História HH - partir do enigma do Príncipe - Capítulo 4


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Harry Potter, Hermione Granger, Ronald Weasley, Sirius Black
Tags Harmione
Visualizações 105
Palavras 1.676
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Romance e Novela
Avisos: Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Peço perdão por qualquer erro ortográfico, digitar no celular é triste demais.

Capítulo 4 - Slughorn, parte II


Harry acordou e se deparou sozinho no quarto bem iluminado, pelos raios de sol que inundavam o quarto através da janela. "Último a acordar?" pensou ele, ao verificar as horas "10:30? Não lembro de ter dormido tarde, não estou entendendo."

Apesar de não estar de mal humor, Harry não estava com muita vontade de conversar, um desejo inútil, seria obrigado a conversar por seus amigos falantes. Harry de fato estava mais quieto que o normal ultimamente, mas, convenhamos, como você sentiria vendo seu ultimo parente vivo sendo assassinado na sua frente, por sua culpa? Balançava a cabeça, na tentativa de afastar os pensamentos ruins, e indo em direção as escadas, até a sala comunal.

No descer das escadas, se deparou com Rony e Hermione sentados no sofá, conversando sobre algo que não lhe era importante, logo voltou-se aos pensamentos, nada muito profundo, apenas revizando sua trajetória neste dia ensolarado.

Sentou-se na poltrona, junto à lareira após trocar "bom dia" com seus amigos

- Harry, você quase me matou de susto ontem à noite - disse Rony

- Como assim? O que que eu fiz?

- Levantei de madrugada pra ir ao banheiro, e quando estava prestes a me deitar, percebi que você estava com os olhos abertos, então perguntei "o que ta fazendo acordado a essa hora?", mas você nao respondeu, nao tenho certeza se você estava dormindo de olho aberto, ou acordado e em transe, mas deu medo! - Disse Rony

- O que? - Disse Hermione - você lembra disso Harry?

- Não, não lembro de nada - Disse Harry, juntando as mãos,e pensando sobre isso - isso explica o porque de deu ter acordado me sentindo muito cansado, como se não tivesse dormido nada.

- Não é a primeira vez que você fica assim, não é Harry? - Disse Hermione, com um tom nítido de preocupação em sua voz, enquanto o olhava diretamente - você precisa falar com alguém, isso não é normal.

- Estou bem, obrigado - disse como se não se importasse - bom, acho que vou falar com Dumbledore - se levantou, deixando seus amigos apenas o observando se levantar e ir rapidamente até a saída.

Chegando à sala do Dumbledore, encontrou-o olhando para Penseira, como se analisasse algo. Harry limpou a garganta, o que fez o mais velho se virar em direção a ele.

- Harry, meu rapaz, estava te esperando. Sente-se - disse apontando para a cadeira a frente, enquanto igualmente sentava-se, e Harry o obedeceu

- Como estão as coisas com Horácio? Fiquei sabendo que ele esta impressionado com você.

- Estão bem, eu acho - disse Harry - sinceramente, professor, acho que ele superestima minhas habilidades.

- Acha mesmo? - disse Dumbledore em meio a uma leve e breve risada

- com certeza - disse Harry, retribuindo a risada, no mesmo tom leve.

- E como estão as coisas fora das atividades escolares?

- Eu acho que não entendi - Disse Harry, confuso com a pergunta não muito específica.

- Digo... - Disse Dumbledore se ajeitando suavemente na cadeira - tenho reparado que você tem passado muito tempo com a senhorita Granger, eu supus que..

- Não, não - disse Harry, em meio a confusão, mas já não era a primeira vez que foram confundidos dessa forma - somos só amigos, quero dizer, ela é brilhante, mas somos só amigos - Harry que havia começado esta última frase falando rápido, devido ao constrangimento, terminou falando as últimas palavras devagar, demonstrando ainda mais constrangimento.

- Ah, sim, sinto muito - Disse Dumbledore se levantando, pegando um frasco e mudando bruscamente de assunto - você sabe o que é isso Harry?

- Não, senhor.

despejou o conteúdo do frasco na penseira, e Harry entendeu o recado, e mergulhou o rosto na penseira.

Em Poucos segundos, encontrava-se numa sala, junto à Horacio - agora mais novo, mas ainda assim velho - e um rapaz, parado a sua frente.

- Ora, Tom! -exclamou Horácio- está pensando em algo?

- Sim, professor, não consigo imaginar um professor melhor - começou Tom Riddle, Voldemort, falando de forma tão assustadoramente calma, e com um leve sorriso no rosto, porém sem mostrar os dentes, um sorriso perturbador, que arrepiou até o ultimo fio do cabelo de Harry - já que os outros, não me entenderiam, nao são como o senhor. Estava na biblioteca outro dia, na sessão reservada, e encontrei um artigo sobre um feitiço proibido, acho que se chama -No exato momento que ele falou o nome do feitiço, algo abafou a audição de Harry.

- Não, nunca ouvi falar disso, e SAIA daqui e não me faça essas perguntas outra vez - disse Horácio, aos berros.

Neste momento, a lembrança se dissipou no ar, e Harry voltou a sí, com Dumbledore ao seu lado, pronto para começar a falar

- Harry, esta lembrança é uma das mais importantes, mas também é uma mentira, ela foi alterada pela mesma pessoa a qual ela pertence.

