História I Command You ( Jeon Jungkook - BTS) - Capítulo 34


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Big Bang, EXO, Got7, Neo Culture Technology (NCT)
Personagens G-Dragon, Jackson, Jeon Jungkook (Jungkook)
Tags Bts, Jeon Jungkook, Submissa
Visualizações 664
Palavras 1.440
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, LGBT, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Demorei mas estou akii
Que comecem as teorias 😈
Boa leitura 😊

Capítulo 34 - Brazilian Food


Fanfic / Fanfiction I Command You ( Jeon Jungkook - BTS) - Capítulo 34 - Brazilian Food

•I Command You•

Saímos da cafeteria e seguimos rumo ao centro de Daegu, pois segundo Jeon ele queria andar mais pela cidade mesmo. Como nesses últimos dias, Jeon pegou em minha mão e fomos andando sem rumo.
Passamos por lojinhas, restaurantes, cafeterias, pessoas, animais, parques e outros, mas nós estávamos apenas andando mesmo. Já faziam mais de duas horas que estávamos andando, mas como estávamos andando calmamente eu ainda não me cansei.

JK: - Não quer nada?

- Não, eu estou bem assim mesmo.

JK: - Certeza?

No momento em que ele disse isso apenas uma coisa veio em minha mente, eu quero comida brasileira, eu estou com vontade de comer comida brasileira.

- Eu estou com vontade de comer comida brasileira.

JK: - Vontade?

- Sim, vontade.

JK: - E onde vamos achar comida brasileira?

- Sei lá, você me perguntou se eu queria alguma coisa e não se eu queria e sabia aonde achar isso.

JK: - Eu só te perguntei onde, eu achei que você sabia, mas também não precisava tacar pedra em mim.

- Eu disse normal, para de implicar comigo.

JK: - Eu estou magoado agora, não dirija suas palavras à mim.

Revirei os olhos com aquele drama todo e resolvi entrar na sua onda. Continuamos andando até achar magicamente um restaurante brasileiro, mas isso nunca aconteceria. Então Jeon parou de caminhar e eu também, ele pegou o seu celular e começou a proucurar um restaurante brasileiro, e finalmente achou mas tinha dois problemas, o restaurante era perto do nosso hotel e não estava em horário de funcionamento, ele só abre às 17h00. Então por agora vai ser comida coreana mesmo. Abaixei a cabeça triste, pois eu queria comer comida brasileira e vou ter que comer comida coreana, mas a vida é assim. Jeon percebeu que eu fiquei triste, então passou o braço por cima de meu ombro e me deu um beijo no topo de minha cabeça.

- Eu queria comer comida brasileira.

JK: - Eu sei, mas por agora não abre então teremos que esperar até as 17h00.

Fomos andando até o restaurante mais próximo e comemos como se fosse os outros dias. Terminamos, ele pagou e voltamos para o hotel, pois não havia mais nada para se fazer na rua.

•Quebra de Tempo•

Quando nós chegamos aqui no hotel, eu só queria saber de dormir e não falar com mais ninguém. Jeon me respeitou, ele sabia que eu estava triste e então não me incomodou.
Eu estava no sofá, assistindo um filme qualquer para me distrair. Jeon dormia igual um anjo e eu estava desperta.
Eu queria tanto ir nesse restaurante, tinha que ser naquela hora do almoço, mas estava fechado e tomara que nós vamos agora à noite. Eu não estava com fome, não tomei café da tarde, mas a fome também não estava ali agora.

JK: - Oque você faz acordada? -disse sonolento, ele havia acabado de acordar-

- Eu estou sem sono, e eu ainda quero ir naquele restaurante.

JK: - Tá bom. Que horas são?

- 17h48.

JK: - Vai se arrumar que daqui uma hora a gente sai.

- Okay.

Me levantei e fui para o banheiro, deixando a porta aberta de propósito. Jeon entrou logo em seguida, fechando- a atrás de si. Ele se despiu e entrou no box, se aproximando de mim e logo me abraçando.

JK: - Por que você está triste, Huh?

- Eu não estou triste.

JK: - Está sim, e você não consegue mentir pra mim.

Me virei e o abracei, eu estava triste por não ter ido à um restaurante.

JK: - Nós vamos ir lá, vamos ir daqui a pouco.

- Eu sei, mas eu queria ir aquela hora.

JK: - Mas ele estava fechado e eu não podia fazer nada.

- Eu sei.

Terminamos de tomar o nosso banho, apenas rolaram algumas mãos bobas, mas nada de mais. Eu estava no banheiro, me arrumando. Era um restaurante brasileiro e eu não podia deixar de ir ao menos um pouco mais arrumada.

