História Hunter's Twins (Gêmeas Caçadoras) - Capítulo 17


Escrita por: e _jupiter

Postado
Categorias Hunter x Hunter
Personagens Gon Freecss, Hisoka, Illumi Zoldyck, Isaac Netero, Killua Zoldyck, Kurapika, Leorio Paradinight, Personagens Originais
Tags Gon, Hentai, Hisoka, Hunter X Hunter, Illumi, Killua, Kurapika
Visualizações 112
Palavras 1.283
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 17 - Tanto forte, quanto sádico


POV's Mai Izumi

Eu e a nee-san nos despedimos dos meninos e logo partimos para outra direção. Andamos normalmente, de maneira lenta, e aparentavamos estar distraídas e tranquilas. Mas na verdade, estávamos alerta. A nee-san começou a assoviar e balançar a cabeça. Eu logo entendi e estava a ponto de me fingir de machucada. Tropecei de propósito quando estávamos em um lugar cheio de folhas, então não me machuquei, mas fingi torcer o tornozelo.

- Nee-san! Meus tornozelo dói, acho que torci ele. - Ela imediatamente fingiu estar preocupada e se jogou no chão, literalmente.

Globo, você não sabe o que tá perdendo.

- Mai! Poxa, presta mais atenção!

- Desculpe, nee-san.

Ela me levantou e me colocou sobre os ombros. Sentimos então, a presença ficar mais forte, ou seja, estava se aproximando. A nee-san, sendo a mais veloz de nós, rapidamente foi atrás dele, e eu impulsionei com força para alcança-los, visto que ele velozmente fugiu.

Seguimos ele, por algumas horas, passamos por terrenos lisos, desnivelados e até mesmo arenoso. No fim, a presença dele sumiu e não o vimos e estamos em um local desconhecido. Uma pequena vila dentro de uma floresta, e todos nos olhavam estranho.

- Tsk! Desgraçado! - Minha irmã socou a parede, ardendo de raiva. Ainda bem que quem tem super força sou eu, mas devo admitir, também estou com muita raiva.

- Calma, nee-san, vamos descansar. - Eu coloco a mão no ombro dela e ela pega na minha mão, me levando para o meio daquela vila.

- Aqui deve ter alguma pousada. Você se cansou muito para alcançar eu e essa pessoa, então primeiro vamos comer e descansar, principalmente você. - E, de novo, a nee-san me coloca em primeiro lugar. Ela está cansada também, e ofegante, provavelmente usou muito da sua habilidade. Ela tem total noção que é menos resistente que eu, e mesmo assim...

- Não, nee-san. Você está cansada. Vem eu vou te carregar. - Agachei na frente dela, e ela relutou para subir nas minhas costas. - Sobe logo, Hikari!

Ela subiu imediatamente. Por que? Ela sente medo quando eu chamo ela pelo nome. Eu só chamo a nee-san assim quando tô irritada, pelo menos na maioria das vezes. E não, não estou irritada. É apenas para fazê-la subir.

Comecei a andar a procura de uma pousada, e até agora não achei nenhuma. Me assusto, quando ouço um ronco perto do meu ouvido. Ela dormiu…. Fofo. Muito fofo. Eu quero apertar ela… Não posso, não quero irritar ela, mas.… Tão fofa.

Depois de perguntar a um rapaz - por que não fiz isso antes? -, eu achei uma pousada e logo entrei.

- Um quarto com duas camas, por favor. Só uma noite.

- Não temos um quarto com camas, mas podemos arrumar outro lugar para vocês duas. - Ela disse, arrastada.

- Outro... Lugar? - Franzi o cenho.

[…]

- UM CELEIRO! EU DORMI EM UM CELEIRO! CE-LEI-RO! C-E-L-E-I-R-O! - Essa não é nada mais nada menos que a quinquagésima milésima quatrogesima… Eu sei lá quantas vezes ela disse isso! Mas tenho certeza que não foram menos que um milhão!

- Tá, nee-san, já entendi! Era melhor do que dormir no chão! - Eu falo, tentando acalmar ela.

- Mai, eu tô cheirando a bosta de cavalo! DE CAVALO! EU TÔ IN-DI-G-NA-DA! INDIGNADA!

- VOCÊ NÃO TÁ CHEIRANDO A BOSTA DE CAVALO!

- NÃO?

- NÃO!

- ENTÃO POR QUE AS PESSOAS A NOSSA VOLTA ESTÃO SENTADAS A PELO MENOS TRÊS BANCOS LONGE DA GENTE?

-….. Okay, você ganhou nee-san.

- Rum!

POV's Hikari Izumi

Estamos no trem, indo em direção a Torre Celestial. Os meninos estarão lá, então achamos melhor também ir para o mesmo local.

