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História I Don't Need Fake Love - Capítulo 1


Escrita por: Wolf_Darkness

Notas do Autor


Oi pessoal 0/
essa fic faz parte do desafio do spirit e eu não posso negar que eu tô gostando de postar elas :3
vai ter os dois temas, inverno e amor, inspirada no dia dos namorados, ai, ai
Bora lê

Capítulo 1 - The as-yet-unnamed office


Dei um suspiro passando por mais uma foto aleatório de algum cara pelo meu computador, o fato é que estava cada vez mais dificil encontrar alguém interessante em site de relacionamentos, as pessoas parecem tão chatas, não que eu tivesse encontrado com algumas pessoas aqui, mas nenhuma deu certo, pelo visto eu nunca fui bom nisso.

 

Ouvi batidas na porta aberta e fechei a pagina afobado, vendo um garoto baixinho com alguns papeis em mãos esperando alguma coisa pelo visto de mim.

— Posso ajudar? — Perguntei sem entender e me endireitando.

— Hã, Donald me mandou entregar isso, disse que era importante — Sinalizou os papeis e eu apenas assenti — Qual é o seu nome? Não tem placa lá fora — Corou levemente e olhou para a mesa — É nem aqui — Resmungou.

— Hã, a sala é nova, ainda não colocaram a placa — Olhei para minha mesa e estava uma bagunça completa, mas eu lembro de alguém ter me dando uma placa com o meu nome — Cadê ela? — Resmunguei abrindo as gavetas ao lado e achando aquele trambolho de pedra ou coisa do tipo, colocando encima da mesa, em um cantinho que não me atrapalhasse.

— Hã, tá virada para você — Ele me advertiu deixando os papeis encima com cuidado e eu franzi o cenho sem entender — O nome tá virando pra você.

Olhei a placa na mesa e estava escrito meu nome e minha função, o que eu achava uma palhaçada do meu pai ter me colocado na contabilidade só porque eu fiz curso técnico de administrador, sendo que eu era forma em artes visuais.

O que ele está falando? A placa estava certa, não é mesmo? Eu não sei se entendi muito bem e ao mesmo tempo tenho medo de perguntar e parecer um idiota. Eu acho que eu nunca vou dar certo para esse escritório, não sie porque meu pai insistiu nisso.

— Licença?! — Ele disse chamando a minha atenção e virando a placa — Gerard?! — Falou depois de ler o nome.

Ri levemente sem graça e senti a minhas bochechas esquentarem de vergonha, era obvio que o nome ficava para fora, como eu posso ser tão idiota? E como por um panfleto de um show virado para o lado de entro e tampar o nome da pessoa que estaria se apresentando.

— Desculpa por isso, eu ainda não me acostumei — Falei pegando os papeis só para parecer que eu fazia alguma coisa ali seria — Qual é o seu nome? — Perguntei o olhou curioso e ele deu uma risadinha — O que foi? — Perguntei sem entender a sua reação.

— Geralmente não perguntam o nosso nome, mas é Frank, como tá no crachá — Ele puxou levemente a blusa aonde estava uma plaquinha com o seu nome grande.

Dei um sorrisinho amarelo, eu acho que estava sendo um idiota no momento, mas ele não parecia se importa com isso, parecia que estava gostando da nossa conversa, ele parecia alguém legal de trabalha, mas aposto que meu pai não achava o mesmo, eu sei que a primeira coisa que ele deve ter pensando do menino quando viu o currículo foi as tatuagens, além do cabelo bagunçado, só não sabia o motivo de ter o contratado, pode ser por ele ser muito bom no que faz ou por pena.

— Eu gostei da sua camiseta — Ele deu um sorrisinho com o comentário, olhando a própria veste — Green Day é uma boa banda, talvez eu queria ir no show algum dia.

— Hã, eu ganhei da minha filha do dia dos pais...

— Hã, você tem filha?! — Perguntei um pouco surpreso, porque parecia que tínhamos a mesma — Nossa — Disse para mim mesmo.

Nem fodendo que todo mundo já tinha transado, lambido, enfiado a boca em alguém e eu continuava aqui procurando o príncipe encantando, porque eu nunca namorei, mas vamos dizer que já tenho muita experiencia em encontros, infelizmente.

— Pois é, todo mundo me fala isso — Ele disse com um pouco de sarcasmo — Foi de uma relação que eu tive e... — Ele foi interrompido com a entrada do meu irmão.

— Gerard?! — Ele disse entrando como se a sala fosse dele e parou ao lado do garoto, o olhando de cima a baixo e ele pareceu se sentir intimidado.

— Licença — Disse com a voz baixa e saiu da sala no mesmo instante, apenas olhei pro Mikey e me joguei na cadeira.

— O que ele tava fazendo aqui? — Meu irmão perguntou puxando a cadeira a frente e se sentando, parecendo não entender o que estava acontecendo.

Dei um suspiro percebendo seu olhar de julgamento sobre a situação, mas eu não via nenhum problema em falar com os empregados, para mim era como se fosse pessoas comum do meu dia a dia, por isso ainda não me sinto parte disso, era muito estranho não poder conversar com ninguém.

