História Human (Joshler) - em hiatus - Capítulo 3


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Categorias Aurora Aksnes, Harry Potter, Twenty One Pilots
Personagens Aurora Aksnes, Josh Dun, Tyler Joseph
Tags Amor, Fantasia, Guerra, Harry Potter, Humanidade, Josh Dun, Joshler, Magica, Twenty One Pilots, Tyler Joseph
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Palavras 3.292
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Fantasia, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Survival, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Acho que esse foi o mais capítulo que já escrevi.

Espero que gostem <3

Capítulo 3 - Uma Noite Conturbada


Fanfic / Fanfiction Human (Joshler) - em hiatus - Capítulo 3 - Uma Noite Conturbada

      Tyler se via caminhando naquele mesmo cenário da floresta, sem mudar nada. Ele estava caminhando diretamente para a caverna, sem olhar para trás; parecia hipnotizado. Enquanto andava, aquelas vozes falando coisas imperceptíveis estavam em sua cabeça

         Finalmente, ele havia chegado à boca da caverna. Saia um vento muito forte de lá, capaz de levar Tyler junto, por ser bem magro. Mas depois de segundos, parou. Tyler olhou estranho para dentro da caverna tentando ver alguma coisa, mas estava escuro demais.

         Um grito de um cavalo agoniante ecoou atrás de si. Tyler olhou rapidamente para trás e estava lá, um cavalo preto de olhos vermelhíssimos com um ser de capuz e capa, ambas vermelhas. Seu rosto não era visível, só de olhar transmitia calafrios que arrepiavam a espinha. Obviamente, Tyler se assustou e ficou amedrontado.

         O cavalo andou um pouco para o lado, ficando na direção de Tyler e começou a correr atrás do mesmo, soltando uma fumaça preta.

         Sem pensar duas vezes, Tyler se virou para a caverna com o intuito de fugir, mas a mesma parecia ficado mais longe, sendo que ele estava frente a frente a ela. Mesmo assim, correu. Correu como nunca havia feito na vida.

         Quanto mais Tyler se aproximava da caverna, mais longe ela ficava, como se andasse para trás. Aquilo estava deixando ele desesperado, pois o cavalo com a criatura negra em cima se aproximava cada vez mais. Tyler corria muito e corria muito, mas nada de chegar na caverna.

         O cavalo se aproximou e se aproximou e se aproximou e...

        

         — Tyler! – A porta abriu quase sendo arrombada. Dema se agitou fazendo um barulho agudo muito alto e batendo as asas. – Uou, calma garota.

         Quando o Sr. Joseph acalmou a ave, correu para o filho.

         — Ei, Tyler – O rapaz se debatia e gritava na cama – Tyler! – O jovem parou e olhou desesperadamente para o quarto, parando seus olhos no pai. – Ei, o que aconteceu, filho? Foi um pesadelo?

         — E-eu...foi.

         Os dois ouviram um barulhão.

         — Merda! – Os dois falaram em uníssono.

         A cômoda estava no chão, como se estivesse caído de uma altura muito grande. Os dois ficaram assustados no momento, mas logo se acalmaram e ignoraram.

         — Senti você um pouco estranho demais hoje – Disse o Sr. Joseph, tentando ser cômico com o “pouco estranho demais”. — O que aconteceu?

         — Ah, não é nada. – Tyler fez uma cara de preguiça para o seu pai e se deitou novamente.

         O pai de Tyler tentou segurar a raiva que ele sentiu por ser menosprezado pelo filho, mas não conseguiu.

         — Olha Tyler, eu estou tentando, sabe? – O homem que estava ajoelhado agora está em pé. – Mas você não faz questão em me ajudar!

         Ele e Tyler começaram a ter um relacionamento muito ruim após a morte de Kelly. Tyler saía e não comunica a seu pai como fazia antes (na verdade ele só se dirigia a sua mãe), ele sempre negava qualquer coisa vinda de seu pai e os dois nem dialogavam direito, isso que estava acontecendo foi o mais longe.

         Tyler continuou em silêncio, olhando para o teto.

         — Tyler. Tyler! Estou falando com você! — Ainda em silêncio — Anda, diga alguma coisa! — Mais uma leve pausa quando Tyler se pronunciou:

         — O que quer que eu diga? – Disse ele se apoiando com os cotovelos na cama. – Você sempre me tratou como um lixo a vida toda. Quer conversar agora? Quer tentar agora? Só por que não sou seu filho biológico eu precisava ser tratado como um nada! – Nessa última frase um vento leve começou a passar pelos dois, o que era estranho para Chris, pois a cortina da grande janela se movia para fora do quarto, não para dentro.

