História I Hate, I Love (HIATUS) - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Alexis Ren, Barbara Palvin, Justin Bieber, Martin Garrix
Personagens Barbara Palvin, Jeremy Bieber, Justin Bieber
Tags Barbara Palvin, Casamento, Criminal, Járbara, Justin Bieber, Obsessivo, Possessão, Sexo
Visualizações 155
Palavras 4.771
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Capítulo postado e editado por: @jinhwanmyoppa.

Olá, leitores, sou a nova coatora. Meu trabalho é só editar os capítulos e só as vezes editar.
Eu não interfiro em nada na história, quem a escreve é a Renata - vou falar o nome mesmo porque não sei o user dela kk - e eu só edito.

Vou falar, hein.

JUSTIN É MÓ CUZAO SINCERAMENTE.

Comentem o que acharam..

Capítulo 9 - Chapter Eight


Fanfic / Fanfiction I Hate, I Love (HIATUS) - Capítulo 9 - Chapter Eight

Flashback on Louisa.

A garrafa girava, girava e girava, e todas as vezes que ela não caia em mim eu suspirava de alívio. Estava me amaldiçoando mentalmente por ter topado participar dessa brincadeira idiota. Se não fosse a Brianna me atormentando dizendo que já estava na hora de eu perde meu BV. Então aqui estou toda cagada de medo por ter que beijar o Ryan ou o Justin.

Estávamos sentados em circulo. Eu, Ryan, Justin, Brianna é Martin. Apenas os meus amigos mais próximos.

Brianna gira a garrafa novamente e meu coração dispara de novo, tentei relaxar só que quando a mesma parou em mim. Gelei

Todos ali caíram no riso, o que fez meu rosto esquentar mais ainda, eu estava perdida.

Brianna olhou pro Justin com um olhar malicioso depois voltou a me olhar, neguei com a cabeça. Nem pensar, eu não perderia meu BV com o Justin.

- Você não ousaria.

— Ousaria sim, Louisa desafio você é o meu querido amigo Jay... — pausou sínica — Sete minutos no paraíso!

— Não! — protestei — Brianna sua traidora!

— Louisa vai perde o BV, Louisa vai perde o bv — zombou meu irmão.

Todos estavam rindo de mim e eu não iria dar corda a essa humilhação. Isso me incomodava demais, não sou BV por que quero já tive muitas oportunidades de ficar com alguém, só que eu sempre fui boba apaixonada. E quero que seja alguma coisa especial com quem eu realmente gostasse.

— Martin, seu mentiroso. — lhe taquei um copo de plastico na cabeça o mesmo reclamou e me olhou com carão

— Eu já fiquei com um garoto. — menti — o nome dele era Josh.

Gaguejei tanto pra falar que soou como mentira, e Justin riu nasalado, eu odiava quando eles saiam vitoriosos as minhas custas.

— Mentirosa! — acusou me Brianna, ela não estava me ajudando em nada. — Vai logo Louisa, tira esse BV.

— Você me paga — A fuzilei.

Justin se levantou e Ryan arremessou uma camisinha que o Bieber pegou vitorioso.

— Valeu irmão — me encarou malicioso, o que me fez querer vomitar — Acho que vamos precisar.

— Sonhar não custa nada.

Caminhamos pra dentro do armário do Bieber, não era tão fedorento quanto pensei e nem desarrumado, tinha um cheiro bom e era tudo bem arrumado.

As portas foram fechados e meu corpo prensado na parede de forma bruta. Seu corpo bem definido colou ao meu.

Suas mãos eram bem ágeis e rápida. Já estavam passeando por todo meu corpo um leve aperto foi dado na minha bunda, por mais que eu odiasse, odiava sentir atração por Justin, confesso que seu jeito marrento e bad boy me atraiam muito.

— Sabe Loui, nunca existira um Josh ou qualquer outra pessoa que vai te beijar. Ou tocar em você... — sussurrou ao pé do meu ouvido, deixando uma mordida no lóbulo. — Porque só eu tenho esse direto.

Dito isso, seus lábios foram de encontro com os meus, seu hálito de álcool era excitante, mas tinha um jeito possessivo em seu beijo que me assustava.

Resolvi ceder assim que suas mãos apertaram minha cintura, sua língua era macia e confortante por mais que eu não fosse experiente em beijo. Beijar Justin não é tão difícil, era como aprender a voar. Excitante e apavorante ao mesmo tempo.

Mais eu gostava, e me odiava por gosta Justin não é o cara por qual devo me apaixonar, tinha algo nele que me assustava.

