História Hypnotic Friends - Capítulo 10


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Categorias Dominic Sherwood, Emeraude Toubia, Katherine McNamara, Madelaine Petsch, Matthew Daddario, O Canto da Sereia, Riverdale, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Cheryl Blossom, Clary Fairchild (Clary Fray), Elizabeth "Betty" Cooper, Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Jocelyn Fairchild, Magnus Bane, Personagens Originais, Polly Cooper, Raphael Santiago, Simon Lewis, Valentim Morgenstern
Tags Clace, Harry Shum Jr, Isla Fisher, Lili Reinhart, Madelaine Petsch, Malec, Matthew Daddario, Riverdale, Saphael, Shadowhunters, Simaia, Sizzy
Visualizações 28
Palavras 2.229
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Mistério, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo
Avisos: Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


MUDEI DE IDÉIAAA!!!! Ñ sobre minha outra história um pouco parecida com essa, mas vou esperar mais um pouco até que a outra esteja realmente pronta.

Desculpem os erros, irei revisar novamente depois.

Boa leitura...XXX


OOOO

Capítulo 10 - Capítulo 9 - Primeira festa. (Parte 2)


POV’s Narradora

- Quanto tempo até chegarmos? – Dessa vez foi Clary quem fez a pergunta.

- Uns três minutos já serão o suficiente, madame. – A mais nova coçou a garganta. – Desculpe, Clary. – Corrigiu, a garota agradeceu sorridente e se acomodou ainda mais do lado do amigo.

Já não era novidade pra ninguém que tanto ela como a ruiva mais velha que ambas odiavam ser tratadas desse jeito. Mas no caso de Ariel, não havia como reclamar. Já havia conversado com sua mãe e ela havia sido bem clara quanto a isso.

- Aconteceu alguma coisa? – Perguntou o garoto entre as duas. Já fazia um bom tempo que a “futura socialite oficial”, como dizia Simon, estava mexendo em seu celular de capa dourada e detalhes vermelhos, tão concentrada que praticamente ignorava seus amigos. Mas agora, ao observar a amiga, ele percebeu que a mesma tinha o cenho franzido e uma feição angustiada. Conhecia muito bem a amiga pra saber que estava preocupada.

- Não exatamente. – Respondeu, ainda sem desviar o olhar do aparelho.

- O que foi? – Clary acabara de entrar na conversa.

- Só investigando um pouco. – Ambos os seus amigos franziram o cenho. Os dois sabiam que não era preciso muito esforço para a herdeira descobrir absolutamente tudo sobre alguém, até um completo desconhecido, mas sério que ela estava fazendo isso naquele momento?

- Sobre quem? – Perguntou Clary.

- Família Lightwood. – Respondeu simplesmente, tentando acalmar sua própria vontade de voltar pra casa e gritar. Olhou para os dois do seu lado e avaliou suas expressões, Clary estava paralisada com uma feição assustada do outro lado, enquanto que Simon parecia fortemente culpado. – Por que não me contaram?

Houve um momento de silêncio até que Clary começou a falar. – Não queríamos que você sofresse.

- Sabíamos que iria descobrir alguma hora, mas não queríamos que fosse desse jeito. Você já sofreu tanto por ele, Ariel... – O mais velho tentou encontrar as palavras certas. – Se você soubesse antes da hora, iria sofrer ainda mais, não concorda?

- Tinham medo que eu desistisse. – Sentiram um pouco de medo ao ouvi-la falar desse jeito. A garota sabia que esse tom assustava as pessoas, por isso quase nunca os usava com sua família. Quase nunca.

Antes que pudessem falar algo mais, ela os interrompeu. – Não quero falar sobre isso agora. Não quero arriscar borrar a maquiagem. – Sua voz continuava firme e forte, assim como sua postura e olhar. – Nós vamos pra essa festa, vamos conhecê-los e não importa o que aconteça não vamos baixar a guarda. Entenderam? – Seus olhos castanhos revezando os quatro à sua frente. Ambos assentiram.

Qualquer um os visse naquela situação pensaria que ambos sentiam medo da ruiva, mas a verdade era outra: eles a conheciam e a respeitavam. Assim como ela também os respeitava, elas só expressavam esse respeito com um certo ar de “submisso”. Não sabiam se era de propósito ou não, mas com certeza não tinha com evitar.

- Chegamos. – Falou enquanto saia do automóvel por um lado e seus amigos do outro. Antes de acompanhar os mesmos ela se dirigiu ao seu motorista e falou: - Vamos pedir um táxi para ir pra casa, então pode ligar pra minha mãe e dizer que eu o liberei, tudo bem?

O mais velho que ainda sofria os efeitos da cena que acabara de presenciar apenas assentiu mecanicamente. Já havia presenciado algumas das “discussões” entre a mais nova e sua mãe, mas nunca havia visto a garota falar daquela forma. Mesmo que não tivessem sido palavras duras ou severas, não foi o que ela disse, mas como ela disse. Aquele olhar severo, postura firme e uma atitude fortíssima. É de família. Pensou o homem antes de dar a partida e ir embora. A ruiva pensou em agradecer, mas tinha medo de que sua voz não saísse “doce e convidativa” de como estava acostumada.

