História I Didn't Want To, But l Love You (Mitw, Cellps) - Capítulo 16


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Categorias Alan Ferreira (EDGE), Cauê "BaixaMemoria" Bueno, Felipe "Febatista" Batista, Felipe Castanhari, Felipe Z. "Felps", João Victor Negromonte Queiroz "Jvnq", Lucas "Luba" Feuerschütte, Lucas "T3ddy" Olioti, Marco Tulio "AuthenticGames", Pedro Afonso "RezendeEvil" Posso, Rafael "CellBit" Lange, TazerCraft
Personagens Cauê Bueno, Felipe "Febatista" Batista, Felps, João Victor Negromonte Queiroz "Jvnq", Lucas "LubaTV", Lucas Olioti, Marco Tulio "AuthenticGames", Mike, Pac, Personagens Originais, Rafael "CellBit" Lange
Tags Baixathentic, Cellps, Gravidez Masculina (mpreg), Humanos, Jvtista, L3ddy, Misticismo, Mitw, Sobrenatural, Vampirismo, Vampiros
Visualizações 176
Palavras 1.742
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, LGBT, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Só queria avisar a vocês que eu NUNCA escrevi um lemon na minha vida, então peguem leve, por favor.

Provavelmente, no próximo capítulo, pararei de focar muito em Cellps, tentarei focar nos outros casais, ok?

Espero que gostem 😊

Boa leitura 📖

Capítulo 16 - Com certeza a melhor!


P.O.V Cellbit

Assim que entramos no quarto, Felps me jogou na cama, me fazendo gemer de dor, já que bati as costas na cama, mas não houve muito tempo para pensar nisso, já que, em um piscar de olhos (literalmente), Felps estava em cima de mim, beijando e chupando o meu pescoço.

Confesso que fiquei um pouco receoso, mas acabei relaxando.

Ele se afastou um pouco, e passou a tirar minha camiseta, atacando a minha boca logo em seguida.

Tirei sua camiseta também, e passei a arranhar suas costas assim que ele começou a descer seus beijos e chupões para os meus mamilos.

Eu não queria admitir, mas meu Deus, aquilo era bom demais!

Ele chupava e mordia levemente o direito, enquanto beliscava o esquerdo. Eu só sabia gemer baixinho em seu ouvido e senti ele se arrepiar com isso.

Inverti as nossas posições, e o deitei na cama, sentando em cima de seu membro, ainda coberto pela calça, e o senti extremamente duro.

Comecei a rebolar lentamente, como se fosse uma pequena tortura, ouvindo ele gemer baixinho.

— Huuum... Cell... V-vai logo! - Gemeu ele.

Saí de seu colo, e passei a atacar seu pescoço, deixando chupões ali, que com certeza não sairiam tão cedo. Isso é bom! Mostrar para as outras pessoas que ele tem dono.

Fui descendo lentamente, lambendo ele todinho, até chegar nos gominhos de seu tanquinho, os quais eu passei a chupar, um por um.

Cheguei ao cós de sua calça e enrolei um pouco para tirar, mas depois, puxando o zíper da mesma com a boca.

Tirei sua calça e vi o grande volume em sua cueca.

Senhor! Isso não vai caber dentro de mim não.

Peguei seu membro, ainda por cima da cueca, e passei meu dedo em sua glande, que estava molhando a cueca de pré-gozo.

Depois de um tempo botei seu membro em minha boca, ainda por cima da cueca. 

Ouvi Felps gemer um pouquinho mais alto.

— P-para de enrolar, Cell! - Ele protestou.

Tirei sua cueca com a boca e vi...

Senhor Jesus, eu tinha a visão do paraíso em minha frente.

Seu membro estava duro, era grande e grosso e babava uma quantidade generosa de pré-gozo.

Peguei-o com minha mão e passei a masturbá-lo lentamente, ouvindo ele gemer coisas desconexas.

Sem aviso prévio, botei o que eu conseguia em minha boca e o restante, eu massageava com as mãos.

Chupei sua glande, lambi toda a sua extensão, até chegar em seus testículos, chupando-os também.

Felps gemia alto agora.

Em um certo momento, o moreno agarrou meus cabelos e passou a ditar a velocidade que queria, tentando ser o mais carinhoso possível, acabei percebendo.

Em alguns momentos, cheguei a fazer garganta profunda, me engasgando algumas vezes, mas nada muito importante.

Felps estava praticamente fodendo a minha boca. Seu membro entrava e saía rapidamente, até ele começar a pulsar fortemente.

Eu já sabia o que estava por vir.