         — Isso não vem ao caso, Tyler!

         — Mas é claro que vem! – A voz de Tyler começava a duplicar, como se alguém estivesse falando junto dele. – Tudo o que a gente passou foi por causa disso! E é por isso que você que me obrigar a virar Auror, mas eu não quero isso! – O vento ficava mais forte e os olhos de Tyler que eram castanhos escuros agora eram um vermelho vivo. – Você não vai conseguir me colocar na sua parte da família!

         — Olha aqui meu rapaz! – O Sr. Joseph se aproximou dele. As luminárias que estavam apagadas começaram a acender e a piscar e a porta do quarto havia sido aberta.

         — Se minha mãe estivesse aqui...

         — A sua mãe morreu! – Chris tirou a fala de Tyler. O silêncio pairou no ar e as luzes explodiram. – E eu preciso te lembrar o porquê?

         Tyler olhou com o semblante de raiva para seu pai e a porta do quarto se fechou violentamente.

         — Tyler, me desculpa. — Disse o Sr. Joseph colocando a mão na cabeça.

         Tyler aparentava ter voltado ao normal fisicamente. Ele pegou sua varinha na cômoda ao lado se sua cama e pulou pela janela.

         — Tyler! – Andou até a grande janela e observou Tyler correr para a rua. — Tyler!

         Tyler corria pela rua com sua camisa cavada e moletom preto chorando muito. Estava muito agoniado, por ter um sentimento de culpa esmagando seu coração.

         Corria e corria sem parar na noite de lua cheia em direção ao cemitério de Columbus. Ele tinha a intenção de pedir desculpas à sua mãe até a pedra rachar de tantas ondas vocais. A simples frase proferida por seu pai o machucou muito, ele sempre fazia isso, mesmo que não quisesse.

         Chegando lá, pronunciou o feitiço Lumus, para iluminar a área, pois estava muito escuro. Era para Tyler estar com medo por ser um cemitério escuro ao som de corujas, mas sua tristeza bloqueava esse outro sentimento.

         Andou por alguns minutos até chegar no túmulo de sua mãe. Entretanto, quando ele chegou no destino, havia alguém ao lado. Ele se aproximou e percebeu que era Josh dormindo sentado em cima de outro túmulo, na grama.

         – Josh? – Ele cutucou o mesmo – Josh?!

         — An? – Josh abriu seus olhos, tentando enxergar Tyler. — Quem é? – Falou colocando um dos braços em seu rosto tentando tapar a claridade.

         — É o Tyler.

         — Ah, o garoto da floresta. O que faz aqui?

         — Eu que te pergunto.

         — Ah, eu vim visitar minha avó.

         — No meio da noite? – Tyler disse erguendo as sobrancelhas.

         — É mais emocionante e tranquilo. – Falou o topete-rosa se levantando e se limpando de quaisquer sujeiras do chão.

         — An, ok então.

         — Sua vez.

         — O que? De quê?

         — O que está fazendo aqui?

         Tyler hesitou em falar, mas disse algo mais cômico. Tyler se sentia melhor com a presença de Joshua, não sabia o porquê, mas também não ligava.

         — Tô pagando de coveiro. — Tyler riu e Josh franziu a testa.

         — Nossa, que interessante – Falou Josh sarcástico e eles riram.

         — Eu também vim visitar um ente querido, minha mãe.

         — Ah que triste cara. Sinto muito.

         — Valeu.

         — Espera, seus olhos estão vermelhos. – Josh disse se aproximando de Tyler e olhando para seus olhos profundamente. — Algo a mais aconteceu. O que ouve? Pode confiar em mim.

         Tyler pensou muito bem, pois ele havia conhecido o garoto há, sei lá, um dia? Mas ele de certa forma tinha o pensamento de que sim, podia confiar em Joshua.

         Tyler o chamou com a cabeça para andar com ele pelo cemitério enquanto contava. O jovem de 17 anos contou tudo para Joshua, menos a parte de sua mãe e foi exatamente o que o topete-rosa perguntou:

         — Meu Deus, mas o que aconteceu a sua mãe?

         Tyler não queria contar essa parte para Josh, pois era muito pesado para ele:

         — Olha, peço que não se importe, mas não estou afim de falar dela. – Joshua olhou preocupado para Tyler, pois viu que havia feito besteira.

         — Ah, me desculpa, Tyler, não foi a intenção.

         — Está tudo bem. – O silêncio pairou no ar e os dois ficaram parados.

         — Então, você conhece o Clube Bruxatum Collumbus? – Perguntou Josh, quebrando o silêncio.