Com um suspiro, ela juntou-se aos seus amigos que estavam parados na entrada quase vazia do colégio de onde já se podia ouvir uma certa batida de uma música que, mentalmente, todos tentavam descobrir qual era.

- “Paper Love” – Disse a de vermelho com um fraco sorriso, porém sincero, depois de um momento silencioso. Ela olhou para os dois que não precisaram forçar um sorriso ao entender aquela frase.

- De “Allie X”. – Completou o moreno entre elas. Sentindo-se satisfeita, a caçula da “turma” juntou seu braço ao de Simon e não precisou esperar até que a amiga também o fizesse.

- Juntos? – Perguntou a de vestido listrado. Sendo respondida logo em seguida pelos seus amigos, confiantes pela resposta.

- “Juntos”.

 

 

- Ela não vai vir. – Mesmo após a conversa que o irmão mais velho tivera com o loiro, Alec ainda não se conformava que sua irmã ficasse tão ansiosa com a chegada de sua “amiga”. Se é assim que elas se chamam. Pensou o Lightwood mais velho.

- Alec, eu nem consigo contar a quantidade de vezes que vocês dois marcaram de sair e Jace chegou meia hora depois. – Tentou mostrar ao irmão o quanto queria que ele parasse com aquilo, só não sabia se tinha conseguido ou não.

- Tá legal, primeiro de tudo, incluam-me fora dessa, e, segundo, se a Clary disse que estaria aqui é porque ela vai estar aqui, pode estar demorando, mas vai. – Revezou seu olhar para os dois irmãos à sua frente, tentando dar um pouco de confiança a garota e deixando claro sua posição à Alec, que, naquele momento, encarava o amigo com certa raiva, mas mantinha-se receoso.

- Problemas? – Uma voz soou atrás de Isabelle, uma voz que a mesma nem precisou olhar para saber de quem se tratava.

A garota lançou um olhar sarcástico aos “acompanhantes” antes de se virar e dar uma resposta à “Serpente em Pessoa”, como a mesma dizia. – Nada com o que se preocupar.

- Certeza? Não é o que estava parecendo.

- “Estava parecendo”? – Repetiu a garota. – Estava nos espionando, Camille?

- “Observar” seria a palavra certa. – Isabelle ainda não sabia como ainda não havia dado um soco no sorriso irritante da “colega”.

- Se tratando de você, claro que sim. – Naquele momento, Jace e Alec estavam apenas parados observando a cena, revezando olhares cansados e ansiosos. Não era a primeira vez que ambos presenciavam uma cena daquelas, e, como sempre, eles não podiam se intrometer, assim como também não podiam ir embora.

Camille estava prestes a responder àquela fala da garota quando um toque de celular fez com que a morena mais nova interrompesse a mais velha. – Ah, com licença. – Seu sorriso cínico deixava claro que estava feliz por ter cortado a outra antes mesmo que ela falasse algo. Porém, seu sorriso logo mudou de significado. – Bem, se me der licença, agora eu e meus companheiros precisamos nos retirar. – Lançou um sorriso animado para os mesmos. Enquanto que Jace já imaginava o que fosse e sorria com isso, Alec ainda continuava estranhando o comportamento da irmã, talvez porque ele realmente não esperasse que a ruiva aparecesse.

- Algo bom? – A morena venenosa perguntou antes que sua “rival” se retirasse junto com seus “irmãos”.

- Pode apostar. – E piscou para a mesma, arrastando seus confidentes para longe dali.

Já um pouco afastados, Jace perguntou à morena. – Onde ela tá?

- Bem, segundo ela, já chegaram. – Olhou para os dois garotos, esperando uma reação.

- “Eles”? – Questionou Alec, sem entender direito a última palavra.

- Eu disse que ela não viria sozinha, lembram?

 

 

Ariel’s POV

Clary à direita, Simon no meio e eu à esquerda. Os três de braços cruzados. Estava nervosa, com certeza estava. Em parte por estar prestes a conhecer o clone modificado do Noah, e em outra por saber que a partir do momento em que eles passarem por aquela porta, não há como suas vidas não mudarem drasticamente.

 

Oh I know, that boy’s gonna rip me up

 

Adentramos a sala e nos surpreendemos com a decoração do lugar. Isso além da música que também boa. Olhei ao redor para ver se achava os tão falados Lightwood’s, mas então eu ouço a voz de Simon. – Achei.

 

Cause he ain't that nice, he won't do right  

 

Clary e eu olhamos na mesma direção que ele e só então vimos a garota morena de corpo invejável e sorriso deslumbrante vir em nossa direção. Achei que ela estava sozinha, mas então eu logo vejo um garoto loiro que, claramente, é um belo exemplar do estilo ‘bad boy’. Provavelmente é o sonho de toda garota dessa escola, ou seja, não me impressiona. Mas então sou forçada a interromper minha análise quando observo a garota cumprimentar Clary com um abraço. Olho para Simon que faz a mesma careta que eu imagino.

Abraço?

