adolescente, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


"Let's finish that
(Vamos acabar com isso)
Right here
(Aqui)
And right now
(E agora)
I don't wanna lose more time
(Eu não quero perder mais tempo)
I hope you enjoy your death
(Espero que curta sua morte)"

Capítulo 25 - Cap 25 - Let's finish that, right here and right now


                S/n  o.n.

Alfred: Pode vir, nem mesmo vocês dois juntos podem bater de frente comigo

Lúcifer: Mas nós somos três

Alfred: Lúcifer... é claro

Lúcifer: E tecnicamente, S/n tem o meu poder e eu também ou seja...

Alfred: Seu poder está dobrado

S/n: É, acho que podemos bater de frente com você

Bill: E como

Estalo meu pescoço e sorrio. Alfred bate o pé no chão formando uma cratera, pulo bem algo junto de Bill e lanço facas na direção de Alfred, me teleporto para trás dele e bato sua cabeça no chão com força. Ele vira para trás e chuta meu estômago, o encaro furiosa e finco minhas unhas, que mais pareciam garras, em seus olhos e ele recua, vejo sangue saindo de seus olhos e ele me olha bem irritado:

Alfred: Sua vadiazinha!

Bill: Olha como fala

Bill se teleporta para trás de Alfred e dá uma cutuvelada em sua coluna, juro que ouvi algo quebrar, então Alfred cai no chão se contorcendo de dor, ele estala os dedos e lanças perfuram meu corpo e o de Bill, não acertou o coração, mas doeu.

-Eu quero usar minha forma de demônio

Lúcifer: Você tem certeza? Você pode perder a consciência em sua parte humana...

-Certeza absoluta

Lúcifer: Certo, vou tentar te trazer de volta caso algo saia do controle

-Certo

Sinto meu corpo mudando, minha pele fica negra com exceção de meu rosto que estava branco como um papel, sinto chifres crescendo, meus cabelos crescem e ficam brancos, brincos de mini crânios e penas aparecem, um colar de pérolas surge e outras roupas tomam o lugar das minhas, roupas quase tão brancas quanto meu rosto, corvos de olhos vermelhos saem de meus cabelos e voam na direção de Alfred que os espanta após muito trabalho:

S/n: Eu esperava algo diferente, mas isso serve -minha voz estava diferente também, saía como um sussurro doce ao mesmo tempo que saía como a morte em seu ouvido- E então Alfred, podemos começar de verdade?

Alfred: Pode vir

Vou até ele e finco minhas unhas em seu pescoço e o levanto bem alto, abro minha boca revelando minua língua bifircada para ele e sorrio também lhe mostrando meus dentes afiados, ele se assusta um pouco então sussurro em seu ouvido:

S/n: Eu até seria piedosa e lhe daria uma morte rápida, porém...

Alfred: P-Porém?

S/n: Porém... -meu sorriso se alarga, mais do que alguém seria capaz- Você não merece tal tratamento, e outra, mortes lentas são mais divertidas

Alfred: V-Você parece ele fa-falando

S/n: Que bom, eu sempre quis me parecer com meu pai

Rio apertando mais seu pescoço e ele tenta desesperadamente puxar o ar.

Lúcifer: Sua parte humana está quase perdendo consciência, quer mesmo continuar?

-Quero, e uma pergunta, essa é minha forma de demônio?

Lúcifer: Não a mais poderosa, mas você não está preparada para ela, e nem adianta teimar

-Ok, ok

Sinto minha cabeça latejar e o arremesso longe, ponho uma mão ao lado da cabeça e sinto a dor passar. Procuro por Alfred mas não o vejo:

S/n: Onde ele está? -pergunto a Bill

Alfred: Bem aqui

Ele puxa meu braço direito para trás o deslocando, solto um grito que o faz tampar os ouvidos, volto meu braço no lugar e vou até ele, o mesmo se encontrava caído no chão, me abaixo em sua frente e olho minhas unhas, sorrio e ele tenta se levantar:

S/n: Nananinanão -digo gesticulando com a mão- Nem pense nisso, Bill amorzinho, pode vir aqui?

