História Human (Imagine Hoshi - Kwon Soon-Young) - Capítulo 9


Escrita por:

Postado
Categorias Black Pink, K.A.R.D, Red Velvet, Seventeen
Personagens Personagens Originais, Soonyoung "Hoshi"
Tags Amor, Depressão, Hoshi, Imagine Hoshi, Imagine Kwon Soon-young, Imagine Soon-young, Kwon Soon Young, Soon Young
Visualizações 67
Palavras 4.033
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Mistério, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, pãezinhos!!!
Tutu pom??
Espero que sim!
Capítulo com cenas um pouco fortes..😯
Sim, tô postando 00:40, porque sim!😹💕
Peço desculpas pela demora, como sabem minhas aulas já voltaram e, infelizmente, estou com pouco tempo, novamente.😫
Capítulo grande para compensar! E GENTE, EU VIVO DE COMENTÁRIOS, NÃO DE FAVORITOS!😫💕
Sem mais enrolações, boa leitura, pãezinhos.💕

Capítulo 9 - 9.


Fanfic / Fanfiction Human (Imagine Hoshi - Kwon Soon-Young) - Capítulo 9 - 9.

Pointer Of Views; _______.


— Sobre o que quer que eu fale? — perguntei, vendo o garoto se juntar a mim. Ele suspirou sôfrego, em seguida deitando a cabeça no meu colo.

— Seus pais, sua família, seu passado, _____. — falou, um pouco acanhado. Ele fechou os olhos, sentindo minha mão na sua bochecha. Aquilo havia me pegado de surpresa, mas continuei como se nada tivesse acontecido.

— Bem… Quando eu tinha 4 anos de idade, — suspirei, mexendo nos cabelos do garoto. — eu morava em WonJu. Meus pais eram os melhores, na minha opinião. Eles estavam sempre comigo, me ajudando, mas nunca fui mimada. — contei, vendo o garoto abrir os olhos e acariciar minha mão.

— Eu sinto muito. — murmurou, com um semblante tristonho. Ele já sabia algumas coisas, disso eu tinha certeza.

— Mas, no aniversário da minha mãe, nós fomos até GwangJu. Estava tudo muito lindo e incrível, fomos em um parque, brincamos e tomamos sorvete. ,— continuei, deixando um sorriso mínimo escapar. Mas logo meus olhos marejaram. — Na volta, estávamos rindo e brincando. Meu pai estava no volante, mas muito atento na estrada. Então em uma rodovia, um caminhão bateu em nós. Por algum motivo, eu fui a única sobrevivente e vi meus pais morrerem, eu vi todo o sofrimento deles, sem poder fazer nada. — contei, com o sofrimento já voz. Hoshi segurou minha mão, beijando-a, me confortando. Beijei a testa do garoto, em seguida passando as costas das mãos na minha bochecha, secando uma lágrima que havia escapado. — O acidente ocorreu perto de Seul, em SuWon. Como Seul era mais próximo do que a minha casa, fui levada para um hospital em Seul. Meus pais não aguentaram e morreram, minha mãe ficou viva até chegarmos no hospital, logo depois ela faleceu. — continuei.

— _______, eu… — se sentou ao meu lado, me abraçando e fazendo cafuné nos meus cabelos. — Eu sinto muito.

— Tudo bem. — beijei sua mão, respirando fundo. — Eu fui levada para um orfanato 3 meses depois, já que os meus avós paternos haviam falecido quando eu tinha 2 anos, e meus avós maternos não tinham condições de cuidar de mim, além de morar em outro país e trabalhar sempre é toda hora. — relatei, me aconchegando nos braços dele. — Eu era muito tímida, então tinha 2 ou 3 amigos. Perdi contato com eles, então, estava sozinha. No orfanato, eu sempre ficava sozinha. As crianças eram legais comigo e os mais velhos cuidavam de nós. Eu tinha dois amigos, Hyun Soo Hee e Byun Ye Dam. Ye Dam era um ano mais novo que eu, e Soo Hee era 4 anos mais velha. Eles eram fofos, carinhosos e engraçados. Ye Dam foi adotado quando tínhamos 12 para 13 anos e Soo Hee infelizmente, ou felizmente, não foi adotada. Ela fez dezoito anos e já tinha um dinheiro, já que trabalhava de meio turno em um salão de beleza. — contei, enquanto Hoshi me abraçava e passava as mãos no meu braço.

