História I Can Feel It - Capítulo 6


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Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Zayn Malik
Tags Bike, Boyxboy, Ed Sheeran, Hrvy, Larry, Larry Stylinson, Lgbt, Mpreg, Ned, Niall, Randy, Roadtrip, Shawn, Troye, Ziam, Ziam Mayne
Visualizações 59
Palavras 2.369
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Famí­lia, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OI GENTEEEE

Então eu meio que andei demorando para laçar esse cap não é mesmo? sinto muito... eu tive um bloqueio daqueles, MAS AGORA EU ESTOU AQUIIII!!!!!

enfim, o que estiver escrito de itálico é ou pensamento dos meninos ou uma lembrança.

EU ESPERO QUE APROVEITEM O CAP E NÃO ME MATEM E A MÍDIA É A FOTO DO AARON VULGO PAI DO HAZZ
ENFIM APROVEITEM ESSE CAP

Capítulo 6 - Cinq


Fanfic / Fanfiction I Can Feel It - Capítulo 6 - Cinq

Zayn Malik

 

 

               Meu peito estava doendo e minha cabeça estava latejando com as várias perguntas sem respostas que vinham como uma enxurrada em minha mente, me impedindo de pensar em qualquer coisa lógica de forma com que as respostas para essas perguntas sumissem de qualquer tipo que eu poderia dar a estes questionamentos assustadores, minhas respostas eram insuficientes às minhas perguntas.

O aroma forte e amadeirado como o cheiro de um violão antigo invadiu minhas narinas me fazendo suspirar baixinho. Payne era como um dia de verão, o cheiro de grama recém cortada, o violão, que tem sua madeira e corda antigos e exalam um aroma único e inesquecível, claro que não posso me esquecer do pequeno frescor que aquela limonada gelada tomada em dias muito quentes. Era exatamente assim que eu me sentia ao lado de Liam, em casa.

As lágrimas molhavam meu rosto, os soluços faziam meu peito se apertar, doendo com mais intensidade, os soluços exerciam força para sair de meus lábios e por mais que tentasse evitar, era em vão. Meus olhos ardiam com a saída das lágrimas grossas, a ponta de meu nariz estava avermelhava e escorria, por mais que eu fungasse com força para impedir que ele escorresse, eu sempre falhava miseravelmente na luta contra meu corpo. O alfa me abraçou com força sem se importar se eu molharia sua camiseta com minhas lágrimas ou o muco que escorria de meu nariz, por mais que eu tentasse impedir.

- E-eu... eu... e-estou grávido – as palavras praticamente rasgaram minha garganta com a dor que eu sentia ao proferi-las novamente após 14 anos.

Nunca tive boas experiências com gravidezes. Harry foi a mais complicada porque eu era completamente inexperiente e novo.

 

Eu me sentia quente, aquilo era muito estranho, eu suava e me contorcia em minha carteira, revirando sem realmente conseguir achar uma posição confortável para me sentar com a dor que eu sentia em meu baixo ventre.

- Professor... – minha garganta estava seca e minha voz mal saía de minha boca. Minha mente estava ficando nublada e minha visão turva – pode me dar um passe para o banheiro, por favor? – Me surpreendi quando consegui fazer minha voz sair firme e um tanto alta.

Demorei a entender que o professor estava me estendendo o passe para o corredor, mas assim que entendi, me levantei com dificuldade e peguei o cartão de sua mão com certa delicadeza após me recuperar de uma tontura que passou tão rápido quanto chegou.

- Collins! – O mais velho gritou quando o capitão do time de futebol do fundamental se levantou de uma só vez. Collins tinha suas narinas infladas, uma pose dura e ereta, o fazendo parecer maior do que realmente era e o garoto rosnava para qualquer outro alfa que ameaçasse se aproximar de mim. – Sente-se, AGORA! – O alfa mais velho, mesmo sendo marcado rosnou para o meu colega de classe e se virou para mim, me segurando pelo braço e me ajudou a caminhar até o banheiro.

