História Hunter x Hunter Little Loves Storys. - Capítulo 29


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Categorias Hunter x Hunter
Personagens Alluka Zoldyck, Biscuit Krueger, Gon Freecss, Hisoka, Illumi Zoldyck, Kalluto Zoldyck, Killua Zoldyck, Kurapika, Leorio Paradinight
Visualizações 46
Palavras 931
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Lemon, Luta, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Spoilers, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 29 - Um estranho pedido


Fanfic / Fanfiction Hunter x Hunter Little Loves Storys. - Capítulo 29 - Um estranho pedido

POV Kurapika

 

 Eu chego e me sento ao lado de onde Gon dormia tranquilamente, seguro a mão do adormecido e digo com o coração partido:

 

– Gon... o Killua foi... achei que deveria saber... mas... não precisa se preocupar ou ficar chateado... eu tenho certeza que ele foi procurar... algum modo de te salvar....

 

 Digo, minha voz saiu fraca e cansada. Então Léorio entra segurando algumas flores:

 

– Oh... oi Kurapika...

 

 Eu não consegui responder, apenas puxo uma cadeira para Leório se sentar junto a mim. A um silêncio. Um silêncio que que dizia tudo. Um silêncio que mostrava a dor sem palavras. O único som era a respiração pesada de Gon:

 

– Eu achei... essa carta.

 

 Eu entrego a carta para Leorio que lê em voz alta:

 

– “Kurapika e Leório.

Provavelmente já notaram que fui embora. Mas, acreditem ou não, isso será pelo bem de Gon. Não posso contar detalhadamente, mas saibam que fui buscar uma pessoa que vai curar Gon com certeza. Caso eu não volte... pensem que cai nas garras de minha família novamente, e queimem essa carta. 

Eu... vou voltar. Eu PRECISO voltar. 

Cuidem de Gon até lá.

~Killua”

 

Novamente, o silêncio preenche a sala:

 

– Como assim... “caso não volte”...?

 

 Pergunta Leório me fitando com seus olhos tristes e cansados:

 

– Ele vai voltar. O mesmo disse... ele PRECISA voltar.

 

 Gon vem recebendo muitas visitas, até mesmo Ranzo veio para vê-lo. Todos falam com ele, na esperança que o mesmo acorde. No meio  disso tudo, os mais tristes eram Killua, e Mito a mãe adotiva de Gon.  Nas poucas vezes que conversei com ela, a mesma ignorava ou apensa acenava a cabeça. Estava melancólica e devastada com o estado de Gon. E ela não era a única. “Espero que Killua esteja bem... será que ele vai ligar de volta...?” Penso, vendo milhares de chamadas perdidas “... eu... não quero perder... minha família de novo...”

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POV Killua

 

 Eu olhava para Okumura, que estava de joelhos no chão chorando “Não posso deixar ele aqui... posso...? Aaah! Gon... o que você faria..?” Penso hesitando em ir embora e deixar o garoto ali. Por algum motivo tolo, não queria apenas abandoná-lo... não podia apenas abandoná-lo. Algo me dizia que... ele estava em risco, ou até mesmo eu:

 

– Akise... você disse... “mágico” agora pouco... a quem você se referiu?

 

– Um palhaço. Ele que me deu a sua localização...

 

 Akise me fita, eu sabia exatamente quem era:

 

– Hisoka... quer dizer... que Illumi não quer que eu chegue a Alluka...

 

– Quem?

 

 Pergunta Akise, enquanto se levantava e limpava os últimos resquícios de lágrimas:

 

– Pensei alto.

 

– Killua... não minta para mim. Só porque o deixei viver não quer dizer que somos amiguinhos, ou algo do tipo. Ainda odeio sua família.

 

 Diz, ele me fitando. Seus olhos brilhavam em ódio, e ele me encarava esperando respostas:

 

– Acho que armaram, para mim. Só isso. Esse palhaço, é um... digamos aliado, de um de meus irmãos...

 

 Akise parece ficar chocado:

 

– Então... eu fui apenas uma marionete idiota..?

 

 O tom de Akise era de frustração, e desespero de certo ponto. Avia caído a sua ficha, de que ele não passou de uma mera peça:

 

– Sinto... muito Killua...

 

Ele se levanta, seus olhos baixos e cansados,eram notáveis, assim como as lágrimas que ele não podia, e nem deveria conter. Então Akise se levanta mais revigorado, e me encara. Seus olhos eram... determinados... lembravam os de Gon:

 

– Killua, por favor, deixe eu lhe ajudar a chegar em seu destino, para me redimir.

 

– A... Okumura, não é necessá-

 

– Por favor! 

 

  Ele me fita, seus olhos tingidos por mel, estavam mais determinados que nunca. “... Gon...” aquele olhar, era muito parecido, diria até mesmo igual, ao de Gon. Então eu acabo amolecendo:

 

– Ok... você pode vir.

 

 Eu olho para o lado meio sem graça “Ele pode ser peso morto... aaah...” eu me viro de costas para o mesmo:

 

– Vamos... o trem não deve estar muito longe.

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POV Hisoka

 

Illumi e eu estávamos em um zepelim, e mesmo sendo muito lotado, o local não era muito desagradável, na verdade o ambiente era ótimo, as risadas o cheiro de champanhe e vinho... Illu, logo volta com dois copos de cerveja, e o mesmo se senta junto à mim:

 

– Hisoka, tem certeza que este garoto vai deter Killu?

 

 Illumi, estava consideravelmente inquieto. Provavelmente, após sua discussão em sua casa, deveria ter questionado novamente minha lealdade com o mesmo:

 

– Está realmente inquieto em Illu? Acredite em mim... Okumura é muito bom no que faz.

 

– Okumura...?

 

 Eu sorrio para o moreno:

 

– O nome lhe é familiar? Pois é, a família Okumura... muito conhecida pelo que faz.

 

 Illumi para, me encara por um segundo, e depois da um leve sorriso enquanto coloca seus cabelos negros atrás da orelha:

 

– Entendo... estou lhe devendo certo? Oque você deseja afinal? 

 

Eu sorrio, e rapidamente roubo um beijo de Illu, que me olha surpreso, e mesmo que pouco, posso ver seu rosto corar levemente:

 

– Quer saber o que desejo? Eu desejo... poder ser seu aliado... pela eternidade <3.

 

 Eu sorrio e puxo a mão direita de Illu, colocando uma aliança dourada na mesma. Illu me olha, dessa vez muito corado, então ri em tom de leve deboche:

 

– Hisoka... isso parecia um pedido de casamento. Mas, acho que posso cumprir.

 

 Eu sorrio, então mostro minha mão direita onde avia a outra aliança:

 

– TA-DA!

 

 Ele sorri, então se levanta percebendo que estávamos pousando:

 

– Hora do serviço, se me permite.

 

– É claro! Adoro assistir...

 

 Digo sorrindo, enquanto o moreno deslizava suas garras nas gargantas de todos os presentes ali: 

– Esplêndido <3!

 

 

 

 

 

 

 



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