História I Didn't Want To, But l Love You (Mitw, Cellps) - Capítulo 14


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Categorias Alan Ferreira (EDGE), Andrei Soares "Spok" Alves, Bianca Tatto Marques (BIBI), Cauê "BaixaMemoria" Bueno, Felipe "Febatista" Batista, Felipe Castanhari, Felipe Z. "Felps", Flavia Sayuri, João Victor Negromonte Queiroz "Jvnq", Lucas "Luba" Feuerschütte, Lucas "T3ddy" Olioti, Malena "Malena0202" Nunes, Marco Tulio "AuthenticGames", Matheus Neves "Pk Regular Game", Pedro Afonso "RezendeEvil" Posso, Rafael "CellBit" Lange, Rafael "Guaxinim" Montes, TazerCraft, Thiago Elias "Calango"
Personagens Alan Ferreira, Andrei Soares "Spok" Alves, BIBI Tatto, Cauê Bueno, Felipe "Febatista" Batista, Felipe Castanhari, Felps, Flavia Sayuri, João Victor Negromonte Queiroz "Jvnq", Lucas "LubaTV", Lucas Olioti, Malena0202, Marco Tulio "AuthenticGames", Matheus Neves, Mike, Pac, Pedro Afonso Rezende Posso, Personagens Originais, Rafael "CellBit" Lange, Rafael "Guaxinim" Montes, Thiago Elias "Calango"
Tags Baixathentic, Cellps, Gravidez Masculina (mpreg), Humanos, Jvtista, L3ddy, Malepok, Misticismo, Mitw, Pklango, Sobrenatural, Vampiros
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Palavras 1.871
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, Lemon, LGBT, Literatura Feminina, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Então gente, eu decidi que não posso enrolar vocês pra sempre e resolvi fazer a conversa de Cellps... Espero alcançar as expectativas de vocês, e que se divirtam tanto quanto eu me diverti escrevendo 😀❤️

Ah, é um pequeno spoiler... Aqui vocês vão descobrir um pouco do passado do nosso querido Felpopinho.😅

Espero que gostem 😊

Boa leitura 📖

Capítulo 14 - Você a amava?


P.O.V Cellbit. 

*Um tempo antes dos acontecimentos do capítulo anterior*

Eu estava meio confuso sobre os meus sentimentos, sabe? Não sei bem o que eu senti quando eu beijei ele... É algo diferente.

Claro, eu já havia beijado alguns outros garotos, afinal, sou gay (mas não completamente assumido, só meus amiguinhos mais próximos e minha mãe sabem), mas com ele foi diferente. 

Me senti seguro, protegido, e ao mesmo tempo, um frio na barriga, um tipo de ansiedade.

Falei pra ele que precisávamos conversar. Preciso saber se ele me beijou, assim, só no impulso, ou se ele sente algo por mim também... Não gosto daquele tipo de garoto que, quando consegue o que quer, te larga, como se você nunca tivesse existido.

— Pode falar! - Ele se sentou na cama e sua expressão ficou séria.

Ah senhor Jesus, estou sentindo vários sentimentos ao mesmo tempo, desde vergonha, até insegurança de perguntar isso.

Consequentemente, acabei ficando extremamente corado.

— E-eu preciso s-saber se v-você sente algo p-por mim... Não me leve a mal, não acho que você s-seja a-assim, mas p-por precaução, eu gostaria de saber... Não gosto desse tipo de menino que beija outra pessoa uma vez, e d-depois age como s-se a o-outra n-nunca tivesse existido. - Droga, só não gaguejei mais, porque eu realmente não sou um gago.

Eu estava encarando o chão, como se ele fosse a coisa mais interessante do mundo, como eu sempre fazia quando estava envergonhado, ou extremamente nervoso e, neste momento, eu estava os dois.

Ele segurou meu queixo, o forçando, delicadamente para cima, me fazendo olhá-lo.

— Hey! Eu gosto de você! De verdade. E eu não seria capaz de fazer isso com uma pessoa tão especial. - Ele falou, dando um sorrisinho de lado, e eu fiquei corado (N/A: Pra variar né?)(N/Cellbit: Cala a boca!)(N/A: Vocês só sabem falar isso?)(N/Cellbit: E você só sabe encher o saco?)(N/A: Grosso!).

Ele, que ainda segurava meu queixo, foi nos aproximando, até estarmos roçando nossos lábios uns nos outros. Nossas respirações estava misturadas, até que eu quebrei a distância entre nós, selando os lábios.

Começou apenas como um selinho demorado, até começarmos a movimentar os lábios em uma sincronia perfeita.

Não demorou muito para ele pedir passagem, que eu cedi quase de imediato.

Estávamos em perfeita harmonia, nossas línguas batalhavam por espaço, e, devo dizer, que batalha maravilhosa.

Logo, eu estava em seu colo, procurando uma posição confortável para ficar, e, acidentalmente (ou não), acabei rebolando um pouquinho, o que fez ele, aparentemente, se animar, pois comecei a sentir algo duro encostando na minha bunda.