         — Oh, sim, sou membro.

         — Ah, sério?! – Josh parecia aliviado. — Puxa, amanhã vai ser meu primeiro dia lá – Josh olhou para cima com as sobrancelhas franzida, como se estivesse procurando algo em sua mente – Hoje. – Corrigiu, pois passara da meia noite. – Se tu for, será que eu posso te acompanhar? Não simplesmente chegar lá, preciso de alguém.

         — Claro que sim! – Tyler sorriu. Era um alívio para ele também, sempre ia sozinho para lá.

         — Ai, graças, muito obrigado. — Josh disse dando um abraço em Tyler, que não retribuiu.

         Josh se despediu de Tyler, pois tinha que arrumar algumas coisas de sua mudança ainda e queria dormir. Josh era um morador novo e Tyler ficou sabendo disso naquele momento.

         Entretanto, Tyler voltou ao túmulo de sua mãe e se ajoelhou perante a tal. Ele não falou nada, apenas fechou a cara e sentiu a mesma tristeza de antes voltar, agora com mais intensidade. Chorou provavelmente todo o líquido do seu corpo, pois ficou mais de meia hora ali, sem parar.

         Dema apareceu de repente e pousou na pedra em que estava cravado o nome de sua mãe. Tyler a olhou e chorou mais ainda, pois lembrara que ganhou a ave da mãe. Ele se levantou e ergueu o braço. Dema pousou em seu membro que estava quase na cintura. Aquela ave era muito grande, Tyler quase não a aguentava quando estava em um de seus braços.

         Ele acariciou a ave com lágrimas nos olhos. Apoiou levemente seu rosto contra o topo da águia e disse:

         — Ah Dema, eu sinto tanto a falta dela. — Disse ele com a voz trêmula. — Queria que estivesse aqui.

         Depois que falou com a ave, a mesma levantou voo, fazendo Tyler levantar o braço, dando impulso para ela.

         Tyler bufou e se sentou no túmulo, do mesmo modo que Josh estava quando o encontrou. Assim, ele pensou um pouco no topete-rosa. Com Josh perto, acendia em Tyler um fogo que jamais acontecera com ele e era bom, mas estranho. Ele não percebia, mas quando estava com Josh, Tyler dava um sorriso realmente sincero. Pensar nisso tudo e mais os problemas com o pai dá sono; Tyler adormeceu ali mesmo

 

         — Ei ei, garoto, acorde! — Um homem velho estava gritando com o Tyler dando tapas em seus ombros. — Você não devia estar aqui, sai sai! — “Bicho rabugento” pensou Tyler se levantando e indo em direção à saída.

         Tyler estava com muita preguiça de andar e como no mundo bruxo tinha uma maneira de se locomover rapidamente e muito mais fácil, ele aparatou.

         Chegou na porta de casa e parou. Tyler não queria ver a cara do pai naquele dia, então correu até a janela de seu quarto que estava no andar de cima e escalou. Foi uma subida fácil, mesmo que Tyler não fizesse nenhuma atividade física, ele estava em forma.

         Entrou em seu quarto e se direcionou ao seu telefone. Desbloqueou-o e viu que tinha uma mensagem do líder do Clube.

 

         Neville Líder: Tyler, tem uma pessoa pedindo o seu telefone.

         Tyler: Quem?

         Neville Líder: O novo membro do clube, Josh.

         Tyler: Ah sim, pode mandar.

         Neville Líder: Ok.

 

         Tyler se jogou em sua cama olhando para teto e com o celular na barriga, o segurando com as duas mãos. Ele fitou o teto atentamente, quando viu uma imagem da árvore da vida amarela no mesmo, por dois motivos: ele não havia visto ou sequer pintado aquilo; ela estava se mexendo. Quando se ergueu com um semblante curioso, o celular vibrou. Ele checou o mesmo rapidamente e olhou para a árvore novamente, mas ela não estava mais lá.

 

         “Você está perdendo a cabeça, Tyler”, pensou.

        

         Voltando ao celular, ele viu que tinha uma mensagem de um número desconhecido. Era Josh.

        

         U/n: Oi

         Tyler: Josh?

         U/n: Eu mesmo

         Tyler: Oh, como vai?

         U/n: Bem, e vc?

         Tyler: Muito bem!

 

         (Aquela conversa robótica por parte de alguns)

 

         U/n: Posso passar aí às 16hrs?

         Tyler: Passa antes, a reunião é às 16.

         U/n: Ah, é mesmo. 17h30?

         Tyler: Combinado!

         U/n: Beleza.