Christian Collins era um dos poucos garotos que já havia passado por seu primeiro cio e se descoberto alfa e o fato de ele estar daquela maneira me assustava um pouco.

Senti algo descendo por minhas pernas quando passei pela soleira da sala e acabei soltando um gemido manhoso e um tanto dolorido com a pontada forte em meu baixo ventre. Aquilo realmente doía, mas eu ainda não entendia o que estava acontecendo comigo.

- É seu primeiro cio? – O mais velho perguntou a mim. O olhei um tanto confuso e acabei arregalando meus olhos ao perceber que estava mudando meu caminho para a diretoria, provavelmente ele ligaria para que meus pais me buscassem. – Dói bastante, principalmente o primeiro, é o mais intenso.

Mal conseguia me concentrar em suas palavras, apenas me contorcia em seus braços com a dor, gemendo coisas inteligíveis, eu tinha apenas 14 anos e não entendia nada daquilo que se passava comigo.

- C-Cio? – A palavra mal saiu de minha boca, a garganta seca e mal conseguia falar sem gemer – nun-nunca tive... um... – sussurrei com dificuldade e me sentei no chão, eu não conseguia mais andar, minhas pernas estavam bambas demais e a dor se tornava mais intensa a cada passo que eu dava, fazendo com que meus passos vacilassem e aquele líquido escorresse cada vez mais por minhas pernas.

- Então realmente é seu primeiro cio – o mais velho disse me ajudando a me sentar no chão quando percebeu que não conseguiria me fazer continuar a andar e estava fora de cogitação me pegar no colo. Pude escutar o mesmo respirar fundo antes de tornar a falar comigo – vou chamar seus pais, fique calmo. – O alfa me acalmou e logo se levantou e saiu correndo até a diretoria onde provavelmente explicou à diretora o que estava ocorrendo.

- ARRGH! – Gemi um tanto mais alto com a dor que se parecia mais com várias facadas em meu útero, as pontadas eram realmente muito fortes. Minha calça estava completamente encharcada com meu pré gozo e meu lubrificante natural, que não parava de escorrer por entre minhas pernas de maneira abundante, deixando meu cheiro mais intenso e provavelmente já poderia ser sentido por toda a escola.

Meus olhos estavam fechados, eu estava encolhido como uma bolinha e os gemidos saíam sem controle de meus lábios. Ainda não sabia como ainda não tinha arrancado todas as minhas roupas ou o porquê sentia uma necessidade horrível de ter algo me preenchendo por completo.

Senti duas mãos me puxarem para cima e logo seus braços me envolveram de forma possessiva, aquele aroma másculo de pinheiro ou algo do tipo parecendo me envolver no mesmo, tornando tudo o que eu sentia vindo com ainda mais intensidade. Abri meus olhos lentamente e me surpreendi ao ver quem estava me segurando e mal pude conter um gemido surpreso deixar meus lábios.

- Aaron... – Sussurrei baixinho encarando aqueles orbes esverdeadas e acabei mordendo meu lábio com certa força.

Aaron Styles era apenas o alfa mais desejado de todo o colégio, não podia mentir e dizer que nunca tive um crush por ele, mas ele já tinha seus 18 anos e logo estaria indo para a faculdade e o mesmo nunca demonstrou interesse por ômega algum. Ele apenas procurava por ômegas que o ajudassem a passar pelo cio, porém, nunca ajudou ômega algum a passar pelo cio.

Um rosnado interrompeu meus devaneios.

O professor Martinez era o dono daquele rosnado. Automaticamente eu me encolhi no colo do alfa e tornei a me embriagar com seu aroma gostoso.

- Coloque-o no chão agora e retorne à sua sala, sr. Styles – falou com o maxilar travado e dentes rangendo e utilizou de sua voz de alfa, me fazendo me encolher novamente choramingando com a voz que fazia com que eu me sentisse inferior e meus ouvidos doessem, mas nenhum deles pareceu se importar.

