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História Hurricane - Henry Cavill - Capítulo 26


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Notas do Autor


ANTES DE COMEÇAR SÓ QUERIA DIZER QUE:

esse capítulo é inteiramente e completamente direcionado a Kayle e Tom.

mas cadê o Henry, a fic não é do homão da porra??????
sim, é. calma! esse capítulo é necessário também porque o Tom será um personagem ativo nessa temporada, não é atoa né, então a gente precisa saber um pouquinho mais dele. desse jeito a gente vai assumir o nosso lado e (quem sabe) surja aquele team Henry e team Tom. pois bem, eu sou team Kayle.

bjo bjo boa leitura e perdoa qualquer erro

Capítulo 26 - Quinto


Fanfic / Fanfiction Hurricane - Henry Cavill - Capítulo 26 - Quinto

As malas já estavam prontas, eram pequenas pois só ficariam fora por um final de semana. Tom e Kayle passaram a semana toda se preparando para viajar, não iriam para muito longe, a família de Tom era dona de uma casa de campo que ficava há algumas horas da cidade, em York.

– Eu estou tão animado, meu amor. – Hiddleston disse e beijou a noiva. – É tudo o que nós estamos precisando: ar puro, silencia e sexo selvagem por dois dias seguido.

– Thomas! – a jovem gritou o advertindo e em seguida riu. – Ok, ok, não posso negar. É tudo o que precisamos mesmo.

O celular de Kayle tocou e ela o buscou para atender, era sua mãe que estava lingando por uma chamada de vídeo.

– Oi, mãe! – Atendeu animada ao ver a imagem da mãe no aparelho.

– Meu amor, que saudades. Como você está? Esqueceu que tem família?

– Que exagero, mamãe.

– As vezes ela esquece que tem um namorado também. – Thomas apareceu.

– Thomas! Como vai, querido? – Perguntou por educação.

Margot gostava de Tom, o achava um rapaz gentil e de bom coração, mas sua intuição de mãe insistia em dizer que Kayle não pertencia àquele homem. Ela sabia da história complicada e intensa que a filha teve com Henry, o que fez ela começar a detestar o homem mesmo sem o conhecer, só que algo lhe dizia que mesmo escondendo muito bem dos outros, mas não dela, Kayle ainda nutria amor por aquele homem. A mãe da jovem Amber apenas não queria que todos os envolvidos nessa trama se magoassem, principalmente a sua filha que mesmo não querendo poderia causar mágoas em outras pessoas.

– Estou bem, Senhora.

– Estamos bem, mãe. Inclusive, vamos passar o fim de semana em York, na casa da família de Thomas.

– Por isso acordados tão cedo? – Eles concordaram. – Poderiam dar um pulo em Liverpool, não é mesmo? Aqui também é um ótimo lugar para se passear.

– Prometemos que a próxima viagem será para Liverpool, mas não passaremos apenas um final de semana. Só preciso convencer sua filha a deixar um pouquinho a clínica. – disse o loiro.

– Você anda trabalhando demais, Kayle Amber. Se cuide, minha filha, por favor. Se cuidem os dois. Agora vou mais atrasar o passeio de vocês. Beijos.

– Beijos, mamãe. Dê lembranças a todos aí.

– Tchau, senhora Amber.

A ligação foi finalizada.

– Por que eu tenho a sensação que sua mãe não gosta de mim? – Indagou Tom e Kayle riu. – Quer dizer, sinto que ela não desgosta, mas as vezes acho que ela não tem a mim como um genro querido.

– Deixe de bobagem, amor. Minha mãe implicava com todos os namoradinhos que eu tive ou pensei em ter. Acredite, ela gosta do genro que tem.

– Implicava com todos? Até com Henry?

Kayle sentiu um frio na barriga quando ouvir Tom pronunciar aquele nome.

– Ela não conheceu Henry. Bem, talvez eu esteja enganada, mas creio que ela o viu alguma vez. Não os apresentei porque ele já não estava na condição de meu namorado e ocasião não nos levava a apresentações. Comentei sobre ele com ela algumas vezes, ela sabe de toda a história e, Thomas, minha mãe detesta o Henry com todas as suas forças.

– Acho que estou bem feliz em ouvir isso. – comentou brincalhão.

Os dois terminaram de se arrumar e seguiram viagem. Antes, obviamente, Kayle obrigou Tom a passar em uma farmácia para que ela pudesse comprar praticamente todo o estoque de remédios, como o próprio noivo comentou.

– Não comprei a farmácia toda, Hiddleston. Você é a personificação física de uma hipérbole.

– Eu sou o exagerado? – Falou olhando para as inúmeras sacolas na mão da noiva. – Deus do céu, esse anel fica perfeito nesse seu dedo pálido, fino e comprido... nada bonito. – Tom, como sempre, brincou com a aparência dos dedos de Amber que não eram tão feios assim e ele sabia, mas adorava irritar a mulher. Dessa vez não foi diferente, ainda recebeu uma “sacolada” nas costas.

– A sua testa é enorme e nem por isso eu fico lembrando você desse detalhe.

