História Hyperdimension Neptunia: A cor do meu futuro é verde - Capítulo 30


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Categorias Hyperdimension Neptunia
Personagens Personagens Originais, Vert (Green Heart)
Tags Ação, Hyperdimension Neptunia, Neptunia, Romance, Vert, Violencia
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Palavras 3.493
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ecchi, Fantasia, Hentai, Luta, Magia, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bom dia, boa tarde, boa noite e boa leitura.

Capítulo 30 - Aniversário no litoral


Fanfic / Fanfiction Hyperdimension Neptunia: A cor do meu futuro é verde - Capítulo 30 - Aniversário no litoral

Não vai ter jeito, eu vou ter que falar! 
 

Eu: - A maneira que você me abraçou quando dormimos juntos, e... você me deixou ver quase tudo até jogar o dogoo na minha cara. 

Vert: - Entendi. 
 

Ela fica com uma expressão neutra. 
 

Eu: - Não está com raiva? 

Vert: - Não. Falha minha. 
 

Ela se aproxima e segura meu queixo. 
 

Vert: - Entretanto, se pensa que pode espiar sua Deusa pelada e sair impune, você está enganado. Ouviu, safadinho? 

Eu: - Mm-hm... 

Vert: - Me dá essa boquinha aqui. 
 

Ela me beija, mas logo se afasta. 
 

Vert: - Mais uma coisa: o que te levou a fazer o pedido para mim ontem? 

Eu: - Ora, tudo o que eu disse ontem é a mais pura verdade. Eu te amo e por saber que você sente o mesmo por mim, quero retribuir o favor que você tem feito por mim há quase um ano. 
 

Ela sorri e volta a chegar perto. 
 

Vert: - Eu entendo perfeitamente que você está também disposto a ser meu elo para que eu não tenha mais o risco de quebrar nada por acidente. 

Eu: - Você disse que eu tinha que tomar essa decisão... essa foi a minha resposta: você me deu uma vida digna aqui, e em troca, eu quero dedicá-la a ti não só porque você é a minha Deusa... você é tudo para mim. 

Vert: - Vem cá, meu docinho. 
 

Ela abre os braços e... parece que suas pupilas ficam com formato de um coração rosa; é estranho, mas vê-la desse jeito e me chamar de docinho assim de forma tão carinhosa é de acelerar o coração. Eu chego mais perto, ela permite que eu me apoie em seu ombro e me dá um abraço caloroso. 
 

Vert: - Me deixe te fazer cafuné... 
 

Ela acaricia e beija meu cabelo devagar enquanto meu rosto fica bem em cima dos seios dela. Pouco depois, acabamos nos beijando, mas aí ela interrompe e me solta. 
 

Vert: - ...Calma aí... já é o bastante por hoje. Dispensado. 
 

Nesta conversa, certas coisas foram bem estranhas, mas nada grave. Pelas semanas seguintes, continuamos a ter diálogos como este, conhecendo mais coisas um do outro e ela me ensinou a fazer algumas tarefas domésticas do jeito que ela gosta. Nós planejamos parcialmente o roteiro da cerimônia, Vert pediu para que eu aprendesse uma certa dança com um profissional, pois ela em particular quer que tenhamos uma dança de casamento lenta aos olhos de todos. Eu mencionei que Reushissaquergen quer muito presenciar o matrimônio, e ela respondeu que é provável que as pessoas se assustem com o tamanho dele, porém podem muito bem compreender que ele é não mais que um convidado. 

Decidimos que a cerimônia ocorrerá um ano e uma semana depois nosso primeiro encontro, o que seria um pouco mais de um mês depois do meu próximo aniversário de acordo com o calendário deste mundo. Quando chega o dia em que completo 20 anos, não houve nada de especial na base militar quando cheguei e eu nunca falei disso com ninguém aqui, então isso era de se esperar. Fui ao Basilicom e não encontrei Vert por lá, então eu a contatei. 
 

Eu: - Minha senhora, onde você está? 

