História Hurt - Capítulo 25


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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Abo, Ação, Bigbang, Chanbaek, Exo, Huhan, Kai, Kaisoo, Knk, Lobos, Perceção, Romance, Shine, Side!taoris, Ss501, Sulay, Vingança, Xiuchen, Ze:a
Visualizações 289
Palavras 1.362
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Fluffy, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiioiiiiiiiiiiioooiiiiiii
1° hj é meu aniversário, por isso to sendo legal, e trazendo um bônus 😉
2° Então, esse é um especial, que vai ter alguns capítulos. Espero que gostem!
Desculpem os erros, e boa leitura!

Capítulo 25 - Especial - viagem a China.


— Isso é ruim, não quero sair, eu sou um alvo fácil! Olha o tamanho dessa barriga!

— Soo para com isso, você está de 2 meses, nem dá para ver a sua barriga, e você nunca vai ser um alvo fácil. — Kai falou enquanto ajusta o assento do menor.

— Está eu não tenho barriga ainda, mas se eu levar um golpe na minha barriga? Isso é sério! Ele vai sofrer o impacto.

— Não tem porque você levar um golpe na barriga.

— E se nos atacarem?

— Soo, nós estamos em um voo particular, todos que trabalham aqui, são agentes Kim. Chanyeol está ali atrás! —  o menor olhou para o assento a alguns metros, Park sorriu e Baek deu um aceno, não estavam tão longe e podiam ouvir toda a conversa, o azulado se controlava para não rir.

— Está, tudo bem, talvez eu ficasse mais tranquilo se Jongdae tivesse vindo junto. —  falou cruzando os braços, Kai sentou em seu próprio lugar, já estavam voando, mas faltava algum tempo para chegarem na China, e o alfa já tinha regulado o banco do menor algumas vezes.

— Porque ele foi pra França com o marido.

— Ele é casado? —  a pergunta foi tão inesperada que Baek teve que tapar a boca para não rir alto. Kyung não prestava muita atenção nos demais, tinha suas reservas, mas o médico era com quem o baixinho mais conversava, e ainda assim não sabia daquilo. D.o olhou de canto de olho para trás e depois para o alfa. A gravidez estava deixando o ômega neurótico.

— Sim, você já o viu, Xiumin.

— Hum… — respirou fundo —  não tô me sentindo bem.

— O que foi? Quer que eu mexa de novo? — Kai olhou preocupado, Soo levantou do seu assento e foi na sua direção — me fala? — Do sentou no colo do alfa, acomodando a cabeça encostada no ombro e no pescoço do Kim, este passou o braço ao redor do menor segurando.

— Só preciso de você — disse baixinho e não demorou para pegar no sono. Jongin não conseguia parar de sorrir, o menor nunca fazia demonstrações de afeto em público, a gravidez estava mexendo mesmo com ele.

 

 

Assim que chegaram ao aeroporto, outra escolta foi buscá-los. E não demorou para chegarem a base chinesa. Para a irritação total do ômega, todos no lugar conheciam e cumprimentavam Kai, afinal ele era o herdeiro do império Kim. E por consequência, seu bebê também.

 

— D.o, por que está fechado no quarto o dia inteiro? — Jongin disse ao entrar no quarto

— Por que nós viemos com tantos dias de antecedência? Não entendo, não viemos para o casamento, por que ainda não aconteceu? —  disse emburrado na cama.

— Porque eu vim resolver alguns assuntos para o meu pai também. E você não quer conhecer nada aqui? Hong Kong tem muitos lugares que pode ir. — Se sentou ao lado do menor

— Está brincando!? Eu não vou sair por um lugar desconhecido, é muito perigoso.

— Jongdae disse que não devia lutar, não que devia ficar trancado entre quatro paredes. —  Kai podia sentir a ansiedade e insegurança, através da marca, não era só não lutar o problema. D.o tinha medo de tentarem o matar, como mataram toda a sua família, e tinha medo pelo atentado a família de Jongin também.

— Eu estou bem, só me deixe aqui, com uma arma, e tudo vai ficar bem! — Sorriu quadrado, Kai riu

— Você está com uma arma que eu sei.

— Sim, eu trouxe a minha, o que ia fazer... — novamente a voz tensa. O alfa revirou os olhos, e depois selou os lábios do ômega o fazendo calar. Era para ser apenas um beijo, mas às mãos pequenas o puxaram para perto, o segurando —  … parece que o nosso bebê, precisa de você por perto.

— Como assim?

— Jongdae disse que se fosse um ômega, eu …— fez uma careta — Ia ficar carente. — Jongin sorriu, e passou o braço ao redor do ômega — Pode rir, “eu preciso do meu alfa” — bufou

— Sabe o que isso me lembra?

