1. Spirit Fanfics >
  2. Hush >
  3. Começo do quarto ano in a nutshell.

História Hush - Capítulo 20


Escrita por:


Notas do Autor


Poisé galero, it's all fun and games até agora, hush era pra ser uma comédia, mas as coisas estarão começando a ficar meio........... angst........ a partir do capítulo 23 pelos meus cálculos, então comecem a preparar seus corações~

Fiquem com o capítulo e com um desenho do hawwy, tenham uma boa leitura!~

Capítulo 20 - Começo do quarto ano in a nutshell.


Fanfic / Fanfiction Hush - Capítulo 20 - Começo do quarto ano in a nutshell.

Ele recebeu uma carta de Draco, o convidando para a Copa Mundial de Quadribol. Harry pensou em recusar, sabia do desastre que iria acontecer e, sinceramente, não precisava de mais confusão na sua vida. 

Mas é uma oportunidade única na vida

Na carta, também havia algo sobre um evento novo em Hogwarts, Harry quase conseguia ver os olhos expectantes de Draco enquanto deixava esse pedacinho de informação, pedindo, implorando, para Harry perguntar sobre isso. 

Ele não o daria essa satisfação. Porque? Bem, Harry era uma vadia má, apenas por isso. 

Na carta, mencionava que os Malfoys iriam buscá-lo daqui a duas semanas se ele aceitasse e Harry sabia o que isso significava. Eles queriam conhecer o lugar onde ele vivia e sua responsável. 

Quem ele inventou mesmo? Ah, certo, Diana Lewis. 

Isso seria um problema, mas insistir em ir para a mansão Malfoy ele mesmo causaria suspeitas e tudo que ele menos queria era eles fuçando sua vida e descobrindo seus segredos. 

Felizmente, Harry tinha uma ideia. Assim, escreveu uma carta aceitando o convite de Draco e pedindo para informar o horário exato que iriam buscá-lo. 

Agora, ele tinha algumas preparações pra fazer. 

oOo

— "Me lembre exatamente o motivo de eu estar fazendo isso." — Uma mulher ruiva sentada à sua frente perguntou. Ela era bonita, muito bonita. 

O cabelo ruivo caía em ondas bem modeladas que pareciam ter sido arrumadas uma a uma, o rosto bonito e de feições marcadas, dando a imagem de ser uma pessoa séria. Ela parecia prestes a matar alguém.

No caso, esse alguém era o do adolescente que tomava chá tranquilamente. 

— "Porque eu pedi isso para você, "Diana", e você não recusaria o pedido de seu amado sobrinho." — Harry sorriu vendo "Diana" fazer cara feia. 

[você tem certeza que isso é uma boa ideia? Ela não parece muito feliz...

Todas as minhas ideias são ótimas, caro sistema.

[...olha, eu não diria isso—]

Algo que eu planejei já deu errado? Voldemort tem duas horcruxes restantes, o desastre da câmara secreta foi evitado, Sirius foi solto, ninguém ligou minha identidade a de Harry Potter; A não ser por Lupin e o Black, mas eu quis assim. 

[...]

Sábias palavras.

— "Eles irão demorar muito? Eu sou uma entidade ocupada, tenho outras coisas para fazer." — Ela olhou pela milésima vez para o seu relógio de pulso, ainda faltavam três minutos até o horário combinado. 

— "Tenho certeza que nenhuma dessas coisas é divertida o suficiente que você está tão ansiosa para voltar." 

— "Qualquer coisa é melhor do que ter que ficar olhando para a sua cara cínica." 

Eles ficaram em silêncio após isso. 

As exatas cinco horas, a lareira se iluminou e dela saíram Lucius, Narcisa e Draco, nessa exata ordem. 

— "Boa tarde, Lady Malfoy, Lorde Malfoy." — "Diana" foi rápida em se levantar, ajeitando sua saia plissada de cor creme e colocando o seu melhor sorriso de cortesia. 

— "Boa tarde, senhorita Lewis." — Lucius a cumprimentou com igual respeito, algo um pouco surpreendente visto que Harry falou que ela era um aborto mágico.

Eles iniciaram alguma breve conversa que Harry não se deu o trabalho de prestar atenção, se despedindo carinhosamente da sua "tia" antes de sumir nas chamas da lareira e quase cair de cara no chão impecável da sala de estar dos Malfoy. 

As cartas de Hogwarts chegaram na manhã seguinte e Draco, cansado da falta de interesse de Harry, simplesmente despejou as informações sobre o torneio tribruxo enquanto iam comprar seus materiais. 

