História Hybrid Sanguine - WonTaek - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias VIXX
Personagens Leo, N, Ravi
Tags Casal Da Nação, Levi, Vixx, Wontaek
Visualizações 92
Palavras 1.519
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Lemon, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Se isso existe, agradeçam as duas músicas que irei por nas notas finais, pois foram as mesmas que me deram o plot.

É a primeira vez que tento escrever com o gênero sobrenatural. -q

Eu sou uma pessoa que desiste muito fácil, então, se puderem, demonstrem que estão curtindo a história. (Preciso do famoso empurrão.)

Capítulo 1 - CAUGHT


Fanfic / Fanfiction Hybrid Sanguine - WonTaek - Capítulo 1 - CAUGHT

 A chuva batia contra o topo de sua cabeça, fazendo os fios negros de cabelo grudarem em sua testa. As gotículas de água percorriam todo o seu rosto, em direção ao seus lábios e caíam no asfalto, o qual ele se movia em rápidos e longos passos, percorrendo a extensa ponte.

A única coisa que ele podia ouvir era o abafado das sirenes, dos helicópteros, a chuva que se tornava cada vez mais apertada e seu coturno batendo nas poças d'água.

Os trovões ricocheteavam o céu noturno e acendiam uma breve e forte luz, que faziam um de seus olhos ficarem luminescentes.

“Então as balas ultravioletas já estão em Seoul…” Murmurou empurrando seu sobretudo encharcado, a única veste que não era de látex, para trás e tendo a visão de um ombro ferido por um tiro.

Seu celular começou a vibrar dentro do sobretudo um pouco antes de ele chegar no fim da ponte.

—Taekwoon?— A voz de preocupação de seu mestre era visível em seu tom.

—Sr.Hakyeon, eles conseguiram. Eu estou ferido por uma bala, parece incomum. Luzes violetas saem pela perfuração. Estou na avenida principal.—

—Não demore.— A chamada foi desligada.

Taekwoon fitou a tela do aparelho até a mesma se apagar. O celular estava todo molhado, por sorte era a prova d'água.

Se recuou ao levantar o olhar para a avenida e faróis fortes invadirem suas pupilas já frágeis. Tapou o rosto com o antebraço, e após o ônibus passar continuou a correr.

Tinha quase a absoluta certeza de que se não fosse por seu lado humano, teria morrido com apenas aquela única bala. Pois sentia muita dor, uma foto que nunca tinha sentido antes.

Desceu pela lateral da ponte, pondo as mãos no ombro para diminuir o movimento e por consequência a dor.

Chegou até o portão, colocando um de seus olhos no minúsculo dispositivo preto ao lado, que ao identificar sua pupila, abriu o aço em instantes.

Taekwoon andou alguns metros antes de chegar ao círculo, onde Hakyeon estava. Sua expressão era amena e ele tinha os braços pendidos para frente, chamando Taekwoon para si.

—Deixe-me ver isso.— Logo o tocou, empurrando o sobretudo e tirando as mãos de Taekwoon de cima.

Seus olhos brilharam ao mirar a luz violeta que saia dos ombros do discípulo.

—Que droga.—Cuspiu entredentes.—Apenas a luz disso já incomoda meus olhos.— Terminou de falar forçando os olhos fechados.—Precisamos de alguém para retirar isso. Nenhum dos nossos chegou a receber dessa cápsula e sobreviver. Você sabe o que isso significa, certo, Taekwoon?—

—Vou colaborar com isso.—

Ravi já está chegando.—

—Ravi?— Questionou o mestiço.

—Tenho que lhe dizer uma coisa, pequeno. Nada de fazer perguntas direcionadas a ele, nada de tentar esconder qualquer coisa dele, porque ele vai descobrir. Ravi não é acostumado a estar com pessoas, então finja não ser uma. E o principal, ele odeia vampiros, porém, para um bem maior, concordou em cooperar comigo. Taekwoon, colabore também—

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Taekwoon estava em seu quarto, lendo um livro qualquer enquanto sobrepunha sua mão sobre o ferimento quando foi chamado por um dos novatos, que lhe avisara para ir até o centro de plasmas.

Ravi havia chegado.

Enquanto se direcionava para a sala, ficou se questionando internamente sobre o tal homem. Hakyeon nunca abriu a boca sobre esse homem. E apesar disso, parecia confiar nesse tal.

Quando a porta automática se abriu, Taekwoon visualizou apenas o lado direito do corpo do homem. O mesmo não virou o olhar para cumprimenta-lo. Sentado num banco de frente para a maca, esperou Taekwoon se aproximar para falar.

—Há quantas horas levou essa bala?—

Taekwoon pensou e respondeu:

—Três horas.—

Deite.— Pediu ao mestiço ao se levantar e ir até um armário de ferro.—Tire toda as suas roupas.—

Taekwoon se retesou por alguns segundos, mas se lembrando das palavras de Hakyeon começou a retirar tudo, desde as calças de látex até a manga longa, coturnos e meias.

Deitou se na maca e observou Ravi voltar com uma maleta dourada, e após deixa-la numa estante ao lado da maca, colocou uma luva e puxou o banco se sentando.

Taekwoon observou Ravi colocar uma pinça dentro do ferimento, sentindo um enorme desconforto com os movimentos que ele fazia usando o objeto. Segundos depois sentiu uma enorme ardência, inconscientemente se movendo na maca.

