História I built friend - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Tags _strawberrycake, Alec Benjamin, Ayappi, Drabs, One-shot, Songfic
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Palavras 827
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drabs, Drama (Tragédia), Musical (Songfic), Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Mutilação, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Desculpe-me qualquer erro ortográfico

Está uma bosta, mas espero que gostem!

Capítulo 1 - .capítulo único.


Me lembro como se fosse ontem o modo que eu virei amiga daquela menina solitária que sentava no fundo da sala e nunca brincava com as outras crianças. Ela costumava andar com uma expressão melancólica no rosto, então decidi escrever um bilhetinho com intenção de animar aquela menina triste. Peguei três canetinhas coloridas e escrevi em um papel

Você quer ser minha amiga?

( )Sim ( )Não

No meio do último tempo finalmente criei coragem e disfarçadamente entreguei em sua mão aquele bilhete, logo voltei o mais rápido possível para a minha carteira com o rosto corado. Depois disso não conseguia prestar atenção nas palavras da professora, apenas ficava pensando no que ela iria responder. Depois de longos minutos torturantes o sinal tocou e fui guardar meus materiais escolares que estavam de baixo da cadeira, quando eu levantei vi que o meu bilhete estava em cima da minha mesa e olhei ao meu redor em busca da garota, mas infelizmente não a encontrei. Soltei um suspiro de insatisfação e lentamente peguei aquele papel, ansiosa abri aquele bilhete. Uma enorme felicidade percorreu meu corpo e um sorriso gigantesco se formou em meu rosto ao ver que ela havia marcado sim.

No dia seguinte, eu a entreguei um presente feito por mim, uma linda coroa de rosas. Quando eu a entreguei, jurei ter visto seus olhos brilharem. Nós passamos grande parte do dia coladas uma na outra conversando sobree várias coisas, na hora do recreio ela fez uma coroa de lírios para mim e eu fiquei extremamente feliz.

[...]

O natal finalmente havia chegado e ela passaria o feriado aqui, eu estava extremamente ansiosa e já havia preparado a meia para colocarmos os presentes lá. Depois de alguns minutos, escutei a campainha e fui correndo abrir a porta. E uma figura loira pulou em cima de mim, me fazendo perder o equilíbrio e cair, logo começamos a rir da situação. Depois de um tempo rindo no chão, finalmente, levantamos e logo saímos de casa para o shopping.Nós compramos várias coisas para por na meia e eu comprei um relógio de flores para dar a ela de presente.

[...]

Anos haviam se passado e a gente se divertiu muito juntas, nós jurávamos que a nossa amizade iria durar para sempre. Nós finalmente nos formamos na escola e já havíamos feito as provas para faculdade, acabei em uma faculdade em outra cidade. E eu não sabia como contar isso para ela e não sabia como esconder.

[...]

Setembro chegou, infelizmente, e é hora de ir para faculdade. A nossa despedida foi cheia de lágrimas e mais lágrimas – eu acho que nossas lágrimas encheriam facilmente uma piscina – ela me deu um álbum de fotos antes de eu partir para que eu sempre lembrasse dela.

[...]

Na formatura acabei conhecendo um menino que me fazia ter a sensação de que milhares borboletas voavam em minha barriga, minhas pernas fraquejarem, meu coração acelerar como se eu tivesse corrido uma maratona e as minhas mãos soarem de nervosismo. É, eu estava tão apaixonada que eu havia minha velha amiga e sempre adiava as cartas e as visitas.

[...]

Era férias, havia decidido ver ela. Parei meu carro na frente de sua casa, andei em direção a porta com passos lentos. Bati em sua porta, esperei e esperei...E nada. Então resolvi pegar a sua chave reserva que ficava em uma pedra falsa no meio de suas plantas, logo entrei e fechei a porta. Na estante ao lado da escada tinha um bilhete, eu peguei hesitante e li o que estava escrito em lápis

Eu não consigo ficar instável sozinha. Sinto muito

Ao ler aquilo, o ar pareceu sumir e eu não conseguia respirar direito, sentia um horrível frio na barriga, meus olhos estavam marejados e as minhas pernas parecia que iam fraquejar. Apoiada na parede, andava hesitante em direção a sala e quando cheguei na porta simplesmente paralisei de medo, estava com um pressentimento horrível. Lentamente abri a porta me deparando com seu corpo largado no sofá e um copo com um pouco de água, corri em sua direção desesperada e praticamente me taquei sobre seu corpo. Comecei a chamá-la e sacudir seu corpo com esperança que ela acordasse, mas ela continuou imóvel. Coloquei minha orelha em seu peito tentando escutar seus batimentos cardíacos, mas nada.

Eu comecei a chorar cospisiosamente e soluçava alto enquanto estava abraçando seu corpo e pedia desculpas desesperadamente. “Era minha culpa! Eu havia deixado ela sozinha! Se eu estivesse com ela, nada disso teria acontecido! É minha culpa, minha culpa por tê-la esquecido, minha culpa por ter adiado as cartas, minha culpa por adiar a minha volta para a cidade, minha culpa por tê-la deixado sozinha!” pensava enquanto as lágrimas salgadas escorriam pelo meu rosto e me lamentava pelos meus erros.

Eu havia construído uma amiga com três canetinhas e um bilhete, a esqueci e a deixei sozinha. Agora, nunca mais vou ter a minha velha amiga por erros que eu cometi


Notas Finais




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