— Você passou por muita coisa para não querer mais viver nesse mundo, não é? — perguntou tristonho. Concordei, sorrindo fraco. Deixei um leve selado em seus lábios, me aconchegando mais em seus braços.

— Sobre o Bullying. Quando eu tinha 11 comecei a sofrer Bullying. Eu era a nerd, e ainda sou, da sala. Sou mais baixa que as outras, mais nova, mais magra, tenho cabelos escuros, sou muito pálida, me chamam de estranha. — continuei uma grande jornada sobre a minha vida. — Eles me julgam por tudo. Tudo começou porque na quinta série, quando entrei na nova escola, eu tirava apenas 9 e 10, nunca faltava aula, apenas se necessário. Eu era a queridinha dos professores, líder de classe, e nem isso eu sou agora. Não sinta pena, foi algo que eu deixei eles fazerem, eu permiti. — comentei, tirando sarro.

— Eu queria ter descoberto isso antes. — resmungou, me abraçando forte.

— Não tinha porque contar. Você nunca perguntou. — respondi, brincando com os botões de sua camisa. — E com tudo acontecendo, eu só queria terminar o ensino médio e fazer a faculdade com calma.

— Sabe que eu vou estar sempre com você, não é? — ele disse, segurando minha mão. Levei os olhos até nossas mãos, sorrindo abobada.

— Vai mesmo? — questionei, agora olhando nos seus olhos.

— É claro que eu vou, ______. Eu te amo de um jeito inexplicável, e te abandonar não vai, nunca, ser uma opção. — respondeu, sorrindo fofo. Sorri e deitei minha cabeça no seu ombro, me aconchegando no seu abraço. — O médico disse que você vai ter alta de noite. Então nós vamos para a minha casa, tudo bem?

— Tudo bem. — concordei, agarrando o corpo do garoto.


•••


Depois de algumas horas, Soonnie estava tirando um cochilo, enquanto eu mexia no celular, esperando pelo garoto, que não acordava de jeito nenhum.

— ______? — me chamou baixinho. Encarei o garoto, vendo o sonolento, com os olhinhos entreabertos. Ri e caminhei até ele, sentando em seu colo, dando um selinho em seus lábios. — Que horas são?

— São 10 horas. — respondi. O moreno se espantou, rindo em seguida.

— Eu dormi tanto assim? — perguntou envergonhado.

— Duas 3 horinhas, das sete da noite até agora. Não faz mal, você precisava descansar, amor. — falei, beijando sua bochecha e levantando em seguida. Ele se levantou, se espreguiçando e bocejando, por ter acabado de acordar talvez.

Peguei minhas mochila e coloquei o celular no bolso do uniforme escolar. Saímos do hospital de mãos dadas, caminhando devagar. Já havia assinado os papéis a umas 2 horas atrás.

— Quer que eu te leve? — perguntou, vendo que eu estava cansada.

— Se não for encomodo.

— Claro que não, você é leve. E também, é o mínimo que eu posso fazer por você. — disse. Sorri e dei um selinho nele, esperando o mesmo se abaixar, logo ele estava me carregando, com as mãos nas minhas coxas para me segurar.

•••

Depois de alguns tempo estávamos na casa dele, vendo um filme qualquer. Eu vestia apenas uma calcinha e uma camisa dele, pelo simples fato de que a saia do uniforme não era tão confortável e meu sutiã estava apertando.

Hoshi acariciava meus cabelos, enquanto eu beijava seu pescoço devagar.

— Ai, amor. Para de me atiçar! — reclamou, batendo na minha bunda. Sorri e deixei um leve chupão, que sairia a marca durante a noite, em seu pescoço.