Vert: - Oh, desculpe. Eu tive que sair e não sei que horas eu volto. Te mando uma mensagem em breve. 

Eu: - Tudo bem. 
 

Perto de meio-dia, ela manda a mensagem. 
 

Vert: - Amor? 

Eu: - Já voltou? 

Vert: - Não. Na verdade, eu tenho uma tarefa para você. Vou te mandar as coordenadas, mas vá por terra em direção ao leste quando você chegar no ponto. 

Eu: - Como queira. 
 

Eu achei que passaria o dia com ela por ser meu aniversário, mas parece que eu estava errado. Isso me lembra as primeiras horas do dia dos namorados... enfim, eu voo até as coordenadas, vejo o litoral ao leste, mas não a margem em si, pois está coberta por uma floresta densa, então desço em meio às árvores e faço como Vert instruiu. Quando estou prestes a chegar ao litoral, Histoire aparece. 
 

Histoire: - Ei, Alex. 

Eu: - O que faz aqui? 

Histoire: - Acho melhor você não usar seu uniforme e ficar com a Hanoyami em mãos enquanto estiver aqui. 

Eu: - Por quê? 

Histoire: - Só confie em mim. 
 

Ela me leva até uma tenda fechada, pede para que eu ponha a roupa que está lá dentro e deixe a Hanoyami com meu uniforme; só tem uma camiseta, uma bermuda e chinelos aqui. Qual o objetivo disso afinal? Acabo cedendo, troco de roupa, vou em direção à costa de novo e assim que saio do meio das árvores, eu fico de frente com a praia. Agora pisando na areia, eu tenho uma belíssima visão do mar, mas eu olho ao meu redor e não vejo ninguém por aqui. Eu ando um pouco e paro, pois tem algo errado na minha frente. 
 

Eu: - O que está acontecendo? 
 

Histoire sumiu, algo muito grande saiu da água a centenas de metros daqui e uma miragem se desfez na minha frente. 

... 

É Reushissaquergen emergindo e se aproximando rápido, o desaparecimento da miragem revela todas as Deusas com mais algumas garotas em volta de uma mesa grande cheia de comida e uma bandeira dizendo “feliz aniversário”, e há algumas pranchas ali também. Vert tem um bolo nas mãos e nele está um par de velas com o formato dos números 2 e 0. 

... 

Todo mundo diz “surpresa” ao mesmo tempo, e imediatamente começam a cantar uma curta música de aniversário. Honestamente, eu estava suspeitando de algo, principalmente por Histoire ter me pedido para não vir aqui com uniforme e a Hanoyami. Mesmo assim, eu cubro o rosto e me viro de tanta vergonha, pois nunca tive uma experiência dessas. Vert deixa o bolo com Nepgear e assim que todos terminam de cantar, ela vem a mim. 
 

Vert: - Psiu, olhe para cá. 
 

Eu tiro as mãos do rosto e ela percebe que estou me segurando para não chorar, então ela acaricia minha bochecha. 
 

Vert: - Feliz aniversário, meu amor. 
 

Ela me abraça e me beija. Agora que ela está bem perto, eu noto que ela está usando um pequeno colar, um top sexy branco com estrelas lilás, um par de pulseiras no pulso esquerdo e um tecido com cor branca, lilás e rosa cobrindo um pouco da parte inferior do corpo. 
 

Eu: - Obrigado, minha senhora. Ei, belo biquini. 

Neptune: - Eu vou morder os dois se vocês continuarem se amassando, hein! 
 

Ouvir Neptune falando isso de longe me fez dar risadas. Vert me levou até a mesa de braço entrelaçado. 
 

Vert: - Apague as velinhas. 
 

Eu jogo dois projéteis de gelo bem pequenos no fogo de ambas as velas do bolo, apagando-as. 
 

Vert: - Não, não, não! Não é assim que se faz. Você tinha que soprar. 

Eu: - Ops. 

Vert: - ...Deixa pra lá. 
 

