História I am the gangster - Capítulo 32


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Notas do Autor


Tradução do capítulo: sobrevivam à noite.
LEIAM AS NOTAS FINAS
Boa leitura;)

Capítulo 32 - Survive the night


Fanfic / Fanfiction I am the gangster - Capítulo 32 - Survive the night

 "Como eu vou cair no sono essa noite?

Como eu descansar minha mente?"

Pov Katherine

Todos estavam "morando" na agência de Michael agora. Esse lugar é como uma fortaleza, e é um ótimo esconderijo também. Já fazia dois dias que encontrei com Owen e ainda me lembrava de tudo o que aconteceu com a gente.

"Porque será que eu sou a única pessoa que você não consegue esconder seus sentimentos?"

"Eu não vou casar com um desconhecido, e se for o próprio cara?

- Você vai casar com Owen - Richard esbraveja irritado, cansado das minhas perguntas."

"Owen segurou minha mão e ficou olhando o anel no meu dedo.

- Eu amei, não sabia que você tinha bom gosto.

- Eu tenho bom gosto, olha com quem eu me casei - Ele sorriu."

" - Boa noite esposa.

- Boa noite marido."

"A culpa é minha, porque eu sempre estou aqui quando você volta pra mim. - Ele soltou um suspiro - Um dia eu não vou estar."

"Eu só liguei pra dizer que eu te amo, e que eu sempre vou te amar."

"Te vejo quando acabar."

"Acorda Katherine, acabou"

Sem perceber, lágrimas já caiam dos meus olhos. Eu me olhava no espelho e enxergava uma completa estranha. Essa não é a mulher forte, independente e poderosa que eu sou. O que ele fez comigo?

Eu estou grávida, carregando uma vida dentro de mim. Meu sangue, meu bebê. E ele precisa de mim, eu tenho que acabar com isso, por ele.

Já estava de noite e o tempo estava fechado, os ventos fortes faziam meus cabelos voarem e eu coloquei meu hobe por cima do pijama de cetim que eu usava. Saí do meu quarto e vi que tinha alguns seguranças pelo corredor.

Fui andando calmamente até o andar debaixo e depois me escondi de alguns seguranças enquanto ia até a saída. Com muito esforço eu consegui chegar ao lado de fora, e o vento frio já me recebeu. Andei calmamente pelas ruas, mas me arrependi quando vi que já estava longe, e pior, desarmada. Eu estava em uma rua que dava direto na praia e tinha um prédio enfrente.

Escutei passos atrás de mim, e coloquei na minha cabeça que eu estava maluca. Por medo, é claro.

O meu medo aumentou quando senti alguém puxar minha mão e no momento que me virei cobriram meu rosto com uma toca. Tentei me soltar mas foi em vão, soquei alguém e acabei cortando minha mão. Eles estavam armados. Não, não, não.

De repente, quem estava me segurando me soltou e eu tirei a toca da minha cabeça e vi um homem todo de preto batendo em um cara, que eu acredito que foi o cara que me segurou. O outro já estava no chão, com uma faca no peito. Quando o cara que me segurou desmaiou devido aos socos, o homem de preto tirou a venda do rosto. Era Owen.

- Sério? Você de novo? - Revirei os olhos.

- Eu acho que acabei se salvar sua vida - Ele me olhou de cima a baixo, e isso me fez lembrar que eu ainda estava de pijama.

Inclusive, eu acho que tô ficando um pouco cansado de salvar sua vida.

- Não deveria ter perdido o seu tempo então - Sorri ironicamente.

Ele revirou os olhos, mas continuou ali parado.

- Por que você está aqui? - Cruzei os braços.

- Por você - Seu olhar foi para a minha barriga.

Como ele sabia?

Dei uma risada irônica e me virei, ameaçando ir embora. Owen se aproximou rapidamente, segurando meu braço no mesmo instante.

- Por favor, vamos conversar em um lugar privado - Ele pediu.

- Não - Soltei meu braço da sua mão bruscamente - Você não vai contar oque está acontecendo não é?

Owen respirou fundo e desviou o olhar, ficando em silêncio. Eu já sabia a resposta.

- Então não.

- Kath, por favor. - Insistiu.

- Porque você se importa?