Havia um item diferente na lista, trajes de gala. Narcisa parecia determinada a comprar um conjunto novo para ele.

Depois de provar tantas roupas que já tinha perdido a conta, Harry decidiu começar a fazer as coisas do seu jeito. 

— "Senhora Malfoy…" — Enquanto Narcisa jogava ordens para os pobres funcionários, Harry a chamou.

— "Ah, Harry, eu já disse, me chame de Narcisa, querido." — Ela mudou para um tom gentil a uma velocidade assustadora quando falou com ele.

— "...Narcisa, eu tenho uma ideia melhor." — Ele estava cansado de ficar provando roupas o dia inteiro quando já tinha a ideia de um design em mente, um muito melhor que aqueles ternos e túnicas horríveis. 

oOo

— "ry…. Harry…!" — Abrindo os olhos lentamente, viu uma cabeleira loira à sua frente, Draco, notou após alguns segundos. — "Vamos, não podemos nos atrasar!" 

O Malfoy já estava completamente vestido e o céu lá fora ainda estava escuro. Para ir até o local da Copa Mundial de Quadribol eles tinham que acordar mais cedo que o sol. 

Era estranho ver Lucius Malfoy usando roupas trouxas, mas pelo menos ele usava um terno, não alguma aberração da moda que alguns bruxos usavam.

Claro, Harry os ajudou pessoalmente a escolher as roupas.

Narcisa estava impecável, a camisa de mangas cumpridas e gola longa na cor verde ficava ótima nela, assim como a saia preta e rodada de cintura alta. 

Draco usava um conjunto de calças jeans, uma camisa e casaco. 

Poderiam se passar facilmente por trouxas.

Harry odiava chaves de portal, mas agora eles estavam no acampamento enorme onde milhares de barracas se estendiam, o jogo só começaria a noite, eles tinham o resto do dia para passar ali.

A barraca era luxuosa, claro, os Malfoy não deixariam de se exibir num dia como esse onde o mundo mágico em peso estava presente. 

A noite, o caminho pela floresta até o estádio se iluminou, eles chegaram lá com os bolsos um pouco mais leves após comprar algumas bugigangas de lembrança. 

Lugares de honra, obviamente. Eles subiram tantas escadas que Harry pensava que nunca mais iria ver o fim delas até chegar no camarote. 

Uma quantidade considerável de pessoas já estavam em seus lugares. O ministro veio nos cumprimentar com um sorriso bajulador, afinal, os Malfoy eram uma família influente.

— "E esse, quem é? Pensei que só tinha um filho, Lord Malfoy." 

— "Esse é o Herdeiro Le Fay, Hadrian Le Fay." — Lucius colocou a mão em seu ombro, parecendo bastante orgulhoso em apresentá-lo, ou melhor, exibi-lo. 

— "Le Fay..? Eu pensava que essa era uma linha extinta… Não importa agora, muito prazer em conhecê-lo, Senhor Le Fay, Sou Cornelius Fudge, Ministro da magia." — Tendo um jovem herdeiro a sua frente de uma linha poderosa, Fudge não pode evitar da ambição aparecer em seus olhos.

— "Digo o mesmo, Ministro." — Forçou um sorriso, conseguindo escapar com Draco da conversa sobre política que iria iniciar. Eles tomaram os seus lugares e cumprimentaram os amigos presentes, o trio de ouro.

Ludo Bagman lançou um sonorus em sua própria garganta e começou a introduzir os detalhes da partida, apresentando os mascotes da Irlanda, os leprechauns, que jogaram moedas de ouro a torto e a direito. 

Depois, pela Bulgária, vieram as veela. Harry permaneceu imóvel assistindo o espetáculo, o charme delas não tinha efeito sobre ele. 

Nem a Draco, que também estava parado ao seu lado, parecendo até mesmo um pouco entediado. Nessas fanfics ruins, os Malfoy sempre tinham sangue veela, talvez seja por isso que ele não é afetado também. 

Quadribol era algo interessante de se assistir. Ele não iria voar numa vassoura nem se sua vida dependesse disso, mas era bom assistir os outros fazerem isso. 

Seu coração ainda estava acelerado mesmo quando a partida acabou, Harry tinha a sensação que estava com tanta energia que poderia correr uma maratona e mesmo assim não iria se cansar. 

Ele não se importou com quem ganhou ou perdeu, a emoção da partida foi o suficiente. 

Os jogadores vencedores da Irlanda vieram até o camarote onde eles estavam, Harry fez questão de ficar longe da bagunça. 