— R-Rafa, E-eu vou... - Ele não conseguiu terminar a frase, se desmanchando logo em seguida em minha boca.

Seu gosto era uma mistura de doce com salgado, acabei engolindo, sentindo aquilo queimar pela minha garganta.

Beijei Felps, o fazendo sentir seu próprio gosto.

O beijo era necessitado, caloroso, cheio de luxúria e segundas intenções.

— Não acha que está com roupas demais? - Perguntou, assim que nos separamos do beijo.

Foi aí que percebi que ainda estava de calça de cueca.

Apenas assenti com a cabeça.

— Então vamos resolver esse pequeno problema! - Ele disse, invertendo, novamente, as posições, ficando por cima de mim.

Percebi que ele não gostava de enrolar muito.

Ele desceu os beijos molhados pelo meu pescoço, passando pelo meu peitoral, minha barriga, chegando, logo em seguida, ao cós de minha calça.

Ele tirou minha calça e minha cueca com a boca, libertando meu membro, que também estava totalmente ereto, babando um pouco também.

Ele, sem enrolação, botou-o na boca, e passou a chupá-lo, passando a língua pela glande, descendo até o meus testículos, passando a chupá-los também.

Eu? Só sabia gemer.

Ele passou a se movimentar com a boca lentamente, me torturando.

— F-Felps, v-vai mais rápido! P-por favor! - Implorei, gemendo sôfrego.

Ele atendeu o meu pedido, aumentando, ao poucos, a velocidade dos movimentos de sua boca.

E devo dizer, e que boca!

Era quente e molhada! Era perfeita.

Eu não ia durar muito tempo, aquelas sucções que ele fazia em glande, sua língua trabalhando perfeitamente em toda a minha extensão.

— Huuum... Felps, eu vou... Huuum... G-gozar! - Falei gemendo.

Ele aumentou mais ainda a velocidade, e eu não aguentei muito, e acabei me desmanchando em sua boca.

Quando eu achei que tinha acabado, ele botou três de seus dedos em minha frente, e deduzi que fosse para eu chupar (N/A: Não, ele colocou ali só de enfeite!)(N/Cellbit: Até nesses momentos você atrapalha? Ah, vai terminar de escrever, vai), então, assim eu o fiz. Mas tinha um porém... Ele também estava fazendo um beijo grego em mim.

Exatamente!

Ele começou a passar sua língua em minha entrada, que acabou se contraindo com o contato, e, logo em seguida, enfiou a língua ali, me fazendo gemer abafado por conta de seus dedos.

Ele mexia aquela língua tão perfeitamente, e me levava a loucura.

Aquilo era bom demais!

Até que ele parou.

Gemi em reprovação. Justo na melhor parte?

Ele deu uma risadinha.

— Calma meu amor! A melhor parte ainda nem chegou. - Ele disse, como se pudesse ler os meus pensamentos.

Ele tirou seus dedos de minha boca, e os levou para perto da minha entrada, rodeando-na.

Ele enfiou, vagarosamente, o primeiro dedo e eu gemi alto de dor.

Meu Deus, como aquilo doía!

Puta que me pariu de quatro numa banheira, aquilo doía para um caralho.

Ele começou a movimentar o dedo lentamente, e me beijando para tentar amenizar a dor, o que, de certa forma, funcionou.

Logo em seguida, inseriu o segundo dedo, e passou a ir mais rápido e a fazer movimentos de tesoura. Me separei do beijo brevemente para poder gemer, e logo ele voltou a me beijar.

Quando ele inseriu o terceiro dedo, aí que eu senti a verdadeira dor.

Ele deixou os dedos parados por um tempo, até começar a simular estocadas rápidas, mas não muito forte.

Quando ele achou que eu estava suficientemente preparado, e ele tirou seus dedos de meu interior, me fazendo relaxar um pouco.

— Só um momento! - Ele diz saindo, indo em direção ao banheiro, voltando alguns segundos depois com um potinho de vidro pequeno, cujo eu não sabia o que era.

— O que é isso? - Perguntei curioso.

— Lubrificante. - Respondeu-me, passando uma boa quantidade por seu membro.

— E por que tu tinhas isso? - Perguntei, erguendo uma sombrancelha.

— Para o caso de situações como essa. - Respondeu, jogando um pouco de lubrificante em minha entrada também.

 — Então quer dizer que você... Huuum... Pretendia fazer isso com, huuum, outras pessoas? - Perguntei, tentando falar irritado, mas os gemidos estragavam todo esse clima de irritação, o que era, em partes, bom.

— Você não vai querer discutir isso agora, né? - Ele perguntou, pincelando minha entrada com seu majestoso membro.