Nos separamos, pois nossos (pelo menos os meus) pulmões gritavam desesperadamente por ar.

Encostamos nossas testas.

— E-eu acho melhor pararmos por aqui! - Falei ofegante por conta do recente beijo, e provavelmente estava corado. Muito corado.

— Também acho! - Ele responde, meio ofegante também.

Saí de seu colo, e sentei ao seu lado na cama.

— O que vamos fazer agora? - Perguntou, olhando pra mim.

— Sei lá... Conversar mais um pouco... Nos conhecer melhor... - Falei dando de ombros.

— Certo! Só me dê licença, pois necessito ir ao banheiro. - Ele disse, se levantando e indo em direção ao mesmo, provavelmente para se aliviar.

Deitei em minha cama, e fiquei pensando um pouco sobre os meus sentimentos.

É estranho! 

Vocês já sentiram um frio na barriga pelo simples fato de a pessoa estar ao seu lado? Já sentiu aquelas famosas “borboletas no estômago” quando essa pessoa sorri? Porque é exatamente assim que eu me sinto toda vez que ele está perto.

Mas, ao mesmo tempo, sinto que não devo me entregar completamente a esse sentimento, pois ele ainda é o que ele é, e isso não vai mudar. Ele ainda vai ter os seus “instintos de assassino”, independente do que acontecer.

Mas, na real, acho que devo deixar rolar, não posso me privar de sentir. Aliás, ainda não entendi o porquê de eu estar preocupado, se ele já afirmou que não vai me machucar e que gosta de mim. Nunca vou me entender.

Fico pensando, até que, uns 10 minutos depois, ouço a porta do banheiro ser destrancada e sentei na cama, aguardando a chegada do moreno.

P.O.V Felps

Depois que, finalmente, consegui me aliviar, já que o Cellbit, de algum jeito, conseguiu me deixar mais duro que uma pedra, fui sair do banheiro.

Destranquei a porta e voltei ao quarto, encontrando Rafa sentado na cama, me esperando.

Sentei-me ao seu lado.

— E aí? Sobre o que quer conversar? - Perguntei, dando um sorrisinho de lado.

 — Hã... Se você não se importa, eu gostaria... Gostaria de fazer algumas perguntas sobre... Você sabe... - Ele falou, coçando a nuca, claramente envergonhado.

Eu entendi o que ele quis dizer... Ele queria fazer perguntas sobre os vampiros. Eu entendia seu nervosismo.

— Ah, certo! Fique a vontade. - Falei, sorrindo sem mostrar os dentes.

— Ok... Hã... Você poderia me dizer como e quando você... Se transformou? - Ele perguntou, encolhendo os ombros, como se estivesse com medo, talvez nervoso.

De repente, me bateu uma nostalgia. Uma vontade de voltar no tempo.

Respirei fundo, e tratei de responder sua pergunta.

— Isso foi a muito tempo... Nasci em 1396, em um lugar que, hoje em dia seria Londres. Tudo ocorreu no ano de 1414, aos meus 18 anos. Eu, Mike, Jv, T3ddy e Authentic estávamos caminhando calmamente pelas ruas da nossa velha cidade... Naquela época, não existia energia elétrica, e o toque de recolher era as 18:00, já que, um pouco depois desse horário, já escurecia. Mas a nossa turma era conhecida por sermos rebeldes e nunca íamos para dentro de casa no horário certo. Por volta das 19:00, estávamos dando altas gargalhadas na rua, quando reparamos em um homem... Muito esquisito por sinal...

****Flashback On****

04/05/1414, Inglaterra, Londres.

19:12.

Eu e minha turma odiamos seguir as regras.

Que idiotice!

O que demais iria acontecer caso andássemos pelas ruas depois do toque de recolher? Nada, eu diria.

Éramos as únicas almas vivas nas ruas de nossa pequena cidade. 

Nossos pais não se importavam muito conosco, era muito liberal, e era completamente tranquilo.

Ríamos de alguma piada idiota que Mike havia nos contado, quando reparamos numa sombra, uma silhueta de um homem.

Paramos de rir imediatamente, e nos entreolhamos.

Nunca, eu digo nunca mesmo, algum adulto desrespeitava o toque de recolher, pois sabiam que haveriam consequências.

Chegamos mais perto do homem, cujo tinha suas vestimentas totalmente negras e sem cor.

Quando chegamos mais perto, reparamos que ele era pálido como a neve que no inverno caía.

— Senhor? - Chamei. - Estás perdido?

O homem olhou para nós e sorriu, e logo notamos suas presas. Enormes e afiadas.

— Quem? Eu? Oh, não, não, não, nobre rapaz. Estou apenas procurando por um alimento, tão bom quanto os que haviam em minha antigas cidade... - Ele disse, ainda sorrindo.

Foi aí que eu e meus amigos nos tocamos.

Nós éramos os alimentos.

— O-o que o senhor é? - Jv perguntou tremendo dos pés a cabeça.

— Não é óbvio, pequena criança? - Perguntou e foi se aproximando mais de nós, enquanto nos afastávamos.

