História Hurricane - Henry Cavill - Capítulo 13


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Categorias Henry Cavill
Personagens Henry Cavill
Visualizações 108
Palavras 1.375
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


perdoem os erros e não desistam de mim!

boa leitura <3

Capítulo 13 - Capítulo 13


Eu e Lily chegamos em casa o sol já estava nascendo, nós conseguimos um taxista de confiança de Lily para nos deixar em casa. Eu e ela entramos tentando fazer o mínimo silêncio possível, parecíamos rastejar até chegar no quarto, minha amiga estava completamente chapada e eu tentava a ajudar mesmo estando um pouco menos pior do que ela. Estávamos tão cansadas que nem sequer tomamos banho, caímos na cama já apagadas.

A noite fora insana, eu não lembrava a última vez que tinha bebido, dançado e beijado tanto uma única pessoa numa festa. Depois que o festival acabou e eu encontrei minha amiga com um outro cara, não o mesmo com quem ela sumiu, Alex nos convidou para ir com ele e os garotos da banda até uma festa em uma casa noturna próxima de onde estávamos, aceitamos prontamente. Eu bebi além do que deveria e Lility bebeu bem mais do que eu, com certeza, além de ter ficado com praticamente metade da festa, e quando digo metade não estou me referindo apenas aos homens que ali estavam. Lembro de Alex ter comentado que ela era bem louca, mas não conversamos muito. Ora nossas bocas estavam ocupadas fazendo um belo serviço juntas, ora elas estavam junto da boca de uma garrafa de alguma bebida alcóolica. A noite realmente foi louca e Alex sabia muito bem como se comportar em uma noite assim, quase transamos em cima de uma mesa, uma pena isso não ter acontecido.

Acordei na frente de Lily com uma dor de cabeça infernal e fui checar se minha amiga estava viva e, bem, ela estava respirando. Era um bom sinal.

Olhei no relógio e vi que já passava das duas da tarde. Me levantei a procura de algum remédio para sanar a dor que estava sentindo mas nada encontrei em meu quarto, o jeito seria apelar para a minha mãe. Antes de sair do quarto notei que ainda vestia as mesmas roupas da noite passada, então aproveitei para tirá-las e tomar um banho gelado. Corri o risco de morrer de hipotermia já que fazia frio em Liverpool, mas no final eu sobrevivi e até mesmo a dor de cabeça havia aliviado.

– Boa tarde! – meu pai falou assim que me viu.

– Oi, gente. – respondi me sentando no sofá ao lado deles e minha irmã pulou em meu colo. – Vocês têm algum remédio para dor de cabeça? – perguntei e minha mãe concordou se levantando para buscar.

Fiquei abraçada a Florence e ela se aquietou em meu colo. Eu sentia tanta falta daquela garotinha.

– É bom que maneirar na bebida da próxima vez. – meu pai disse enquanto minha mãe me entregava um comprimido junto de um copo com água.

– O que você tem, Kayle. – minha irmã perguntou inocente.

– Ressaca. – meu pai se adiantou na respostas. – Saudades da minha juventude. – falou e ganhou uma cotovelada da minha mãe.

Eu almocei e voltei para o quarto vendo que Lily já havia ressuscitado.

– Eu vou morrer. – resmungou saindo do banheiro e eu ri. – Você pode me levar em casa?

– Claro, antes vá comer alguma coisa. – ela concordou saindo do quarto.

Peguei meu celular e notei que havia uma mensagem de Alex ali.

“Passeio hoje à noite? Zero álcool.” – Alex Turner

Ri ao ler a mensagem zombeteira do músico e o respondi.

“Claro, adoro passeios corretos.” – Kayle

Eu viajaria na manhã seguinte, precisava aproveitar Liverpool ao máximo.

“Mande seu endereço para que o taxista possa me levar aí. Chego pontualmente às 8 p.m.” – Alex Turner

Enviei o endereço e fui a procura de Lily, a encontrei comendo na sala junto dos meus pais e minha irmã. Ficamos conversando até a hora em que fui levá-la em sua casa.

Na volta eu e meus pais decidimos contar para Florence sobre o nosso irmãozinho ou irmãzinha que estava chegando. No início, como imaginávamos, ela ficou retraída com a ideia de ter um irmão mais novo, chegou a dizer que estava bom ter apenas eu de irmã e que não precisava de mais ninguém. Só depois de muita conversa e apresentar a ela vários bons motivos de ter um irmão caçula ela passou a aceitar o fato.