Ele vem até mim com um sorriso sapeca no rosto:

Bill: Sim amor?

S/n: Que tal brincarmos com nosso novo brinquedinho?

Bill: Que idéia excelente! Vamos brincar de que primeiro?

S/n: Vamos brincar de casinha, eu sou a mulher, você meu marido e ele nosso filho rebelde que têm de ser repreendido pelo mal comportamento

Bill: Genial

Alfred: Não ouse... -me viro para ele

S/n: Deveria ter pensado nisso anos e anos atrás bobinho

O levanto do chão pela orelha e então a arranco, ele grita pondo as mãos onde sua orelha se encontrava cinco minutos atrás e vejo o sangue incansavelmente escorrer, dou uma gargalhada alta que o assusta:

S/n: Olhe só para ele amor, parece um gatinho assustado

Bill: Realmente -riamos em perfeita harmonia enquanto Alfred gritava de dor por conta da orelha- Minha vez

Ele puxa Alfred pelo cabelo e bate a cabeça do mesmo repetidas vezes no chão, Alfred gritava e gritava para ele parar mas ele não parou de imediato, quando Bill parou Alfred pulou na garganta dele e começou a enforcá-lo, usando meus poderes eu faço Alfred voar longe e ajudo Bill a se levantar. Me teleporto até meu tio e lhe dou um belo chute na costela, ele grita e puxa meu pé me fazendo cair, emito um som estranho e ele se encolhe e então tenta sair correndo mas Bill o barra o prendendo em correntes envoltas em chamas azuis, ele me ajuda a me levantar e vamos até Alfred, sorrio sinistramente e o ergo no ar segurando-o pelas correntes:

Bill: Como vamos mata-lo?

S/n: Mas nós não vamos mata-lo

Bill: Não?

S/n: Ah não, nós vamos fazer uma troca

Alfred: U-Uma troca?

S/n: É o seguinte, nós vamos no mundo dos mortos e eu vou trocar você pelo meu pai -digo sorrindo

Alfred e Bill: O quê?!

Lúcifer: O quê?!

S/n: Bom, vamos?

Abro um portal e estendo uma mão a Bill, ele segura a mesma e entramos no portal. Assim que passamos pelo mesmo ele se fecha imediatamente, respiro fundo sentido o cheiro de morte no ar. Começo a andar e Bill vem atrás:

Bill: Como faremos a troca?

S/n: Preciso falar com alguém, alguém que comanda esse lugar, Damon

Alfred: Como sabe dele? -sua voz era fraca por conta do apertado das correntes

S/n: Eu sei de tudo bobinho

Nos teleporto para onde Damon, atual governante do mundo dos mortos se encontrava, fomos parar em uma sala de jantar, a mesa era grande, haviam alguns quadros que estavam manchados de sangue, espadas penduradas, um enorme lustre por cima da mesa no qual iluminava todo o recinto, Damon, sentado na cabeceira da mesa, nos olha meio assustado:

Damon: Em que posso ajudar?

S/n: Eu gostaria de fazer uma troca

Damon: Uma troca uh, Alfred por quem?

S/n: Meu pai, Lúcifer -ele engasga com o vinho que tomava

Damon: Você quer que eu troque Alfred por Lúcifer? -concordo com a cabeça- Infelizmente eu não posso, ninguém sabe onde a alma dele está, e sem a alma ou a essência é impossível

S/n: A essência está comigo, mais especificamente dentro de mim

Damon: E você está viva?

Bill: Longa história

S/n: Pode fazer a troca?

Damon: Claro, venham comigo

Ele se levanta e sai do cômodo, vamos atrás. O seguimos pelos vários corredores de sua casa, até finalmente entrarmos em uma porta que dava a um tipo de porão, entramos no mesmo e Damon acende as luzes:

Damon: É aqui que a mágica acontece -ele sorri- Está pronta?

S/n: Estou

Bill fica responsável por cuidar de Alfred e Damon começa a explicar o processo:

Damon: Eu sei que parece uma cadeira elétrica mas não é, você vai se sentar nela e eu vou ligar, sem resistência o processo é menos doloroso e mais rápido

S/n: Por que eu resistiria?

