História Humanstronics?-fnaf - Capítulo 11


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Categorias Five Nights at Freddy's
Personagens Bonnie the Bunny, Chica the Chicken, Foxy the Pirate, Freddy Fazbear, Golden Freddy, Springtrap
Visualizações 29
Palavras 1.272
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Sobrenatural, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 11 - Bônus 2- pq Vincent...é o Vincent?


Fanfic / Fanfiction Humanstronics?-fnaf - Capítulo 11 - Bônus 2- pq Vincent...é o Vincent?

6:30 da manhã. 

Essa hora, era a Hora do encontro que Vincent tinha marcado. Ao acordar, percebeu um certo...volume entre as pernas?

"_que merda e essa? Ah e você Phone..."


"_me deixa dormir quieto please..."

 

"_ah desculpa, eu vou ter que ir agora ok? Tenho um encontro."


"_já arrumou uma mulher? Que rápido."


"_encontro de negócios. Da pra tirar a perna?"


"_ah sorry"


Phone, tira a perna entre as pernas de Vincent. Se vira do outro lado da cama e dorme.


"_hm vamos lá..." Vincent, se levanta da cama e vai tomar seu banho. 

--Quebra-De-Tempo--->

Após tomar seu banho, vestiu seu uniforme de Guarda roxo,  e saiu de casa. Phone, acorda e começa a arrumar a cama. Depois, vai a sala e pega uma caixa de papelão escrito "Trabalho".


"_hm mais uma vez, vou procurar pistas. Primeiro, por essa caixa." ele abre a caixa e vasculha a mesma.


"_Papeis, cartazes... Jornais...Bonecos? Máscaras?! Lu-luvas?! Estiletes... Álcool, eu deveria estranhar? Não tem nada de útil aqui." ele mexe um pouco a caixa, e deixa cair uma fotografia que estava embaixo dela 


"_wow ele tem família, nem parece. Mas aqui só aparece uma linda mulher e um...bebê?"


A porta do quarto se abre sozinha

"_oi Phone guy, cheguei mais cedo hoje. Oque está fazendo?-"


"_Vincent?"


"_ONDE ARRUMOU ESSA FOTO?!"


"_debaixo dessa caixa-"


"me dá!" Vincent pega a fotografia e começa a Chorar, tendo que se apoiar na cama.

"_V-vin?"


"_C-cala a boca! Só...me deixa um pouquinho... Sniff..."


"..."


"…ahn..cof.."


"…"


"_an, passou... Eu devia ter rasgado essa porra."


"_Vincent... Posso?"


"_c-claro." Vin, entrega para Phone a foto, o mesmo senta do lado dele na cama e observa a imagem.


"…"


"_parece que...você precisa desabafar. "


"_acho que preciso mesmo..."


"…vem, deita."


"_Ahn? Ok." Vincent, encosta a cabeça no colo de Phone e se prepara para explicar.


"_pode começar."


"_ah vamos lá, sabe...essa mulher ai? Era uma grande amiga minha... Desde a infância, e eu...era apaixonado por ela! Não só paixão, eu amava ela...meu sonho era ter uma família com Emma.  Emma, virou uma guarda noturna como eu, trabalhamos juntos no mesmo Shopping. Ela acabou arrumando um ótimo emprego em uma cafeteria, nos separamos. Acontece que a Cafeteria foi fechada, por fofocas...várias fofocas rolavam sobre ela, pedofilia...estupros, tráfico... Assassinatos, Sadismos, Canibalismos, foram tantas fofocas no local que teve que ser fechada. Emma, tentou arrumar emprego em outro lugar, mas era como se a Cidade toda conhecesse o rosto dela, e soubessem de seu antigo trabalho. O único lugar que foi aceita, foi num...Bordel. Um dos motivos que admirava ela, era que nunca se rebaixava a tamanha humilhação. Nunca ia ser uma Garota da vida, ou uma ladra. Trabalhou de guarda do Bordel, mas...no Bordel, acabou se apaixonando por um cara, ela nem sabia o nome do ser. Mas achou ele muito bonito, e ele teve uma paixonite por ela também. Tão fraca...como queria ter agarrado ela, amado ela ao invés daquele cara...eles acabaram tento um caso, e pouco tempo depois, Emma estava Grávida.

