História Hunted by an Angel - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Jungkook, Namjin, Sobrenatural, Teenwolf!au, Vmin, Yaoi, Yoonseok
Visualizações 51
Palavras 2.739
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Fluffy, Lemon, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


olá!! bom, eu pensei em atualizar toda semana, mas descobri que isso ficaria complicado pra mim...

ainda não sei como vai rolar o esquema, mas vou me esforçar o máximo pra não demorar

tá, tá, chega de falação... boa leitura!!

Capítulo 3 - III. past connections


Fanfic / Fanfiction Hunted by an Angel - Capítulo 3 - III. past connections

❥ Park Jimin.

 Ordinariamente eu sempre hesitei em crer nas mais variadas histórias mitológicas que meu pai teimava em contar-me. A sala do apartamento que dividíamos era repleta de livros e temas relacionados, os quais eu não entendia absolutamente nada. No entanto o que me intrigava naquele momento, em específico, era o conto preferido de meu pai, justamente o que mais se assemelhava ao seu trabalho e que ele fiava-se plenamente…

“Licaão, após abandonar a vida selvagem que tinha, tornou-se um homem culto e extremamente religioso. Ao fundar sua cidade, construiu um altar para Zeus. Porém seu fanatismo religioso o levou a realizar sacrifícios humanos, fazendo com que todo o respeito que havia conquistado durante a vida, se esvaísse.

Zeus, ao saber das práticas de Licaão, desenvolveu repulso por elas. Disfarçando-se de peregrino, foi até seu palácio em busca de hospedagem. Embora Licaão estivesse disposto a sacrificar o visitante, por meio de um sinal, foi alertado de que aquele homem poderia ser um dos deuses do Olimpo. Como era preciso se certificar disso, o rei teve a ideia de servir ao hóspede a carne de um dos escravos.

Furioso ao descobrir, Zeus puniu Licaão, transformando-o em lobo e incendiando seu palácio. Diante do acontecido, o homem não podia mais voltar a sua forma humana. Contudo, um relato dizia que os celtas haviam descoberto uma forma para que isso acontecesse. Não era um ritual definitivo, porém, se aperfeiçoado, tais seres poderiam controlar quando estariam na forma humana ou animal. Tudo isso meramente repetindo a seguinte sentença: O sol, a lua e a verdade.”

— Jiminnie? Você está me escutando? — O timbre espalhafatoso de Jung Hoseok trouxe-me novamente à realidade. Inclinei a cabeça em sua direção já assentindo, mesmo que não fizesse a mínima ideia do assunto que o garoto tratava. — Então o que eu disse?

— Você estava falando… Hã… —Prolonguei o valor fonético da última palavra enquanto buscava alguma única pista na minha memória.

— Ya! Eu sabia que você estava mais aéreo que o normal hoje… — Hobi andou até a cama e se jogou ao meu lado, cutucando minha cintura com os dedos indicadores. — Sobre o que estava pensando, hein? Park Jimin está apaixonado, será?

— Não seja bobo, hyung. — Manifestei após um breve instante de risadas. — Seria muito melhor se fosse tão simples… Sabe, eu descobri que meu pai aprisiona pessoas inocentes… — Hoseok formou uma expressão de espanto e desgosto na face bem desenhada que possuía.

— Como você pode dizer uma coisa dessas? Inocentes, Jimin? E… Você só soube disso agora?

Minha relação com meu melhor amigo era totalmente transparente. Ambos não deixavam nada pendente um com o outro. Nós seguíamos o acordo da sexta série com unhas e dentes, como se dependêssemos daquilo para nossas vidas. "Amigos não mentem". Jung, também em virtude de seus problemas pessoais, era o único fora do circulo de contatos da área que tinha total consciência do trabalho de meu pai. O aspecto mais imprudente era que ele o apoiava.

— Você diz isso porque não esteve lá. Hobi, são pessoas como nós. Garotos com a nossa idade, provavelmente. Isso não se faz… Como as famílias deles devem estar se sentindo? — Eu gesticulava com as mãos enquanto contava-lhe com a voz falha.

— Não, não são como nós! Eles são assassinos... Todos eles. Você definitivamente não prestou atenção no que eu disse antes, né? — Bufou e se levantou da cama, permitindo que os fios ruivos caíssem sobre os olhos. — Jimin, seu pai encontrou mais provas e tudo nos leva para aquelas malditas criaturas. Ele está me ajudando nisso e… Você deveria fazer o mesmo! Por que não para e se pergunta como eu me sinto? — Soltei um suspiro ao ouvir as palavras que meu amigo pronunciava com rapidez e anuí.

