História I Can't Even - Capítulo 47


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Categorias As Crônicas de Bane, Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Magnus Bane
Tags Clace, Malec, Sizzy
Visualizações 248
Palavras 1.241
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 47 - Capítulo 47


Fanfic / Fanfiction I Can't Even - Capítulo 47 - Capítulo 47

 

Capítulo 47

Último capítulo

Família

 

Trabalhar para Izzy nunca foi um problema, mas desde que Cecily nasceu, tornou-se.

A morena sempre acabava se sentindo culpada por não ter muito tempo para a sua linda filha de dois anos e sempre acabava levando-a para o trabalho, Simon brincava que com dez anos a menina iria ser uma experiente guarda-costas só de conviver com tudo aquilo.

Isabelle e Simon não se casaram no papel, ou no religioso, a morena preferia assim.

Robert e Michael se casaram e Maryse estava à procura de um novo amor, porém estava tendo paciência para encontra-lo, ela não era do tipo de mulher que atirava para todos os lados e tinha encontros aleatórios.

Magnus e Izzy voltaram às boas, ela entendeu o que ele tinha planejado e se desculpou pela sua reação, Magnus foi compreensivo, para o alivio da morena.

Ela estava sentada ao lado de Alec, enquanto Cecily brincava no tapete da sala de Maryse.

-O que ela quer conosco? –Pergunta Alec, encarando o relógio.

-Ela não me mandou um memorando sobre o assunto da reunião. –Responde, negando com a cabeça.

Foi nesse segundo que Jace entra na sala e se senta ao lado de Isabelle, com uma expressão fechada.

-Você também? Droga! O meu encontro não vai mais acontecer. –Resmunga Alec, fechando a expressão.

-Encontro? –Pergunta Izzy, maliciosa.

-Exatamente, cinema, jantar, motel... Agora pela hora vamos ter que pular a parte do cinema. –Resmunga, colocando um bico nos lábios.

-Magnus tem que ensinar a Clary como ele consegue se organizar. –Resmunga Jace, irritado.

 

***

 

Alec sabe dos sacrifícios que Magnus faz para ser um pai e marido presente.

Ele vira noites, pois ele supervisionava de perto todos os seus subordinados, todo o tempo livre que ele conseguia, ele ganhava mais papeis e relatórios de presente no outro dia... Nem mesmo Alec sabe como ele está conseguindo lidar com tudo.

As viagens eram as piores partes, já que nem tudo ele poderia delegar e nem toda reunião poderia ser feita por vídeo conferência.

Magnus era um grande homem e Alec se sentia sortudo por tê-lo, por apoiar e ser apoiado.

-Acredite... Nem eu sei. –Resmunga, alisando o rosto.

-Olá. –Cumprimenta Maryse, adentrando o escritório ao lado de Robert.

-O que foi que aconteceu desta vez? –Pergunta Isabelle, cruzando os braços.

-Como vocês sabem King Unseelie contratou os nossos serviços. –Responde Robert, cruzando os braços.

-Ele estava sendo ameaçado pelos filhos. –Informa Izzy, sarcástica.

-Exatamente. –Responde Robert, concordando com a cabeça. –Kieran agiu como espião e nós conseguíamos deixar todos os envolvidos presos nas mãos do pai. –Revela, aproximando-se de Alec.

-O nome de Magnus foi citado? –Pergunta, nervoso.

Ele não conseguiria passar por tudo aquilo novamente, ele não conseguira pensar que poderia perder os seus filhos ou o seu marido... Ragnor, Valentim e Asmodeus quase tiraram tudo de Alec.

Alec conseguia lidar com os problemas de ser um cadeirante, fazia terapia, fisioterapia, enfrentava situações em que não havia acessibilidade para a sua cadeira, preconceito... Ele poderia agüentar tudo isso... Só não conseguira aguentar perder a sua família.

Não a sua família.

-Não. –Responde, fazendo-o soltar um suspiro aliviado.

-Então, por que estamos aqui? –Pergunta Izzy, confusa.

-Porque o de Ragnor Fell foi. –Responde Maryse, aproximando-se de Robert.

-Como? –Pergunta Alec, surpreso.

-Nós encontramos o detetive de Ragnor e descobrimos os nomes das pessoas envolvidas no desaparecimento da filha dele, pessoas que ajudavam Asmodeus em seus crimes... Aparentemente, ele tinha diversos planos em movimento, consequências de ações que viriam a acontecer em longo prazo.–Responde, alisando o seu rosto.