Damon: Não digo que você queira resistir, mas que seu inconsciente tente resistir

Bill: O processo dói?

Damon: Eu estaria mentindo se dissesse que não, sim o processo dói. A essência, ficará armazenada aqui -ele bate num pote de vidro- Então eu poderei fazer a troca

S/n: Podemos começar?

Damon: Claro, sente-se

Me sento na cadeira e ele prende meus pulsos e tornozelos na cadeira:

Damon: Para o lance da resistência

Apenas aceno levemente com a cabeça e ele liga a máquina, sinto uma dor quase insuportável crescendo dentro de mim, começo a gritar e então sinto a dor aumentar e aumentar e aumentar, até que ela simplesmente para:

Damon: Tudo bem?

S/n: Sim... quanto tempo levou?

Damon: Vejamos -ele confere seu relógio de pulso- Meia hora

S/n: Pareciam intermináveis cinco minutos

Damon: As vezes é mais devagar para quem assiste

S/n: Está tudo certo para a troca?

Damon: É claro, só um minuto e eu já volto

Ele pega o pote de vidro e sai da sala deixando nós três sozinhos, me levanto meio tonta e me sento de volta na cadeira pondo uma mão na testa e massageio a mesma para aliviar a dor repentina:

Bill: Você está bem?

S/n: Vou ficar, é só uma tontura, vai passar

Sinto que tem algo faltando. Como se metade de mim tivesse sido arrancada do nada.

-Você se foi não foi?

Sem resposta. Sinto uma ponta de preocupação e solidão dentro do meu peito, depois de anos e anos com ele aqui dentro já me acostumei em estad sozinha e não se sentir sozinha, mas agora... eu não estou sozinha mas me sinto sozinha, contraditório eu diria...

Então vejo Alfred sumindo junto das correntes, olho para Bill confusa e ele me retribui a confusão, logo mais Damon entra na sala sorrindo:

Damon: Deu um pouco de trabalho mas consegui, Lúcifer, já pode entrar

Ele entra aparentemente se acostumando a ter um corpo próprio novamente, sorrio e corro até ele o abraçando:

Lúcifer: Wow, calma aí honey, nós vamos ter muito tempo para criar memórias de pai e filha -rio e me solto do abraço- Como você está?

S/n: Meio zonza mas bem, mas e você como está?

Lúcifer: Me acostumando

S/n: E Alfred?

Damon: Morto e nos quintos do inferno, literalmente -ele ri

S/n: Obrigada, mesmo

Damon: É um prazer ajudar

Meu pai olha para Bill e vai até ele:

Lúcifer: Você têm sido bom para a minha filha, obrigado por cuidar dela

Bill: É uma honra cuidar dela -sorrio

S/n: Podemos ir para casa?

Lúcifer: Claro

Damon abre o portal para nós, nos despedimos brevemente e entramos no portal, o mesmo se fecha ao passarmos e eu caio no sofá ainda tonta, Bill imediatamente vem até mim:

Bill: Você está bem?

S/n: Estou... vai passar

Lúcifer: Certeza?

S/n: Sim

Olho minhas mãos e vejo minha pele voltando a sua cor normal:

Lúcifer: Sua parte humana recobrou consciência

S/n: Parece que sim -minha voz também voltou ao normal

Lúcifer: Eu vou até a cabana, afinal preciso de um lugar para morar, prometo vim vê-la mais tarde ok?

S/n: Claro

Ele sai pela porta após me dar um abraço. Fecho os olhos e quando os abro novamente não sentia mais tontura e eu estava normal de novo. Olho Bill sentado ao meu lado e beijo sua bochecha, ele me olha e sorri:

Bill: Só você mesmo

S/n: O que eu fiz?

Bill: Ao mesmo tempo que consegue ne enlouquecer, você consegue me acalmar

S/n: É o que as mulheres fazem -rimos

Bill: É o que você faz

Nos abraçamos e ficamos por ali mesmo.


Notas Finais


Sorry a demora amores


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