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História I don't need no garden of eden - Capítulo 11


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Notas do Autor


ANTES DE TUDO OLHEM A NOVA CAPA PERFEITA QUE A TRANCYZ FEZ AMO QUE AMO

oi gente desculpa a demora, mas dessa vez tenho motivo: meu celular quebrou e já tinha um capitulo nele então fiquei tentando recuperar, ah tambem perdi a foto do capitulo, mas vou tentar fazer outra
(obs. oi sou eu do futuro e eu coloquei a foto do capítulo como vcs podem ver

olha esse capitulo eu escrevi no computador na força do odio no calor etc etc entao perdao se tiver muito ruim viu
vejo vcs lá embaixo

Capítulo 11 - Perguntei primeiro


Fanfic / Fanfiction I don't need no garden of eden - Capítulo 11 - Perguntei primeiro

Chuu e Yves não podiam acreditar no que havia acontecido, e só após alguns segundos conseguiram assimilar um pouco, Gowon — a menina que fingia que coisas desagradáveis não aconteciam — realmente disse aquilo e com aquelas palavras.

— E aí, vão me responder?

— É complicado... — Chuu começou — Mas podemos explicar, tudo começou quando a Yves resolveu... — mas foi interrompida.

— Nossa mãe é uma louca dissimulada que nos deixa presa aqui e mente para nós todo dia, entre essas mentiras posso listar algumas pequenas rapidamente, como por exemplo ainda existir um mundo lá fora cheio de pessoas e até mesmo homens, ela nos manipula e também usa remédios, ou drogas, chame como quiser, para nos fazer obedecer as regras. É basicamente isso, se você estiver com tempo posso explicar o resto. — a mais velha disse calma e lentamente. O silêncio tomou conta daquela sala por alguns minutos, aquelas palavras que sairam de sua boca pareciam um absurdo e dizê-las calmamente era pior ainda. — Não é como se eu não tivesse tentado te avisar.

— Vocês estão loucas... E-eu preciso ir. — a loira disse se levantando e andando rapidamente para fora do cômodo.

— Gowon... — a ruiva tentou impedir, mas foi ignorada.
Yves suspirou, mas se acomodou na cadeira e quando estava pronta para voltar aos seus pensamentos de antes, percebeu que estava sendo observada com uma cara feia e postura tensa, talvez Chuu estivesse com raiva e talvez essa fosse a primeira vez que a mais alta lembraria disso.

— Pode falar.

— Você estragou a nossa chance de fazer ela ver a verdade! Ela estava aqui aberta para isso, mas é claro que você ia estragar. Eu sinto muito que você esteja com medo de ter machucado a Vivi, medo de encontrar ela morta, medo de encontrar ela viva, mas isso não é desculpa para ser grossa e insensível com todo mundo. Eu tentei te ajudar, mas você mal fala comigo e só me trata mal, depois falou alguma coisa que fez a Olivia surtar, agora espantou a Gowon. — desabafou — Eu vou atrás dela, acredito que ainda exista esperança. — avisou antes de sair.

Algo doeu no coração da mais velha, ela não sabia que isso era comum, mas aquela era a dor que se sente quando percebe-se que decepcionamos alguém que amamos, a dor que faz sentir tristeza e insuficiência, mas pelo menos ela sabia que a solução provavelmente estaria em ajudar, fazer o que não fez antes, o que deveria ter feito, então se levantou e foi atrás de alguma das meninas.

Naquele momento a loira se encontrava na cozinha bebendo água para acalmar os ânimos, mas ao pôr o copo na pia e se virar, se assustou vendo uma menina sorridente de franja, mais conhecida como Chuu, logo desviou o olhar e começou a andar para outro canto da casa, mas no corredor já encontrou Yves que parecia procurar algo, mas ao olhar para a mais nova, parou e sorriu. E mais uma vez Gowon se encontrava fugindo de uma garota sorridente, mas aquilo não acabou por ali, as três passaram a tarde toda nisso, uma brincadeira de esconde-esconde cansativa para todas, estavam tão preocupadas em procurar e esconder que acabaram não percebendo a falta de Olivia.

— Você beijou ela mesmo? — Uma menina de cabelo castanho perguntou e Olivia balançou a cabeça positivamente em resposta. — Eu desconfiava que ela era sua favorita, afinal sempre que você fala dela é com mais carinho, só não achei que era dessa forma.

— É horrível, eu sei.

— O que é horrível?

— Eu beijei minha irmã e sinto coisas, eu sou tão nojenta como ela.

— Hyejoo, você sabe que isso não é verdade. — disse enquanto pegava na mão da morena — Vocês não cresceram exatamente como irmãs, praticamente não foram crianças, aquela doida dava remédios para vocês duas desde sempre, mal falavas com nenhuma das três, depois de um tempo ela impôs que eram irmãs e como sempre aceitaram o que lhe foi dito. Agora eu vou fazer uma pergunta que só você pode responder, mas eu já sei a resposta: Por que você enfrentou a Adeline, mas logo desistiu?

— Por causa da Gowon. — respondeu baixo — Obrigada, mas agora preciso voltar para casa. — se levantou rapidamente saiu correndo.

— Tchau para você também. — gritou.

— Tchau, Heejin. — gritou de volta.

— Pelo amor de Deus, me deixem em paz, eu não aguento mais me esconder. — a loira pediu antes de se jogar na cadeira que estava na cozinha.

— Eu juro que a gente te deixa em paz se você só ouvir o que a gente tem para falar. — prometeu Yves e esperou alguns segundos para falar novamente — Por favor.

— Certo. — concordou.

E longos minutos de conversa se passaram, por mais que fosse difícil de aceitar, as coisas que lhe eram ditas pelas meninas faziam sentido e respondiam todas as perguntas sem respostas ou com respostas mal dadas, tudo era tão curiosamente bem feito, bem feito demais para ser mentira, então talvez, só talvez Gowon estivesse aceitando aquilo tudo como uma possibilidade, agora sim o plano ia como o esperado.

— Agora você vai precisar fazer uma coisa que vai ser horrível e vai te fazer se sentir muito mal, mas nós conseguimos e estamos aqui para te ajudar também, você precisa parar de tomar os remédios. — Chuu foi concluindo a conversa.

— Certo, eu paro de tomar os remédios se isso for ajudar todo mundo, mas vou precisar da ajuda de vocês.

Naquele exato momento, por sorte ou azar, Olivia entrou pela porta dos fundos que dava na cozinha e ouviu a fala da loira. Todas as quatro garotas ficaram caladas pelo medo que tinham do que as outras iriam falar, mas a mais velha resolveu ser a primeira a perguntar.

— Onde você estava?

— A pergunta é: o que você fez com a gowon para ela falar essas coisas? — retrucou a mais nova.

— Eu perguntei primeiro.

— Eu não ligo.

— Vocês podem parar? — as meninas alheias à guerra interna perguntaram em unissono.

— Só por hoje podemos conversar civilizadamente? — dessa vez apenas Chuu falou — Essa coisa de vocês cansa, se conversassem direito pelo menos uma vez, poderiam se odiar menos.

— Eu não odeio ela. — dessa vez as duas morenas sincronizaram a fala juntamente com a cara emburrada e braços cruzados.

— Então vamos tentar resolver isso dessa vez sem quebrar nada.

 

 


Notas Finais


oi muita coisa aconteceu e esse capitulo tem praticamente só fala então perdao perdao

tentei explicar um pouco pq as meninas juntos não é incesto, mas vou explorar mais isso ok

acho que só
beijo na bunda e tchau


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