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História I Can Never Be Ready - Klamille - Capítulo 3


Escrita por: e Klamillebr


Notas do Autor


Oiiiie Sweeties, boa noite♡♡
Tudo bom?? Hoje chegamos mais cedo, e eu pensei que não teria internet, por isso pedi a minha amiga @klamillebr, mas conhecida por lehh "a" para postar pra mim. Ela ainda não está familiarizada com o app e por isso apenas postou e não interagiu muito com vcs... Mas gente, ela é um amor.

Mas vamos logo para o capítulo... haha
espero que gostem!

Tradução do título: "A loira de Nova Orleans"

Capítulo 3 - The blonde from New Orleans


Fanfic / Fanfiction I Can Never Be Ready - Klamille - Capítulo 3 - The blonde from New Orleans

Mystic Falls, Virgínia

~ Camille O'Connell

Ver a luz do dia nascente foi algo esplendoroso. Havia fogo no sol, densidade na brisa que soprava em minha pele e uma consistência diferente em meu corpo. Me dei conta estar nua e isso me assustou, como diabos aquilo havia acontecido? Ou na realidade; o que estava acontecendo?

Meus olhos ardiam diante de tudo cujo eu enxergava, e eu pude observar com clareza as árvores num verde nada sutil que me engoliam meio a uma floresta que parecia aberta. Havia uma cabana de madeira que eu encontrei não muito longe de onde eu acordei e perto dela havia uma espécie de ritual preparado, arregalei os olhos quando reconheci dois objetos negros que eu conhecia bem. A essa altura já havia deduzido que eu estava viva novamente, e mais, eu não estava em Nova Orleans.

Tentei me aproximar do círculo que constava os objetos mas me esquivei com o uso de minha velocidade sobrenatural quando senti a aproximação de alguém, me vi dentro da cabana amadeirada e observando por uma pequena fresta uma loira que trajava preto e um telefone celular nos ouvidos.


— Não, ela ainda não acordou! — a ouvi dizer, aparentemente sem um pingo de paciência.


— Não tem nenhuma ideia do que elas poderiam querer com isso, Caroline? — uma outra voz inquiriu a loira, pela ligação. Meus ouvidos pareceram se confundir e eu me concentrei mais e eu sorrir, havia me esquecido o quão apurada é a audição vampírica.


— Não, eu realmente não sei, Bonnie! — lançou de volta, a mulher cujo descobrir se chamar Caroline. — Chamei o Klaus para vir aqui. Talvez ele consiga fazê-la falar quando acordar.


Klaus.

Aquele nome.


Senti um nó do tamanho da Luisiana se instalar em minha garganta. Claro que tinha a ver com ele, fui morta graças á ex-namorada louca e depois por um amigo com um ego superior à América. E agora, teria sido traga pôr quem e para quê? As pessoas sempre querem algo, é uma das lições que eu aprendi na vida. Mas, eu estava perdida meio ao tempo. Não sabia quanto tempo havia se passado, ou se ele ainda se lembrava de mim.


Mas neguei com a cabeça e espantei a dúvida. É claro que ele se lembrava. Ele prometeu. Eu seria imortal na memória dele, estando viva ou não. E deslizei minha língua pelos lábios e os reprimi, recostando-me sob uma pequena mesa, onde por um devaneio eu derrubei um pote de... o que quer que fosse aquilo. Minha respiração começou a falhar em ansiedade quando vi que havia atraído a atenção da mulher da fora, que também era uma vampira.


— Preciso desligar, Bonnie. — a ouvi dizer. Fechei meus olhos e inspirei fundo, tentei usar minha velocidade e correr, mas em instantes fui arremessada contra a parede.


Dei uma cotovelada na mulher, e tentei fugir outra vez, mas fui encurralada outra vez.


— Quem é você? — a loira de olhos penetrantes azuis me questionou, com as mãos me encurralando contra a parede. Inspirei fundo e a destrai com a minha expressão antes de acerta-lá com o joelho e me livrar, eu a lancei longe, mas não tentei escapar dessa vez.


— Me chamo Camille. O que quer comigo? — perguntei e avistei uma cadeira, quebrei ela e a olhei, com uma estaca improvisada na mão. 


— Por quê acha que eu quero alguma coisa com você? — ela me questionou, já de pé e recomposta.


— Bom, por quê eu acordei é um bom começo. Por quê me trouxe de volta?


Eu vi uma expressão surpresa na expressão dela. Eu só sabia que não podia confiar em mais ninguém. E quem quer que essa tal de Caroline fosse, ela queria algo. Algo em sua expressão mudou.


— Foi pra isso a magia negra. — eu não teria a ouvido se não fosse vampira. Ela disse essa frase numa espécie de murmúrio. Eu franzi o cenho.


