História I Am Evil - Capítulo 2


Escrita por: e Minjungkook-a

Postado
Categorias CNCO
Personagens Christopher Vélez, Erick Brian Colón, Joel Pimentel, Personagens Originais, Richard Camacho, Zabdiel De Jesús
Tags Cnco, Haerick, Hanna& Erick??
Visualizações 42
Palavras 1.580
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


N/Minjungkook-a= holaaaaa pessoas como a Naty falou mesmo falou, eu estou adaptando uma de suas história, que eu amo de coração, bom a categoria original dessa fanfic é sou luna, mas a minha adaptação sera cnco, por que será? Por que eu o Eerick o zabdiel e todos os outros do grupo, então em minhas histórias estou focando mais neles agora. Bom espero que gostem.

Capítulo 2 - Capitulo 1- One


10 dias antes

– princesa — comprimentou o porteiro do hospital publico,onde era voluntaria. Assenti como resposta e entrei recebendo os mais variados olhares. alguns estavam ali pela primeira vez. Simplesmente estranharam o fato de uma garota esta vestida de rapunzel moderna em um lugar tão... Triste. 


- Hanna, ela está te esperando — ruth, a enfermeira asiatica se adiantou, me puxando. Segui ate a ala pediátrica.  Lá encontrávamos as mais variadas histórias.  Desde uma gripe coplicada, até uma doença mortal. Desde a felicidade por ter uma vida, até a tristeza de perder uma pessoa que mal começou a viver. 


Isso sempre me afetava, me fazia enxergar o quanto sou sortuda por ter uma existência tão maravilhosa. Encareia menina deitada tão fragilmente na cama do hospital. Seus cabelos loiros de antes, não estavam mais ali, mesmo assim ela era linda, uma criança perfeita em todos os sentidos. 


- princesa Hanna — Anne me chamou. Direcionando seus pequenos e magros braços em minha direção. No mesmo momento meus olhos se encheram de lagrimas, os médicos já tinha avisado que ela tinha poucos dias de vida e isso doía. Foi primeira paciente que visitei depois de ser voluntaria, os meses que passei com Anne foram inesquecíveis.- Obrigada. 


- Por que princesinha? - — lisa me encarou com um sorriso triste. 


- por esta aqui -—  respondeu simplesmente, com uma maturidade incrível. Dei um beijo em sua testa e tirei da minha bolsa um livro de Rapunzel começando a ler enquanto seus olhos brilhavam. 


- sabe que eu amo você? - ela assentiu,sussurrando um "eu também ", enquanto seu olhos se fecharam. Sorri continuando minha leitura. Olhei o aparelho  que marcava as batidas do seu coração e percebi que ele fazia um som incomum e estava em linhas retas. Antes que meus pensamentos fosse totalmente completos, ouvi a porta ser aberta e a equipe hospitalar entrar correndo. 


Meu coração apertou ao ter que ser retirada da sala. Senti minhas pernas fraquejarem e simplesmente cai ao lado da porta. Uma parte de min torcia para que desse tudo certo, outra que Anne pudesse descansar em paz finalmente. 


Eu queria voltar lá e a pegar em meus braços, dizer tudo que ela me ensinou. A agradecer por ela me amar por tantos meses, porém, era tarde demais e no fundo eu sabia disso. Quando percebi, meu choro se tornava alto e desesperado e me perguntava o que  estava fazendo ali? Sofrendo por algo que não precisaria. Minha mente projetou o sorriso de Anne como resposta. 


- Tudo bem? — olhei para cima, em direção a voz desconhecida  e a mão que tocava meu ombro. Me perdi em seus olhos escuros e analisadores, uma arrepio percorreu todo o meu corpo, enquanto meu coração acelerava. Não sabia o que estava acontecendo. Um nervosismo estranho me atingiu,enquanto as palavras pareciam ter sumido. 


Ele abriu um sorrisso pequeno, me ajudando a levantar. Seu toque me fez suspirar inconscientemente e só me despertei do transe e que estava, quando a porta voltou a abrir. 


- ela se foi Hanna — Ruth falou respirando fundo. As mãos do morenos ainda me seguravam, quando comecei a correr no corredor vazio daquele lugar. Anne havia me apresentado a primeira perda da minha vida. 


3 Dias antes 

Abri meus olhos ainda pesados. O despertador apitava em meus ouvidos. Anunciando mais um dia. Não teria escola, então resolvi trocar o horário do meu expediente e ficar com a tarde livre. 


Fazia dias que não dormia completamente e quando conseguia pegar no sono, a imagem do moreno desconhecido surgia em meus pensamentos. Não conseguia parar de pensar no sorriso dele e nos seus olhos misteriosos. Isso já estava começando a me assustar. Desviei esses desvaneios e sai de casa sem tomar café, a lanchonete não era longe dali. 


- Minha princesa — senti braços ao redor da minha cintura, me virando devagar. Sebastian era consideravelmente mas alto que minha pessoa, então levantei a cabeça olhando nos seus olhos. 


- Meu príncipe — Eu queria ter coragem de falar o que sinto, de dizer que o considero muito mais que meu melhor amigo, me declarar talvez. Mas algo me travava, como se não fosse o certo a se fazer —tem compromisso pra mais tarde?

- Infelizmente sim — Falou e me senti estranha e ser colocada pra escanteio. Sei que isso pareceu egoísmo, mas não consegui evitar — Sabe que amo está ao seu lado, mas dessa vez não posso.

