História I Didn't Want To, But l Love You (Mitw, Cellps) - Capítulo 15


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Categorias Alan Ferreira (EDGE), Cauê "BaixaMemoria" Bueno, Felipe "Febatista" Batista, Felipe Castanhari, Felipe Z. "Felps", João Victor Negromonte Queiroz "Jvnq", Lucas "Luba" Feuerschütte, Lucas "T3ddy" Olioti, Marco Tulio "AuthenticGames", Pedro Afonso "RezendeEvil" Posso, Rafael "CellBit" Lange, TazerCraft
Personagens Cauê Bueno, Felipe "Febatista" Batista, Felps, João Victor Negromonte Queiroz "Jvnq", Lucas "LubaTV", Lucas Olioti, Marco Tulio "AuthenticGames", Mike, Pac, Personagens Originais, Rafael "CellBit" Lange
Tags Baixathentic, Cellps, Gravidez Masculina (mpreg), Humanos, Jvtista, L3ddy, Misticismo, Mitw, Sobrenatural, Vampirismo, Vampiros
Visualizações 189
Palavras 1.156
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, LGBT, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Nada a comentar! Apenas leiam e espero que se divirtam, porque tem babados nesse capítulo!😂😂😉❤️

Espero que gostem 😊

Boa leitura 📖

Capítulo 15 - Parque de diversões


P.O.V Felps

Antes que eu pudesse continuar, ouvirmos batidas na porta, o que evitou que eu tivesse que responder aquela pergunta que nem eu mesmo sabia a resposta.

Cellbit levantou e foi atender a porta.

Para a minha surpresa, não eram nenhum dos amigos do loiro. Era o Mike.

Levantei da cama e caminhei até a porta, onde o de cabelos rosa estava. Cellbit se afastou e voltou para sua cama.

— Oi Mike. O que foi? Aconteceu algo? - Perguntei preocupado.

— Ah, não, não, não. É que... Bem, resolvemos juntar as turmas... - O olhei sem entender. - Vamos todos juntos um parque de diversões aqui pertinho. Nossa turma, mais o Pac, o Luba, o Baixa, o Batata... Queríamos saber se vocês querem ir com a gente...?

— Eu topo! - Falei animado. Fazia tempo que eu não ia a um parque de diversões. - Cellbit?

O loiro olhou pra mim, antes de responder.

— Oi? - Perguntou.

— Topa ir num parque de diversões com os meus amigos e os seus amigos? - Perguntei.

— Claro, por que não? - Ele disse, já se levantando, pra ir se arrumar.

— Nos encontramos na entrada do internato daqui 15 minutos, ok? - Perguntou Mike.

Afirmamos, e fomos nos arrumar para ir.

Cellbit foi se trocar no banheiro, e eu fui no quarto mesmo.

Coloquei um jeans surrado, uma camiseta preta, com alguns dizeres, e uma jaqueta de couro. Passei um perfume, arrumei o cabelo e peguei minha carteira e meu celular.

Depois de uns cinco minutos, Cellbit sai do banheiro com uma calça jeans colada, destacando sua bela bunda (N/A: Seu tarado!), uma camiseta branca com um desenho de um videogame e uma jaqueta jeans.

— Vamos? - Perguntou.

— Partiu! 

Saímos e fomos até a entrada do internato, onde estavam praticamente todos, menos Luba e T3ddy.

— Cadê o Luba e o T3ddy? - Perguntou Cellbit, assim que chegamos mais perto do pessoal.

— Sei lá! Devem estar se pegando no quarto. - Respondeu Pac rindo.

Depois de mais cinco minutos, chegam os dois, felizes da vida.

— CHEGAMOS CAMBADAAAA! - Gritou Luba, assim que se aproximaram.

— Nem percebi! Se você não diz, eu nem ia notar. - Falou Cauê, rindo da cara do amigo.

— Uiii, grosso! - Luba falou, afinando um pouco a voz.

— Vamos logo povo, se não vai dar treta antes mesmo de chegarmos ao parque. - Falou Jv, tentando amenizar o clima.

Fomos andando até o parque, que não era muito longe da escola.

Eu estava ao lado do Cell, e nossos corpos estavam bem próximos, e nossas mãos se esbarrando quase toda hora, até que tomo iniciativa, e entrelaço nossos dedos.

Ele me olha e sorri.

Continuamos andando, e, enfim, chegamos ao parque.

— Uau! Aqui é enorme! - Disse Cellbit, com os olhinhos azuis brilhando.

— É mesmo! - Concordou Pac.

— E aí? Como vai ser? Vamos ficar todos juntos e ir todos em um brinquedo de uma vez, ou vamos nos separar em, tipo, duplas e depois marcamos um ponto de encontro? - Perguntou Authentic.