— Se eu estou te atiçando, porque não mata sua vontade? — perguntei, mordendo seu lábios levemente. Senti sua ereção na minha barriga.

— Poha, amor! — reclamou, batendo na minha bunda.

— Você não tá tomando atitude. Você é muito nenê para fazer algo assim! — digo rindo. Ele me olhou com um bico, apertando minha cintura.

— Eu vou te fazer se arrepender de ter dito isso. — ficou por cima de mim, me beijando com luxúria e amor. Senti uma de suas mãos entrarem por dentro da camisa, apertando meus seios, enquanto roçava seu membro duro na minha intimidade.

Hoshi estava coberto apenas por uma calça de moletom e cueca, deixando seu abdômen a mostra, não que fosse lá uma das sete maravilhas, mas era um pouco definido.

Agarrei a nuca de Hoshi, puxando alguns fios do local, enquanto arfava devagar. Hoshi puxou a camisa que eu usava para cima, embolando a mesma um pouco abaixo dos meus seios. Estendi os braços para cima, deixando ele puxar e tirar a camisa, interrompendo o beijo por alguns segundos.

— Soonnie… — gemi baixinho, sentindo sua boca no meu seio esquerdo. Usava uma das mãos para acariciar meu clitóris, enquanto a outra massageava meus seios. Depois de chupar e morder meu seio e os bicos, trocou de lado, chupando meu seio direito, massageando o outro.

A mão livre de Hoshi, adentrou minha calcinha, e, sem aviso prévio, me penetrou com dois dedos. Fazia movimentos circulares, e me penetrava como seu próprio pênis, para cima e para baixo. Puxei Hoshi pelas bochechas, beijando-o. Ele apenas retribuiu o beijo, massageando meu peito, enquanto a outra mão permanecia na minha intimidade.

— Hoshi… Eu… Eu vou… — sem conseguir terminar a frase, tive meu primeiro orgasmo durante a noite.

— Bem docinha. — levou os dedos até a boca, chupando-os para sentir meu gosto. E como ele ficava sexy fazendo aquilo. Sorriu safado e me beijou, enquanto eu tentava tirar sua calça, empurrando a para baixo com uma das mãos. Depois de certo esforço, com um pouco da ajuda do moreno, consegui tirar sua calça.

Coloquei a mão em cima de seu volume, acariciando-o levemente, vendo Hoshi arfar entre o beijo. Ele gemeu sôfrego, enfiando a própria mão dentro da cueca. Acariciei seu rosto, vendo abrir a boca e soltar leves gemidos, enquanto usava a destra para se masturbar. Sorri com a sofrência do moreno, empurrando-o para o lado, fiquei entre suas pernas e tirei sua cueca, beijando seu abdômen.

— Amor… — gemeu sôfrego, apertando os lençóis da cama.

— Você está tão vulnerável… — mordi seu lábio, voltando minha atenção para seu membro. E, mesmo sem experiência nenhuma, segurei desastrosamente seu membro, fazendo movimentos para cima e para baixo.

Seu membro estava com o pré gozo saindo em sua glande. Beijei a cabecinha de seu pênis, passando a língua em seguida, sem parar os movimentos no restante dos membro. Logo chupei a glande, enfiando o membro todo em minha boca, chupando-o lentamente, enquanto o que não cabia masturbava com a destra. A mão esquerda estava ocupada me mantendo equilibrada, caso contrário cairia.

Aos poucos, fui sentindo suas veias pulsando na minha boca, então em alguns minutos ele gozou, me pedindo entre gemidos para que eu engolisse tudo, e assim eu fiz. A cabecinhas de seu membro estava vermelhinha, enquanto as veias, que antes pulsavam, iam voltando ao normal.

— Hoshi, minha vez… — pedi manhosa, passando a ponta dos dedos no abs do moreno, que ainda se recuperava e respirava fundo.

