História Hunter x Hunter Little Loves Storys. - Capítulo 47


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Categorias Hunter x Hunter
Personagens Alluka Zoldyck, Biscuit Krueger, Gon Freecss, Hisoka, Illumi Zoldyck, Kalluto Zoldyck, Killua Zoldyck, Kurapika, Leorio Paradinight
Tags Coisinhas Kawaii, Hisoillu, Killugon, Leopika
Visualizações 99
Palavras 1.239
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Lemon, Luta, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Spoilers, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Gente... só pra avisar a todos os leitores... antes de que alguns já venham me ameaçar com seus forcados... T-T saibam que depois o Gon vai descer o K7 no Akise... tá...? Por favor não me odeiem por causa desse capítulo... T^T
(E pelo que li, a BlueLuisa12345-San tmb vai descer o K7 no Akise...)

Capítulo 47 - ... dia 1...


Fanfic / Fanfiction Hunter x Hunter Little Loves Storys. - Capítulo 47 - ... dia 1...

POV Killua

 

 Eu lentamente acordo... nem me lembro de ter adormecido. Tento fixar meus olhos... mas não consigo. Estava tudo escuro, não conseguia enxergar nada. “... Mas... o que...?” Eu tento forçar meus sentidos ao máximo... não vejo nada, não escuto nada, não sinto nenhum cheiro. As únicas coisas que podia sentir... era que avia algum tipo de metal preso aos meus meus pulsos... se não estava enganado eram algemas. Eu sinto que avia algo frio que tocava minha cabeça, e noto que rápidas gotas de água gelada pingavam sem parar em minha cabeça. Eu tento me mover, porém não sinto minhas pernas. “... Onde... quando...?” Meus pensamentos estavam totalmente embaralhados. A última coisa de que me lembrava era de estar conversando com Akise...? Então finalmente consigo escutar algo além de minha respiração abafada:

 

– Acordou?

 

 Uma voz calma, que me faz me arrepiar... uma voz familiar:

 

– Akise...?

 

 Minha voz estava muito rouca, e quase inaudível. Então sinto que o mesmo estava tocando meu braço:

 

– Haya, heya... Como está?

 

 De repente, a luz ligou e pude notar o quão perto Akise estava de mim. Estávamos em... uma sala totalmente branca, no meio avia uma espécie de mesa de metal... cheia de “ferramentas”. Akise estava a alguns sentimentos de distância, me fitando. Sorrindo como sempre. “... Odeio... esse sorriso de merda.”:

 

– Você estava chorando muito sabia? Foi divertido...

 

– Chorando...?

 

 Akise sorri para mim, enquanto se levantava e tomava um pouco de distância, indo em direção à mesa de metal:

 

– Sim... você acreditou fácil em mim quando eu disse que Gon estava “morto”!

 

 Aquelas palavras me fizeram lembrar. Eu avia me encontrado com Akise, o mesmo falou pra mim que Gon estava morto... e... eu acreditei...? Eu olho para o chão. “Por que... por que acreditei...?”:

 

– Ei, Killua, sabia que nessa sala... eu era torturado quando tinha sua idade?

 

 Eu novamente olho para Akise, agora ele estava mexendo com uma seringa, que avia pegado da mesa, estava a enchendo com uma espécie de líquido transparente:

 

– Éramos em 8 irmãos...

 

 Ele para por um segundo, então se vira e me fita:

 

– Sabe... que existe uma diferença entre nossas famílias. A Okumura sempre era rebaixada como a 2º melhor família de assassinos... então, minha mãe... ficou muito irritada. E começou a usar... torturas e técnicas mais avançadas em mim e meus irmãos... mais avançadas que as técnicas dos Zoldyck.

 

 Eu arregalo os olhos “Isso é impossível...!” Era muito difícil imaginar, coisas piores do que o que aviam feito comigo ou com qualquer outro de meus irmãos, aquelas palavras me deixaram com muito medo... por mais que tentasse me acalmar... era assustadoramente inevitável pensar em algo pior... do que minha família já avia feito comigo...:

 

– Então... a família foi diminuindo. Os 2 primeiros que morreram por não aguentar... foram Kuro e Saiki, os gêmeos... tinham 13 anos. Depois disso foi a vez de minha irmã mais velha, Sachiko de 25 anos. Kitsuky meu irmão de 17 também não suportou. Sobraram quatro. Eu, Mei, Maiko e Hiroki.

 

 Ele olha para a seringa:

 

– Hiroki fugiu de casa... não queria viver aquela vida... mamãe disse que ele era fraco... Mei mesmo muito nova sempre foi muito dedicada no seu trabalho... já Maiko adorava o assassinato... adorava tanto... que criou isso daqui.

 

 Akise aponta para a seringa, e vem lentamente em minha direção:

 

– A família Okumura assim como a sua família... era imune a todos os venenos conhecidos... Maiko, criou essa... espécie de droga... usando o próprio nen... ela morreu para criar isso aqui sabia...? Eu e Mei fomos a cobaias para testar essa coisinha aqui. “Kukyo No Shi”, foi assim que minha irmã batizou... Essa coisa... é como um laxante, porém muito mais forte.

