História I am crazy? - Capítulo 6


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Park Jimin (Jimin)
Tags Bangtan Boys (BTS), Fanfic, Gay, Jikook, Lemon, Lgbt, Romance, Yaoi
Visualizações 8
Palavras 1.599
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura!

Capítulo 6 - Testamento


— JungKook! 

— Estou aqui... — diz Jeon ao sair do banheiro. 

— Volte pra cama. — pediu Park manhoso. 

— Você vai sair dela daqui a pouco. — diz ele se aproximando do jovem. Seus cabelos estavam um pouco molhados e ele os sacudiu molhando Park. 

— Você não fez isso! — Park se levantou e foi até Jeon. — Eu devia te agredir! 

— Agrida meus lábios. — sorriu malicioso. Park sentiu um arrepio, pelo tom de voz roufenho do rapaz. 

— Não escovei os dentes ainda... Estou indo. — passa por Jeon, mas logo é puxado pelo outro. Unindo os lábios em um beijo agressivo... Realmente estavam se machucando. 

— Agora, pode ir. — Park se vira sem jeito e para. Park refletia na pergunta: "Eu peço uma escova de dente emprestada?" Pois, ele havia esquecido a dele. No meio de todos aquele conflito em sua vida acabou esquecendo de pegar as coisas do banheiro. 

      Jeon observa a bunda que estava diante de si e deposita um tapa forte. Park leva a mão acompanhada de um grito, no lugar que ardia. 

— Aí~ Jeon... JungKook eu esqueci minha escova.

— Use a minha. 

    Park saiu esfregando o lugar que latejava. Soltou um sorriso para si mesmo. Ele estava feliz por está com a pessoa que tanto amava... Escovou os dentes enquanto Jeon Penteava os cabelos ao lado de Park... Ambos se olhavam pelo espelho. 


     Park se sentou de frente para Jeon na mesa enorme que havia na sala de refeições. 

— Jimin, meu querido. Sente-se perto de mim. 

     Park se levantou sem hesitar e sentou perto do outro. 

— Mais alguma coisa?

— Por enquanto não, Mochi. 

    Park corou com o Nikename e desviou o olhar. Jeon notou, e sorriu do jovem fofo ao seu lado. 

— Vamos sair daqui a pouco, se alimente bem. Hum?

— humrum. — concordou.

— Está tudo bem?

— Sim, só minha bunda que está ardendo. — respondeu direto fazendo o maior ri. 

— Hum, vou me lembrar de bater mais forte... — brincou. Park olhou pra ele incrédulo. — Jimin, você é meio orgulhoso. 

— Meio? — riu. — Eu diria que, não sou. 

— Me fale um pouco mais. 

— Eu odeio depender dos outros. E por mais que eu esteja feliz por está aqui, não me sinto a vontade... mas não é orgulho. É?

— Seu orgulho bate com seu altruísmo. 

— Hum. Por isso... por isso não estou reclamando. Acho que posso te ajudar de alguma forma. Retribuir. 

— Interessante. Vou me lembrar dessas palavras. — Jeon começou a ficar pensativo, para ele Jimin era incrível. A maior parte das pessoas não passam no teste dele. O jogo que ele criava fazia as pessoas se perderam, porém, Jimin estava intacto. — Tenho uma proposta. — iria dar continuidade ao seu jogo. 

— Proposta?

— Você quer ser independente de novo?

— Sim!... 

— Se torne meu fiel. 

— O que é um fiel?

— É como um noivo... Será meu parceiro em tudo na minha vida. — Park abriu a boca para proferir as palavras de afirmção mas foi interrompido. — Não responda agora. 

— ah, okay. 

— Veja o testamento primeiro. 

— Testamento... Tipo os de casamento?

—  Não... E sim.


      Park não estava entendendo nada. Ele sabia que poderia ser só mais um teste. Sempre soube que Jeon gostava de jogar. Passou a pensar em suas estratégias... Sim, ele vai jogar também. Vai ser divertido. Legal. Perigoso. Tentador. Cada pensamento invadia sua cabeça. 

— Jeon... Quer dizer JungKook. Como meu pai ficou te devendo?

— Meu pai é dono de um cassino... E bem, eu estava jogando com seu pai e outras pessoas. Ele assim como os outros perderam. 

— Isso não é perigoso?... — Park se encolheu a lembrar da arma que ourora foi apontada em sua cabeça. 

— Não tenha medo. Eu sei o que estou fazendo... Sou rico só por conta dos jogos. 

— Digo... Apontaram uma arma pra minha família e se um dia fizessem isso com os que você ama?

— Eu não sei... 

— ... Eu entrei na frente dos que eu amava e comprei a dívida... Eu faria o mesmo por você. — park o encarou com convicção e Jeon se arrepiou com as palavras de Park.

— Eu acertei na escolha do meu fiel. — Jeon pegou as mãos de Park e as beijou... — Serei fiel a você também. 

     ( Fiel: é uma espécie de parceiro, braço direito, que está sempre por perto para ajudar. ) 

     Depois do café da manhã. Ambos foram juntos para a universidade. Assim que Jimin desceu do carro notou os diversos olhares direcionado aos dois. Fechou aporta e seguiu Jeon. 

— E o nosso trabalho?

— Trabalho?

— Não temos um trabalho pra semana que vem?

— Não me lembro.

— Para mim que tinha... 