As meninas do bordel cuidaram dela, e quando ela contou da sua gravidez ao cara, ele simplesmente sumiu. Largou ela de barriga, e ela meio que enlouqueceu. Acreditou que qualquer homem era inferior, filha da puta, e que ia criar seu bebê para que nunca se envolvesse com homens. Quando o bebê nasceu, ela me procurou. Eu de bom grado deixei ela na minha casa, queria criar a sua filha junto. Queria ser o Pai que ela deveria ter, mas...ela não deixou eu nem me aproximar do bebê.  "Você e meu amigo, mas é inferior a minha filha." dizia, arrumou três empregos, após seu repouso, claro. No Bordel de dia, na escola a tarde, e de noite num bar. Mas como trabalhava a mulher, comia no trabalho, tomava banho nesse meio tempo também, eu ajudei a mesma a cuidar da bebê. Eu que tinha mais tempo, ela juntou dinheiro suficiente, demorou muito. Comprou uma casinha muito pequena, só um quarto, cozinha na sala, e um banheiro. Tinha que encher a caixa de água, só uma cama, um sofá, um fogão...era bem pobrinho. Mas todo o resto, todo o dinheiro Era para sua amada filha. Um tempo se passou, e eu sem notícias dela. Seis ou cinco anos se passou, eu vejo o jornal e adivinha? Casa pega fogo. A senhorita Emma P., morreu no incêndio. Os vizinhos acreditam que, somente ela vivia na casa, e sua filha, Elizabeth, esta desaparecida. Meu mundo caiu, o amor da minha vida morreu. E nessa época, eu já tinha os humantronics e tudo, eu já estava bem mal da cabeça. Cinco minutos depois, uma garotinha de cinco ou seis bateu na minha porta, dizendo que sua mãe mandou ela vir aqui. Cabelos loiros-avermelhados, era Elizabeth. Segurando uma boneca de pano. Suja de cinza, filha da minha paixão. Ela perguntou se eu era seu pai, e por impulso disse que sim. Se eu a levasse a polícia, ia para um orfanato. Eu cuidei dela,minha Elizabeth. Mas...ela desapareceu. Sumiu, estava em meu quarto,brincando com uma boneca da Mangle,um projeto meu. E quando percebo, sumiu. Por exatamente um ano, e um ano depois... Achei você. Descobri que você estava pesquisando sobre mim, e queria jogar meu peso em você. Mas não posso te matar, nem torturar.mas não sei porquê, me sinto mais a vontade com você aqui."


"_…"


"_D-DESCULPA! FALEI D !"


"_Vincent,sobre os sequestros... Eu juro não contar a polícia. Eu te dou meu endereço, e tudo pra você me matar se eu falar."


"_J-jura?Obrigado-"


"_MAS!"


"_mas?"


"_Vincent. Você foi um filha da puta! Olha oque tu fez, eu não vou contar a Policia e nem agir por impulso, mas eu quero que você ao menos sinta remorso. Peça perdão, a aqueles que você fez mal. Eu prometo, te ajudar a encontrar sua amada filha, Elizabeth. "


"_Phone...caralho...v-você e tão legal."


"_obrigado. Agora..."


"_hm?"


"_eu posso sair de casa?"


"_c-claro,"


"_vem comigo?"


"_ok." Vincent se levanta, logo em seguida Phone. Os dois saem de casa e começam a caminhar pela rua.

---

"_hey Phone,"


"_sim Vincent?"


"_seu nome realmente é Phone? Ksks"


"_acredite se quiser, Phone Cawthon. Estranho né?"


"_nem tanto, na minha terceira Pizzaria, tem um cara que realmente se chama Phone Dude."


"_Puta jura? Ele e meio moreninho né? Fala na maioria das vezes por telefone né?"


"_sim? Conhece?"


"_meu primo.Quanto tempo não vejo ele, ele viajou pro Canadá e não manteve contato."


"_sério? Não sabia. E sem querer zoar, mas vocês tem nomes estranhos."


"_e tipo uma praga da família, minha mãe e minha tia, disseram que estavam com um mal presentimento. Foram numa vidente, e ela disse que se o nome dos primeiros filhos delas não tivessem "Phone", eles iriam morrer. Aconteceu a mesma coisa com meu tio, era para o seu nome ser "Its", mas minha vó de teimosia botou John. Ele morreu pois foi confundido com John erick, um bandido procurado."


"_wow interessante, onde esta seu país?"


"_no mar. Meu pai, Scott, além de dublador,sabia muito de configuração. Queria até criar um jogo de terror. Minha mãe, era marinheira, teve um filho com meu pai e cuidou de mim. Mas nunca contava o nome dela. Outra praga... Um dia antes em que você me sequestrou, nossa casa foi invadida e destruída. O barco afundou...os dois devem estar se deteriorando no mar."


"_que triste..."


"_nada, vida que segue. Não vou ficar chorando, fiquei até feliz. Agora sei que eles podem ficar em paz. Oque me preocupa e minha casa, agora não tenho lugar para ficar..."


"_sabe, se você quiser... Minha casa ta muito vazia. E isso vai poupar tempo sabe? Afinal vou precisar de ajuda para encontrar Elie, para ter coragem de pedir perdão..."


"_Jura?! Eu não to em condições de recusar hehe, não se preocupe, na minha bolsa tinha minhas roupas."


"_hehe, vai ser divertido"


"_então, qual é o nosso objetivo?"


"encontrar Elie, e o nosso. O meu, e pedir perdão. E o seu?"


"_mudar você."


"_acho que já conseguiu não?


"_nope. Você não esta na minha linha."


"_sei." Vincent, acende um cigarro.



Notas Finais


Hey :v


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