— Me desculpe hyung, eu realmente esqueci que isso ainda mexe muito com você… Estou sendo um egoísta. — Posicionei-me de pé também, abraçando Hoseok em um gesto de carinho e arrependimento. Enlacei sua cintura e apertei o corpo do mais velho contra o meu. Hobi não levava uma vida florida como parecia, ele dispunha de seus impasses, os quais eu deveria respeitar e me conter com certos argumentos impensados.

— Tá, tudo bem… Você, de qualquer jeito, tem um coração imenso. — Deu de ombros e  retribuiu o abraço. O sorriso que agora estampava seu rosto deixava os belos dentes à mostra. — Enfim, vamos comer alguma coisa, estou morrendo de fome…

Minha mente já viajava outra vez. Não era admissível que eu não conhecesse o outro lado de meu respectivo pai. Sua carência empática e a forma insensível que tratava aqueles garotos era surreal. Como entrara escondido no subsolo, até aquele momento tive que fingir que nada havia mudado e continuar auxiliando meu pai nos afazeres (contra minha vontade).

Eu sabia de toda a história de Hoseok, sabia de todos os relatos de meu pai, contudo algo ainda me predia a acreditar que aqueles quatro enclausurados não fizeram nada para merecer a inexistência de liberdade. Que a espécie deles, em geral, não possuía a menor culpa naquilo tudo, eles não tinham culpa de ser assim. Pelo que pesquisara tempos atrás, a maioria não escolhe isso para si, simplesmente acontece. Um exemplo disso é o conto de Licaão. Entretanto, o que eu poderia fazer? Não desejava trair a confiança de meu pai, isso apenas tornaria mais difícil a aceitação dele com o meu, de fato, “emprego dos sonhos”. Eu também não podia deixá-lo usufruir dos garotos como bem quisesse, fazendo-os de gato e sapato. Resumindo: encontrava-me em uma enrascada. Aish, seria tão mais fácil se eu estivesse morando com minha mãe.

—❥❥❥—

— Filho, o que acha de inaugurar a nova experiência junto comigo? Sinto que leva jeito…

Meu pai, após buscar-me na casa de Hoseok, dirigiu até sua área de trabalho, a qual anteriormente eu acreditava ser somente nossa “casa de férias”. Naquele momento, o mesmo destrancava as portas do laboratório. Parecia demasiadamente otimista, o que me preocupava.

— Pode ser. Como funciona? — Encolhi os ombros em demonstração de indiferença. Para dizer bem a verdade, eu não estava nem um pouco motivado em ajudá-lo — o que já era de se esperar. Ao adentrarmos o local, o cheiro de limpeza fez-se presente.

— Ah, é complicado. Vamos sentar. — O mais velho jogou as chaves sobre a mesa e puxou duas cadeiras para nós. O aposento dispunha de qualquer tipo de objetos e necessidades, até os quais nunca se imaginaria. — Seu amigo provavelmente te contou que eu estou o ajudando, não é?

— Sim, ele comentou. Mas, sinceramente? Não estou entendendo nada, por que o Hobi voltou com essa história de repente? Bem que o senhor podia explicar tudo isso com muita calma…

— Bom, pouco tempo atrás apareceu uma testemunha do incidente e, logicamente, eu entrei em ação quando soube com o que estávamos lidando. Mas ainda sim temos que manter isso apenas entre nós. A espectadora estava apreensiva, motivo de não ter aberto a boca antes. Também por achar que não acreditariam nela ao contar o que seus olhos presenciaram. Mas, a mulher o descreveu: Alto, sexo masculino, cabelos tingidos em cores artificiais, jovem (por volta de vinte anos) e… No lugar dos caninos, tinha presas.

— Tá, mas qual é a ligação disso com os quatro ga… — Tapei a boca com as mãos e arregalei os olhos. Fodeu. Sempre com essa mania de falar demais, Park Jimin. — P-pai, eu-

— Jimin, você foi ver o subsolo, não foi? — Meu parente de primeiro grau desmanchou-se em uma risada alta, qual me fez estranhar. Ele não ficara bravo como eu esperava, pelo contrário. — Eu sabia que isso ia acontecer. Você realmente achou que me enganaria, filho?