Neguei com a cabeça e passei a soltar gemidos baixos.

— Posso? - Perguntou preocupado comigo. Que fofo!

Apenas assenti com a cabeça e senti ele entrando dentro de mim, lentamente.

Aquilo doía!

Puta que me pariu, como doía.

Mas eu não tinha paciência pra esperar. Ele estava indo lento demais, e não tinha entrado nem metade. Então, eu fiz uma coisa completamente irracional... Entrelacei minhas pernas em sua cintura, o puxando para mais perto, fazendo ele entrar com tudo.

Senti aquilo me rasgar no meio, mas pelo menos já estava dentro.

— Você é louco? - Perguntou incrédulo e ofegante.

— Só se for louco por você! - O puxei para baixo e o beijei apaixonadamente.

Nossas línguas se acariciavam lentamente, e disputavam ao mesmo tempo. Uma disputa deliciosa, devo dizer.

Depois de nos faltar o ar, nos separamos, e ele passou a distribuir beijinhos pelo meu pescoço, tentando amenizar minha dor.

Aos poucos, ela foi passando e dando lugar ao prazer.

Rebolei contra seu membro, um sinal de que ele podia se mexer. E assim ele o fez.

Começou a se mexer bem devagarinho, pra não me machucar, mas eu queria mais. Eu queria que ele fosse mais rápido.

— F-FELPS! - Gemi alto seu nome. - M-mais r-rápido a-amor! - Falei, gemendo arrastado e sôfrego.

— Com prazer! - Ele aumentou a velocidade, e acertou um ponto que me fez sentir um prazer indescritível. Era bom demais! Gemi um pouco mais alto quando ele acertou ali de novo, e ele percebeu isso. - Então é aqui que você gosta, hum?

— Ãaahn, siiiim... Huuum, aí mesmo! - Falei gemendo, quando ele passou a acertar aquele  ponto repetidas vezes

As estocadas estavam cada vez mais fortes, mais fundas, e mais precisas, sempre acertando a minha próstata. Bem que dizem, vampiros são ótimos na cama!

Ele passou a me masturbar no ritmo das estocadas, e aquilo era bom demais!

Ele chegou perto do meu ouvido e sussurrou:

— Geme meu nome vai! Geme bem alto e gostoso, pra todo mundo ouvir.

— Felps! - Eu gemi, um pouco mais alto, e ele deu um tapa forte na minha bunda. - FELPS!

Comecei a gritar seu nome. Minha próstata estava sendo surrada sem dó nem pena e eu adorei isso.

Ele chegou perto do meu pescoço e sussurrou pra mim de novo:

— Posso? Prometo ser carinhoso! - Eu entendi o que ele queria. Bom, ele prometeu. Apenas assenti, e joguei minha cabeça para o lado, dando acesso livre a ele.

Senti seus dentes afiados perfurarem a pele de meu pescoço, enquanto ele ainda estocava. Uma mistura perfeita de dor e prazer!

Senti meu sangue ser minimamente sugado. Percebi o quanto ele estava se controlando para tomar só um pouco.

— F-Felps, E-eu vou... - Comecei, gemendo ainda.

Ele se afastou minimamente de meu pescoço.

— Eu também vou! - Ele aumentou o ritmo das estocadas, da masturbação e voltou para o meu pescoço.

Mais três estocadas, e eu acabei gozando em sua mão, apertando ele com minhas paredes anais, o fazendo gozar também.

Era delicioso sentir seus jatos quentes me invadindo.

Ele se afastou de meu pescoço e saiu cuidadosamente de mim.

Me deu um beijo carinhoso, agora sem nenhuma malícia e se deitou comigo na cama.

— Essa foi a melhor transa que eu já tive... Em toda a minha vida! - Ele disse ofegante.

— Essa foi a minha primeira, e com certeza a melhor! - Digo, dando-lhe um selinho.

— Não vamos tomar um banho? - Perguntou, ao perceber que eu me virei de costas para ele, juntando nossos corpos.

— Nah! Amanhã de manhã a gente toma! Vamos dormir! - Conclui, me acomodando mais perto de si.

— Tudo bem então! - Ele pegou um cobertor e nos cobriu. - Boa noite meu anjo!

— Boa noite!

E assim nós dormimos, de conchinha, pelados e felizes!


Continua ou não?


Notas Finais


E aí?
Gostaram!
Amaram?
Odiaram?

Deixem nos comentários para eu saber a opinião de vocês 💖...

Mano, que vergonha deu escrever isso... Na moral, espero que vocês tenham gostado...😅

Bjsss 😘❤️


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