– Você ainda não percebeu que toda a minha beleza londrina se encontra na minha testa enorme e nos meus lábios finos?

– Eu odeio você não ficar irritado com as minhas brincadeiras. – Kayle outra vez o bateu com as sacolas.

– Só há espaço para uma pessoa estressada nessa relação e, bem, essa pessoa com certeza é você. – Provocou a mulher outra vez.

A viagem foi tranquila, em quatro horas eles estavam na casa de campo da família de Tom que não ficava tão distante do centro de York.

A casa era muito bonita, segundo Thomas, aquela casa pertenceu as gerações passadas dos Hiddleston e continua com a mesma decoração de anos atrás. O imóvel estava muito bem conservado e a decoração os remetia a Inglaterra Medieval.

Thomas se tornaria herdeiro daquilo tudo e de muitos outros bens que a família possuía.

– Será que podemos nos mudar para esta casa quando depois de nos casarmos? – Kayle perguntou admirando a casa.

– Claro que podemos, seria uma maravilha. Porém eu sei que está falando isso no calor do encantamento.

– Sim, é verdade. Mas então vamos vir passear aqui mais vezes, por favor. – Tom a abraçou por trás.

– Viremos aqui todas as vezes que você quiser, podemos ir e ficar aonde você quiser. A única coisa que me importa nessa vida é estar com você e lhe fazer feliz, eu quero ser o melhor marido para você e melhor pai para os nossos futuros filhos. Eu te amo imensamente, Kayle Amber, nós seremos muito felizes.

Kayle estava chorando ao ouvir aquelas palavras. Ela nunca havia se sentido amada por um homem como se sentia por Tom, nem nos tempos mais apaixonados quando esteve com Cavill ela havia se sentido assim. Tom a amava de verdade, ele era sincero em suas palavras e era nítido ver o amor transparecer em suas palavras, no seu olhar e em seus gestos.

– Eu amo você, amo tudo em você. Tenho certeza que será o melhor marido, porque já é o melhor namorado, noivo e amigo. Também sei que será o melhor pai desse mundo, vai ser uma disputa acirrada com meu pai. – Eles riram. – Eu olho para você e só consigo ver amor, eu não quero magoar você, Thomas, nunca.

– Nem eu a quero magoar, amor.

– Eu acho que encontrei o local do nosso casamento. – Olhou em volta da casa. – Agora nós precisamos marcar uma data. Como eu sou uma mulher muito eficiente, acabo que promover a noiva que casará no verão. – Tom se mostrou completamente surpreso. – Eu sei, eu sei. Até umas semanas atrás eu disse que o verão estava perto demais e que eu precisava arrumar as coisas. Sim, eu preciso, mas me casar com você é a coisa que eu mais quero e, é sério, essa casa aflorou a minha vontade disso.

– Casamos no próximo mês então? – Era meado de maio e o verão começava no mês seguinte.

– Não, Tom, você tem terno de sobra para usar. Eu preciso que no mínimo dois meses para encontrar um vestido. Casamos em julho.

– Como você desejar, meu amor. Casamos em julho!

Thomas mostrou toda a casa para a noiva. O local era extremamente grande, haviam sete quartos ali. Quando Tom comentou sobre uma casa de campo, Kayle estava esperando algo menos luxuoso que aquela casa, mas não podia esperam menos de uma propriedade pertencente à família Hiddleston, seus avós eram de muitos imóveis em Londres e os pais de Tom eram donos de quase todas as livrarias de Bloomsbury, o que podia explicar o grande apreço que Tom tinha pela literatura. Sempre intrigava a Kayle o fato de o namorado não ter seguido por caminhos literários.

Uma das coisas que Kayle admirava em Thomas era sua simplicidade. Ele morava em um apartamento grande e muito confortável, mas nada luxuoso perto das condições monetárias dele que o próprio insiste em dizer que não é e que apenas usufrui de alguns bens da família, como o lugar em que eles estavam.

– Por fim e não menos importante, muito pelo contrário, esse é o nosso quarto.

– Jura que a gente vai transar nessa cama?

– Sim, espero que ela seja confortável. – Falou pulando na cama. – Minha nossa, Kayle, sente isso. – Chamou a mulher.

– Eu preciso de uma cama dessas! – Bocejou. – Será que a gente pode dormir um pouco antes de nos tornarmos jovens outra vez com disposição para passar o dia inteiro fazendo amor?

– Eu estava esperando você fazer essa proposta para que eu pudesse aceitar imediatamente. Fico feliz que você tenha me incluído nessa juventude, visto que estou me encaminhando para a terceira idade.

– Ah sim, cometi um deslize. Você está longe de ser jovem, mesmo que tenha a disposição de um.

– É claro, agora está melhor. É estranho você não chacotear me chamando de velho. Vamos lá, banho, quem sabe umas gracinhas no banheiro e cama.

– Por favor, banho com água fervendo, por favor.

– Você é estranha demais, mulher.

 


Notas Finais


ok, eu admito: talvez eu esteja apaixonada pelo tom


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