— Nos dividimos em duplas e marcamos um ponto de encontro depois! - Falamos todos em uníssono.

— Ok! As duplas podem ser os colegas de quarto, o que acham? Assim teremos chances de conhecemos uns aos outros melhor. - Sugeriu Baixa.

— Por mim, tudo bem! - Falei, já que gostava da companhia do meu colega de quarto/ficante.

Todos concordaram, e assim, nos dividimos, indo cada dupla pra um lado do parque.

— Aonde quer ir primeiro? - Perguntei ao de olhos azuis, que ainda estava fascinado com tudo aquilo.

— Hã... Roda gigante! - Falou com um sorriso de orelha a orelha.

Dei risada e fui com ele até a fila da roda gigante.

Não estava muito grande a fila, por isso, em questão de cinco minutos, já estávamos dentro de uma das cabines.

— Uau, a visão daqui é linda! - Falou, admirado.

— E você sabe o que é mais lindo ainda? - Perguntei, me aproximando um pouco.

— O que? - Perguntou se aproximando também.

— Você! - Falei, e selei nossos lábios.

Foi apenas um selinho demorado e meio molhado, mas que teve mil significados pra mim.

— Eu não sei se é muito cedo, não sei se você está preparado, mas eu estou, e quero lhe perguntar uma coisa. - Falei, após nos separarmos.

— Diga! - Falou, calmamente.

Admito que fiquei meio corado nessa hora. Na minha cabeça parecia tão fácil.

— Você... Você quer namorar comigo? - Perguntei ainda vermelho.

— Não... - Essa foi a resposta dele, e admito que fiquei meio sem chão naquele momento.

— Ah... Tá! Tudo bem... Eu... Eu sinto muito, sabia que deveria ter esperado mais um pouco, você não estava preparado. Se eu tivesse espero, talvez você dissesse “sim” mas... - Falei muito rápido. Isso sempre acontece quando estou nervoso.

Ele botou o dedo na minha boca, como se fosse pra eu me calar, e assim eu o fiz.

— Não sei porque não me pediu antes. É claro que eu aceito, seu idiota! - Ele falou, me deu um peteleco na testa, e depois um beijo, calmo e apaixonado.

Nossas línguas estava em uma sincronia indescritível. Era como um ballet perfeitamente sincronizado.

Até que o ar fez falta a ele, e nos separamos minimamente, encostei nossas testas.

— Agora você é só meu, e de mais ninguém! - Falei sorrindo.

— Só seu! Somente seu! - Ele diz, e voltou a me beijar.

Depois disso, saímos da roda gigante e fomos em outros brinquedos, como montanhas russas, xícara maluca, casa mal-assombrada (a qual eu adorei, porque o Cellbit ficou agarrado em mim o trajeto inteiro), o Splash, e mais alguns outros, e, por último, o túnel do amor, que ele só faltou implorar pra eu ir com ele.

Fomos no bendito negócio, e até que não foi tão chato quanto eu imaginava. Foi até bonitinho.

Depois que saímos do túnel do amor, Cellbit me beijou de novo. Só que dessa vez, foi diferente.

O beijo foi afoito, necessitado, e, principalmente, malicioso.

Exatamente! O beijo foi cheio de malícia.

Saímos do parque, e fomos o caminho inteiro praticamente, do parque até o internato, dando uns beijos desses.

Assim que chegamos no corredor do nosso quarto, prensei o Cellbit na parede, e o beijei com mais fervor.

Passei as mãos por debaixo de sua camisa, acariciando seus mamilos, fazendo ele gemer entre o beijo, o que me deixou com mais tesão do que já estava.

Ele colocou as mãos por debaixo de minha camisa e passou a arranhar minhas costas, me fazer arrepiar e gemer também.

Fomos, com um pouco de dificuldade, nos deslocando até a porta do quarto.

— Cell... - Chamei, agora beijando seu pescoço.

— Huum... - Não sei dizer se ele me respondeu ou se ele gemeu, talvez os dois.

— Não avisamos ninguém que voltamos pra cá. - Falei, me separando dele, o que o fez soltar um resmungo de desaprovação.

Ele pegou o celular, entrou no primeiro contato que viu (que no caso era o do Batata) e mandou uma mensagem dizendo que estava no internato comigo, pra eles ficarem tranquilos.

Depois voltamos a sessão de beijos deliciosamente luxuriosos.

Entramos no quarto, e joguei ele na cama.


Continua ou não?


Notas Finais


E aí?
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Deixem nos comentários para eu saber a opinião de vocês 💖...

Bjsss 😘❤️


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