JK: - Eu já te disse que eu não gosto de quando você se arruma muito?

- Sim e eu nem me arrumei tanto.

JK: - Só de você passar um batom, eu acho que você já se arrumou muito.

- Mas eu passo isso pra ficar mais bonita, para as pessoas não me acharem feia e estranha, já basta eu ser brasileira.

Jk: - As pessoas não precisam dizer se você é bonita com ou sem maquiagem, porque você é linda de qualquer jeito. E você ser brasileira só à faz mais especial para mim. -depositou um selinho em meus lábios-

- Se você diz, então não há com o que se preocupar.

JK: - Não. E mesmo se eles dissessem isso na sua cara, eu iria falar que você é linda porque você é.

- Te amo tanto. -lhe beijei-

JK: -terminou o beijo- Eu também me amo muito. -se gabou-

- Idiota.

JK: - Oque você disse?!

- Fome estou.

Encerrei a conversa pois a curiosidade e a fome me possuiam, saí do nosso quarto e entramos no elevador, e logo já estávamos no térreo.
Como sempre Jeon chamou o uber e o mesmo logo chegou, entrando comigo e Jeon no banco de trás, mas desta vez eu estava no meio.

O motorista, que por sua aparência era um velho e digamos que tarado, ficava encarando as minhas pernas, mesmo eu estando ao lado de Jeon abraçada à ele. Eu incomodada, puxei meu sobre-tudo mais para o centro, tampando mais as minhas pernas que estavam vestidas com uma calça jeans colada, pois o número era o último e Jeon gosta de que as roupas marquem o meu corpo.

Jeon percebeu o meu incômodo e olhou para o espelho do carro e acompanhou o olhar do homem até as minhas pernas. Sentindo a vontade de dizer que eu havia um homem, Jeon pôs a sua mão em minha coxa e me deu um beijo, mostrando que eu pertencia a ele.

O senhor não me olhou mais com tanta frequência, mas ainda me olhava e Jeon percebia e mostrava ainda mais que eu era dele, mostrando superioridade, o senhor podia olhar mas quem me tocara era apenas Jeon.

Não demorou muito para chegarmos ao restaurante, e eu estava ansiosa mas não expressava isso. Jeon pagou o motorista com a expressão de quem mandava ali era ele, e o motorista recuou um pouco antes de aceitar o dinheiro.

Mas no final nós entramos no restaurante, no qual não estava muito cheio mas havia bastante gente para um restaurante brasileiro. Nos sentamos um de frente para o outro e Jeon ficou apenas me encarando.

- Que foi?

JK: -pegou em minha mão- Eu amo te ver assim, animada, feliz, sorrindo.

- Está tão na cara assim?

JK: - Sim, e eu amo isso.

Corei na mesma hora em que Jeon me disse isso. Eu ainda não estava acostumada à receber esses elogios. Apertei sua mão e o garçom veio fazer os nossos pedidos, e como eu me lembrava um pouco da culinária brasileira, pedi (S/P/F)* e Jeon me acompanhou nessa.
Longos minutos, até mais de dez se passaram e logo trouxeram o nosso prato, acompanhado de uma bela garrafa de guaraná e dois copos. A primeira garfada foi como um mistério, tanto para mim quanto para Jeon. Uma explosão me invadiu quando a primeira garfada coloquei em minha boca, nela havia a saudade da infância e do Brasil. Jeon fez uma cara de quem gostou e logo em seguida colocou outra garfada em sua boca, seguindo de outra e mais outras, e eu também não deixei o meu prato esfriar.

De sobremesa havia brigadeiro e açaí, e é lógico que eu escolhi os dois. Ah o Brasil, sempre me surpreendeu com seus gostos e sabores, mas eu queria comer isso lá, mas talvez isso não aconteça.
Terminamos, pagamos e voltamos para o hotel, pois tínhamos de dormir e já se passavam das onze.

- Obrigada.

JK: - Pelo oque?

- Por tudo, por hoje. Por você ter realizado a minha vontade de comer a comida de meu país.

JK: - Eu apenas fiz o que a minha gulosa queria, afinal essa viagem é destinada à ti.

- Obrigada mesmo.

JK: - De nada. -me beijou-

Deitados e de pijamas nós nos encontrávamos nesse momento, abraçados um ao outro, sentindo o calor do outro.

JK: - Te amo, boa noite.

- Boa noite, e eu também me amo.

JK: - Bobinha. 

Apertou a ponta de meu nariz e fechou seus olhos e eu fechei os meus, não demorando muito para dormir.


Notas Finais


(S/P/F):: Seu prato favorito.
Me digam as teorias de vcs aqui nos comentários 😊
Desculpa por qualquer erro ortográfico 🙃
Até mais ❤


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