Owen fitou meus olhos e eu tentava achar alguma resposta no seu olhar, mas foi em vão. Ele soltou um suspiro frustado e molhou os lábios, me encarando com pena.

- Fala porque você se importa, porra! - Estalei.

- Eu não posso fazer isso agora, me desculpa. - Ele se afastou novamente, indo embora.

Uma ardência percorreu pela minha mão, me fazendo soltar um gemido de dor e Owen correu até mim. Analisando minha mão, que estava sagrando, e muito.

- Vamos. - Ele me puxou, mas eu me afastei.

- Eu não vou a lugar nenhum com você.

- Se você não for por bem, vai por mal. - Owen arqueou a sobrancelha.

- Você não teria cora.....

Antes de eu terminar de falar, ele segurou minhas pernas e me levantou, com eu me debatendo para ele me soltar, mas não adiantou. Owen me levou até o prédio que ficava naquela rua e seguiu até o último andar, parando em frente uma porta e me arrastando pra dentro da mesma quando ele a abriu.

- Eu vou cuidar disso. - Ele pegou um kit de primeiro socorros enquanto eu olhava a linda vista do apartamento.

- Eu poderia muito bem ir andando de volta para aonde eu estava e fazer o curativo lá. - Revirei os olhos.

- E o que Michael iria pensar de você fugindo da agência dele? - Owen se sentou na minha frente.

- Como você sabe sobre Michael?

- Eu sei de muitas coisas.

Ele jogou álcool em cima do machucado, que ardeu para um caralho e eu fui obrigada a segurar no ombro dele. Que deu um sorrisinho com o ato. Ele terminou de limpar o meu machucado e guardou a caixinha, voltando a se sentar na minha frente.

- Já pensou nos nomes? - Owen perguntou depois de alguns minutos em silêncio.

- Fica difícil com tudo isso que está acontecendo. - Soltei um suspiro.

- Fica fora disso Katherine, faz o que eu te peço só uma vez na vida. - Sua mão segurou a minha, mas eu me afastei.

- Você não está em posição de pedir coisas.

- Faz isso pelo nosso filho.

Meu coração derreteu quando eu escutei o "nosso filho" e eu fiquei fitando seus olhos por um tempo, sem me importar se eu ia me perder neles ou não. Mas eu resolvi optar pela melhor opção, frieza.

- Não é nosso filho - Disse seca.

- Você fez sozinha? - Ele ironizou.

- Você está com Mia certo? Vai tentar arranjar um filho com ela - Me levantei, mas ele foi mais rápido e me segurou. Como sempre.

- Mia não é a mãe do meu filho, você é - Owen se aproximou e me puxou pela cintura.

Me arrepiei com seu toque, e cada vez que ele se aproximava eu tentava me afastar e acabei ficando presa. Owen sabia muito bem meu ponto fraco e ele se aproximou do meu pescoço, sentindo meu cheiro.

- Nós tivemos vários momentos maravilhosos. - Ele mordeu minha pele. - Ou você já esqueceu de tudo?

O afastei, segurando seu rosto em minhas mãos.

- Eu queria muito. - Confessei - Mas eu me lembro. Eu me lembro de cada conversa, cada toque, cada beijo...

Ele ameaçou se aproximar, mas meus dedos foram para os seus lábios, impedindo-o de me beijar. Me virei e fui até a porta mas sua voz me fez parar e encarar ele.

- Eu te levo até lá.

Eu apenas assenti e ele me acompanhou, o caminho todo foi em silêncio. Quando ele falava ele só falava sobre nomes bobos para colocar no bebê. Ele me deixou próximo da entrada, mas não próximo o suficiente para ser visto.

Não sabia como me despedir, então optei por um abraço. Parecia como se fosse uma despedida, e era. Só que ele não sabia.

Antes de me afastar eu me virei para beijar sua bochecha, ele virou o rosto e acabou me roubando um beijo. Que eu não neguei, eu queria.

•••

- Kath. - Ouvi John me chamar.

Olhei para trás e lá estava ele. Caminhei em sua direção e ele me puxou para o canto do corredor.

- O que foi? - O Fitei confusa.

- Olha, quando você sair escondida, você tem que avisar pra mim. - John disse baixo.

- Eu não saí....

Parei de falar quando ele me fitou com a sombrancelha arqueada.

- Como você sabe? - Revirei os olhos.