 

 Ele se agacha, ficando novamente centímetros de distância:

 

– Mas... só consegue penetrar um lugar...

 

 Ele me mostra a língua, e naquele mesmo momento eu acabo entrando em pânico:

 

– Sai...! SAIA DE PERTO DE MIM!!

 

 Eu não sabia exatamente o porque estava com tanto medo... talvez fosse pelo fato de imaginar algo pior do que qualquer coisa que minha família já avia colocado em mim, ou talvez fosse pelo fato de que não gostava de agulhas entrando em mim. Eu tento me soltar de todos os modos possíveis “T... TENHO QUE SAI R DAQUI..!!!!”

 

– Hahaha! Se acalme...

 

 O mesmo sorri enquanto coloca seus dedos em minha boca:

 

– Ve se relaxa... daqui a pouco... você não vai precisar pensar mais em nada...

 

– PA... PAR... E!!!

 

– Shh...

 

 Ele segura minha língua, e eu tento freneticamente pará-lo “MERDA... MERDA... MERDA!!!!”:

 

– Shh... se acalme...!

 

 A agulha lentamente penetra... e eu sinto uma terrível dor... “QU... QUENTE....!! ARD.......... ARDE...!!!!!!”:

 

–... AH... WAAAAAAHHHHH!!!!!!!!!!!!!!!!

.

 

.

 

.

 

POV Akise

 

 Killua berrava, se contorcendo loucamente:

 

– Hahahahaha! Eu lembro dessa reação! Comigo era igual!

 

 Eu o prenso contra a parede... e aperto seu pescoço para o mesmo perder o ar e parar de se contorcer:

 

– ... P........ par............. ............ doi........................... G............ Go....... Gon..........!

 

 Eu arregalo os olhos “... Ainda consegue falar...?! Que garoto incrível!” Eu me aproximo do mesmo. E o fosso me fitar:

 

– Escute... esqueça tudo.... não pense em mais nada... apenas... se concentre no que vou lhe dizer... se concentre no presente....

 

 Eu lhe dou um longo beijo, e então ele finalmente se cala por completo.

 

 Eu lentamente desço até seu pescoço:

 

– ... Que... que cheiro bom!

 

Eu lambo seu pescoço, e o puxo para mais perto:

 

– Killua... me diz uma coisa...?

 

Agora eu o abraçava com força enquanto lentamente cheirava seu pescoço, sua respiração abafada me deixava mais animado com tudo aquilo:

 

–... Você... amaria alguém como eu?

 

 Eu lhe dou uma leve mordida, apenas o provocando então o mesmo parece tentar dizer algo, mas o “laxante” já avia feito efeito totalmente. Eu chego próximo ao ouvido de Killua:

 

– ... Certo, certo... vamos começar...

 

 Eu cochicho baixinho para o garoto, falando bem lentamente para que cada palavra minha penetrasse fundo em seu consciente e permanecesse lá:

 

–... Seja mais aberto a sugestões...

 

 Eu o aperto com mais força fazendo com que Killua perdesse o ar. Então continuo:

 

–... Obedece sua família viu...?... Você é uma peça é um assassino... nada mais...

 

 Respiro fundo... acho que estava me animando mais do que deveria. Mas não ligo muito para isso então continuo:

 

–... Você tem que fazer o que eles te pedem... é sua obrigação...

 

 Killua respirava de forma cada vez mais abafada, me fazendo enlouquecer. Então eu o fito, seus olhos vazios, um tom azul de completo desespero. Eu não consigo me conter, e novamente lhe dou um beijo...:

 

–...... P..... par..................... e..... eu............. implor......

 

A voz fraca de Killua soa, então percebo que o mesmo ainda tem alguma consciência. Posso ver seus dedos se movendo como se o mesmo fizesse força, para sair daquela posição:

 

–... Hahaha... que fofo...

 

 Eu lhe dou um beijo de língua, então o mesmo para:

 

– Killua... não fique preocupado... vamos nos divertir muito nessas duas semanas... e quando você for embora daqui... não vai precisar se preocupar com mais nada... te garanto que... sua família fará um bom uso de você...!

 

 Eu sorrio de modo ganancioso para o mesmo, que estava totalmente inexpressivo.

 

.

 

 

.

 

 

.

 

 

POV Killua

 

“..............” eu... não estava sentindo nada.... é minha consciência ficava cada vez mais distante... e tudo que posso sentir... era uma sensação... quente... uma sensação.... boa...? A voz de Akise parecia lentamente me levar embora.... e seu olhos dourados sedutores... me sugavam lentamente... até não sobrar mais nada.


Notas Finais


Akise: Huhuhuhu...

Killua: Autora... sua desprezível... vou te matar

Autora: NÃO INSENTIVE OS LEITORESSS T^T


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