— "O que achou?" — Draco foi rápido em perguntar, parecendo tão empolgado e ainda sim sem fôlego como ele.

— "Incrível." — Essa era a única palavra que poderia descrever a magia dos esportes: incrível

Ele fugiu do Ministro como o diabo foge da cruz e voltou a barraca em que eles estavam. Se preparando mentalmente para a confusão que viria depois. 

Foi exatamente como nos livros e a marca negra agora era exibida no céu para o horror de muitos, acabando com o clima festeiro. 

Toda a grandiosidade do evento foi ofuscada pela marca, sendo primeira página no jornal e comentada várias vezes nos dias que se seguiram. 

Mais rápido que Harry esperava, o verão acabou e ele estava de volta em um vagão da locomotiva vermelha, o expresso de Hogwarts, junto com os seus amigos. 

Dessa vez, o clima estava bem mais leve e pareciam realmente um grupo de amigos ao invés de inimigos que se suportavam. 

O céu parecia estar desabando do lado de fora, Harry tinha pena dos primeiros anos que teriam que fazer o tradicional passeio de barco até Hogwarts naquela chuva. 

Felizmente para ele, o caminho até o castelo foi feito em uma carruagem confortável e logo ele estava acomodado no salão principal com Luna ao seu lado.

Tivemos o de sempre, seleção das casas, a chegada inesquecível de Alastor Olho-Tonto Moody, anúncio do torneio tribruxo e que os alunos de Durmstrang e Beauxbatons virão no final de outubro. 

Ele conseguia ver Draco se gabando na mesa da grifinória por já saber disso, Rony parecia estar pedindo socorro. 

Luna dividiu um generoso pedaço de pudim com ele já que a sobremesa praticamente sumiu assim que apareceu, Harry apreciou profundamente o gesto. 

De volta a rotina de Hogwarts, todos pareciam empolgados com o torneio tribruxo ou o novo professor de DCAT… ou os dois, em uma análise mais correta. 

Harry sentia falta das aulas com Lupin, principalmente por saber a verdadeira identidade do seu novo professor. 

A primeira aula foi igualmente mórbida a como era descrita, com a adição que agora Harry teria que lidar com uma maldição imperius sendo lançada contra ele. 

Assim como ele previu, a maldição não o afetou muito. Moody não estava lançando-a pra valer e Harry era um oclumente natural. 

— "Fascinante, aparentemente o senhor Le Fay aqui possui uma alta resistência a maldição imperius…" — Harry jurou ver o que deveria ser um sorriso no rosto do professor. Calafrios subiram pela sua espinha, ele não tinha um bom pressentimento sobre o que esse ano lhe reservava. 

Durante o resto da aula, Moody o usou como um ratinho de laboratório pra ensinar ao resto da classe os efeitos da maldição até que pudesse resistir a ela completamente. Ao fim Harry estava visivelmente cansado e com uma dor de cabeça insistente.

— "Meu pai vai saber sobre isso… Vem Harry, vamos pra enfermaria." — Draco o arrastou antes que pudesse protestar, mas, sinceramente, ele realmente precisava de um descanso agora. 

Uma poção para dor de cabeça e o resto do dia mofando na sua cama no dormitório. Não era nada demais, mas Draco fez tanto alarde por isso que Madame Pomfrey achou melhor o dar uma dispensa. 

Os professores estavam cada dia mais rígidos, os retratos resmungavam da limpeza no castelo, nenhum único espacinho foi esquecido. As armaduras brilhavam como novas e a cada dia que passava Hermione resmungava mais sobre a escravidão dos elfos domésticos. 

Puro sangues como Draco e Rony nunca iriam entender. Para o horror dos seus próprios elfos, Harry os pagava um salário e as propriedades eram praticamente deles já que Harry passava a maior parte do ano na escola. 

Isso fez Hermione gostar um pouco mais dele, pensando que estava errada e que Harry não era tão assustador quanto sua cicatriz fazia parecer. 

— "Isso não vai dar em nada, Mione. Se você quiser mudar a situação dos elfos, terá que entrar na política e, principalmente, ter apoio." — Quando sua amiga veio com a ideia do F.A.L.E, ao invés de apenas pagar para fazê-la calar a boca como Rony e o outro Harry, decidiu que seria melhor guiá-la em uma direção melhor. — "Minha família não tem tanto poder político após anos longe da Inglaterra, mas os Malfoy por sua vez…"

— "Draco só escuta você. Se você me apoiar, ele também!" — Harry não poderia negar isso, de fato. Mas não queria que Hermione seguisse por esse caminho. 