- Pode não parecer, mas eu comando tudo aqui - Ele cruzou os braços, se gabando - Eu sou o chefão.

- Tá bom grandão. - Disse com ironia.

- É sério, quando vi que você tinha saído pelas câmeras eu achei que você não ia voltar mais - John me fitou de uma maneira preocupada.

- Eu só fui dar uma volta.

- E essa mão machucada? - Ele analisou minha mão.

- Owen cuidou disso. - Falei mais baixo ainda.

- Owen?! - Ele quase gritou e eu o repreendi com o olhar.

- Esquece isso, ele só veio querer saber do bebê - Coloquei a mão na minha barriga.

- Você não conseguiu descobrir nada?

- Eu acho que ele tá morando em um apartamento aqui perto.

- Ele tá com a Hayley. Ela não fica muito tempo em um lugar.

- Eu já falei tudo que eu sei. Eu preciso ir atrás de Dylan.

- O que ele fez dessa vez? - John riu.

- Acredito que ele contou para Owen sobre a gravidez.

- Pensei que você tinha contado.

- Não, eu vi o carro de Dylan estacionado na lanchonete quando eu saí.

John deu de ombros e me deu um beijo na testa antes de voltar a procurar pistas sobre Hayley. Fiquei rodando aquele lugar enorme atrás de Dylan. Até que avistei ele na sala de equipamentos, recarregando algumas armas. Bati de leve na porta e ele levantou a cabeça, me fitando.

- Atrapalho? - Perguntei calmamente, cruzando os braços.

- Você nunca atrapalha - Ele sorriu e bateu com a mão na cadeira ao seu lado, indicando para eu sentar.

Fiz o que ele pediu e fiquei o encarado enquando ele mexia nas armas.

- Como foi a conversa com Owen? - Dylan perguntou evitando o meu olhar, ele sabia que ia acabar se entregando.

- Nada de mais - Dei de ombros - Você não estava aqui quando eu voltei, aonde você tinha ido?

Dylan ficou tenso, ele tentou disfarçar mas foi em vão. Eu queria que ele confessasse o que fez. Eu sabia que tinha sido ele, o seu carro estava lá quando eu fui embora, e quando eu voltei para contar tudo que tinha acontecido para o resto da equipe ele não estava.

- Eu tinha ido comprar umas coisas que Michael pediu - Ele respondeu inseguro.

- Engraçado... - Apoiei meus braços na mesa - Eu vi seu carro estacionado perto da lanchonete quando eu saí.

- E-eu n-ão.... - Ele se enrolou com as palavras.

- Eu sei que você contou, Dylan - Fitei seus olhos, que se arregalaram.

- Olha, desculpa, só que saiu sem querer - Ele explicou.

- Você deveria ter me contado. Afinal, o que diabos você foi fazer lá?

- Eu dei um soco nele - Ele deu de ombros.

Soltei uma gargalhada e Dylan começou a rir também. Mas Richard apareceu chamando a nossa atenção.

- John pediu para todos irem para a sala, escritório, sei lá - Richard disse irritado, me fazendo rir ainda mais.

Fomos nós três conversando bobeiras até a sala da agência. E quando eu vi a mesa cheia de frutas, me veio um vontade enorme de comer sala de frutas. O que eu logo pedi pra Dylan fazer, ele revirou os olhos mas caminhou até a mesa. Olivía veio conversar comigo e eu acabei contando o que aconteceu ontem a noite, ela começou a me dar bronca por eu ter saído sozinha e eu revirei os olhos.

Logo Dylan apareceu do nosso lado, me entregando uma pequena vasilha com a salada. Agradeci lhe dando um beijo estalado na bochecha, e ele começou a conversar comigo e Olivía.

- Eu descobri para aonde eles estão indo. - John entrou ofegante no escritório, provavelmente estava correndo.

- Como? - Dylan perguntou e logo levou um tapa na nuca.

- Não interessa! - Olívia esbravejou.

- Para onde eles estão indo? - Perguntei.

- São Francisco.

- Tudo bem, pessoal. Arrumem suas coisas, vamos para São Francisco.


Notas Finais


Eu já escrevi vários capítulos, e estou na dúvida. Faço uma continuação quando a história acabar ou não??
COMENTEMM. Até o próximo, beijinhos ❤


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