História I Don't Depend On You. - Capítulo 8


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Ficção, LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


B
O
A

L
E
I
T
U
R
A
(Deu certo?)

Capítulo 8 - Capítulo 7: Fim das "férias".


Naquela mesma noite, quando vi o Theo dormindo, lembrei-me de sua mãe falando “Ele tinha uma doença no coração, então a qualquer momento o coração dele podia parar, e o Theo possui essa mesma doença” e senti meu coração apertar, eu sei que os humanos não são eternos, contudo isso acabou comigo. Deitei-me ao seu lado, tão próximo que pude sentir sua respiração uniforme em minha pele, nunca tinha me sentido tão responsável pela felicidade de alguém como estou me sentindo agora, sinto como se eu estivesse sendo encarregado de proteger uma preciosidade, ele não deixa de ser uma, que não pode substituída por outra.
–Eu te amo... –sussurro– Eu juro que nunca irei te deixar... –deixo um breve selar em sua bochecha e o maior acorda.
–Rafa? –ele me pergunta ainda com os olhos fechados e com um sorriso no lábio.
–Sou eu... –o maior me envolve em um abraço antes de eu completar a frase.
–Espero que você cumpra sua promessa ou eu serei obrigado a tomar medidas drásticas –sorrio abraçando-o, não sei em que momento eu adormeci, só sei que adormecemos abraçados.
                                                                           ****
Acordo e ao olhar ao meu redor não encontro Theo, desde quando ele acorda cedo? Sou eu que sempre acordo antes. Me levanto e vou em direção ao banheiro, me olho no espelho e relembro a conversa que tive com minha “sogra”, ainda acho estranho chama-la assim, sentindo um aperto no meu peito, é horrível imaginar eu tendo que ver ele morrer e perder ele.
–Rafael? Está ai? –vejo a porta do quarto abrindo revelando o Theo e sua mãe.
–Sim... –desvio o olhar, porque é tão difícil pensar nisso? Já vi milhares de pessoas morrendo.
–O que foi? Você está bem meu pequeno? –ele vem em minha direção e eu o abraço– Rafa...
–Estou bem sim... –interrompo-o abraçando-o mais forte– Só estava com saudades.
–Hoje é o nosso último dia aqui, queres fazer algo?
–Que não envolva cama nem banheiro? –disse minha sogra do outro lado do quarto.
–Mãe! –Theo chama sua atenção e eu rio, como ele pode ser tão fofo?

–Podemos passar o dia na praia? –os dois se entreolham e concordam– Bom, vou me trocar... –entro no banheiro e o Theo me segue– Theo?

–Oi? –ele fecha a porta atrás de si e vejo sua mãe rindo saindo do quarto em seguida.

–Porque você está aqui? –ele me pressiona contra a parede fria do banheiro.

–Vim me trocar também... –ele se aproxima de mim, ficando uns 4 centímetros da minha boca– Quer que eu saia? –rio e puxo-o mais para perto.

–Eu não costumo desperdiçar ótimas oportunidades como essa... –desço minha mão até sua bunda apertando-a logo em seguida fazendo o maior arfar, sinto seu membro começar a “acordar” digamos assim.

–Rafael... –ele apoia sua outra mão, que até agora estava em meu pescoço, na parede– Você vai ter que aliviar isso, você sabe certo? –ele me encara malicioso.

–O que? –Faço-me de inocente e aperto de novo o local fazendo ele ficar completamente excitado.

–Rafa..el –a respiração dele está uma confusão, boa Rafael.

–Bom, vou me trocar para ir à praia –saio do banheiro deixando-o sozinho, escuto eles chamando uns palavrões e rio, visto minha roupa de praia e saio da casa encontrando minha sogra em frente a porta.

–Tão rápido assim? –rio.

–Só para mim, para ele ainda vai demorar para sair de lá –ela entende e bate em minha mão.

–Esse é o meu garoto.