— Para você é Daddy! — me repreendeu, batendo na minha bunda. Gemi abafado, apertando o lençol. O garoto me jogou para baixo, subindo em cima de mim. Quando senti sua respiração bater em minhas coxas, enquanto suas mãos separavam minhas pernas. — Vai gemer para mim, Sweety? — perguntou.

— Sweety? — perguntei gemendo, mas logo ele bateu na minha coxa. — Awn… Sim... Eu vou gemer para você, Daddy..

— Que bom. — sorriu. Tirou minha calcinha, logo depois começou a chupar minha intimidade, devagar e de forma gostosa.

Sua língua apressada entrava e saía da minha intimidade, fazendo movimentos circulares. Apanhei os cabelos de Hoshi, puxando alguns fios devagar, gemendo sôfrega. Depois de algum tempo, acabei gozando em sua boca.

— Docinha, minha Sweety… — ficou por cima de mim, acariciando minha bochecha.

Nos beijamos devagar, então no meio do beijo, Hoshi me penetrou devagarinho, com todo cuidado. Gemi abafado entre o beijo, arfando em seguida. Suas estocadas estavam lentas e fortes, me fazendo gemer por mais. Hoshi apenas acelerou os movimentos, indo mais fundo, mais rápido e mais forte, apertando minha cintura com força. Depois de tantos gemidos, tantas estocadas, tantos puxões de cabelo, chupões e beijos, eu gozei. Hoshi continuava me estocando, mas eu já sentia suas veias pulsando dentro de mim. Logo, ele gozou, respirando fundo, e, após sair de dentro de mim, caiu ao meu lado, cansado e suado.

— Amor… — chamei, sentindo o garoto me abraçar.

— Oi?

— Eu te amo muito… — falei baixinho, agora dando um selinho leve em seus lábios.

— Também te amo, Dolly. — beijou meus lábios, acariciando meus cabelos.

— Hoje você estava um verdadeiro Sex God, monstrinho. — falei, acariciando suas bochechas.

— Aí, eu te chamando de apelidos fofos e você me chama de monstrinho, monstrinha. — reclamou fazendo bico.

— Esse é o nosso apelido, monstrinho. — disse sorrindo, enquanto brincava com os seus cabelos.

— Aish, monstrinha! — fez bico.

— Viu, o apelido pegou. — falei rindo, ele apenas sorriu e me deu um selinho.

— Eu te amo, monstrinha. — falou, agora beijando minha testa.

Agarrei o corpo do Monstrinho, sentindo ele me fazer um cafuné gostoso. Logo o sono me pegou, fazendo com que eu fechasse os olhos e logo dormisse.Pointer Of Views; _______.


— Sobre o que quer que eu fale? — perguntei, vendo o garoto se juntar a mim. Ele suspirou sôfrego, em seguida deitando a cabeça no meu colo.

— Seus pais, sua família, seu passado, _____. — falou, um pouco acanhado. Ele fechou os olhos, sentindo minha mão na sua bochecha. Aquilo havia me pegado de surpresa, mas continuei como se nada tivesse acontecido.

— Bem… Quando eu tinha 4 anos de idade, — suspirei, mexendo nos cabelos do garoto. — eu morava em WonJu. Meus pais eram os melhores, na minha opinião. Eles estavam sempre comigo, me ajudando, mas nunca fui mimada. — contei, vendo o garoto abrir os olhos e acariciar minha mão.

— Eu sinto muito. — murmurou, com um semblante tristonho. Ele já sabia algumas coisas, disso eu tinha certeza.

— Mas, no aniversário da minha mãe, nós fomos até GwangJu. Estava tudo muito lindo e incrível, fomos em um parque, brincamos e tomamos sorvete. ,— continuei, deixando um sorriso mínimo escapar. Mas logo meus olhos marejaram. — Na volta, estávamos rindo e brincando. Meu pai estava no volante, mas muito atento na estrada. Então em uma rodovia, um caminhão bateu em nós. Por algum motivo, eu fui a única sobrevivente e vi meus pais morrerem, eu vi todo o sofrimento deles, sem poder fazer nada. — contei, com o sofrimento já voz. Hoshi segurou minha mão, beijando-a, me confortando. Beijei a testa do garoto, em seguida passando as costas das mãos na minha bochecha, secando uma lágrima que havia escapado. — O acidente ocorreu perto de Seul, em SuWon. Como Seul era mais próximo do que a minha casa, fui levada para um hospital em Seul. Meus pais não aguentaram e morreram, minha mãe ficou viva até chegarmos no hospital, logo depois ela faleceu. — continuei.