MAS AINDA ESTOU INDIGNADA POR TER DORMIDO EM UM CELEIRO! SE EU TIVESSE ACORDADA TINHA DESTRUÍDO AQUELE LUGAR E EXIGIDO UM QUARTO DECENTE!

Após algumas horas, nós chegamos no ponto. Pegariamos um ônibus, e então finalmente chegaríamos ao nosso destino: a Torre Celestial. E também poderíamos tomar um banho! Porque, gente, nem eu tô aguentando meu próprio cheiro. Vocês tem noção do quanto isso é deplorável e humilhante?

Parece até que estamos em um anime……….. Nós estamos em um. Arrrgh! Droga! Maldito seja esses clichês! Odeio clichê!

- Nee-san, não acha melhor passarmos a noite por aqui e depois irmos de ônibus amanhã para Torre? - Ela perguntou, segurando Tom Teddy. Sim, o nome é Tom Teddy.

- Mai, não podemos esbanjar. Você sabe que estamos com pouco dinheiro, não acho que teria algum lugar por aqui que aceitaria a quantidade de dinheiro que temos. Por ora, vamos economizar e comprar nossas passagens de ônibus. - Eu disse, preocupada com nosso estado.

Não podemos esquecer que nosso dinheiro não é infinito, e que nesse universo alternativo que estamos, não podemos pedir dinheiro para nossos pais.… Mas, se eu voltasse a ser como antes, conseguiria uma estadia pra nós….. Não! A Mai odiaria que eu voltasse a ser aquela pessoa novamente.

- Okay, nee-san. Então…. Vamos logo. - Ela sorriu, doce. - Não sei por que, lembrei de quando você foi fazer beiju, e pois óleo na frigideira!

- Eu não tive culpa, tinha só 13 anos! - Falei, começando a rir nervosa, e então fomos dando altas gargalhadas no caminho enquanto lembravamos dos nossos feitos históricos.

Compramos nossas passagens para hoje, sairia um ônibus meia noite e pouco. Acabamos por andar na cidade e descobrimos um lago, que tinha uma bela cachoeira, decidimos então passar a tarde inteira ali, visto que agora era apenas duas tarde. Sim, duas da tarde. COMO DIABOS NÃO TEM UM ÔNIBUS PARA ANTES DE MEIA NOITE?

A Mai achou uma abertura atrás da cachoeira, de difícil acesso. Resolvemos nos banhar ali e lavar nossas roupas, não nos preocupamos muito com o lugar, apesar de que se alguém aparecer, com certeza teríamos vergonha…. Bom, a Mai teria, eu geralmente não me importo com isso.

POV's Mai

Eu e a nee-san, nos divertimos como não havíamos feito a muito tempo! Saímos de detrás da cachoeira e brincamos com os peixes e o ar livre. A presença de algo nos observando havia sumido, completamente, mas ainda sentia que tinha algo muito errado naquele meio.

Em um rápido movimento, Hikari foi pra detrás da cachoeira e pegou as roupas úmidas, vestindo-as. Ainda são cinco da tarde, por que tamanha euforia?

- Mai, rápido, se veste.

Nem pestanejei. Logo me vesti, já sabendo por que ela estava assim, pois também comecei a sentir. Corremos desesperadas para longe da cachoeira e daquele belo lago, e em minutos vimos o que temiamos.

A pedra gigante caiu feito fruta madura, a grande pressão tremeu a terra e nos derrubou no chão, a água voou e nos molhou levemente. A nee-san puxou meu pulso, começando a correr dali.

Era ele, tinha certeza! Total certeza! Mas a nee-san corria com medo, soluçando, mesmo que nosso maior desejo fosse vê-lo algum dia, ela corria na direção contrária.

POV's Hikari Izumi

Não, não, não, não, não, não, não! Isso não vai acontecer de novo! Afinal, por que ele tá fazendo isso?

- PORRA, POR QUE? - Gritei, e assustei Mai levemente. Logo chegamos a cidade, e novamente a presença ameaçadora de algo nos perseguindo estava de volta ao nosso encalço.

- Nee-san, o que houve? Aquela pedra…. Ele tentou nos ferir?

- Não, Mai. Eu não sei. Mas vamos descobrir. - Vi Mai começar a chorar, e não aguentei, a abracei, também chorando. - Não chora, irmã. Vai dar tudo certo, e essa presença, nós vamos acabar com ela.

- Como? Como?

- Eu tenho uma idéia, mas preciso que confie em mim.

- Qual?

- Nós em breve vamos ter um professor muito forte, muito mesmo. Mas que é tão forte, quanto é sádico.

Estamos brincando com algo não normal.… Mas quem disse que temos receio disso?

Essa brincadeira vai ser dolorosa, mas também tão divertida!



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