— O que?

— “Rastejar por carinho nesse maldito cio” — arremedou a voz reclamona do menor.

— E aqui estou eu! Carente!

— Eu te amo — disse dando um beijo na bochecha do menor

— Eu também te amo — disse ainda emburrado

— Pense assim, eu tenho que ter alguma vantagem nessa relação, já que não posso mandar em você como todo alfa quer — disse com graça fazendo o menor rir.

— Sabe… quando você começou a me perseguir… eu pensei em te matar, na primeira vez que me derrubou no chão para se esconder da guarda vermelha! Ah, eu realmente queria te matar! — Disse com um pouco de raiva — Mas quando eu olhei para você, nem estava tentando me tocar, olhava concentrado para guarda, sabe que baixou a guarda para mim, eu podia ter matado ali.

— Eu sei, foi idiotice mesmo, mas… você não me matou —  sorriu largo — se apaixonou naquele momento não foi?

— Não. Acho que isso foi quando você trouxe às cabeças para mim — sorriu maligno — eu gostei, meu presente de aniversário em anos. É verdade, foi a primeira vez que fiquei triste por você ser um alfa. —  sorriu de lado e se virou para o alfa, que prestava atenção em cada palavra.

— Isso me faz pensar, que poderia ter morrido lá. — Kai disse com uma voz triste

— Eu nunca tive medo de morrer, ficaria feliz até. Mas isso foi antes, antes de você, antes do bebê — mordeu o lábio — E agora eu estou com medo, medo que alguém entre por aquela porta e atire nele — passou a mãos sobre a barriga, que ainda não tinha nenhum volume aparente.

Alguém bateu na porta, em meio segundo D.o estava com a arma apontando para porta.

— Ok. Pode abaixar isso, é o Park! O cheiro, sinta o cheiro. —  Jongin levantou e foi até a porta. Soo farejou o ar, realmente reconhecia o cheiro o agente, pôs a arma no lugar, embaixo do travesseiro, enquanto ouvia Kai conversando com o alfa, aparentemente tudo normal. Até o ele falar alto.

— É claro que nós vamos! — E se voltou para o menor que tinha a arma apontada para ele —  Soo… você vai.

— Não tem porquê!

— Não vou te deixar sozinho aqui, nem pensar.

— Mas Jongin! O que eu acabei de falar!?

— Vamos lá.

 

 

Era um jantar, os agentes chineses estavam lá, como sempre Tao estava muito bem vestido, seu cabelo estava um pouco mais comprido que da última vez que se viram.

— Minha nossa como você está bonito! —  o ruivo disse para D.o que não se animou muito

— Hum… então quando é o casamento? —  perguntou seco, e Tao apenas sorriu de lado

— Em uma semana — disse com graça, e viu a expressão do baixinho piorar — é brincadeira, é em 2 dias. — Pronto, o jantar tinha acabado ali, D.o não disse mais uma palavra. Kai e Kris conversaram longamente. Tao e Byun falavam sobre a festa animados. E Park apenas comia confortavelmente.

— Devia experimentar os pasteizinhos, são bons — Chan disse baixo para o menor, que parecia preocupado.

— Não obrigado.

— Eu também não queria estar aqui, mas…

— Então me leva de volta para a base.

— O que?

— Eu posso ir sozinho, mas Kai não vai gostar.

— Não vai gostar mesmo. —  os dois falavam baixo, quase sibilando às palavras, um som estranho e Park olhou para a cozinha, uma réstia vermelha fez em seu olho, D.o ao ver já pegou a arma.

— Kai… — o alfa olhou para o menor, e dele para a cozinha do restaurante. Alguma coisa estava acontecendo lá, eles podiam ouvir os baques surdos de uma briga.

— Deixa que eu vejo — Kris levantou e foi naquela direção, entrando na cozinha. Mais alguns ruídos. E o loiro saiu arrumando a roupa.

— Tudo resolvido, era só um armário solto. —  disse com um sorriso torto para o Kim. Park os fitou, e se voltou para comida. Não demorou muito e voltaram a conversa.

— Vou no banheiro. —  o moreno disse baixo, apenas para o seu alfa, e seguiu pelo corredor. O restante do restaurante parecia normal. O corredor estreito terminava em duas portas. D.o entrou silencioso, não parecia ter alguém ali, ao mesmo tempo que todos os seus sentidos diziam que tinha algo errado. Pegou o celular e ligou para Jongdae.

 

CONTINUA...


 


Notas Finais


😁😁😁 então o que acharam?? Logo tem mais,
😘😘😘😘😘


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