— _______, eu… — se sentou ao meu lado, me abraçando e fazendo cafuné nos meus cabelos. — Eu sinto muito.

— Tudo bem. — beijei sua mão, respirando fundo. — Eu fui levada para um orfanato 3 meses depois, já que os meus avós paternos haviam falecido quando eu tinha 2 anos, e meus avós maternos não tinham condições de cuidar de mim, além de morar em outro país e trabalhar sempre é toda hora. — relatei, me aconchegando nos braços dele. — Eu era muito tímida, então tinha 2 ou 3 amigos. Perdi contato com eles, então, estava sozinha. No orfanato, eu sempre ficava sozinha. As crianças eram legais comigo e os mais velhos cuidavam de nós. Eu tinha dois amigos, Hyun Soo Hee e Byun Ye Dam. Ye Dam era um ano mais novo que eu, e Soo Hee era 4 anos mais velha. Eles eram fofos, carinhosos e engraçados. Ye Dam foi adotado quando tínhamos 12 para 13 anos e Soo Hee infelizmente, ou felizmente, não foi adotada. Ela fez dezoito anos e já tinha um dinheiro, já que trabalhava de meio turno em um salão de beleza. — contei, enquanto Hoshi me abraçava e passava as mãos no meu braço.

— Você passou por muita coisa para não querer mais viver nesse mundo, não é? — perguntou tristonho. Concordei, sorrindo fraco. Deixei um leve selado em seus lábios, me aconchegando mais em seus braços.

— Sobre o Bullying. Quando eu tinha 11 comecei a sofrer Bullying. Eu era a nerd, e ainda sou, da sala. Sou mais baixa que as outras, mais nova, mais magra, tenho cabelos escuros, sou muito pálida, me chamam de estranha. — continuei uma grande jornada sobre a minha vida. — Eles me julgam por tudo. Tudo começou porque na quinta série, quando entrei na nova escola, eu tirava apenas 9 e 10, nunca faltava aula, apenas se necessário. Eu era a queridinha dos professores, líder de classe, e nem isso eu sou agora. Não sinta pena, foi algo que eu deixei eles fazerem, eu permiti. — comentei, tirando sarro.

— Eu queria ter descoberto isso antes. — resmungou, me abraçando forte.

— Não tinha porque contar. Você nunca perguntou. — respondi, brincando com os botões de sua camisa. — E com tudo acontecendo, eu só queria terminar o ensino médio e fazer a faculdade com calma.

— Sabe que eu vou estar sempre com você, não é? — ele disse, segurando minha mão. Levei os olhos até nossas mãos, sorrindo abobada.

— Vai mesmo? — questionei, agora olhando nos seus olhos.

— É claro que eu vou, ______. Eu te amo de um jeito inexplicável, e te abandonar não vai, nunca, ser uma opção. — respondeu, sorrindo fofo. Sorri e deitei minha cabeça no seu ombro, me aconchegando no seu abraço. — O médico disse que você vai ter alta de noite. Então nós vamos para a minha casa, tudo bem?

— Tudo bem. — concordei, agarrando o corpo do garoto.


•••


Depois de algumas horas, Soonnie estava tirando um cochilo, enquanto eu mexia no celular, esperando pelo garoto, que não acordava de jeito nenhum.

— ______? — me chamou baixinho. Encarei o garoto, vendo o sonolento, com os olhinhos entreabertos. Ri e caminhei até ele, sentando em seu colo, dando um selinho em seus lábios. — Que horas são?

— São 10 horas. — respondi. O moreno se espantou, rindo em seguida.