— "Eu não posso discordar, mas esse é o seu teste. Se você conseguir convencer Draco sem citar meu nome, eu lhe darei meu apoio, que tal?" — Ele não gostava de lealdades herdadas. Se Hermione realmente quisesse um apoio seguro ela teria que conquistá-lo. 

Durante os próximos dias, ele se divertiu assistindo Draco fugindo como o diabo foge da cruz de Hermione.

No fim de outubro, eles estavam organizados na área externa do castelo, ninguém tinha nem mesmo um fio de cabelo fora do lugar, os professores fizeram questão de garantir isso. Afinal, não poderiam fazer feio na frente dos estrangeiros.

Todos estavam ansiosos e murmurando apostas de como eles iriam chegar. 

Até que algo no céu, grande, muito maior que centenas de vassouras juntas, foi visto. Uma grandiosa carruagem azul-clara puxada por doze cavalos alados também enormes. Eles aterrissaram com um barulho estrondoso, a porta sendo aberta por uma figura de vestes azuis, seguida por uma mulher igualmente alta ao meio gigante, Hagrid. Madame Maxime, obviamente.

Uma dúzia de adolescentes estavam parados atrás da mulher, a quem ela apresentou como seus alunos. Eles pareciam com frio, afinal, era praticamente inverno e não usavam roupas muito quentes. Harry se agradeceu por lembrar de colocar um feitiço aquecedor em sua capa.

Algum tempo depois, um barulho chamou atenção dos alunos novamente, dessa vez, no lago. As águas calmas foram agitadas pela chegada do barco de Durmstrang. Karkaroff chegou junto aos seus alunos, Viktor Krum rapidamente se tornando um destaque entre eles. 

Rony fez o maior alarde, balançando o Potter ao seu lado e sendo repreendido por Hermione. Eles caminharam até o interior quentinho do castelo novamente, todos querendo ver um pouco mais da estrela mundial de quadribol. Harry não poderia se importar menos, tomando um lugar junto a Luna na mesa da Corvinal que agora contava com a adição dos franceses. 

Os alunos de Durmstrang tomaram um lugar na Sonserina e Harry quase, quase, conseguia ouvir Rony e Draco reclamando por isso. Aparentemente o Malfoy Júnior ainda guardava rancor por ter ido pra Grifinória e isso se tornou ainda mais óbvio. 

Harry conversou com alguns dos poucos alunos de Beauxbatons, vendo que uma garota loira muito bonita o encarava às vezes. Era Fleur Delacour, se fosse chutar um palpite, já que os garotos mais próximos (além dele mesmo) pareciam um pouco mais idiotas que o normal ao redor dela.

Em algum momento, Bartolomeu Crouch e Ludo Bagman chegaram ao banquete, tomando as cadeiras vazias na mesa dos professores. Quando o jantar terminou, o blábláblá sobre o torneio tribuxo que Harry não estava nem um pouco animado em ouvir começou. Oh, o Cálice do Fogo, uau, que emocionante. 

Era chato ter que passar por tudo isso quando você leu e releu os livros várias vezes. A versão em sua cabeça era muito melhor, obrigado. E ele preferia continuar apenas lendo os livros do que ser transportado para essa fanfic de baixo orçamento e de qualidade duvidosa.

Na manhã seguinte, Harry não se importou em assistir ao espetáculo dos alunos depositando seus nomes no cálice, aproveitando a biblioteca mais vazia que o usual, com a companhia de Draco e Luna. Draco se escondendo de Hermione, obviamente, e Luna porque provavelmente não tinha nada melhor para fazer também. Era sábado, afinal.

No banquete de dia das bruxas, todos pareciam ansiosos, comendo mais rápido que o normal e lançando olhares, ora pro cálice, ora para Dumbledore. Harry não compartilhava da mesma animação. 

Assim como esperado, os campeões eram Viktor Krum, Fleur Delacour e Cedric Diggory. Uma comemoração enorme, de fato, até o cálice se iluminar pela quarta vez.

Houve uma longa pausa antes de Dumbledore pigarrear e finalmente ler o nome que estava escrito.


Notas Finais


Quem será o quarto campeão? tantantaann (tentativa falha de fazer mistério)

Eu estou genuinamente empolgada para adaptar o quarto ano para hush, ele é o meu preferido, pra ser sincera. Estou dando o melhor que posso, escrevendo com o livro literalmente aberto ao meu lado para não deixar nenhum detalhe passar.

Enfim, bebam água, fiquem em casa e seguros,
Cya!~


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...