Após uma conversa que não durou muito, Harry saiu da sala de Dumbledore, e voltou a sala comunal, onde havia somente Hermine.

- Preciso recolher a memória de Horácio Slughorn, inalterada, do dia em que ele falou com Você-Sabe-Quem, quando era apenas um aluno, e perguntava para ele sobre algum feitiço raro proibido. Era isso que que Dumbledore queria comigo, antes que você pergunte, e era isso que Dumbledore queria com Horácio como meu professor - disse Harry a Hermione, Rony que entrava na sala, conseguiu boa parte da conversa e estava tão confuso quanto Hermione.

Harry se levantou e foi em direção a saída e foi chamado

- Harry, volta aqui - Disse Hermione, extremamente curiosa com a situação, puxando ele pelo braço e fazendo-o se sentar ao seu lado no sofá, e Rony sentou do outro lado de Harry. - Você não pode jogar tanta informação na nossa cara e sair sem mais nem menos!

- Hermione está certa, Harry - Disse Rony.

- Eu sei, desculpa, acho que estava tenso demais para conseguir a memória com o professor, e era para lá que eu estava indo, sei que ele irá ao três vassouras ainda hoje. - disse Harry

- A gente vai junto - Disse Rony

- Exatamente, você precisa se acalmar, se aproximar deles, ele nao deve gostar de tocar nesse assunto, obviamente, senão seria fácil demais e Dumbledore não te pediria isso - disse Hermione.

- Então vamos logo ao três vassouras tomar umas cervejas amanteigada - disse Rony, num tom animado, se levantando em direção a porta.

Chegando lá, era nítida a voz de Horácio invadindo o bar, contando alguma história antiga. Rony sentou-se ao lado de Harry, fora mais rapido que Hermione, que sentou-se a frente dos dois. Rony deparou-se com Gina e Dino ao fundo, enquanto Hermione pedia 3 cervejas amanteigadas ao garçom

- Essa não - Disse Rony com uma clara irritação na voz - olhem lá!

- Que que tem? Só estão de mãos dadas - Disse Hermione, que imediatamente reformulou a frase,  vendo a cena seguinte e virando-se ao seus amigos - e se beijando..

- Eu quero ir embora - Disse Rony - Quero sair daqui.

-  Deixa de ser fresco, Ron - Disse Hermione com a apreensão nítida na voz.

-  Ela é minha irmã! - exclamou Rony.

- E dai? - Disse Hermione.

- Aposto que o Harry quer ir embora - Disse Rony voltando se para o amigo ao seu lado esquerdo - ele não tem que ficar vendo essa cena!

- Estou bem - Disse Harry rapidamente, e em seguida começou a beber sua cerveja amanteigada devagar, mas sem parar.

- Está vendo? - Disse Hermione, enquanto Harry a olhava atentamente enquanto tomava vários goles da caneca, pois sabia que ela faria um mini discurso -Harry é mais maduro que você Ron. Aposto que, pelo exemplo, se a Gina olhasse pra cá e visse eu e o Harry nos beijando, ele não ia querer que ela fosse embora só por causa disso - Falou Hermione, imediatamente percebendo o que acabara de falar, automaticamente, abaixou a cabeça e bebeu um gole da caneca a sua frente. Após harry ouvir a frase dita pela amiga, engasgou rapidamente com a bebida, ficando completamente constrangido, mas ao notar Slughorn se aproximando, tentou ao máximo se concentrar na sua missão.

- Harry! - exclamou Horacio - Que bom velo por aqui, meu rapaz!

- É uma prazer velo aqui também, senhor, o que o traz aqui? - dizia Harry nervosamente enquanto passava rapidamente seus olhos de Hermione para Slughorn, que estava olhando para a mesa a sua frente, visivelmente envergonhada.

- Pois bem, tenho um relacionamento velho com o Três Vassouras! - dizia slughorn - mais velho do que eu gostaria! Venho aqui desde que era Uma Vassoura! - disse Horácio. Enquanto Harry forçava seu melhor riso. - olha só Harry, meu rapaz, darei um pequeno jantar, como sempren costumo fazer, com um dois alunos mais seletos,  você está convidado, meu rapaz!

- Muito obrigado senhor, com certeza irei! - disse Harry.

- Você também está convidada, senhorita Granger, pode ir em par com Harry! Ou encontrar outro par se preferir, mas que bobagem a minha, é claro que vocês irão juntos, vem, vou me retirando. boa tarde Wualambi - Disse direcionando a Rony, errando horrivelmente seu sobrenome, enquanto saia.

Apos sentar-se, e de dar um longo suspiro, Harry olhou Hermione, e ambos olharam para Rony, e começaram a gargalhar devido a confusão do sobrenome de Rony, e só sairiam dali, apos esvaziarem suas canecas. Esta noite, Harry tinha uma boa chance de falar com Slughorn, no jantar, sobre Tom Riddle e suas perguntas, ficou aliviado por ter Hermione para ajudalo, já que foi convidada também, mas ao mesmo tempo, com isso sentia um leve desconforto em relação a amiga após o comentário, mas não um desconforto necessáriamente ruim, a partir daí, por ser extremamente tímido, ficaria difícil ficar ao lado dela, pelo menos naquela noite que se aproximava, as memórias eram importantes, não poderia, não ousaria falhar.

 

 

 



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