Comuniquei aos meus pais que iria sair com um amigo e eles ficaram poucos satisfeitos com isso mas me deixaram sair.

Pontualmente às oito Alex estava me esperando.

– Boa noite. – dei-lhe um abraço assim que entrei no carro. – Para onde vamos?

– Bem, eu não tenho muitas referência aqui em Liverpool, me indicaram um bar bastante conhecido chamado Cavern Clube, você por acaso já esteve lá?

– Sim, é incrível, nós realmente precisamos ir até lá. – falei e Alex concordou informando para o motorista o lugar para onde iríamos.

Era domingo e o bar estava relativamente cheio, haviam apenas duas mesas disponíveis, para nossa sorte chegamos a tempo de ocupar uma.

Eu e Alex pedimos uma cerveja mas combinamos que não passaríamos do limite. Uma banda local tocava boas músicas e eu junto de meu acompanhante estávamos gostando muito de tudo aquilo.

– Alex, vou até o banheiro, já volto. – avisei Turner e fui em direção ao banheiro que ficava bem afastado de onde estávamos.

Eu estava apertada demais para fazer xixi e fui correndo quando avistei a porta do toalete.

Aliviada, saí do banheiro me deparando com alguém que eu jamais esperava encontrar ali.

Henry.

Droga! O que aquele homem estava fazendo ali? E por que ele estava na porta do banheiro?

Henry abriu um sorriso triste ao me ver e o meu coração apertou ao vê-lo. A princípio eu quis chorar, de verdade, um nó se formou em minha garganta e quando o vi sorrir achei que fosse desabar.

– Oi, Kayle. – falou se aproximando e eu recuei. – Você está muito bonita. – elogiou.

Por que ele ainda tinha tanto efeito sobre mim?

– Obrigada. É, com licença. – tentei sair dali mas fui impedida pelo toque da sua mão na minha.

– Espera. – parei. – Eu estava admirando você desde que chegou. – sorriu. – Vi que está com um rapaz. Seu namorado? – eu ri ironicamente.

– Não, Henry, diferente de você eu não costumo engar relacionamentos atrás de outros. – ele não disse nada e eu me arrependi do que havia falado. – Ah, me desculpe, eu só preciso ir. – me soltei dele.

– Você nunca vai me perdoar. – aquilo soou mais como uma afirmação do que uma pergunta.

– Tchau, Henry. – disse me virando, mas pude ouvi-lo se despedir.

– Até logo, Kayle.

Voltei para a mesa e me sentei trêmula ao lado de Alex, sorri para ele tentando transparecer calmaria e ele pareceu não perceber a minha inquietação, ainda bem.

– Você perdeu o melhor cover de Best of You do Foo Fighters, olha que eu nem sou tão amante de FF. – ele riu e eu o acompanhei.

Vi Henry passar em frente à mesa que estávamos e se sentar na mesa ao lado junto de mais dois rapazes. O desgraçado estava ali o tempo todo e eu nem sequer havia percebido isso.

Alex pareceu notar a presença de Cavill ali assim como percebeu meu desconforto, mas não perplexidade, ao vê-lo. O cantou passou a mão pela minha cintura e meu trouxe mais para perto de seu corpo. Aquela situação se tornou ainda mais desconfortável para mim, mas tentei relaxar ou fingir algo, descansei minha cabeça nos ombros de Alex que pareceu gostar do ato. De relance olhei para o lado vendo que Henry nos observava.

Eu e Alex não ficamos muito mais tempo no bar, eu aleguei que precisava viajar cedo e ele concordou. Me deixou em casa e lhe dei um beijo de despedida, o primeiro e único daquela noite.

Cheguei em casa e meus pais até se assustaram por eu estar tão cedo de volta, perguntaram se havia acontecido algo de errado e eu os tranquilizei dizendo que não.

Na verdade havia acontecido, é claro que sim. Henry ainda mexia muito comigo, nosso término recente causou uma ferida que eu fazia de tudo para sarar e ele mesmo era quem a abria.

Fiquei na sala curtindo a companhia da minha família e depois me retirei.

Antes de dormir recebi uma mensagem que destruiria ainda mais a minha noite.

“Sinto sua falta.

H.C.” – Número desconhecido

Pelas iniciais e o número que eu recordava já ter visto, eu sabia muito bem que havia enviado aquilo.


Notas Finais


tlisti


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