História I hate, i love - Capítulo 17


Escrita por: e ibabycat

Postado
Categorias Alexis Ren, Barbara Palvin, Justin Bieber, Martin Garrix
Personagens Alexis Ren, Barbara Palvin, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Martin Garrix, Personagens Originais
Tags Barbara Palvin, Casamento, Criminal, Járbara, Justin Bieber, Obsessivo, Possessão
Visualizações 73
Palavras 2.797
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura!

Capítulo 17 - Chapter Seventeen


Martin Garrix

Eu observava a casa que parecia abandonada, até que eu vi a silhueta de um velha passando pela janela, dei a volta pela pequena casa e bati na porta dos fundos.

Minhas mãos suavam de ansiedade, eu não sei bem o que vim procurar aqui, não é como se eu fosse torturar uma senhora.

Logo quando ela me viu, seu rosto mudou em tom de surpresa? Eu devo tela lembrado de papai, só isso era justificável pela o ar incrédulo dela.

— Você é tão parecido com ele, Erick tinha os mesmo olhos azuis — disse a velha ao abrir a porta.

A semelhança ao meu pai era grande, mas não pensei que ela fosse me reconhecer.

— Então você o conhecia, eu sou Martin filho de Erick.

— Então você é o herdeiro? Em que posso ajudá-lo pequeno homem — seu sorriso foi mortal, mas eu não temi ela era apenas uma velha pobre.

— Não se faça de inocente, vim procurar Jane — ergui o envelope em sua direção que pegou e o abriu, sua reação foi de decepção e mágoa.

— Ah, minha pobre Jane pensou que um dia sei amado Erick fosse vim e reconhecer Bria como filha — ela falar em voz alta torna tudo mais real. — Foi por isso que veio não foi? Para confirmar se Brianna fosse mesmo sua irmã.

— Sim, e gostaria de falar com a sua filha Jane sobre isso, ela está?

— Jane está impossibilitada de se comunicar com outras pessoas, a ausência do seu pai a deixou desnorteada. — Explicou a velha.

Uma outra mulher mais jovem surgiu, ela tão bonita quanto Brianna e as duas tinha o mesmo rosto tirando a idade que essa aparentava.

Seu olhar foi de surpresa igual ao da mãe quando me viu, mas essa temia a minha vida em sua casa.

— Mamãe não devemos satisfações a essas pessoas, entre agora mesmo — mandou Jane, mas a mãe não parecia se importar.

— Eu só vim conversar, espero que seja por bem — ergui a blusa um pouco para que eles vissem a arma na minha cintura, algo em Jane tremeu.

— Algumas palavra com esse pequeno homem não lhe fará mal — ela deu um sorriso de crocodilo e deu passagem para que eu entrasse na casa que era ainda menor do que do lado de fora. — Não lhe vou oferecer nem um pouco do meu vinho pequeno homem.

— Guarde seu veneno para você, eu não tomo nada que custe não barato — disse ignorando o olhar mortal que ela lançou. Eu conhecia esse olhar, Brianna já havia me lançado ele um milho de vezes.

— Não acho que você veio até aqui para discutir com a minha mãe sobre bebida — Jane tomou minha atenção novamente ela estava mais ansiosa do que eu.

— Pois bem, é você que vai falar — coloquei a arma sobre a mesa — E acho bom começar agora.

— Guarde sua arma — ela disse, mas eu não fiz, então ela continuou — Pensei que seu pai não sabia da existência de minha filha, e não sei explicar como você veio para aqui. Mas, sim ela é filha de Erick.

— E por que nunca disse isso para nós?

— Talvez por medo de vocês não a aceitarem bem, quando fomos procurar por ele, o mesmo já havia desaparecido — sua voz sai rouca como se estivesse de luto pelo desaparecimento de meu pai. — Chegamos tarde demais.

— Mas ainda existia eu e minhas irmãs não tinha motivo para mentir — eu quase perdi o controle de raiva.

— Como eu disse, ela estava com medo de vocês a julgarem por ser filha de uma amante, por isso ela não contou. Vocês ficariam com raiva pelos erros de seu pai e isso não faria com que ela fosse aceita. — explicou.