-Ações essas que quase levaram a morte de Kieran e Mark ontem à noite. –Informa Robert, chocando todos. –Nós chamamos vocês porque será divulgado o caso na mídia e quero que todos estejam preparados. –Comenta, fazendo-os concordar com a cabeça.

-Aparentemente, foi King Unseelie que ajudou Asmodeus com o desaparecimento da filha de Ragnor. –Responde Maryse, suspirando. –Mas acabou, todos os agentes de Ragnor foram presos. –Comenta, despreocupada.

Todos sabiam que tanto King Unseelie quanto Queen Seelie eram perigosos, porém ninguém sabe ao certo até onde eles podem ir para alcançar o que querem.

-Kieran tem que sumir por uns tempos...  Ele pode se tornar alvo. –Comenta Jace, encostando os seus cotovelos nas coxas.

-É por isso que Mark vai assumir as turmas de treinamento em Los Angeles por seis meses. –Revela Maryse, cruzando os braços.

-Há novos recrutas. –Comenta Jace, encarando Alec, que nega, freneticamente, com a cabeça.

-Não posso e não quero fazer algo assim. –Afirma, seguro.

-Alec, eu nunca consegui encontrar um treinador melhor do que você. –Afirma Robert, seguro. –E não me olhe assim, Jace, que você sabe que não existe ninguém mais disciplinado do que Alexander. –Manda, revirando os olhos.

-Pai, eu... Essa nunca foi a minha vida, essa sempre foi à vida de vocês. –Acusa, apontando em direção aos pais. –Eu sou um cara da noite, não posso fazer isso. –Garante, negando com a cabeça.

-Eu disse. –Comenta Maryse, revirando os olhos.

-Não custava tentar. –Resmunga Robert, abrindo a porta e logo em seguida saindo.

Alec o segue e encontra Clarissa, Simon, com Cecily em seu colo, e Magnus conversando. Magnus estava mostrando fotos no seu celular, ele sempre mostrava fotos de Rafael e Max.

-Hei! –Chama, aproximando-se de Magnus, que se levanta. –Ainda podemos pegar alguma sessão? -Pergunta, observando-o.

-Oi para você também! Como foi seu dia? O meu foi ótimo! –Brinca, aproximando-se de Alec e lhe roubando um selinho, que riu da expressão do marido. –E sim, ainda dá tempo de ir para o cinema. –Garante, piscando em direção ao marido.

-Olá, Clary... Simon. –Cumprimenta Alec, acenando com a cabeça.

-Oi. –Cumprimenta Clary, sorridente, abraçando Jace, enquanto Simon acena positivamente com a cabeça.

-Vou levar essa mocinha para jantar. Querem me acompanhar? –Pergunta, encarando Simon e Izzy.

-Não, nós vamos para casa... Certa mocinha precisa ir para cama. –Afirma Izzy, beijando as costas da filha.

-Certo... Nem vou convidar vocês, porque eu sei que tem um encontro. –Comenta Jace, pisando em direção a Alec.

-Vai zoando, quando tiver dois filhos e trabalhos que fazem você ficar longe um do outro... Você vai rezar por todos os encontros que puderem ter. –Garante, seguindo em direção ao elevador, ao lado de Magnus, Clary e Jace.

 

***

 

Simon colocou Cecily em sua cama, beijando os seus cabelos e seguindo em direção à sala, encontrando Izzy tomando uma taça de vinho.

-Aqui. –Sussurra, passando uma taça de vinho para Simon, que toma um bom gole.

-Dia ruim? –Pergunta, abraçando-a por trás.

-Estressante. –Responde, encostando a sua cabeça no ombro de Simon e soltando um suspiro.

-Quer falar sobre isso? –Pergunta e ela nega com a cabeça.

-Eu quero namorar um pouco. –Confessa, virando-se em direção a Simon, entrelaçando os seus braços em volta do seu pescoço e roçando o seu nariz no dele.

-Gosto da ideia. –Confessa, dando-lhe um selinho.

-Gosta é? –Pergunta, rindo.

-Você vai ser a minha eterna namorada, Izzy. –Responde, sentando-se e a puxando para o seu colo.

A morena abre um enorme sorriso. Os dois estão sempre ocupados, estão sempre em volta do seu trabalho, mas sempre encontram um tempo para namorar, para estar um ao lado do outro.

-Eu gosto desse posto. –Afirma, tomando os lábios de Simon, dando-lhe um beijo apaixonado. –Eu te amo. –Declara, entre os lábios do homem.

Simon diria o mesmo, mas depois... Agora o que mais importava era o beijo que Izzy estava lhe dando.



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