O dia seguiu normal até o Theo aparecer indignando comigo e quando descobriu quem ensinou isso para mim ficou ainda mais revoltado, tirando a parte do Theo emburrado sentado na areia o dia foi legal. Um detalhe que esqueci de comentar é o nome da mãe do Theo, Alessandra Rossi, que achei bem bonito até.

A pior parte do dia foi a volta, tive que arrumar toda a mochila de novo e tirando as horas de viagem, a parte boa é que voltamos no carro da Alessandra (tecnicamente sou mais velho que ela, então não é estranho chama-la assim) tendo direito a um monte de fotógrafos na chegada que perguntavam as mais variadas perguntas: “A Senhora estava de Férias?”, “Estava procurando expiração para um novo projeto na empresa?”, “Esses dois são seus filhos? Você não tinha apenas um?”, “Quem é esse ao lado de seu filho?”. Não entendi muito bem mais provavelmente ela é uma investidora bem famosa no mundo da moda.

Ela nos levou para a “humilde” residência dela, só a sala dela era do tamanho da casa inteira do Theo, não vou mentir: eu fiquei pasmo.

–Bem vindos a minha casa, James prepare o quarto de hospedes por favor...

–Mãe eu tenho a minha casa –Theo interrompe-a.

–Que está em reforma por um tempo indeterminado –ela sorri, olho para o Theo e vejo que está indignado– Sua Bagunça já está no quarto dos hospedes.

–Mãe! Aquela casa foi o que o papai deixou para mim!

–Seu padrasto Theo –ela o corrige– O seu pai morreu quando você tinha apenas...

–ELE FOI O ÚNICO PAI EM MINHA VIDA! –me assusto com os gritos de Theo– MESMO QUE VOCÊS APENAS ESTIVESSEM NAMORANDO, ELE FOI O ÚNICO PAI QUE TIVE.

–Theo... –tento acalma-lo recebendo um empurrão em resposta.

–CALA A BOCA RAFAEL MAIS QUE MERDA –sinto meus olhos começarem a encher de lágrimas– VOCE NÃO SABE NADA DA MINHA VIDA ENTÃO NÃO SE METE –cada palavra doeu em mim, não como a dor de um soco ou algo do tipo, foi algo mil vezes pior.

–Chega Theo! –sua mãe transfere um tapa em seu rosto– Você foi longe demais! –sinto minhas pernas falharem e sinto alguém me segurando.

–Vem comigo –um homem de terno me leva para a cozinha e a última coisa que vejo é o Theo caindo no chão chorando, apesar de ele ter dito tudo aquilo para mim, ver ele caindo foi a parte que mais doeu. O homem de terno me ajuda a sentar em uma cadeira e me entrega um copo com água– Desculpe essa confusão, o Sr. Rossi não sabe muito bem como lidar com a morte do padrasto...

–Eu não sabia que ele tinha um padrasto... –seguro minhas lágrimas enquanto o moço tenta me consolar dando aqueles “tapinhas” na costa, ainda posso ouvir alguns gritos, possivelmente do Theo, do lado de fora da cozinha.

–O padrasto dele morreu depois de um tiroteio na agencia da Sra. Rossi. Tentaram matar a Senhora Alessandra, mas o namorado dela a protegeu e acabou falecendo, desde então o Theo tem estado meio abalado com tudo isso.

–Isso foi há quanto tempo?

–Eu acho que há uns 3 anos.

–Entendi... –entrego-lhe o copo vazio– Qual o seu nome?

–Gabriel, prazer em lhe conhecer Rafael –ele estende a mão e eu a aperto.

–Como sabe o meu nome?

–Eu ouvi o Theo falar... –ele desvia o olhar.

–Ah sim– levanto-me, o barulho do lado de fora parece ter parado– Onde eu posso ficar?

–O quarto dos hóspedes já está arrumado, vou leva-lo até lá– o maior sorri, ele tem olhos pretos e seu cabelo é um castanho claro, ele deve ter uns 1.80 metros e no máximo uns 27 anos.

–Ok...


Notas Finais


Dos criadores do capitulo Beijos e mais beijos, temos tretas e mais tretas.


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