Uma a uma, as outras Deusas me cumprimentam e dizem “feliz aniversário”, então Compa, IF, Tekken e Nitroplus também fazem o mesmo. Aqui estão presentes ninguém mais que as 13 damas, o dragão e eu. Todas elas estão com roupa de banho como Vert, mas eu não prestei atenção nos detalhes e não pretendo fazê-lo em momento algum por razões óbvias. Na mesa, há muitas variedades de salgadinhos, doces e bebidas não alcoólicas, mas antes de começar a comer, eu vou até onde as pequenas ondas tocam na areia para me aproximar de Reushissaquergen. A sensação desta água nos meus pés é muito agradável. 
 

Reushissaquergen: - Feliz aniversário e parabéns pelo noivado, meu jovem. 

Eu: - Obrigado. 

Reushissaquergen: - Por que você ficou tão tímido agora a pouco? 

Eu: - Não havia aniversário “lá”. Daí vocês preparam isso e começam a cantar para mim... 

Reushissaquergen: - Ah, entendo. 

Eu: - Como foi que você chegou aqui? 

Reushissaquergen: - Histoire me teleportou. 

Eu: - E as garotas? Elas ficaram com medo de você? 

Reushissaquergen: - Sim. Tadinha da Compa... a única pessoa aqui que estuda enfermagem quase teve um ataque cardíaco ao me ver. 

Eu: - Vish... 

Noire: - Ei, você é o aniversariante. Não vai comer nada? 

Eu: (Olho para Noire) - Oh, sim. Claro, claro. (Olho de volta para ele) Mas as 4 estão tranquilas agora, né? 

Reushissaquergen: - Mas é claro. 

Vert: - Olha só como eles se dão bem. 

Eu: - Há quanto tempo você estava debaixo d’água? 

Reushissaquergen: - mais ou menos meia-hora, mas eu possuo respiração subaquática... 

Uni: - Ele se esqueceu da gente ou o quê? 

Eu: - Com licença. 

Reushissaquergen: - Vai lá. 
 

Eu dou alguns passos de volta à mesa, mas paro no meio do caminho. 
 

Eu: - Espera aí... como é que ele vai comer alguma coisa aqui com o tamanho que ele tem? 
 

Todas elas param e me encaram brevemente. 
 

Reushissaquergen: - Ouviram com o que ele está preocupado? Ele não é um rapazinho legal? 

Nitroplus: - Não é à toa que conquistou o coração de uma Deusa... 

Ram: (Sussurra) - Ele ainda é um pouco esquisito porque nem sabe como apagar uma vela. 

Histoire: - Não se preocupe, isso não é um problema. 
 

Histoire faz um salgadinho gigante aparecer na mão do dragão. 
 

Reushissaquergen: - Mas obrigado por perguntar. 

Vert: - Vem, amor. Vamos comer. 
 

Começamos a comer tudo na mesa, exceto o bolo. Neptune estava devorando todos os pudins descontroladamente até as outras começarem a impedi-la de chegar perto da mesa de novo enquanto Reushissaquergen e eu demos risadas da cena. Depois de comermos boa parte da comida, elas se espalham, mas Nepgear deu a ideia de “surfar”. 
 

Noire: - Bem, tem 4 humanas aqui. Elas não podem ir para a água logo depois de comer. 

Compa: - Então a gente vai depois sem problema. 

Vert: - Quer vir também? 

Eu: - Não, obrigado. 

Vert: - Você é que sabe. O que quer fazer agora? 

Eu: - Relaxar um pouco. 

Vert: - Ok, já volto. 
 

Eu me deito em uma espreguiçadeira, mas logo fico incomodado com a luz do sol. 
 

Vert: - Aqui, amor. Ponha uns óculos escuros e tome água de coco. 
 

Eu ponho os óculos e ela dá um coco. 
 

Eu: - Obrigado. 

Vert: - Biquinho. 
 

Ela me dá um selinho e se deita na espreguiçadeira ao lado. 
 

