História How you make it up? How you fake a love? - Capítulo 7


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Categorias Lil Peep, Lil Pump, Lil Xan
Personagens Lil Xan, Personagens Originais
Tags Amizade, Drama, Revelaçao, Romance
Visualizações 12
Palavras 1.123
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Saga, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi amores! Como estão? Mais um capítulo saindo do forno. Desculpa qualquer erro, e boa leitura ❤️
Ps: essa é a nossa Mel

Capítulo 7 - Conexão de alma


Fanfic / Fanfiction How you make it up? How you fake a love? - Capítulo 7 - Conexão de alma

DIEGO ON

 

Melinda beijando meus lábios. Sua língua passeava na minha boca, enquanto ela esfregava a bunda em mim. Minha mão adentrava seus cabelos e puxava-os, enquanto ela soltava um pequeno gemido. Tirei sua roupa com cuidado, passando minha mão pelo seu corpo, massageando seus seios

- Como você é gostosa - eu disse sentindo seu perfume adocicado

 

Abri o zíper de sua calça, e a abaixei. Ela estava com uma calcinha vermelha de renda. Seu corpo era desenhado a mão. Desci sua calcinha e...

 

- Acorda seu porra! 

 

Era Steven, entrando no quarto com uma mala na mão 

 

- Levanta! O voô sai em menos de 1 hora! 

 

Era quarta-feira e naquele dia iríamos voltar para NY para fazermos shows. Olhei para debaixo da coberta e vi meu colega ativo. Merda. Desde quando fui na casa da Melinda, tenho esses sonhos loucos com ela. O que essa garota tinha demais? Ela era arrogante, grossa e irônica. Mas, droga, mexia comigo.

 

-Caralho Xan! Ainda tá deitado seu porra? - Steven disse puxando minha coberta - Opa, que foi Xan? Tá pensando na Amelia? 

 

Amelia era uma garota que transamos. Nos conhecemos em Las Vegas, em um dos shows que fiz. Era show em uma casa noturna, para poucas pessoas. Quando entrei no palco, logo a vi. Ela me encarava. Acabei o show, fui para uma ala VIP, e perguntei a Steven quem era aquela. 

- Amelia. Filha de Jonas Blanco. 

 

Jonas Blanco era um traficante, que as vezes fornecia maconha para nós. Havia o visto apenas algumas vezes, mas sabia que ele tinha dinheiro. 

 

- Oi Steven. - era ela, com seu imenso sorriso. Ela estava com um decote que exibia seus seios fartos, o que me deixou louco.
         - Oi Amelia! - Steven a abraçou e me apresentou. - Essa é a Amélia. 
                - Olá, Lil Xan? - ela disse estendendo a mão.
                 - Prazer,  Diego. 

 

Amelia me chamou para sentar na ala onde estava. Nós conversamos à noite toda. Amelia tinha 20 anos, e trabalhava numa loja de equipamentos fotográficos.

- Você não precisa do dinheiro, né? - eu disse dando um gole na bebida
          - Não. Mas se depender do meu pai, ele quer que eu só dependa dele. - ela disse tragando um cigarro - e eu não gosto de pedir dinheiro pra poder comprar uma simples calcinha

 

Soltei um riso. 

 

- Seu pai é do tipo protetor? 
      - Não. Só não quer que eu engravide de um vagabundo, como minha mãe fez.
    - Então você trabalha e compra suas próprias calcinhas? - eu disse a encarando de forma maliciosa. Sua boca carnuda parecia mais um convite para beija-la. 
     - Compro. Inclusive estou com uma novinha em folha. Gostaria de ver? - disse Amelia mordendo o lábio

 

Quando me dei conta estávamos no  meu apartamento, transando. A transa durou à noite toda. Amélia foi embora logo pela manhã, deixando seu número e dizendo que voltaria para o Canadá.

 

- Diego, vou embora hoje para o Canadá. Apenas vim esse fim de semana com uma amiga. Quando quiser repetir a dose já sabe aonde me encontrar. 