— Eu dormi tanto assim? — perguntou envergonhado.

— Duas 3 horinhas, das sete da noite até agora. Não faz mal, você precisava descansar, amor. — falei, beijando sua bochecha e levantando em seguida. Ele se levantou, se espreguiçando e bocejando, por ter acabado de acordar talvez.

Peguei minhas mochila e coloquei o celular no bolso do uniforme escolar. Saímos do hospital de mãos dadas, caminhando devagar. Já havia assinado os papéis a umas 2 horas atrás.

— Quer que eu te leve? — perguntou, vendo que eu estava cansada.

— Se não for encomodo.

— Claro que não, você é leve. E também, é o mínimo que eu posso fazer por você. — disse. Sorri e dei um selinho nele, esperando o mesmo se abaixar, logo ele estava me carregando, com as mãos nas minhas coxas para me segurar.

•••

Depois de alguns tempo estávamos na casa dele, vendo um filme qualquer. Eu vestia apenas uma calcinha e uma camisa dele, pelo simples fato de que a saia do uniforme não era tão confortável e meu sutiã estava apertando.

Hoshi acariciava meus cabelos, enquanto eu beijava seu pescoço devagar.

— Ai, amor. Para de me atiçar! — reclamou, batendo na minha bunda. Sorri e deixei um leve chupão, que sairia a marca durante a noite, em seu pescoço.

— Se eu estou te atiçando, porque não mata sua vontade? — perguntei, mordendo seu lábios levemente. Senti sua ereção na minha barriga.

— Poha, amor! — reclamou, batendo na minha bunda.

— Você não tá tomando atitude. Você é muito nenê para fazer algo assim! — digo rindo. Ele me olhou com um bico, apertando minha cintura.

— Eu vou te fazer se arrepender de ter dito isso. — ficou por cima de mim, me beijando com luxúria e amor. Senti uma de suas mãos entrarem por dentro da camisa, apertando meus seios, enquanto roçava seu membro duro na minha intimidade.

Hoshi estava coberto apenas por uma calça de moletom e cueca, deixando seu abdômen a mostra, não que fosse lá uma das sete maravilhas, mas era um pouco definido.

Agarrei a nuca de Hoshi, puxando alguns fios do local, enquanto arfava devagar. Hoshi puxou a camisa que eu usava para cima, embolando a mesma um pouco abaixo dos meus seios. Estendi os braços para cima, deixando ele puxar e tirar a camisa, interrompendo o beijo por alguns segundos.

— Soonnie… — gemi baixinho, sentindo sua boca no meu seio esquerdo. Usava uma das mãos para acariciar meu clitóris, enquanto a outra massageava meus seios. Depois de chupar e morder meu seio e os bicos, trocou de lado, chupando meu seio direito, massageando o outro.

A mão livre de Hoshi, adentrou minha calcinha, e, sem aviso prévio, me penetrou com dois dedos. Fazia movimentos circulares, e me penetrava como seu próprio pênis, para cima e para baixo. Puxei Hoshi pelas bochechas, beijando-o. Ele apenas retribuiu o beijo, massageando meu peito, enquanto a outra mão permanecia na minha intimidade.

— Hoshi… Eu… Eu vou… — sem conseguir terminar a frase, tive meu primeiro orgasmo durante a noite.

— Bem docinha. — levou os dedos até a boca, chupando-os para sentir meu gosto. E como ele ficava sexy fazendo aquilo. Sorriu safado e me beijou, enquanto eu tentava tirar sua calça, empurrando a para baixo com uma das mãos. Depois de certo esforço, com um pouco da ajuda do moreno, consegui tirar sua calça.

Coloquei a mão em cima de seu volume, acariciando-o levemente, vendo Hoshi arfar entre o beijo. Ele gemeu sôfrego, enfiando a própria mão dentro da cueca. Acariciei seu rosto, vendo abrir a boca e soltar leves gemidos, enquanto usava a destra para se masturbar. Sorri com a sofrência do moreno, empurrando-o para o lado, fiquei entre suas pernas e tirei sua cueca, beijando seu abdômen.