— Você me deixou curioso…

— Eu fiz isso de propósito. Além disso, acha que seria tão fácil entrar lá sem que eu soubesse? Não importa, vamos continuar… — Cessou as risadas e pigarreou antes de dar continuidade ao discurso. — Desde o começo do novo projeto eu precisaria de cobaias, consequentemente precisaria “sequestrar” alguns deles. Então pensei, por que não juntar os dois problemas em um só? A experiência consiste em conseguir ver os fatores mais importantes do passado de algúem, podendo descobrir cada detalhe, já que o indivíduo estará inconsciente.

— É como se você, em vez de sequestrar qualquer “lobisomem”, os selecionasse dentro dos padrões da testemunha de Hobi e o usasse?

— Sim. Vendo o passado deles, além de descobrir suas fraquezas e medos, que convenhamos, é o ponto mais importante para mim, posso saber se tiveram alguma ligação com o caso de Jung Hoseok. Uma mão lava a outra.

— Como pensou em tudo isso sozinho? — Indaguei, desejando transparecer interesse. Admitia que aquilo foi extremamente bem pensado, entretanto seria mais oportuno se, para isso, não fosse preciso castigar os inocentes. Meu pai não dispunha desse pensamento. Para ele, mesmo que os quatro aprisionados não usufruíssem de históricos criminais, continuavam sendo monstros, continuavam sendo assassinos. — Mas pai, a testemunha não disse que o suspeito era alto? Por que tem um garoto da minha altura preso lá? — Questionei ao lembrar-me do indivíduo que tentara me provocar.

— Isso é uma outra história, você só precisa saber que ele também é suspeito. E… Por coincidência, Min será o primeiro. Vamos começar.

Junto com meu pai, desci até o subsolo da casa de cabeça baixa. Eu definitivamente não queria que eles pensassem que eu fazia parte daquilo. Chung-hee carregava um instrumento farmacêutico em mãos, semelhante a uma seringa. Dentro dela, aquela líquido arroxeado que meu pai tanto utilizava.

— Quer passear um pouco, Yoongi? — O tom de voz frio do grisalho e mudança drástica de tratamento, assustou-me. Ele abriu a cela do moreno e sem nem aguardar por uma reação, aplicou o fluido viscoso no pescoço de Yoongi. Antes de cair no chão desacordado, o garoto se contorceu de dor enquanto soltava gemidos sôfregos. — Já vão decidindo quem vai ser o próximo.

—❥❥❥—

O garoto permanecia amarrado em uma cadeira similar à de clínicas dentárias. Diversos fios acoplavam-se ao seu redor e, logo do lado, existia uma pequena telinha onde seriam reproduzidas as lembranças e imagens de sua mente. Era muita tecnologia para um território só. E, com um mero clique, o aparelho ligou.

Meus olhos estavam imersos nas cenas que apareciam sucessivamente na tela, como um breve filme prestes a ser iniciado. E de fato iniciou…

“Min, com seus quatorze anos de idade, dormia sereno em sua residência. Mal sabia ele que, naquele anoitecer em específico, sua vida viraria do avesso. Hoje em dia, não lembra-se de praticamente nada, quem foi o causador de tudo ou até mesmo o que ocorreu. A verdade é que o pequeno Yoongi foi fruto de uma experiência científica de transformação. Queriam o converter em um lobisomem. Tudo era novo demais para os seres humanos, portanto testes e mais testes foram planejados e realizados sem o consentimento de viáveis danificações. Após meses mantendo o garotinho refém, um último procedimento foi efetuado. Fracasso. Foi dessa maneira que intitularam Min. Batimentos fracos e respiração vagorosa, ele já estava considerado morto. Em vista disso, os impiedosos jogaram-no na rua. O baixinho realmente morreria se prorrogasse seu prazo ali. Talvez por um milagre, uma mulher – seguida por uma criança alguns anos mais jovem que Yoongi — parou para ajudá-lo. Essas mesmas almas caridosas que o levaram até um hospital e fizeram companhia até os médicos conseguirem contato com os pais do garoto – quais estavam imensamente preocupados. Min seria eternamente grato à essas pessoas que salvaram a sua vida, uma vida a qual estava fadado a conviver com as futuras consequências que os "cientistas" pensavam estarem sem eficácia no corpo do menino. Nada seria do mesmo jeito."

Subitamente senti vontade de chorar. Caçadores fizeram aquilo com ele e, agora, o pobre indivíduo passava por tudo novamente. Não pude reconhecer a mulher que o salvara por conta da péssima qualidade, porém eu a admirava tanto quanto Yoongi devia fazê-lo. Meu pai explicara que o aparelho podia mostrar somente os momentos mais impactantes da vida de alguém, os que mais eram temidos e tensos. Ele era inocente e ainda pagava por algo que foi vítima no passado, aquilo não estava certo.