Eu só queria chorar.

Tudo aquilo estava confuso, muito confuso.

As vozes de alfa, os rosnados, tudo aquilo estava me intimidando e me deixando acuado além de extremamente assustado. Era muita coisa para eu assimilar enquanto eu ainda sentia dores, quando tudo que eu queria era me livrar daquele calor e por consequência do cio, já estava rebolando levemente no colo do mais velho.

- NÃO! – Aaron rosnou em retorno e logo começou a caminhar comigo em seu colo para longe do professor e para a saída da escola, em direção ao estacionamento.

Escondi meu rosto na curvatura do pescoço do maior e inalei seu cheiro, deixando alguns pequenos gemidos saírem de meus lábios a medida em que aquilo se tornava insuportável. Meu membro doía e pulsava dentro da calça e meu interior implorava para ser preenchido e eu só queria me aliviar de tudo aquilo o mais rápido possível.

Somente reconheci que estava em seu carro quando o mesmo me colocou sentado no banco do passageiro e colocou o cinto em mim. Eu nunca entendi como ele tinha tanto autocontrole e talvez eu nunca entenderia.

Seu aroma se tornava cada vez mais intenso e minha mente aos poucos ia ficando inebriada, dando espaço para que meus instintos assumissem o controle de meu corpo, me deixando completamente fora de controle e sem noção alguma do que eu estava fazendo.

- Aguente só mais um pouco, Malik – pediu com a voz rouca e levemente arrastada, me causando arrepios por minha espinha.

O mais velho deu a volta no carro assumindo o banco do motorista. Após colocar o cinto, deu partida começando a dirigir para qualquer lugar já que eu não fazia a mínima ideia de para onde iríamos e o que iríamos fazer.

Desviei meu olhar para suas mãos no volante do carro. Os nós de seus dedos estavam brancos devido a força com que segurava no volante, lentamente subi meu olhar para seu rosto e pude ver seus lábios entreabertos, suas pupilas dilatadas e suas narinas infladas. Ele respirava lentamente como se estivesse apreciando meu cheiro e de alguma forma aquilo me deixou mais quente e necessitado.

Não lembro como ou quando aconteceu, minha consciência apenas apagou, dando lugar aos meus instintos, eu não me lembrava de nada do que aconteceu após observar Styles dirigindo, muito menos quando fui parar na cama do alfa, mas acordei em sua cama após os seis dias de heat e aquilo me apavorou, muito, mas ao chegar em casa tudo foi ainda pior.

 

- Zee – Liam começou a falar comigo. Sua voz estava rouca e tão calma que estava me deixando tão calmo quanto.

Eu estava tão confuso que realmente não sabia o que estava sentindo, não sabia se eu estava assustado ou feliz, mas minha certeza era que o sentimento de medo era o mais presente em meu corpo naquele momento. Eu não tinha mais tempo, muito menos cabeça para cuidar de crianças pequenas.

Há 17 anos eu não sabia o que era ter uma vida sem filhos, nuca tive tempo para aproveitar minha adolescência. Eu não sabia o que eram as festas da universidade, porque ou eu estava estudando para melhorar logo de vida e ajudar Liam a nos sustentar ou eu estava cuidando de duas crianças e talvez uma delas estivesse doente ou algo do tipo enquanto ainda tinha que me preocupar em dar aulas e as educar sempre em casa. Não sabia o que eram festas de ensino médio porque estava ocupado cuidando de Harry sozinho sem a ajuda de ninguém e muito menos sabia o que era namora, convenhamos, nenhum alfa em plenos 17 anos quer namorar um ômega que foi abandonado com um bebê a tiracolo.

Sempre priorizei meus filhos, eu cuidei deles sozinhos até conhecer Liam no verão do meu segundo ano do ensino médio, aos 16 anos, o alfa foi o único que fez meu coração bater mais rápido naquela época, ele era diferente dos outros alfas e cuidava de mim e Harry, apesar de estar apenas com seus 17 anos no último ano.