Vert: - O que está achando da sua festinha de aniversário? 

Eu: - Muito agradável. 

Vert: - É o mínimo que posso fazer pelo meu noivo. 
 

Sorrimos um para o outro por um segundo, então comecei a beber da água de coco devagar, que por sinal é bem saborosa. Quando acabou, olhei para Vert de novo e ela estava prestando atenção no mar... começo a encarar os peitões dela por quase um minuto até... 
 

Vert: - Peitos são como o sol: você até consegue dar espiadinhas rápidas, mas de óculos escuros, aprecie o quanto quiser. 

Eu: - Tsc. 

Vert: - O que foi? Eu deixo você olhar para os meus com ou sem óculos, sabia? 

Eu: - Então tá... 
 

Eu começo a olhar sem disfarçar, ela cobre os seios e se levanta. 
 

Vert: - Mudei de ideia... vão te chamar de pervertido se alguém perceber. 
 

Eu fico deitado por alguns minutos até decidir nadar depois que algumas das garotas pararam de surfar. Uma vez que fico a alguns metros afastado da areia, Reushissaquergen se aproxima e fica com o rosto próximo a mim. 
 

Reushissaquergen: - Posso te pedir um favor? 

Eu: - Claro que pode. 

Reushissaquergen: - Me visite depois que estiver casado. 

Eu: - Por quê? 

Reushissaquergen: - Porque eu quero fazer uma pintura sua para fazer parte da decoração meu covil. 

Eu: - Como assim? Foi você quem desenhou aqueles quadros? 

Reushissaquergen: - Sim, com ajuda de magia porque não dá para segurar um pincel com as garras que eu tenho, mas de fato fui eu. 

Eu: - Bem, eu nunca disse isso, mas são artes esplêndidas; de cativar os olhos. 

Reushissaquergen: - Obrigado. 
 

Ele começa a falar sussurrando. 
 

Reushissaquergen: - Havia algum tipo de celebração onde você vivia? 

Eu: - Não. Nada de feriados, nada de eventos, nada de aniversário, só trabalho. Já presenciei algumas festas aqui, inclusive de aniversário. 

Reushissaquergen: - E o que está achando da sua? 

Eu: - Ótima. 

Reushissaquergen: - Foi ideia da sua noiva. 

Eu: - Não duvido. 

Reushissaquergen: - Achei que haveria mais gente. 

Eu: - Eu não iria querer uma coisa muito pública mesmo. Mas sei lá... é um pouco estranho que tenha só eu você e 12 moças aqui. 

Reushissaquergen: - Fato. Você é um garoto sortudo, hein!? Cercado de “pepekas”. 
 

Ele fala isso com tom de brincadeira, só que eu passei tempo o suficiente aqui para saber o que essa gíria significa. É sério que estou ouvindo isso de um dragão? Já que é “papo de homem”, eu resolvo responder à altura só para ver como ele vai reagir. 
 

Eu: - Pois é, mas é só uma que eu vou querer lamber. 
 

Ele vira de costas e se afasta para mergulhar. 
 

Eu: - Onde você vai? 
 

Acho que exagerei, pois ele não respondeu. Por causa disso, eu saio da água e volto à mesa. 
 

Noire: - Gente, vocês estão ouvindo isso? 

Tekken: - Ouvindo o quê? 

Blanc: - Está vindo do mar. 

Vert: - Cadê o Reushissaquergen? 

Eu: - Mergulhou. 

Noire: - Vou lá ver o que é. 
 

Noire se transforma, vai atrás dele, retorna segundos depois e volta ao normal. 
 

Noire: - Eu não sei o motivo, mas ele está rindo histericamente debaixo d’água. 

Eu: (Sussurro) - Fiz merda. 

Ram: - Por que ele está rindo? 

IF: - Boa pergunta. Você deve saber porque estavam nadando agora a pouco, né? 

Eu: - Não é nada não. 

Vert: - Tem certeza? 

