História I found a guy - renmin - Capítulo 29


Escrita por: , markgado e httpswonu

Postado
Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Doyoung, Haechan, Jaemin, Jeno, Jungwoo, RenJun, Yuta
Tags Haechan, Jaemin, Jeno, Nct, Nctdream, Nohyuck, Renjun, Renmin
Visualizações 155
Palavras 1.010
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Esse ta um pouquinho maior para compensar o atraso :))

Capítulo 29 - Are you kidding me?


O movimento na loja estava fraco. Realmente fraco. Digo, não é como se eu comparasse uma loja de livros, HQs e mangás a, por exemplo, uma lanchonete. As pessoas não liam coisas com a mesma frequência com que comiam e eu não podia culpá-las por isso. Jeno sempre tinha mais trabalho que eu na lanchonete ao lado, mas a grande diferença era: 

Ele tinha um namorado para mimá-lo -por mais que Donghyuck negue isso, sei que ele mima o Jeno como um bebê -e fazê-lo companhia durante o trabalho. 

Bom, a menos eu tenho a Mihyeon.

-Por favor! Me cobre rapidinho! -ela pediu, juntando suas mãozinhas e dando pulinhos na minha frente. 

Ou tinha

-Mas é a sua vez de cuidar do corredor de mangás! 

-O Dongyoung-ssi tá no caixa e eles não precisam de alguém se dedicando cem por cento a alguma das categorias agora! Por favor! -cantarolou e eu fiz uma careta emburrada. -Por favor, Renjun! 

-Não acredito nisso. Eu espero que ele seja o cara mais bonito de toda a Seul pra valer a pena. 

-Ele é! -ela piscou, erguendo-se para beijar ambas as minhas bochechas. -Eu não vou demorar, prometo. 

Mas as promessas de Mihyeon eram frágeis como pontas de grafite. 

Isso significava que eu só a veria novamente na manhã seguinte. 

Bom, ao menos Yuta não estava aqui. 

-Aish. 

O corredor de mangás estava vazio, não fosse por um cara baixinho e estranho de roupas pretas, alargadores e delineador forte nos olhos. Ele me deu medo por alguns instantes. Não pela sua forma de vestir, mas sim, porque ele parecia um brutamontes e aquelas sobrancelhas grossas unidas me deixaram em pânico. Voltei ao início do corredor e quase gritei ao ver uma figura familiar passando pela porta, arrastada por uma figura quase igualmente familiar. 

-Você tá brincando comigo? -Eu ri, recebendo a atenção dos dois novos clientes. O mais alto desviou o olhar para o que se encontrava agora ao seu lado, sorrindo para mim. 

-Huang Renjun! 

-Moon Taeil! 

Ele desvencilhou-se do toque do mais alto e aproximou-se, me abraçando. Foi um toque caloroso e amigável, agradável. Quando se afastou, ele ainda me encarava sorrindo. Mas foi ao desviar o olhar para aquele que reconhecera como o cara das fotos que percebi que este me fuzilava, as sobrancelhas unidas em uma mistura de confusão e algo que só pude identificar como ciúmes. Aquilo me fez querer sorrir, mas me contive. 

-Renjun-ssi, esse aqui é o Seo Youngho. Meu... Namorado. -Ele sorria tão largo que eu simplesmente tive certeza de que suas bochechas deviam doer, mas parecia tão orgulhoso de dizer aquela palavra e, ao ver o tal Youngho aproximar-se e acariciar-lhe as maçãs do rosto, percebi que Taeil não era o único orgulhoso de carregar tal título. 

-Então, esse é o tal de Huang Renjun?  -Youngho riu, apoiando o queixo na cabeça do namorado. 

-Olha, eu realmente quero saber toda a história. -sorri. 

-Aish, Renjun-ssi! -Taeil deu língua. -É longa. 

-Tenho todo o tempo do mundo. -ri. 

••• 

-Quer dizer, caramba, parece história de livro! -exclamei, cobrindo a boca com uma mão em seguida. Youngho ainda nos observava enquanto manuseava alguns dos exemplares de One Piece da estante de mangás. Como se tivesse medo que eu fosse sequestrar o Taeil, ou sei lá. Era hilário. -Ele morre de ciúmes de você. Como você não percebeu isso antes? -sussurrei, recebendo como resposta uma careta fofa. 

-Aigoo, não diga como se fosse algo fácil de notar. 

-Mas é. Olha o jeito que ele me olha. Parece que vai pular no meu pescoço. Você disse o quê pra ele? Que eu flertei com você? -ri, reclinando-me mais ainda no estofado vermelho em que nos sentávamos. 

-Não! Eu disse que foi graças a você que tomei coragem de voltar naquela festa. -Respirou fundo. -Mas e você, Renjun? Você e os garotos do metrô? -Uniu os dedos sobre a mesa após esfregar as duas palmas momentaneamente. 

-Jungwoo e eu somos grandes amigos agora. -Sorri, lembrando-me do garoto. -Eu o julguei mal, talvez. -Soou mais como uma pergunta aos meus ouvidos. -Ele é uma pessoa maravilhosa. 

-Que bom! -Taeil riu. -E o outro? 

-Na Jaemin é um problema gigante que apareceu na minha vida. Um metro e setenta e seis de pura ilusão. -Fiz um bico. -E eu sou um metro e setenta de pura idiotice. 

-Você e ele continuam próximos? 

-Sim, hyung. -Taeil abriu a boca para falar mas eu o interrompi. -Eu sei, sei que é burrice. Mas... Ele me deixou dormir no ombro dele. Me diz coisas bonitas quando preciso ouvi-las. Me beijou na testa quando eu estava doente. E... -retirei do bolso o envelope amassado porém intocado que Jaemin me dera. -Me deu isso. Mas... Eu não quero abrir. 

-E por que não? -perguntou, pegando o papel pardo e observando-o minuciosamente, mexendo-o de um lado para o outro. -É uma... foto? E... tem alguma coisa escrita também. -assenti. 

-Eu tenho medo de inventar ainda mais coisas na minha cabeça. Ou de ser um não definitivo. Eu não tô pronto pra nenhuma dessas duas coisas. 

-E como vai saber se não abrir, Renjun? 

Ele sorria de uma forma engraçada. Daquela de quem sabe das coisas, mas não vai te explicar porque quer que você entenda sozinho. Fiz uma careta, até me lembrar que eu lhe dissera algo parecido no vagão do metrô, e de como ele imediatamente seguira meu conselho e arriscara tudo aquilo. 

Enquanto isso, eu, como o bom idiota que sou, estava com medo de abrir um simples envelope. 

-Taeil! Eu achei! -Youngho aproximou-se de nós com meia dúzia de mangás nos braços. -As que faltavam. -sorriu. O garoto ao meu lado levantou-se, estalando os lábios. 

-Renjun-ah... Quem vai te desejar boa sorte dessa vez sou eu. -riu. -Me dá seu número! -pediu e eu ditei meus números calmamente para um Taeil que digitava distraído no celular sem perceber o olhar de Youngho sobre si. 

Era realmente adorável, na verdade. 

E eu realmente queria saber se a minha história poderia dar certo como a deles deu.



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