- Tudo bem — O tranquilizei e entrei em nosso local de trabalho, sentindo sua mão segurar fortemente a minha. A manhã foi extremamente cansativa, quando estava prestes a ir embora a general pareceu estragar meus planos.

- Uma entrega,  nesse endereço — Minha chefe me entregou o pedido e logo percebi se tratar da mansão onde meus pais trabalhavam. Patinei deixando que o vento batesse em meu rosto, o ar livre sempre me fazia muito bem, me sentia livre, praticamente voando. Cheguei e logo avistei minha mãe.

- Acho que é pra Elizabeth , lá na piscina — Assenti e ela me indicou o caminho. Olhei a loira e patinei até lá.

- Não, acreditam que ele me deixou esperando? Já fazem duas hora que saiu e não voltou —  Elizabeth  reclamava com algumas garotas no tablete. Assim que me viu, olhou me ironicamente enquanto eu tirava o pedido. — Ótimo. Agora vai embora. 

Serio isso? Virei as costaa e revirei os olhos sutilmente, garota ridícula. Voltei a patinar para fora daquela casa, não sei como meus paia aguentam. Estava saindo pelos portões, quando senti um corpo chocar contra o meu. A pessoa me segurou, impedindo que minha cara encontrasse o chão.

- Então alem de princesa é Delivery? — Me lembrava da voz que me faz arrepiar inteiramente e ao olhar seu olhos, senti a mesma sensação de antes. O mundo pareceu parar de girar — Eu ainto muito pela garota, Ruth me contou.
- Vocês se conhecem? — perguntei depois de recobrar a consciência. Ele assentiu com um sorriso debochado no rosto. Me senti estranha com os pensamentos que rondaram minha mente, Ruth parecia velha pra ele. O que eu tinha haver com isso mesmo?. — Me desculpa por aquele dia.

 - Sem problemas, eu entendo — Pegou minha mão, fazendo com que uma corrente elétrica passase pelo meu corpo. Mas o que estava acontecendo comigo?

- Bem, eu vou indo — desviei meus olhos dos deles e sorri em agradecimento. Precisava sair da frente daquele garoto, porém, senti sua mão em meu pulso.

- Qual é o seu nome — Sua pergunta me fez suspirar e procurar ma minha mente qual era o meu nome. Oi? Eu tinha esquecido meu próprio nome?

- E... Eu sou a... Hanna — Ele riu brevemente e voltou a me encarar.

— Então Hanna, aqui perto tem uma sorveteria. Posso convidar a princesa para tomar um sorvete comigo? — Minhas bochechas queimaram, e pelo seu sorriso, ele havia percebido o quanto fiquei envergonhada.

- Eu não sei qual é seu nome, por que aceitaria?

- Qualquer garota daria um dedo pra ser convidada por Erick Brian, o melhor — acabei rindo do seu egocentrismo. Antes que pudesse responder, senti ele puxar minha mão, só no momento percebi que ele estava de patins.

Solteira sua mão, querendo acabar com o contato, nada discreto e apenas patinei ao se lado. Sem falar nada, o que tornavam tudo estranho demais. Matteo me olhava intensamente, o que fazia minhas pernas tremerem e mal conseguia patinar.

Não demoramos a chegar na sorveteria, era um lugar muito chique e heaitei em entrar,  E então ele apenas comprou um de chocolate para mim e voltou com um sabor estranho, era verde e ele comia em um pontinho e colher. É um mauricinho. Serio?  eu sou das antigas. 

- Gata Delivery... O seu sorriso é dos mais bonitos que já vi — Matteo tocou meu rosto sutilmente. Que droga. Mordeu os lábios e depois passou a lingua sob eles. E eu pensei que só mulher gostasse de seduzir. Qual é? Olha os meus pensamentos pervertidos.

- O seu também e muito bonito, Mauricinho — Mexi uns fios de cabelo, por que realmente estava nervosa, porém, minha mente foi preenchida por uma revista adolescente. Mexer no cabelo é um sinal claro de flerte. Eu não flertando, não sei flertar.

A tarde passou tão rápida. Ficamos conversando sobre nossas vidas.Descobri que ele era o "Rei da musica"em Buenos Aires e como adoro cantar, (não é so por que, trabalho em cima de  rodas, que aml patinar)Matteo ate tentou me mostrar algumas estrofes de musica,contudo, todas são extrememamentes grandes e difíceis de decorar. Ah! Ele era um tremendo de um arrogante, e isso, estranhamente, não tira a perfeição que aquele garoto possuía.

- Eu tenho que ir — Falei e Matteo pegou uma caneta seu bolso e anotou um numero na minha mão. Fui embora com um sorriso gigantesco e uma felicidade que parecia não caber em mim,porém, meu sorriso se desfez  assim que percebi que possivelmente, não o veria mais.

- Que sorriso é esse? — Minha mãe perguntou assim que entrei em casa — Onde estava Hanna?

- O que houve mãe? — Perguntei logo desviando do assunto. Meu pai logo se juntou a ela e, juntos me deram a pior noticia que poderia ter ou melhor, ainda não sabia.  



Nunca confie em rostinho bonito esses são os mais cruel e perversos no pior sentindo da coisa. 




Notas Finais


Beijoooos, até breve pessoas!


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