Eu: - Gente, era “papo de homem”. Eu não quero falar isso em alto e bom som aqui. 

Vert: - Então é melhor deixar pra lá. 

Neptune: - Agora fiquei curiosa. 

Blanc: - Foda-se.  

Neptune: - Ai, meus ouvidos! 
 

Esquecemos do assunto e continuamos a nos divertir por mais algumas horas, então finalmente começamos a comer o bolo que estava preservado por uma barreira. Ao pararmos, ficamos apreciando o pôr do sol e eu agradeci todo mundo pela presença. Quando não pudemos mais ver o sol, eu fui imediatamente vestir meu uniforme e pegar a Hanoyami. 

... 

Pronto para ir embora, voltei até a areia para acompanhar Vert, mas Blanc me aborda com uma expressão de surpresa. 
 

Blanc: - Isso por acaso é a Hanoyami? 

Eu: - Sim. 
 

Vert viu que eu trouxe a katana aqui, mas antes que ela tomasse uma atitude... 
 

Neptune: - Será que daqui a 2 ou 3 anos, a gente vai ser chamada de titia? 

Noire: - ...Sério isso? 

Neptune: - Claro, por que não? Eles vão cas... 
 

Neptune estava conversando alegremente até o exato instante em que ela olhou para mim. 
 

Noire: - Neptune? 
 

Neptune ignora Noire. 
 

Neptune: - Ei! 

Vert: - Por que você trouxe isso aqui? 

Eu: - Err... 

Neptune: - Alex, O que você pensa está fazendo com a Hanoyami? 
 

Neptune fala em um tom áspero e uma expressão muito hostil. Todas ficam surpresas, pois até as Deusas não costumam vê-la assim. 
 

Eu: - Eu... eu a ganhei de presente. 

Neptune: - Ah, é? Por acaso foi ele? 
 

Ela aponta o dedo para o mar quando diz “ele” e eu confirmo... 
 

Neptune: - Raio Polar! 
 

Um grande feixe azul-claro sai da mão dela, congelando toda a água que toca e mais um pouco ao redor, então segundos depois, Reushissaquergen emerge. 
 

Reushissaquergen: - Quem fez isso? 

Neptune: - Fui eu porque quero saber o que é que ele está fazendo com aquilo nas mãos. 

Reushissaquergen: - Ah não, só pode ser brincadeira... eu dei a arma para ele por não ter utilidade para mim ou para você. 

Neptune: - E o que te fez pensar que ela não o mataria, ou que ficaria na boa na mão de alguém que não é um deus? 

Compa: - Nep-nep, tudo bem? 

Reushissaquergen: - Afinidade com escuridão. 

Neptune: - Sério? Então pode voltar para baixo. 

Reushissaquergen: - ... 

Vert: - Neptune, você não ach... 
 

Ela interrompe Vert falando mais alto. 
 

Neptune: - Com licença, Vert. Isso é entre mim e ele. 

Nepgear: - Se acalme, irmã... 
 

Neptune faz um gesto de silêncio para Nepgear e dá alguns passos em minha direção. 
 

Neptune: - Quer saber de uma coisa? Obrigada por não ter me deixado ver isso mais cedo, pois eu teria acabado com o clima de festa. 

Eu: - Porque você está falando desse jeito? 

Neptune: - Porque você está com o artefato que eu, a Deusa do destino criei há séculos; você está comprometido a uma união eterna com outra Deusa, e o mais inacreditável é que você veio de outro mundo trazendo parte do poder de uma Deusa antiga morta de volta para Gamindustri. 
 

Todo mundo fica totalmente sem palavras. 
 

Eu: - NÃO! 

Neptune: - Pela sua reação, sabe que é verdade. 

IF: - Outro mundo? Deusa antiga? 

Uni: - Vert, você sabia disso? 

Eu: - O que é que você está fazendo? 

Vert: - Pare de o expor assim. 