 

         Após Tyler adicionar Josh aos seus contatos, ele foi dormir, pois estava muito cansado ainda, havia dormido no chão. Acionou o alarme do celular meia hora antes do combinado e se foi.

 

* * *

 

         “Alarme”

         Tyler despenca na cama assustado. Ele estava atordoado, havia levitado enquanto estava dormindo? Muito estranho. Queria muito respostas para aquilo, mas ele sabia que tal fato não era prático, então ignorou.

         Saiu em passos leves para não chamar a atenção de seu pai e se direcionou ao banheiro, que ficava bem ao lado de seu quarto. Colocou o celular na pia e pôs para tocar a música “Under the Stars” da banda London Grammar. Era uma música calma e relaxante; ele estava precisando disso, teve uma noite longa.

         Passado esse momento no chuveiro, seu pai bate à porta:

         — Tyler, é você? — Tyler ficou em silêncio e pausou a música. – Tyler?...Olha Tyler me perdoe, não fiz aquilo por mau, eu sinto muito. É que as coisas estão tão bagunçadas na minha cabeça que...- O Sr. Joseph bufou – Olha, não sei explicar e não há problema você não entender, eu fui um idiota.

         Ficou um silêncio depois da “confissão” e Tyler percebeu que seu pai não estava mais lá. Saiu e foi direto a seu quarto.

         Colocou uma calça skinny preta bem apertada e uma camisa cavada, também preta. Se cobriu também com seu sobretudo leve florido.

         Passado o tempo, Tyler ouviu seu telefone tocar, era Josh.

         — Hey, Tyler? – Chamou

         — Ele mesmo, já deu o horário?

         — Sim, e passou dez minutos eu acho.

         — Oh meu Deus, desculpe, já estou descendo. — Tyler desligou o telefone e desceu rapidamente. Por incrível que pareça, seu pai não estava na poltrona vendo TV.

         Tyler saiu de casa, e foi de encontro a casa do topete-rosa, que era do outro lado da rua. Tyler o chamou, ele saiu e os dois seguiram curso.

         — Então, quem é esse tal de Neville?

         — Ah, o líder Neville Longbottom?

         — Isso

         — Neville é o cara mais extraordinário que você vai conhecer. Sua história é incrível.

         — Sério?

         — Sim mano, ele foi um dos combatentes na grande batalha em Hogwarts, há uns 20 anos atrás.

         — Meu Deus. Chocado – Disse a última palavra lentamente e os dois riram – Mas é sério, queria muito conhecer um deles, por que vim de lá.

         — Veio de Hogwarts?

         — Oh Yeah.

         — Ah, por que você veio para cá?

         — Depois eu lhe conto – Disse Joshua enquanto os dois se aproximavam de uma cabana bem pequena. — É aqui?

         — É sim.

         — Não é pequena demais pra mais de 100 pessoas?

         — Entra lá e me diga você. – Tyler disse sorrindo para o topete-rosa.

         Joshua entrou na cabana e não acreditou no que viu. O que aparentava ser um lugar muito nada haver, se tornou um grande salão com muita gente em mesas e cadeiras de canto com várias luzes voando pelo local. Um ambiente agradável.

         — Tyler, Josh! — Longbottom andou de braços abertos até os dois, os abraçando. — Muito feliz que vieram. — Tyler e Josh sorriram para ele — Venham, por aqui, hoje temos algumas novas apresentações, contando com a sua Josh – Disse Neville andando pelo espaço local, mostrando um mesa em que os dois poderiam sentar.

         — O quê? — Josh olhou incrédulo para Neville.

         — Ah, você é tímido? – Assim que Longbottom perguntou, Josh fez um sinal com a cabeça afirmando. — Isso não será problema, relaxa.

         Tyler olhou para Josh com uma cara de “Fazer o que”.

         — Aqui, vocês dois. — Longbottom mostrou a mesa e os dois sentaram.

         — Obrigado, Neville. – Tyler agradeceu.

         — Não tem de quê. Fiquem à vontade.

         Neville foi embora e Tyler mais Josh ficaram em silêncio, apenas observando o local.

         — Achei que você fosse ficar mais animado com o Neville. — Tyler disse se direcionando a Josh.

         — Eu estava, mas depois que ele falou que eu ia me apresentar, perdi toda a magia de estar aqui.

         — Eu acho que você vai duelar.

         — É o que, garoto? — Josh olhou rapidamente para Tyler e o mesmo riu.

         — Todo o novato duela, Josh.

         — Onde fica a saída? – Depois que Josh falou aquilo, Tyler caiu na gargalhada.