— Só veio me entregar os papeis — Disse pegando os papeis ali e os juntando, os arrumando — Acabou que a gente conversou — Tentei ser o mais indiferente possível e ele revirou os olhou — Eu não consigo ser frio como você, para mim é complicado. Sabia que ele tem uma filha? — Perguntei com um leve tom de surpreso.

— É pra quer eu quero saber isso? — Deu de ombros para o assunto — Esquece isso, me entrega esses papeis pela tarde? — Apenas assenti — É para de ver esses sites de relacionamentos cretinos, eu sei que fica o dia todo nessa merda e desperdiça seu tempo com isso.

— Ah tá — Ri de leve arrumando — É fácil falar sendo você, porque você namora e não tá preste a passar mais um dia dos namorados deprimente — Falava enquanto abria o programa no computador para começar a fazer o orçamento do que eu tinha acabado de receber.

— Se parece de procurar pessoas falsas na internet, talvez tivesse namorado também — Ele disse com sarcasmos e eu revirei os olhos.

Ele não sabia o que estava falando, eu nunca fui muito bom de me socializar pessoalmente com as pessoas, na internet as coisas eram mais fáceis, as pessoas conseguiam ser mais espontâneas e não ficava um silencio constrangedor.

— Você não sabe, eu nunca fui bom nisso — Resmunguei baixinho com atenção no computador.

Ele começou a falar sobre algo, parece que ele queria gastar seu tempo na minha sala, mas pelo menos ele estava me ajudando a organizar as coisas e me ensinando a fazer algumas coisas mais rápido, afinal, ele estava mais tempo na empresa do que eu.

· · • • • ✤ • • • · ·

— Demorou — Meu amigo ao lado disse quando me viu sentar no meu cubículo e ele arrastou a sua cadeira para fora do dele, assim podendo me olhar — Tava falando com ele? — Perguntou curiosos e eu dei de ombros de proposito com um sorrisinho de canto nos lábios.

Coloquei meus fones de ouvido fingindo ser algo tão indiferente, mas era fato que os boatos que estavam rolando era que outro filho do chefe estava trabalhando aqui e eu fui “contratado” para ajudar ele em algumas coisas, como entrega de papeis idiotas que o Donald me pediu.

— Ele é tão normal quanto o Mikey — Falei para ele enquanto olhava a tela e vendo que não tinha nenhuma chamada, assim tirei o fone e olhei meu amigo ao lado que tinha um grande sorriso no rosto curioso — Ta bom, ele é bonito pra porra como os boatos falam. Ele e a girafa são pessoas praticamente diferente, ele é muito mais gentil do que todos os Way’s que eu conheci aqui. Ele é perfeito, Dan — Soltei um suspiro sem querer e ele me olhou com malicia — Não, Dan, nem vem com suas ideias sórdidas pra cima de mim — O adverti.

Posso dizer que meu coração bateu mais rápido quando o vi e a minha barriga gelou, mas eu não posso simplesmente chegar nele e falar isso, afinal, ele é filho do meu chefe, ele é praticamente o meu chefe também e seria estranho, ainda mais pela primeira vez, mas eu gostaria de conversas com o Gerard fora de empresa.

— Ta bom, ta bom, mas sei lá, podia tentar um pouco mais — Ele resmungou e engoli a seco, olhando atrás de mim e eu virei o rosto, vendo a Donna parada ali.

— O que os dois tão fofocando e não trabalhando? — Ela perguntou ríspida como sempre.

A gente se entreolhou brevemente e voltamos aos nossos lugares sobre o seu olhar. Creio que a Donna e a última pessoa que vão querer rondando os corredores, ela dá bem mais medo do que o próprio dono que é seu marido, ela sempre foi severa com todo mundo desde que começou a trabalhar aqui.

— Não vão responder? — Ela perguntou e a gente nem ousou a olhar — Soube que você foi lá no Gerard — Ela comentou e eu a olhei não entendendo — Você gostou dele? — Parecia uma pergunta inocente, mas eu sei que tem mais além do que tem por trás.

— Hã, eu não sei, ele parece ser uma pessoa legal. Seu filho foi muito gentil e educado comigo — Respondi tentando ser o mais neutro possível, mas ela não pareceu acreditar plenamente sobre isso.

— Claro, ele é um amor de pessoa, as vezes ate demais com quem não merece — Senti um pouco de indireta em sua voz — Sem gracinhas, Iero. Você que por mim, você não tava nem empregado aqui, Donald que teve dó de você, mas eu não sou ele — Disse seria e sai a passos firmes.

Engoli a seco tudo o que eu queria dizer, porque eu simplesmente precisava do emprego e não podia mandar ela se foder, seria demissão na certa ou ate pior, mas pelo visto entendi o recado, ela não queria que eu me aproximasse do Gerard por algum motivo, talvez medo que a gente se desse muito bem.

Continua...


Notas Finais


Ate o proximo cap
xoxo - Hay


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