—Não se mova. O líquido está se espalhando.— Disse Ravi olhando pela primeira vez nos olhos de Taekwoon. Franziu o cenho e retirou a pinça incomoda.—Por que apenas um de seus olhos são violetas?—

Taekwoon, como um mestiço, tinha traços aparentes e óbvios. Achou que Ravi provavelmente sabia, mas mesmo assim respondeu.

—Sou metade humano.—

—Então é por isso que não evaporou com esse tiro. O líquido, na verdade, era para causar queimaduras, mas pelo visto não funcionou. Sente isso queimar e formigar. O raio ultravioleta é como se fosse uma bomba de vitamina D para seu lado humano.—

Ravi se levantou e pegou alguns instrumentos da maleta.

Preparou uma injeção e aplicou na área, esperando alguns segundos para começar a cortar a pele e retirar a bala alojada.

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—Você irá sentir por algumas horas o formigar e leves ondas de choque pelo corpo.— Ravi falou após alguns minutos em silêncio enquanto retirava a luva.

Taekwoon observou o estranho pegar a bala da forma e guarda-la numa pequena caixa cinza e enfiar no bolso.

Ravi se aproximou e colocou as mãos sobre os pés de Taekwoon, que estranhou mas não hesitou. Subiu as mãos por suas pernas, usando os nós dos dedos, causando lhe um arrepio totalmente desnecessário. Apertou suas tíbias e subiu seus joelhos, em direção a suas coxas.

Dói?— Perguntou ao pressionar a pele interior de suas pernas.

Taekwoon negou.

Continuou o caminho e forçou ambos os dedos indicadores em seu ventre, um em cada lado. Taekwoon agora já se sentia estranho. Estava começando a sentir o formigamento e se moveu demonstrando cômodo.

Ravi subiu os dedos para as costelas de Taekwoon e pressionou embaixo dos ossos.

Taekwoon estava começando a sentir os choques, iniciando de seus pés.

—Está começando.— Disse por fim subindo as pontas dos dedos abaixo do maxilar do mestiço.—Seus batimentos irão subir um pouco. As ondas elétricas fazem isso. Talvez se sinta sonolento após todos esses efeitos. Mas de qualquer forma terá que ficar aqui até que eu análise isso. Infelizmente tenho relatórios para escrever.—

Ravi se virou e foi para uma escrivaninha, onde continha vários equipamentos técnicos e mirabolantes.

Taekwoon sentiu sua pele se arrepiar novamente e percebeu assustado que seu membro estava ficando ereto, pensando que provavelmente era pelos efeitos do líquido espalhado em seu corpo, já fazendo efeito.

“Merda” pensou e rapidamente agiu, buscando suas calças no chão antes que o outro percebesse. Vestiu com dificuldade apenas a calça e já se sentia melhor.

Ravi girou a cadeira e se levantou, indo novamente ao armário e retirando uma agulha e seringa de dentro plásticos.

—Preciso de uma amostra de sangue.— Disse colocando um garrote no braço do mestiço.

Taekwoon observou seu sangue derramar dentro da seringa e chegar quase ao número máximo.

Ao se levantar e passar pela estante, na maleta que se encontrava aberta, havia um bisturi com a ponta para fora, e o mesmo cortou o dorso da mão de Ravi, que passou rapidamente ali.

Taekwoon no mesmo instante engoliu seco, vendo o sangue pingar no chão. Ravi o olhou sério e cobriu sua mão, indo até a pia.

—É por isso que eu odeio vampiros. São como porcos sedentos.— Ravi silabou ao jogar um pacote de gaze, álcool e algodão no colo de Taekwoon.—Faça um curativo.— Pediu se sentando no banco.

Taekwoon piscou trêmulo e hesitante molhou o algodão no álcool. 

"Acaba de me ofender e me pede um curativo?"

Lentamente pôs o algodão sobre o corte, tirando e pressionando várias vezes.

—Do que você se alimenta…?—

Taekwoon. Jung Taekwoon. Bem, sou um mestiço posso aderir aos dois tipos de alimentação. Sangue ou alimentos humanos me satisfazem. Contudo, de vez ou outra, mesmo que não queira, tenho que beber sangue.—

—E você gosta?—

—Não muito, já que não são frescos por estarem em bolsas plásticas há um bom tempo. É como um morango quase apodrecido. Continua sendo doce, mas é nojento.— Conforme havia respondido percebeu que já havia terminado o curativo.

—E os outros, de quem se alimentam?—

—Não sei.— Negou com a cabeça, mas ao ver que Ravi o olhava com desconfiança disse; —Bem, o único que eu sei sobre de alimentar diretamente é Hakyeon. Ele tem, hmm…digamos que um namorado? Então, esse homem lhe dá o próprio sangue.—

—E os outros?—

—Temos uma dispensa de plasmas artificiais. É como tomar petróleo, não que eu já tenha tomado, mas tenho certeza de que é semelhante. Vivemos daquilo.—

—É mesmo tão ruim?—

Taekwoon assentiu.

—E o que acha disso?— Ravi abaixou a gola da camiseta branca e expôs seu pescoço rapidamente, olhando para o mestiço.

—É tentador…—Sussurrou.

—E quanto a isso?— Ravi se levantou e aproximou seus lábios a centímetros dos de Taekwoon.

 Taekwoon entreabriu os lábios, se aproximando do outro. E mesmo achando aquilo suspeito, como uma armadilha...

 “Um cheiro bom…”


Notas Finais


Não tenho o que falar por fim, aqui e agora. Espero que tenham gostado.
As músicas que citei no início.

youtu.be/xLfM-g8i9Aw (Forsaken, Korn)
youtu.be/p9kbj_aeO2k (Wolf Moon, Type o negative).


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