- Zee, você sabe que eu estou aqui e continuarei estando ao seu lado, certo? – Ele sussurrou a pergunta em meu ouvido e eu assenti com a cabeça franzindo meus lábios em um bico fofo, o que o fez rir soprado da maneira em que eu me encontrava. Eu já havia me acalmado, mas às vezes eu soluçava ou puxava o ar com força para meus pulmões tentando me livrar dos soluços. – Você fica muito fofo assim – riu baixinho e uma carranca se formou em meu rosto, com meu cenho franzido e o bico de volta aos meus lábios, ainda maior.

Você só pode estar louco, não tem como me achar fofo nesse estado deplorável. Quem você acha que é? ”

- Liam, eu vou fazer 32 anos. Estamos com dois adolescentes que estão terminando de passar pela fase da independência, embora o Louis ainda seja bastante apegado a nós, estávamos começando a ter mais tempo para nós e fazer as coisas que sentimos vontade... – suspirei baixinho secando uma lágrima teimosa que caiu de meus olhos e aquilo me incomodou. – Estamos prestes a gastar muito dinheiro com Harry na universidade e pelo jeito o Lou não vai esperar tanto quanto Harry e não tem como bancar um bebê e duas faculdades, A primeira fortuna se vai com o enxoval e leite e fraldas. Sem falar que já estamos sem tempo até para os mais velhos, imagina quanto vai ser difícil com um bebê novo correndo pela casa? – Perguntei sentindo meus olhos marejarem novamente.

- Zee... – o moreno começou a falar, eu nem percebi que havia prendido o folego até que fosse necessário respirar, mas logo o fiz e fiquei fitando seus orbes castanhos enquanto esperava que ele dissesse o que pensava sobre. – Eu sei que o bebê não veio em boa hora e sei que está apavorado, mas é só mais uma partezinha nossa que está vindo no momento que precisamos e não no momento que queremos. Olha, eu sei o quanto você gosta de trabalhar no hospital e só sei lá quem sabe o quanto eu gosto de trabalhar no estúdio. – À medida em que ele foi falando minha respiração foi ficando pesada eu precisava saber logo em que ponto ele queria chegar. – Das outras vezes você quem ficou com os meninos, dessa vez eu quem irei ficar com o bebê. Você vai poder continuar trabalhando e fazendo suas cirurgias e eu vou ficar com o bebê assim que sua licença acabar e quem sabe eu possa pegar trabalhos menos demorados e levar para o estúdio comigo? Nós vamos dar um jeito, não se preocupe com isso antes da hora – sussurrou baixinho me deixando mais aliviado e eu pude sentir aquele sentimento que eu vivo jogando para o fundo do meu peito me invadir novamente.

- Eu te amo Liam James Payne – sussurrei baixinho e quando me dei conta eu estava o beijando e aquilo nem sempre era um bom sinal.

- Também te amo, Zee – sussurrou contra meus lábios fazendo ondas de arrepio percorrerem meu corpo me fazendo suspirar baixinho.

No final era sempre assim, Liam sabia como me acalmar e me trazer para o chão novamente quando tudo em minha cabeça desmoronava porque ele era o meu mundo, mas ele ainda não sabia disso.


Notas Finais


ENTÃO GENTE O QUE ACHARAM?

o Zee é um bebezinho que tem que assumir logo seus sentimentos assim como o Liam, não acham?

Acham que o bebê vai ser menino ou menina?? votem aqui KKK

Eu espero que tenham aproveitado esse cap minúsculo e eu volto com o próximo sobre Louis e Harry se acertando talvez? ou brigando de novo? veremos se o Louis vai perdoar o Hazz
ENFIM ATÉ A PRÓXIMA, PROMETO NÃO DEMORAR

ALL THE LOVE XX.


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