História Hyung, eu te amo! - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Bangtan Boys (BTS), Jikook, Namjin, Sope, Taegi, Taeyoonseok, Vhope, Yoonseok
Visualizações 13
Palavras 529
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Bishounen, Crossover, Drama (Tragédia), LGBT, Slash, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


-NADA nessa fanfic é REAL
(apenas Jikook, bjos)
-Essa fic NÃO tem o intuito de OFENDER a literalmente NINGUÉM, e muito menos os meninos.
-Se você é anti-shippers, ou apenas não shippa Jikook, esta fic não é para você.
-Eu não recomendo essa fic para menores de 16, por mais que eu ainda esteja escrevendo-a, eu posso fazer algo mais pesado mais pra frente. Mas POR ENQUANTO não tem nada muito pesado.

Agora sim, fiquem a vontade para ler.
Estejam todos avisados.

Capítulo 3 - Hyung, eu te amo! (3)


Fanfic / Fanfiction Hyung, eu te amo! - Capítulo 3 - Hyung, eu te amo! (3)

Hyung, eu te amo!

 

Sim, o nosso hoje já foi o nosso amanhã, e o nosso ontem já foi o nosso hoje, e essa coisa confusa já foi nosso futuro. E o meu amanhã chegou, e se tornou o hoje.

Eu acordei num pulo, queria que tudo aquilo fosse um sonho, então eu levantei da cama e fui correndo até a sala gritando “Papai” e “Mamãe”. Eu havia esquecido de limpar o chão, quando eu vi aquele sangue todo, o sorriso que estava no meu rosto se foi na mesma hora. Eu estava devastado. E como ontem, corri ligeiramente ao banheiro e vomitei na privada, lavei a boca e tomei banho em seguida. Depois, fui tentar limpar aquele sangue, até consegui chegar perto, mas não consegui muito, vomitei ali mesmo, bem em cima do sangue. Voltei ao banheiro e tomei meu segundo banho. Dessa vez trouxe um balde com água, pano e rodo. Bem... como digo isso? Ao menos o vomito me impedia de ver o sangue, é nojento, eu sei.

Quando terminei de impar tudo, fui tomar meu terceiro banho. Quando sai de lá, os oficiais de justiça estavam na minha porta, o Dongchul sequer ligou para me avisar. Realmente fiquei um pouco decepcionado, mas ignorei isso e fui até a porta.

-Olá, bom di- eles me interromperam-

-Aqui é a casa do garoto Jeon Jungkook?

-Ah..., sim, sou eu

-Ok.  Venha conosco.

-Ah, certo...

-Antes disso -ele parou-

-A-ah, s-sim? -Gaguejei assustado-

-Suas coisas? -Disse me olhando com um olhar de desprezo e sarcasmo.

-Ah, sim! Claro! Vou pegá-las agorinha. –Digo nervoso-

-Seja rápido.

Peguei minhas coisas e fui na direção dos oficiais. Pegamos o elevador, e eu tentei fazer algumas perguntas para ele.

-Bem, onde vamos? -Digo tentando puxar um assunto-

-Delegacia. -Fala seco-

-Delegacia? Fazer o que lá?

-Sua ficha.

-Que ficha? -Pergunto confuso-

-Do orfanato.

-Ah..., certo, entendi.

Fico um pouco confuso. Por que tinha que ser numa delegacia?

O elevador para.

Ele desce do elevador, apenas o sigo.

Quando estavamos indo, passo pelo Dongchul, o mesmo me olhava com um olhar tristonho. Quando passos por ele, dou um sorriso um pouco forçado, mas ao mesmo tempo sincero. Era um sorriso que dizia “Até nunca mais”. Ele sorriu de volta e acenou com a mão, com um sorriso similar, estavamos um pouco longe, mas consegui ler os lábios dele, que dizia “Adeus, meu pequeno”.

Eu morei naquele prédio desde o dia em que nasci, eu fui feito ali. E o Dongchul, trabalha e mora lá desde seus 25 anos, atualmente ele tem entre 45 a 48, não me lembro. Mas ele sempre esteve ali. Ele não era apenas o porteiro, era meu amigo. Vou sentir a falta dele.

Quando eu e o oficial da justiça chegamos no portão, Dongchul abriu o portão sem precisar sair da sala. Era automático. O oficial entrou no carro primeiro, antes de eu entrar, me virei e dei mais uma vista no prédio.

-Sentirei saudades... Adeus -digo segurando as lágrimas-

Mesmo sem o oficial ouvir nada, ele soltou um suspiro pesado, como se estivesse estressado.

-Entra logo -ele fala-

-O-ok... -entro-

E essa foi a minha despedida.


Notas Finais


Desculpa pelo capítulo pequeno. O próximo tentarei fazer maior.
Obrigada pelo apoio, e agradeço desde já.


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