         — Você é mesmo tímido em! Relaxa, vai dar tudo certo.

         — Ok...ok vou ficar. Mas só por você mesmo.

         — Me sinto honrado! — Os dois riram.

         Um tempo depois, Neville subiu numa pista no meio do lugar para dar início, à reunião.

         — Boa tarde bruxos e bruxas de Ohio, meu nome é Neville Longbottom e quero dar início à nossa reunião. Bom como de costume, temos o prazer de apresentar o nosso mais novo membro. Joshua Dun! – Uma luz vinda do nada foi em direção a Josh, todos aplaudiram e o mesmo corou como um pimentão. — Joshua será nosso campeão para duelar hoje e agora! – Josh quase teve um ataque quando ouviu aquilo.

         “Vamos lá, para isso precisamos de um concorrente para Josh – Neville tirou como se fosse um envelope de dentro da calça e a abriu. – O seu concorrente vai ser – Um bufar de tambores, também vindo do nada ecoou. – Tyler Joseph!

         Os dois se entreolharam descrentes no que acabara de acontecer. Tyler ia duelar com Josh. Coincidência mais problemática provavelmente.

         Os dois garotos se levantaram e subiram um de um lado e outro de outro, ficando frente a frente.

         — Okay, os dois para frente! — Exclamou Neville. Tyler e Josh andaram para frente, ficando bem próximos, apenas Neville os separava. — Boa sorte para os dois. — Disse Neville quase cochichando. — De costas. – Assim fizeram. — Sete passos para frente. — E eles andaram sete passos para frente. — Formação! — Os dois direcionaram sua varinha na vertical para o rosto e logo depois ficaram em formação. — O desafio é: tirar o adversário da pista de combate sem tirar a farinha! E sem o verdezinho, por favor. — Instruiu Neville, se referindo a maldição “Avada Kedavra”.

         “Vamos lá! Um...Dois...Três...Magia! – Rapidamente Neville saiu da pista e a batalha começou.

         Tyler encarou o adversário nos olhos de um jeito bem penetrante. Joshua tinha uma vantagem: ele era lutador de kickboxing e sabia algumas coisas que poderia usar.

         Tyler lança o feitiço Confringo, que sai da varinha do garoto como uma bola de fogo. Josh o bloqueia com Reducto que transforma a bola de fogo em pó. Rapidamente, o local vira um show luzes trocadas por Tyler e Josh. A maioria dos feitiços era Estuperfaça (Luz azul), Estupore (Luz vermelha), Sectumsempra (Luz azul-marinho) e Protego (Luz quase imperceptível).

         Logo depois, Tyler lança o feitiço Aqua-Eructo fazendo uma bola de água em torno de Josh, o trancando lá dentro e o levando para fora da pista. Entretanto Josh explode a bola d’água com o Fogus Malditus e faz ela evaporar.

         Rapidamente, Josh conjura o Incarcerous que lança uma corda em direção a Tyler, saindo de sua varinha. Tyler aponta sua varinha em direção a ponta da corda e a gira em seu redor, lançando em Josh novamente. Josh a queima e como não era possível ter uma visão limpa sobre Tyler, o oponente estupora Josh e Josh cai, não saindo da pista.

         Quando Tyler ia lança outro feitiço, Josh pensa mais rápido e usa o Trip fazendo o jovem cair no chão.

         — O tempo acabou! – Neville anuncia.

         “Tinha tempo?”, Tyler pensa mas resolve não falar nada.

         Acabou que os dois estavam no chão e ninguém tinha ganhado.

         Tyler e Josh levantam vermelhos, pois estavam suados (e Josh ainda molhado da bola de água). Foi uma batalha sofrida, inédita e incrível, todo mundo ficou falando após.

         Josh se aproximou de Tyler ainda na pista e falou:

         — Rapaz, você é muito bom, tô impressionado! – Josh declarou batendo uma mão no ombro do amigo.

         — Você também! Tô pasmo. – Disse Tyler e os dois riram.

         Aquela reunião durou bastante, teve comida, bebida, algumas músicas pra lá de animadas. Josh conheceu bastante gente, tal como Tyler, que estava lá fazia tempos e só agora teve coragem de conhecer alguns deles.

         Na saída, Tyler estava para ir embora, quando Josh o chamou:

         — Ei, Tyler!

         — Eu mesmo.

         — Ta afim de dar uma volta? — Tyler deu um sorriso e concordou.

         — Claro, por que não?


Notas Finais


Não sei o que escrever aqui Hasuahushuahsua mas eu espero que tenham gostado.
Comentem!!


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