— Vemos isso depois... O que acha? — apertou a mão do menor discretamente com os dedos. 

— Acho normal?

— Sim. — riram. 

    Ao chegar na sala, Park é Supreendido com um abraço de Jin. 

— Dormiu bem Mochi?!

— Bom dia pra você também... sim. E você? — bate nas costas do amigo pedindo arrego, pois já estava com um pouco de dor pelo abraço apertado. 

— Muito bem... Liguei para seus pais mais eles disseram que você não morava mais lá. 

— Não moro mais lá mesmo. Depois te conto. — Park sorriu fraco pois ainda estava magoado com os pais. 

     Jin o olhou e percebeu os olhos chorosos e o abraçou como costumava... Tão suavemente que fazia Park se sentir flutuando. Jin era em sua maior parte, sensível, amável e sorridente. Mas quando via um amigo chorar se comovia. 

— Eu estou aqui... Não chore. 

— Não vou... — suspirou. 

— Acho bom, se não você sabe que eu choro. 

— Sei! — riu, já menos triste. — Bem, você não respondeu a minha pergunta. 

— Dormi muito bem... Sabe o Namjoon. — olhou o rapaz. 

— Sei muito bem...

— Dormimos juntos. Ele é muito fofo e atencioso. 

— Dormiram como?

— Olhos fechados e pernas de conchinha. Ah... — suspirou derretido. — Estamos nos dando bem. Antes eu tinha medo dele, você sabe. Mas agora vejo que por trás de toda a armadura dele, tem um saldado bondoso. 

— Isso foi tão... Romântico. 


***

     Já era noite, E Park jantava sozinho. 

— Desculpe o atraso. 

— Ah, tudo bem. 

    Park analisou bem o outro e notou que havia sangue na camisa social do outro. 

— Brigou? Têm sangue na sua camisa.

— É molho de tomate. — mentiu e Park deu de ombros "acreditando" na mentira contada. 

— Então, já jantou...?

— Sim... Vou trocar de roupas e vamos sair. 

— Eh? Pra onde?

— Vamos falar com meu advogado. Ele já preparou o testamento. 

— Vou me arrumar então...

— Você está lindo... Se arrumou para mim?

— Convencido... 

     Jeon sorriu e saiu deixando Park na sala de refeições. Subiu zangado por ter que mentir para Park. Porém, se ele dissesse que ali era sangue de um traficante, o outro sem dúvida ficaria assustado.

— Jimin, onde está Jeon? 

— Ah, ele foi se arrumar. 

— Certo. Vão sair? 

— Sim, TaeHyung. Quer vim conosco?

— Não quero incomodar. — certa os punhos. — Até mais! 

TaeHyung se vira e sai daí deixando Jimin com uma interrogação na cabeça. ( Todos nós! ) 


 Trocou de roupas e desceu... 

— Vamos?

— Sim. 

     Jeon envolveu a cintura do outro... 

***

— Então é só assinar?

— Sim. — respondeu o advogado. Jeon deu um gole no vinho branco e olhou para um quadro não se preocupando tanto em observar Park tirando as dúvidas do testamento. Não era o de casamento ainda... Segundo o testamento Park tinha metade de tudo que era de Jeon se assinasse... Mas estava a recusar pois não tinha nada a oferecer ao outro. 

— JungKook, eu não tenho nada pra dividir com você...

— Você me basta. 

     Park corou e voltou a olhar o lugar onde deveria assinar. Rabiscou sua assinatura e suspirou... Já era tarde e ele passaram bom tempo lendo aquele testamento. Jeon era muito rico e Park deduziu que ele deve ser muito bom nos jogos, se o que ele disse era realmente verdade. 

     

                                                    P.J ♾


 Eu devia me internar, devo estar louco. 

 Coloco a caneta em cima do contrato e me levanto indo até JungKook. 

 — Obrigado, Hugo. Já está liberado. — o advogado entendeu. Se levantou e saiu da sala daquele restaurante chinês e fechou a porta da pequena sala de jantar. 

— Eu sou muito louco... Acho que estou me endividando mais. 

— Não se preocupe com isso.  — Disse Ele me puxando pela cintura e selando nossos lábios. 

     Me sentei timidamente de lado, nas pernas dele. Jeon segurou meu rosto e eu encostei minha testa na dele. 

— Devíamos ir pra casa aproveitar o restante da noite. — disse ele com um sorriso malicioso. 

— Deviamos mesmo. — disse corando... Ele deslizou a mão pela minha garganta seguinda linha Alba  e seguiu para minhas coxa esquerda que estava contra o corpo dele. Ele apertou na região da verilha e me vez soltar um suspiro com a tensão. 

       A cada tempo que passo ao lado dele sinto-me mais louco... Qual é seu jogo? Eu quero saber... Beijo ele e tal corresponde. Aperto os ombros dele, desvio o beijo para bochecha dele... Depois para o pescoço. 

— Estou cansado Jimin... — bocejou ele. 

— Tudo bem, eu também... — olho pra ele com ternura. Ele morde o lábio inferior demonstrando uma fetiche. 

— Exceções existem. — ele se levantou comigo no colo. 



Notas Finais


Tudo bem? O que estão achando? Comentem ai, quero saber! 😑♥️
Valeu um simjang?
Simjang= coração
Eh? Em em...

Sinto cheiro de tretas futuras... E vocês?


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