— Amor… — gemeu sôfrego, apertando os lençóis da cama.

— Você está tão vulnerável… — mordi seu lábio, voltando minha atenção para seu membro. E, mesmo sem experiência nenhuma, segurei desastrosamente seu membro, fazendo movimentos para cima e para baixo.

Seu membro estava com o pré gozo saindo em sua glande. Beijei a cabecinha de seu pênis, passando a língua em seguida, sem parar os movimentos no restante dos membro. Logo chupei a glande, enfiando o membro todo em minha boca, chupando-o lentamente, enquanto o que não cabia masturbava com a destra. A mão esquerda estava ocupada me mantendo equilibrada, caso contrário cairia.

Aos poucos, fui sentindo suas veias pulsando na minha boca, então em alguns minutos ele gozou, me pedindo entre gemidos para que eu engolisse tudo, e assim eu fiz. A cabecinhas de seu membro estava vermelhinha, enquanto as veias, que antes pulsavam, iam voltando ao normal.

— Hoshi, minha vez… — pedi manhosa, passando a ponta dos dedos no abs do moreno, que ainda se recuperava e respirava fundo.

— Para você é Daddy! — me repreendeu, batendo na minha bunda. Gemi abafado, apertando o lençol. O garoto me jogou para baixo, subindo em cima de mim. Quando senti sua respiração bater em minhas coxas, enquanto suas mãos separavam minhas pernas. — Vai gemer para mim, Sweety? — perguntou.

— Sweety? — perguntei gemendo, mas logo ele bateu na minha coxa. — Awn… Sim... Eu vou gemer para você, Daddy..

— Que bom. — sorriu. Tirou minha calcinha, logo depois começou a chupar minha intimidade, devagar e de forma gostosa.

Sua língua apressada entrava e saía da minha intimidade, fazendo movimentos circulares. Apanhei os cabelos de Hoshi, puxando alguns fios devagar, gemendo sôfrega. Depois de algum tempo, acabei gozando em sua boca.

— Docinha, minha Sweety… — ficou por cima de mim, acariciando minha bochecha.

Nos beijamos devagar, então no meio do beijo, Hoshi me penetrou devagarinho, com todo cuidado. Gemi abafado entre o beijo, arfando em seguida. Suas estocadas estavam lentas e fortes, me fazendo gemer por mais. Hoshi apenas acelerou os movimentos, indo mais fundo, mais rápido e mais forte, apertando minha cintura com força. Depois de tantos gemidos, tantas estocadas, tantos puxões de cabelo, chupões e beijos, eu gozei. Hoshi continuava me estocando, mas eu já sentia suas veias pulsando dentro de mim. Logo, ele gozou, respirando fundo, e, após sair de dentro de mim, caiu ao meu lado, cansado e suado.

— Amor… — chamei, sentindo o garoto me abraçar.

— Oi?

— Eu te amo muito… — falei baixinho, agora dando um selinho leve em seus lábios.

— Também te amo, Dolly. — beijou meus lábios, acariciando meus cabelos.

— Hoje você estava um verdadeiro Sex God, monstrinho. — falei, acariciando suas bochechas.

— Aí, eu te chamando de apelidos fofos e você me chama de monstrinho, monstrinha. — reclamou fazendo bico.

— Esse é o nosso apelido, monstrinho. — disse sorrindo, enquanto brincava com os seus cabelos.

— Aish, monstrinha! — fez bico.

— Viu, o apelido pegou. — falei rindo, ele apenas sorriu e me deu um selinho.

— Eu te amo, monstrinha. — falou, agora beijando minha testa.

Agarrei o corpo do Monstrinho, sentindo ele me fazer um cafuné gostoso. Logo o sono me pegou, fazendo com que eu fechasse os olhos e logo dormisse.


Notas Finais


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TT; @YuJinPark_____
IG; jeon_kim_boo_
Perfil do Spirit; @Jeon_Kim_Boo


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