— Pai, já que não teve nada suspeito… Vai soltar ele?

— Jimin, você é muito apressadinho. — Balançou a cabeça para os lado e lançou uma risada sarcástica no ar. — Descobrimos que ele não tem conexões passadas com o caso de Hoseok, mas agora preciso resolver o meu problema. E ah, meu filho, acredite se quiser… Esse é bem mais complicado.

Eu estava pouco me fodendo para os inúmeros trabalhos e promessas de meu pai para com a cidade de Seul. Já havia tomado uma decisão… Nem que me custasse a confiança de Park Chung-hee para sempre, eu iria ajudar aqueles garotos.

 

❥ Kim Namjoon.

 — Eu vou morrer de tédio aqui dentro. — Taehyung choramingou e jogou-se na cama. — Por favor, será que alguém pode conversar comigo? Yoongi hyung…

— Fica quieto e dorme, moleque. — Deixei que uma fraca risada escapasse pelos meus lábios com a resposta autoritária e impaciente do mais baixo. Min definitivamente não era uma pessoa fria dessa forma. Nós não sabiamos o motivo da saída repentina de Yoongi, porém todos assustaram-se e também não ousaram perguntar quando o mesmo voltou. Se eu fosse Taehyung, deixava-o em paz.

— Não estou com sono. Namjoon hyung…? — Apenas neguei com a cabeça e segui seus movimentos com uma careta.

— Jungkook...

— Nem começa. — O castanho, rejeitado por todos mais uma vez, bufou alto, virando de bruços no colchão. Kim desde que chegou demonstrara ser uma pessoa bastante elétrica, mas estávamos presos. Acredito que alguém tenha esquecido de lhe avisar sobre esse detalhe.

Como era de se esperar, eu quem assumia o posto de bom samaritano e passava horas conversando com Taehyung. Contudo, naquele momento, não estava sentindo-me muito bem para papear e ouvir suas diversas histórias de vida no exterior (por mais que eu me interessasse nesse assunto em específico). Múltiplos assuntos rodavam em minha cabeça e eu só queria um tempo para organizá-los. Seokjin, o trabalho, minha família… Ah, minha família.

Por causa dela eu faço parte de uma espécie tão procurada hoje em dia. Ambos os meus pais eram lobisomens ao decidirem ter um filho. Sendo assim, como nas suposições, a criança nasceria com um de seus sentidos mais aguçados que os outros. Essa era a explicação rápida para a cura surpreendentemente mais veloz que meu corpo proporcionava-me em qualquer ocasião de ferimentos.

— Jungkook! Você é um alfa, né? — Kim gritou, parecendo ter se recordado de algo de última hora. O mais novo ajeitou seu corpo na cama de frente para o espaçamento de Jeon. — Nós podemos formar uma alcateia! Olha só, somos quatro. Se Jungkook aceitasse, poderiamos dar uma jeito de sair.

— O que você tem na cabeça, Taehyung?  Só pode ser merda. É claro que uma alcateia deixa todos do grupo mais fortes e experientes, mas não o suficiente para sair desse lugar. — Jeon retrucou em tom de obviedade e revirou os olhos, dando as costas para o outro.

— Por que vocês parecem nem se importar com isso? Eu só queria viver a minha vida fora de uma gaiola inútil… — Deixei de delirar, passando a prestar atenção no Kim desesperado na cela da frente.

— Vocês vão sair daqui. — Uma voz diferenciada, levemente mais fina, recheou a zona de repercução. Como ninguém percebera que alguém se aproximava? — Mas, para isso, vão mesmo precisar de uma matilha. — Aquele mesmo garoto loiro terminou de descer as escadas, os braços colados ao lado do corpo e a insegurança transparente em suas orbes castanhas.

— O que o filho de Chung-hee quer dizer com isso? — Debochou Min com uma risada de escárnio.

Percebi os olhos de Taehyung brilharem e um grande sorriso invadir seus lábios ao ouvir o outro dissertar. Revirei os olhos. Ele certamente já estava se imaginando livre das grades outra vez, fazendo qualquer coisa que tivesse vontade. Isso que não completara nem uma semana desde que foi capturado.

— O sangue pode ser o mesmo, mas você se impressionaria com  o modo de pensar tão distinto.


Notas Finais


eu, de fato, espero que vocês estejam gostando ou pelo menos acompanhando, porque as vezes eu reviso e penso...

hmm, isso não tá como eu gostaria

mas... que comecem as interações!! até a próxima xuxus


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