— Eu não acredito nisso, para mim você está mentindo — eu já estava ficando alterado — Ela não se importa com a família, ela trepa com o marido da própria irmã, mora em um apartamento de luxo e ostenta uma vida que vocês não tem. — com o sangue fervendo eu apertei a arma contra o seu pescoço — É melhor você contar a verdade ou eu terei que perguntar para aquela vadia bastarda.

Não fui rápido o suficiente, pois ela nem tremeu sobre o toque da arma, antes de eu puxar o gatilho alguém atrás de mim o fez, senti uma queimação no local em que a bala foi desfeita, e sangue jorrou do meu peito quando eu toquei.

— Espero que você encontre o seu pai no inferno, pequeno homem — foram as últimas palavras de Jane antes de eu perder os sentidos.

Tomei para trás quando outro tiro me atingiu, antes da escuridão me levar por completo ouço passos de mais de uma pessoa na casa. 

Com um sopro de morte a escuridão me levou por completo.

Louisa Bieber.

Já tínhamos terminado de treinar, quando um calafrio passou pelo meu corpo, minhas pernas viraram gelatina me fazendo cair para trás.

As mãos de Will seguraram a minha cintura, me apertando.

— Nossa! Louisa você está bem? — ele perguntou com preocupação.

— Sim, é só corpo reagindo ao exercícios de hoje. — dei uma resposta mesmo não sabendo o real motivo. — Você não precisa esperar o Martin me buscar, deve estar cansado.

— Eu já estou acostumado com esse tipo de treino, eu vou esperar aqui com você não tem problema.

Eu estava muito cansada para protestar então apenas o puxei para dentro

— Vem, nos dois estamos precisando de um lanche e umas horas de descanso.

Ficamos sentados no sofá comendo e jogando conversa fora, era legal conversar com o Will, ele me lembrava do tempo da escola.

Não lembro quando peguei no sono, mas quando acordei estava deitada na minha cama com o braço do Justin envolta de mim, pânico tomou conta do meu corpo.

E se Justin tivesse me visto com o Will na casa dos meus pais? Seria uma pessoa capaz de adormecer tanto assim para não perceber tantos movimentos.

Mas ai eu lembrei que estava falando do Justin, se ele tivesse descoberto algo eu já estaria morta, ele não me pouparia se me visse com o Will.

Ainda cansada eu voltei a me deitar me entrelaçando a ele.

Quando eu acordei Justin já não estava mais lá, o sol lá fora estava queimando, os raios solares estravam pela janela me dando uma aquecendo a minha pele.

Então o pânico me envolve como um raio, rápido e letal.

E se eu estivesse com problemas por causa de ontem. Só teria uma maneira se descobrir, encarando Justin e vendo sua reação.

Antes disso eu precisava de uma ducha não lembro de ter tomado banho quando cheguei, na verdade não lembre nem de ter chego.

Depois que sai do banheiro, fiquei pensando em Will e no treinamento ele teria me deixado cansada só com algumas horas treinando?

Deixei esse pensamento para lá quando encontrei com Justin aos pés da escada, ele estava dando ordens a dois seguranças.

Quando me viu, deu um sorriso perverso de lado e caminhou até mim me envolvendo em seu braço e me puxando para um beijo faminto. Logo sua língua aveludada entrou em minha boca.

— Você não sabe o quanto eu to esperando para foder você — eu não sei se ele disse isso no duplo sentindo, mas o meu corpo ficou rígido e ele notou. — Eu sei que você está triste por ter ido a casa de seus pais ontem.

Eu não disse nada, pois fiquei com medo de entregar alguma coisa.

— Não precisa ficar com medo eu não vou te punir por isso, é só que eu gostaria de saber por onde minha mulher anda.

Eu estava com raiva de Martin por ter me deixado sozinha por com Will.

— Pensei que Martin fosse meu aliado — disse desapontada, mas não surpresa ninguém era leal a mim ali.

— Martin? — ele franziu o cenho sem entender e eu o mesmo. — Não, eu fiquei sabendo pelo GPS do seu celular e carro. O Martin estava lá quando eu cheguei.

Eu mantive a minha boca fechada para não entregar nada, eu poderia ser pega a qualquer momento.