 

Se fosse antigos tempo, nesse pouco período que fiquei no Canadá teria repetido a dose com Amelia, mas algo me impedia. Quando fui na loja onde ela trabalhava, meus olhos apenas se direcionavam a Melinda. A forma com que ela falava sobre as câmeras, mas parecia uma melodia. Amélia apareceu nos cumprimentando, mas não liguei muito. Melinda nos fitou com os olhos, acredito que curiosidade. Ela se virou pro lado, dando espaço entre mim e Amélia.

 

 

X

 

 

Eu estava no avião, com a cabeça encostada na janela. Gostaria de mandar mensagem para Melinda, gostaria de correr do avião e beija-lá até acabar o oxigênio. Gostaria de segurar sua mão. Diferente das outras que já fiquei, eu queria protegê-la. Meu lado clichê e meloso surgia quando eu lembrava do sorriso dela. Sua gargalhada era escandalosa é engraçada, parecia mais uma foca engasgada. Mas ela não queria me ver mais. 

Eu não entendia porque me preocupava tanto com ela. Melinda pouco ligava pra mim, e nós nunca conversamos sério sobre algo. Eu só sabia que ela cursava fotografia e trabalha na boate. Que fazia belos cupcakes, e explicava bem os conteúdos. E sabia também, que algum dia, não importa se irá demorar ela ainda será minha. Minha Mel.

 

 

 

X

 

Chegamos em NY. Diversos repórteres e fãs se acumularam na entrada do aeroporto. Atendi alguns e fui direto para casa. Recebo uma mensagem:

 

Depositei o valor das aulas na sua conta” 

 

Melinda. Ela tinha me devolvido o dinheiro. Suspirei ao ler a mensagem, e procurei uma foto sua em meu celular que havia tirado na noite anterior enquanto ela dormia. Naquela noite eu gostaria de ter a beijado, ter saciado minha vontade de tê-la, mas ela estava bebada demais para se lembrar de algo. Eu queria que ela me quisesse, sóbria.

 

“Você sabe que eu não queria o dinheiro de volta” 

 

A respondi. Passaram horas desde o envio da mensagem e nada dela me responder. Decidi banhar e seguir para o show daquela noite. Tomei alguns comprimidos de Xanax antes de ir. O show correu tudo bem. Conferi o celular e nada. O simples fato de achar que nunca mais a viria, me fez surtar. Engoli mais comprimidos, e liguei para Melinda. Se ele apenas me xingasse, eu iria até gostar. O som da sua voz era mais calmante do que qualquer droga. 

 

- Alô - uma voz feminina atendeu o telefone, mas não era Melinda
           - Alô... humm... Melinda? - perguntei confuso 
Desculpe, ela está no hospital - ouvi voz de choro da moça que estava do outro lado da linha 
      - O que aconteceu com ela? - perguntei sentindo meu coração palpitar
     - Não sabemos ainda. Ela está inconsciente - os soluços se faziam presentes 

 

Meu coração deve ter parado por alguns segundos. Peguei o carro e dirigi, chapado. Corri para o apartamento que dividia com Steven. Joguei qualquer coisa na mochila e segui para o aeroporto

 

- Cara, aonde você vai? - dizia Steven tentando entender minha agonia - Temos mais dois shows! Você não pode voltar assim por uma garota que nem sequer beijou!

 

Realmente eu nem sequer a beijei. Nem sequer senti seus lábios encostados nos meus. 

 

- Foda-se isso Steven! Eu preciso saber se ela está bem! Preciso ver como está! 

 

Steven me abraçou, e me ajudou a recolher minhas coisas. Correu para o aeroporto comigo, e enquanto eu ficava de cabeça abaixada me martirizando sobre qualquer culpa que poderia ter, ele conversava com irmã de Melinda, uma tal de Liza que explicava aonde eles estavam. 

Diferente de tudo, minha conexão com Melinda não era por toque... e sim por alma.



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