— Camille, eu não sei quem você é. Mas minhas filhas e uma amiga delas trouxeram você de volta. Vou descobrir porquê, até lá, vou pegar umas roupas para você. — ela me explicou, passando rapidamente o olhar por meu corpo nu.   


Ela subiu as escadas da cabana até em cima é caminhou até um compartimento que mais parecia um closet velho e tirou de lá um vestido azul bufante, do tipo Cinderela da disney e me entregou.


— Isso é sério? — arqueei as sobrancelhas pegando o tecido.


— É tudo temporário. Ou tem uma ideia melhor? — Caroline me questionou. Eu respirei fundo e comecei a me vestir.


Cerca de uma hora depois eu já estava devidamente vestida, e tinha passe livre por aquela... escola? Ao menos era o que aparentava ser. Descobri que a Caroline era supervisora e o pai de suas filhas era o diretor. Eles estavam ocupados com outras coisas já que deixaram uma estranha andar por aí meio às crianças em aulas. Eu estava com fome e por isso fui seguindo meus instintos até o que deveria ser a cozinha, já que sentia o odor do sangue acompanhar aquele lugar. Mas então minha audição me tomou a atenção, parecia ser uma criança chorando, ou gritando, sendo propriamente dito. Ela parecia sentir dor. Eu precisava encontrá-la. Novo meus pés, até um corredor que parecia ser a entrada e então a porta foi aberta, um homem que trajava uma vestimenta importante tinha uma garotinha ensanguentada nos braços.


— Coloca ela no sofá. — pedi familiarizada com a dor da garotinha, procurando mentalmente uma forma de ajudá-la. — O que aconteceu?


— Os pais dela sofreram um acidente de carro. Ele explodiu. Ela só estava viva porquê foi arremessada o veículo. — me contou o homem de cabelos e olhos claros.


— Por quê não a levou ao hospital?? — questionei, quase indignada rasgando um pedaço do meu suéter para estancar o sangue que jorrava no estômago dela.


— Sabemos que ela não iria sobreviver só com os cuidados médicos. — afirmou. Isso me fez questionar o que aquilo tudo significava. Ele era humano e isso era nítido, e a menina também. Eles sabiam sobre nós?


— Sabe da Caroline? — ele perguntou erguendo os olhos para mim.


— Acho que eu posso ajudar. — depois isso, tomei meu pulso e o mordi entregando a boca da garotinha. Ela negou primeiro, como esperado mas acabou aceitando e aos poucos a ferida tomou início da cicatrização. Eu olhei para ela, e depois para ele que acenou positivamente com a cabeça para mim. Como uma espécie de agradecimento em silêncio. 


— Quem é você? — indagou. — Nunca a vi por aqui.


— Me chamo Camille. Mas e você, bonitão? — falei e sorri.


— Prefeito Donnavan. É um prazer. — uau, prefeito? Apertei a mão do mesmo. Mas então captei a aproximação da Caroline e em seguida do Alaric. 


Algumas horas depois tudo fora esclarecido. A menininha tinha cinco anos e se chamava Chloe, nome francês, como o meu. Os pais dela eram bruxos e aparentemente ela havia herdado a magia e por isso ficaria na escola, que descobri que era para seres sobrenaturais, até captei a ironia já que o diretor era um humano. Mas ela já estava sendo devidamente cuidada. E agora, eu estava sentada frente a mesa do diretor a espera de minha bolsa de sangue. A porta foi aberta e depois fechada novamente, era Caroline. Ela me trouxe uma bolsa. O negativo. Ótimo. 


— Então, Camille. Quem é você? — a loira soltou, logo após me entregar a comida.


— Cami, por favor. — pedi depois de sugar um pouco do sangue. 


— Certo, Cami. Mas de onde você vem? Por quê com certeza não é daqui. Pedi ao Matt para olhar nos arquivos da cidade. Você não é mencionada em um deles. — ela explicou, o diretor permanecia calado. 


— Eu sou de Nova Orleães. Parece familiar? — arqueei as sobrancelhas, pausando minha refeição, rapidamente.


— Mas não é onde... — Alaric deixou a frase morrer. Ele olhou para a Caroline e ela fez o mesmo.


— Cami, você conhece a Hope? — fui pega de surpresa por tal questionamento, admito. Mas ela conhecia o Klaus, óbvio que conhecia a filha dele. Eu só não sabia o que isso significava.


— Por quê isso importa? — lancei de volta. — Eu ainda não sei o que vocês querem de mim.


A porta tornou a ser aberta, e dessa vez uma mulher morena entrou, ela carregava uma bolsa e várias folhas amareladas, feitiços, supus. 