Sei que é essa pergunta que ele faz. Por isso eu lhe respondo facialmente Claro que sim. Ele se vira para elas novamente e começa a sorrir, esperando que nossa amiga nos apresente. Como eu estou logo atrás dele aproveito para olhar mais ao meu redor. Ainda preciso achar a Betty. Penso comigo mesma. Havia falado com ela mais cedo e havíamos combinado de nos encontrar aqui hoje, mas não consigo vê-la agora, eu poderia pergunta-los se eles a avistaram por aí, mas é provável que nem a conheçam. Salto alto, preto, sorriso encantador. Claro que não a conhecem.

- Isabelle, Jace, quero apresenta-los meus amigos Simon e Ariel. – Ignorei o fato dela reforçar mais o meu nome já que provavelmente ela só havia feito aquilo porque havia percebido que meu sorriso não era sincero, mas automático, ou seja, quero ir embora.

- É um prazer conhecê-los. – Isabelle cumprimentou Simon com um aperto de mão, o garoto retribuiu o aperto e sorriu amplamente antes de responder:

- O prazer é meu. – Então ela soltou a sua mão para logo depois segurar a minha.

- Como vai? – Gostei dela. Não é falsa.

- Muito bem, obrigada. – Só então o loiro aproximou-se.

- Sou Jace. – Cumprimentou Simon primeiramente.

- Simon. – Não havia comparação entre a evidente animação de Simon com o sorriso simpático, ou traiçoeiro, de Jace. Claro que Simon não havia percebido, e é claro que eu não ia notar também.

- Ariel. – Por hora. Seu aperto era firme, mas não rude. Estranhamente familiar.

- Izzy – Chamou Clary. ‘Izzy?’ – Cadê o Alec?

- Ah – Ela olhou para trás procurando o irmão. – é mesmo. Ele tava bem atrás da gente.

- Tô aqui. – Uma voz surge na direção oposta a qual estávamos olhando. Um rapaz alto e vestido de preto se aproxima de onde estávamos e nos cumprimenta com algo que, segundo ele, era um sorriso.

- Ok, pessoal, este é o meu irmão, Alec. – Isabelle sorriu. – Onde estava?

- Conversando. – Cruzou os braços. Emburrado.

- Com quem? – Perguntou a filha de empresário, porém o mais velho apenas ignorara o que a irmã falara.

- E quem são esses? – Roupas escuras, nada chamativas, alto, cabelo negro e olhos penetrantes. Claro que os olhos verdes escuros de Noah não eram tão brilhantes quanto aos verdes iluminados de Alec, também que o humor de ambos era claramente diferente, e o preto, claro, mas tirando isso... sósias.

- Ah, claro, Alec, estes são Ariel e Simon, amigos de Clary. – Claro que havíamos percebido que o maior acabara de ignorar a pergunta da irmã, mas por que dizer algo sobre isso, não?

- Ouvimos falar muito de vocês. – Havia me pronunciado, lançando mais a minha fala para os únicos garotos que eu não conhecia naquela cena.

- Não ouvimos nada sobre vocês.

- Sabemos. – Isabelle lançou um olhar mortal, porém discreto pro seu irmão. Porém o mesmo nem a olhou, talvez estivesse ainda tentando controlar a raiva ao perceber que eu havia acabado de desafiá-lo.

 

Essa será uma longa noite.

 

(...)

 

You lit your cigarette

As I watched you walk away

 

Broken Record, de Krewella. Devo admitir, não sei quem organizou isso tudo, mas se saiu muito bem. Pelo menos, até agora.

- Betty? – Perguntou Clary, aproximando sua cadeira da minha.

- Acabei de mandar uma mensagem, vamos ver se ela responde. – Guardei meu celular na mini bolsa que havia levado comigo e voltei minha atenção para a interação dos que estavam à minha frente.

Simon conversava animadamente com a “Izzy” enquanto que eu e Clary apenas observávamos a movimentação do lugar, Jace e Alec disseram que iriam buscar algo para bebermos. Só espero que não tenha nenhum “espertinho” nessa festa que queira batizar o ponche. Odeio quando fazem isso, não só é um ato infantil como também me deixa enjoada.

- Vou no banheiro. – Avisei a única pessoa que podia me ouvir naquele momento.

- Quer que eu vá com você?- Assenti positivamente e nós duas levantamos.

Depois de avisar aonde iríamos, fomos na direção do mesmo. Quando já havia terminado o que queria fazer, fui lavar as mãos. Clary ainda não havia terminado então aproveitei para “retocar” a maquiagem.

- Ariel? – Não precisei olhar para trás para saber de quem se tratava. Sua voz já era o suficiente e, além do mais, seu reflexo já era visível no espelho que cobria toda a parede do local.

Abri um sorriso antes de abraçá-la e ela devolver com a mesma intensidade. – Como é bom te ver de novo, Betty. – Ela riu entre o abraço.

 Realmente, é ótimo vê-la novamente. 


 

Some things are permanent

Like the ink that’s on my skin

How could I forget?

The places that we’ve been?

 

 


Notas Finais


Então? O q acharam?

Comentem e me digam!!


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