— Seu tio ligou hoje cedo e disse que seu irmão teve que sair às pressas da cidade para resolver assuntos em NY. — Justin acaricio a minha bochecha e me deu outro beijo — Eu sei o quanto você vai ficar chateada com a ausência dele, mas a Kim está vindo e o Jonathan nos convidou para uma festa de Halloween.

E com um último beijo ele se foi, e eu soltei o ar que nem sabia que estava segurando.

Caminhei para a cozinha e encontrei as crianças com Esther, eles estavam fazendo a pobre da cachorrinha provar suas panquecas.

Eu, Kim e as crianças fomos às compras no centro de Los Angeles, não tinha muitas crianças em busca de fantasia a maioria das mães faziam as fantasias dos próprios filhos.

Eu nunca soube costurar direito e não tinha nenhum interesse em aprender, isso era ser uma mulher de casa perfeita e isso já era demais até para mim.

No meu de caminho eu pensei em Martin, a ausência dele me atrapalharia a treinar nem tão cedo eu poderia ver Will.

Isso era meio egoísta de se pensar, mas eu estava com raiva por Martin por ter dito que sempre me apoiaria nisso.

Deixei esse pensamento ir eu já estava com uma sensação ruim e não queria que isso estragasse o meu dia com as crianças.

Logo a Jessie escolheu uma fantasia de Bruxa, e Noah escolheu uma de Power Ranger. Isso me fez lembrar da fantasia de Justin e eu na tinha uma em mente.

Eu já tinha terminado de me arrumar, e quando sair do quarto Justin estava xingando por causa de sua fantasia.

— Power Ranger? Sério? Isso é algum motivo de piada — eu ri alto da sua cara e fechei o zíper da fantasia.

— O que foi, o Noah merece isso ele escolheu a dele e eu achei que ficaria legal se você fossem combinando. — eu nunca zombaria de zombaria de você, selei nossos lábios em um beijo molhado e me afastei antes mesmo dele tocar em mim.

— Tomara que a minha ereção não fique visível nessa segunda pele, do jeito que você está acho difícil eu não gozar na fantasia.

O vestido preto ficava colado em meu corpo, marcando bem as minhas cursa, e a fenda na perna era extremante sexy. Talvez eu tenha feito de propósito.

A festa estava acontecendo na cobertura do casal, era uma festa clamorosa para as pessoas da máfia de Los Angeles.

Tinha muitas pessoas importantes aqui, de todo o estado, no início a relação do Ryan e do Jonathan dificultaram as coisas para eles e a Máfia de Justin, ninguém queria manter aliança com homossexuais, mas depois as pessoas viram que eles tinha podem sufocante para serem quem são e sem eles logo logo o suas Máfias virariam pó.

— Sra Smith você ficou lindíssima com essa fantasia, você combina com uma caçadora — ele me lançou um olhar me analisando e logo Justin apertou a minha cintura.

Sério isso? O cara é homossexual e é casado com seu melhor amigo.

— Justin, você veio de Power Ranger quase te confundi com o Noah, embora vocês tenham idades diferentes posso apostar que a mentalidade é a mesma — alfinetou Jonathan e eu tive que sufocar uma risada pela cara de cu que o Justin fez.

Justin teve que se segurar para não partir para cima do marido do amigo, ele apenas deu uma risada e saiu em disparado para o bar.

Se não fosse o amor pelo Ryan os dois já teriam se matado.

Caminhei centro da sala, e fiquei olhando as fantasias, até os homens mais velhos estava vendido fantasia de heróis para agradar os filhos.

As mulheres davam coladas de champanhe e ficavam imóvel igual uma múmia parada trocando fofocas e olhares para os homens mais novos.

Eu virei o olhar e encontrei com Chaz e Caitlin saindo do elevador da cobertura em exceção os dois eram os únicos sem fantasia que carregavam malas.

A vinda deles para o país não indicava um bom sinal, isso justificou as atitudes de Justin de manhã e a carranca em seu rosto.

A última vez que eu tinha visto eles foi na apresentação da Jessie, o que é uma tradição quando o filho de algum chefe nasce.

Assim eles prometem serem fiéis ao novo herdeiro quando chegar a sua vez de comandar o estado.