Neptune: - Não há registros de qualquer coisa sobre este garoto até o momento em que Compa e Iffy evitaram sua morte, eu sei da história das Deusas antigas porque Tari está soterrada sob Planeptune por milênios e armadura negra dele quando se transforma é literalmente a versão masculina do que a Deusa do Caos tinha. 

Noire: - Neptune, você não acha que está exagerando? 

Eu: - Você a quer de volta? Tome. 
 

Eu fico prestes a entregar a Hanoyami para ela, mas ela gesticula rejeição. 
 

Neptune: - Eu dei a Hanoyami ao Reushissaquergen não só como presente, mas também para que ficasse longe das mãos de qualquer mortal, e aí no dia do aniversário do noivo da Vert, eu vejo minha katana na mão dele. Você sabe a quão perigosa ela é, não sabe, Alex? 

Rom: - Como assim Deusa antiga, irmã? 

Blanc: - Rei Ryghts. 

Tekken: - Espera aí, o que ela está falando é sério? 

Vert: - Cada palavra é verdadeira... 

Eu: - Sei, mas eu consegui me dar bem com a arma pela minha afinidade com escuridão e a minha senhora constatou que eu não quiser que algum desavisado se machuque, ele não vai. 

Neptune: - E você pôs isso na mão de alguém para ver o que acontece? 

Eu: - Não de uma pessoa que eu nunca tive a intenção de ferir. 
 

Ela levanta uma sobrancelha. 
 

Neptune: - Então você pôs isso na mão de alguém que queria matar para ver o que acontece? 

Eu: - Não, não foi para ver o que acontece.  

Neptune: - Sério? Conte-me mais. 

Eu: - Foi para salvar o filho da comandante da tua força aérea. Foi graças à Hanoyami que eu pude chegar a ele e eliminar todos os hereges que o estavam mantendo como refém, que também foram os mesmos que atacaram Reushissaquergen com um caça roubado. 

Neptune: - Como você sabia onde eles estavam? 

Eu: - Sonhei com o garoto e como o estavam tratando. Acordei sentindo o caminho até lá. 

Neptune: - Nunca ouvi falar de alguém que sonhou com um rosto que não viu antes. 

Eu: - Eu não disse que vi o rosto dele no meu sonho. 

Neptune: - Espertinho você, hein? 

Eu: - Podemos ir agora? 

Neptune: - Não. 

Eu: - O que é que você quer de mim afinal? 

Neptune: - Já que eu nem precisei perguntar qual bem ela fez por ter sido dada a você, só tem mais uma coisa: quero que mereça minha aprovação. 

Vert: - O quê? 

Eu: - Como assim? 

Neptune: - Fiquem longe dele, por gentileza.  

Blanc: - Vert, Noire, eu e nossas irmãs te conhecem a tempo demais para pensar que você agiria desse jeito algum dia, ainda mais não estando como Purple Heart. Isso é muito, muito preocupante. 

Ram: - Concordo. 

Neptune: - Eu não preciso me transformar para falar ou agir da maneira que eu quiser. Além do mais, eu já dei motivos o suficiente. Agora, se afastem por gentileza. 
 

Todas as garotas se afastam de mim, Neptune dá mais alguns passos na minha direção e materializa sua arma. 
 

Neptune: - Barreira de Lâminas! 
 

Centenas de lâminas de mais de 2 metros de altura que parecem ser de energia roxa saem da areia e formam um círculo que cercam Neptune e a mim. 
 

Neptune: - Te dou duas opções: Me enfrente e tente conquistar minha aprovação, ou simplesmente vá embora sem ela e sem o artefato. 

Eu: - Aceito seu desafio. 
 

Com a Hanoyami em mãos, eu fico em posição de luta. 
 

Neptune: - Ora, te dou um ponto pela coragem. Se transforme pensando que não tem asas. 
 

Eu o faço exatamente como ela diz... não vejo minhas asas negras. 
 

Neptune: - Não toque na barreira, sem projéteis das mãos, muito menos a bola negra. Pronto para um “swordplay”? 



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