— Elas estavam mesmo tentando trazer alguém de volta, Caroline. — ela contou. — Eu chequei. Era feitiço de ressurreição. 


Eu não sabia que esse seria apenas o início de um longo interrogatório. Mas no fim, foi mesmo um.


~ Niklaus Mikaelson


Era um um bom percurso da Louisiana até a Virgínia, cerca de 18 horas dirigindo para ser exato. Quando adentrei as fronteiras de Mystic Falls era por volta das 1h:04 da manhã, fui direto para escola Salvatore, sei que não deveria, mas precisava ver minha filha. E tomar dela alguma confissão que justificasse o ato estúpido que ela cometeu. Mas eu apenas precisava saber que ela estava bem. Foi bem fácil entrar nos terrenos da escola, e eu pretendia entrar pela janela é claro, mas notei a reprovação de uma Forbes ao longe. Caroline me esperava de braços cruzados e um olhar nem um pouco surpreso.


— Existem portas, sabia? — apesar da postura rígida a expressão era aberta, e até convidativa.


— Seria previsível demais. — argumentei. 


— Assim como eu previ que você pretendia entrar pela janela? — ela arqueeou as sobrancelhas, eu sorri e ela também. 


— Vem — ela me convidou a entrar. — ela está lá em cima te esperando. 


Ela falava de Hope. Depois que eu entrei ela tornou a fechar a porta.


— Fica aqui sempre até essa hora? — perguntei pra ela.


— Não, mas vou dormir aqui com a Josie e a Lizzie. — me explicou. — E sabia que o Ric não abriria a porta da frente para você. 


Eu tornei a sorri.


— Obrigado.


Subi para o andar de cima rápido e de maneira sutil. Andei até o final do corredor, e dei dois bates curtos na madeira da porta antes de a empurrar, ela ergueu o olhar para mim e no mesmo instante sorriu, eu odiava como aquele sorriso tinha o poder de me desarmar, me deixar vulnerável. 


— Oi pai. — Hope me cumprimentou, olhando nos olhos. 


— Posso saber o que faz acordada até essa hora?


— Estava esperando você. Sei que não iria esperar até amanhã para vir me ver. — falou convencida, eu revirei os olhos. — E eu estava certa, não é?


— Ego grande não?


— Eu sou a filha de Klaus Mikaelson. 


Era um belo argumento. Me aproximei e acabei por me sentar na cama, próximo à ela.


— Precisamos conversar sobre o que aconteceu. 


— Eu sei. Cadê a mamãe? — respondeu prontamente.


— Ela estava no pântano, queria muito vir mas Elijah insistiu que ela precisava ficar para tomar conta de tudo. Depois do sumiço de alguns objetos negros estão todos em alerta. — esclareci.


— Então... — ela fez a careta que sempre fazia antes de admitir alguma coisa. — Esses objetos negros incluem a lâmina do papatunde?


Eu franzi o cenho. Deixei que ela continuasse.


— Eu os peguei, pai.


Deslizei a língua pelos lábios, mas ainda esperei que ela terminasse.


— Eu e as gêmeas. Nós os canalizamos. 


— Vocês o quê??? — eu evitei o quanto pude não alterar minha voz, mas minha filha me tirava a paciência. 


— Foi por um bom motivo pai.


— E que bom motivo foi esse? 


— Cami.


Eu quis mesmo não entender o que ela quis dizer. Fazia tempo que eu não ouvia aquele nome. A pronúncia dele só era ouvida na minha mente quando vez ou outra eu ia ao cemitério Laffayete. Ou quando minha mente a buscava de alguma forma. Hope não teria a trago de volta. Ela não deveria.


— Quem?


— Você ouviu bem, a Camille do porta-retrato do Rousseau's papai. — ela especificou. — tentamos traze-la de volta.


— Tentaram? — eu parecia um papagaio repetindo tudo que ela dizia.


— Não sabemos se deu certo. Mas... Eu sinto que deu. Finalmente vou poder conhecê-la.


Camille. Já se faziam 12 anos. Era completamente impossível. Mas eu também conseguia sentir. Ela estaria de volta. À terapeuta loira de Nova Orleans.


Notas Finais


Enfim enfim, como prometido, nossa Queen O'connell está de volta, o que vcs acharam o retorno da Cami??

Ah, e a interação dela com a Caroline? Galera, vale ressaltar que aqui não vamos colocar a Caroline como vilã ou expressar ódio por outro shipper. Inclusive devo acrescer a vcs que tenho um sonho particular de tornar as duas amigas kkkkkkkkkkkkk mas enfim... Vai ter reencontro no próximo capítulo. Tem alguém ansioso ou com alguma teoria??

Como querem que o Klaus reaja? E como acha que ele de fato vai reagir??


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