Segui o olhar de Justin, e alívio preencheu o seu rosto, eu queria saber o que estava acontecendo. Mas fui barrada por Kim que segurou o meu pulso.

— Você conhece as regras Louise — ela me olhou com pena.

Eu vi os demais subindo para o segundo andar, Ryan, Chris, Chaz, Caitlin e Justin.

— Vou pegar uma bebida para você — eu assenti e a mesma soltou o meu pulso.

A não se que você fosse proclamada por um chefe, você não tinha voz ativa na máfia e assim não poderia ir em reunião, no caso da Caitlin o pai dele a tinha feio chefe no lugar do Chris, mas como ele é homem não perdeu seu lugar nas reuniões.

Uma raiva súbita me pela cabeça, eu odiava esse mundo, odiava suas regras machistas e hipócritas. Eu só queria que tudo isso sumisse por uma noite.

Kim trouxe o meu drink, antes de tomar eu olhei as crianças, coisas de mãe, elas estariam seguras com o Jonathan que não parecia nada bêbado.

Bebi em um gole a vodca, sentindo todo o líquido arder minha garganta.

Eu já tinha pedido a noção das horas, o meu corpo balançava no ritmo da música alta.

Senti mãos firmes segurarem a minha cintura, e nem me dei ao trabalho de olhar para trás, eu conhecia essas mãos e esse perfume.

Então continuei dançando, sabendo o efeito que isso causaria em Justin, suas mães passearam pela fenda do vestido me causando uma certa pressão em meu ponto.

— Você não faz ideia da vontade que eu estou de rasgar esse vestido e foder você — sua voz rouca me causou arrepios por todo o corpo.

Essas sensações me faziam humana, eu não amava mais o Justin, estava cansada de suas atitudes a anos, mas o meu corpo não.

Ele responderia a cada beijo, chupada e sexo que o ele me oferecia essa noite. Minha mente estava cansada de lutar contra o meu sexo, essa noite eu escolheria travessuras estava cansada do doce amargo de sempre.

Me virei para meu marido, seus olhos estavam escuros de desejo e isso me deixou excitada pra caralho.

Enquanto Martin, estava resolvendo seus problemas eu estaria tentando sobreviver nos meus e eu teria que esperar e me beneficiar com a obsessão de Justin.

Naquele noite eu acordei ansiosa e suando, quando abrir os olhos Justin não estava lá. O que me deixou magoada, porque o único motivo para ele sair a noite era quando tinha vontade de ir atrás de suas putas.

Pensei que depois da noite que tivesse isso não iria acontecer, mas eu estava apostando em um pessoas bipolar demais.

Me levanto para tomar outra ducha, o meu corpo estava suando frio e eu estava enojada pelo toque do Justin, e com raiva de mim por ser tão burra ao ponto de me entregar para ele.

Então o som da primeira nota preenche a casa, olho para a porta entre aberta e caminho devagar até o andar de baixo.

Justin estava lá, sem cabelo em extrema bagunça, e sua cara retraída.

Havia anos que ele não tocava uma nota de quer, no início quando começamos a sair eu costumava ficar ao seu lado o vendo tocar e dedicar canções de amor para mim.

Mas isso foi a muito tempo em uma realidade que eu não devo me apegar.

Me aproximo dele colocando minhas mãos em suas costas, sua pele é quente e harmônica, massageio toca sua parte tensa e ele acorda do transe.

Sou puxada para seu colo, mas não vejo nenhum tentativa de excitação em Justin, ele não quer sexo o que me surpreendeu.

Por necessidade encosto minha cabeça em seu peito, em busca de qualquer toque de afeto, suas mãos massageiam meu cabelo.

Estamos tão colocados que eu sinto os seu batimentos acelerados.

— Sinto muito. — tiro a minha cabeça da curvativa de seu pescoço e o encaro sem entender. — Martin está morto.


Notas Finais


Esse capítulo era para ter saido ontem, mas sem querer eu perdi ele no Word e tive que refazer.

Vou deixar o meu Instagram aqui, aí vocês me segue lá para gente bater um papo sobre a fanfic.

Vou deixar uma caixa de perguntas no meu store.

Estamos em reta final da história se não me engano só três capítulos pra acabar a primeira parte.

Instagram: @/realihil.


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