— CORRAM! - T3ddy gritou o óbvio e saímos em disparada. Era óbvio que não adiantou em nada isso.

Por mais que corressemos, ele sempre era mais rápido.

O primeiro que ele pegou foi o Mike. Cravou suas presas no pescoço dele, e sugou até o último mililitro de sangue do mesmo, até deixar o corpo sem vida

Nós não paramos de correr, pois sabíamos que o Mike não teria mais chances (ou era o que achávamos).

Depois foi Jv, e ocorreu o mesmo processo.

Logo em seguida, o Authentic, depois o T3ddy, e por último, eu.

E quando ele cravou aqueles dentes em mim, e eu entendi.

Eu entendi cada grito agoniante que meus amigos deram. Cada movimento desesperador, de tentar se livrar da dor. Cada lágrima que rolava por seus rostos.

Aquela dor era tão agoniante, e eu sentia-me cada vez mais tonto. Minha visão turva e embaçada pelas lágrimas.

E então, eu dei o meu último suspiro, e, logo em seguida, breu.

Acordei no dia seguinte com um curandeiro ao meu lado, tratando dos ferimentos do meu pescoço.

Não entendi como eu estava vivo, mas eu me sentia diferente.

Minha mãe chorava ali do lado, e eu queria abraçá-la e dizer que ia ficar tudo bem, mas eu não tinha certeza de que realmente ia.

Fiquei de repouso o resto daquele dia. Eu não consegui sair de casa, pois, toda vez que minha pele entrava em contato com o Sol, queimava. Queimava como se eu estivesse dentro de uma fogueira acesa.

A noite, encontrei meus amigos e eles estavam tão confusos e perdidos quanto eu.

Depois de uns dias, eu reparei que não conseguia mais comer, eu sentia fome e, por mais que eu comesse comida normal, aquilo nunca me satisfazia. Era como se eu não tivesse comido nada.

Até que, um dia, eu provei o sangue.

Eu matei um pequeno esquilo que tinha ali por perto, e tomei o seu sangue. E aquilo foi tão... Tão bom. E eu não senti mais fome.

Depois disso, toda noite eu saía com meus amigos pra caçar, todo e qualquer tipo de animal.

Depois de muito tempo, meus pais já haviam morrido e todos que eu conhecia, exceto meus amigos, também se foram.

Resolvemos que iríamos para um novo lugar, começar uma vida nova.

Isso, foi por volta de 1497.

Nós viemos junto com Pedro Álvares Cabral para o Brasil. A noite, na embarcação, íamos até o local onde ficavam os escravos, e matávamos alguns deles.

Aquelas foram as primeiras vezes que tomei sangue humano e, até, mais ou menos 1579, eu não conseguia parar.

Eu matava sem dó, nem pena. Eu adorava ouvir a vítima gritando por socorro, e adorava arrancar-lhe o coração, e ver o sangue jorrar.

O Mike percebeu que isso estava passando dos limites.

Me trancou em um lugar onde havia apenas sangue animal para beber, e tive que reaprender a me satisfazer com aquilo.

Depois disso, passei a me controlar. Matava alguns humanos, mas não tantos como antes. Cheguei até a transformar alguns para que sobrevivessem.

Uma vez, cheguei a casar. Isso foi em 1880.

Era uma bela moça, Gabriela era seu nome, mas eu a chamava de Gabs.

Ela era incrível, porém, era estéril, não poderia me dar filhos, o que não faria diferença, já que vampiros não reproduzem.

Mas um dia, deram-lhe um tiro certeiro em seu peito, o que fez seu coração parar de bater.

Fiquei enfurecido.

Matei a família de todos os responsáveis e alguns deles também.

Tentei trazê-la de volta, mas, por algum motivo, não deu certo.

Desisti e resolvi ficar sozinho mesmo.

Em 1920, Authentic veio nos contar que um novo internato havia sido aberto, e que poderíamos ficar por lá, já que havia uma floresta logo a frente e nunca mais ficaríamos sozinhos.

Então, vim parar aqui, e cá estou eu.

****Flashback Off****

Uau! Isso foi... Quase inacreditável. - Falou o loiro, impressionado.

— Pois é. Essa é a minha história. - Falei suspirando. Era difícil pra mim falar sobre aquilo. Principalmente sobre a Gabs... Isso é tudo tão...

Meu pensamento foi cortado pela fala do de olhos azuis.

— Então quer dizer que você tem... - Ele pegou um papel, escreveu algumas coisas e depois arregalou os olhos. - 622 anos? Caralho!

— Pois é... Parece que tudo isso foi ontem... - Falei, respirando fundo. - Mais alguma pergunta? 

— Só mais uma... - Ele disse, coçando a nuca.

— Pois diga, sou todo ouvidos. - Falei, lhe passando confiança.

— Você... Você a amava? Digo, a Gabs. - Ele disse, corando, claramente envergonhado e nervoso.

Essa me pegou de jeito.

— Eu...


Continua ou não?


Notas Finais


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Capítulo revisado 🙃

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