Flashback off Louisa

Pov Justin. 

Os olhos azuis da minha mulher me encaravam em busca de respostas, me remexi na cama e limpei a garganta antes de dar lá uma resposta

— Brianna me disse que estava precisando de dinheiro — Isso era verdade então eu não estava mentindo, pelo menos não em tudo . - Como você me disse uma vez que ela faz faculdade administrativa resolvi contrata-la para ficar a par das finanças das boates, e como agora ela é da equipe também, resolvi leva lá. Você também desconfia de tudo, hein.

Me alterei, eu odiava esse mímimi da Louisa, isso me irritava demais.

— Desculpa, eu não sabia — disse envergonhada, sua voz era baixa e rouca e sabia que ela estava preste a chora então levantei seu rosto e a encarei — Como você quer, que eu não desconfie? Você me trai com tantas que não ficaria muito surpresa se uma delas fosse minha melhor amiga.

Suas palavras me atingiam como facas saber que eu causo todo esse sofrimento nela me machuca, mas infelizmente eu não consigo ser um bom homem, eu era um merda e sabia disso, todos sabiam na verdade.

Talvez se eu tentasse ser um bom homem ela me amaria mais, Jessie seria mais feliz e teria uma família a qual poderia se gabar para os outros.

Me deitei na cama e à puxei para que deitasse em cima de mim, beijei o topo de sua cabeça e pela primeira vez em muito tempo eu queria calmaria. E só Louisa podia me trazer paz

— Naquele dia do hospital, quando vi você deitada sobre aquela cama desacordada, meu coração doeu tanto que pensei que meu peito fosse explodir, saber que eu fui o causador da perda do nosso bebê, o bebe que eu poderia esta mimando agora foi horrível, não aguentei ficar lá precisava matar aquele que lhe feriu, Se Julian... — suspirei frustrado, e seu olhos azuis perfeitos para mim, me encaravam surpresos — Na verdade se John não tivesse armado pra gente poderíamos ser uma família boa, ver você depois naquele chão sujo e machucada me fez perceber que eu tenho que cuidar mais do que é meu, e irei destruir qualquer pessoa que ousar destruir nosso amor. Não hesitarei em matar por você e por nós.

POV Louisa

Suas palavras por mais que fossem protetoras, eram assustadoras, se Justin um dia se quer na vida dele para pra pensar em alguma pessoa que possa destruir "nós" ele veria que ele mesmo faz isso por vontade própria não por odiar a mim, ou porque sou inocente demais para ser destruída. E sim porque ele não consegue ver que o amo de verdade. Ele esta doente e eu sei disso, não posso justificar tudo que ele faz comigo.

— Você me protege do mundo, mas... Quem irá me proteger de você? — perguntei, e a única coisa que Justin fez foi engolir em seco — Quem vai me proteger quando você me bater? Quem vai suprir minhas necessidades carnais, quando você estiver satisfazendo outra mulher? Quem vai me proteger do seu assedio verbal? Das suas humilhações. Quem vai me proteger do homem que diz me amar?

Seus lábios não se moviam para pronunciar nenhuma palavra, ele não sabia o que fazer ou dizer. E por Deus, como eu queria que ele parasse para pensar em "nós" e se tocasse que só me machuca, que estamos vivendo um inferno desde quando ele decidiu por "nós" a viver sua vida de solteiro sozinho.

— Isso não é verdade, eu não bato em você, eu disciplino você, eu não sacio outra mulher eu satisfaço a mafia, porque é assim, eu não posso mostrar que tenho fraqueza, que tenho uma pessoa pra volta quando quero e preciso. Não posso mostrar que sou feliz, e que tenho alguém como você para me amar. Não posso deixar eles destruírem a única coisa que tenho de valor. E você é ingrata!

Gritou tais palavras, e eu não fiquei surpresa, era sempre assim Justin não podia nem por um momento assumir a própria infelicidade.

"VOCÊ É COVARDE E FRACO, VOCÊ NÃO PODE ME EXPOR PORQUE NÃO CONSEGUE ME PROTEGER, VOCÊ AO MENOS CONSEGUE EXGUEGAR A PROPRIA CULPA, SEMPRR CULPANDO OS OUTROS, VOCÊ É PATETICO JUSTIN BIEBER"

Meu subconsciente gritava, e como eu queria falar aquilo sem levar uma surra logo depois.

Justin me jogou na cama ficando por cima de mim.

Suas mão prenderam meus braços em cima da minha cabeça me impossibilitando de me mexer. E seus malditos olhos caramelados me encaravam como se soubesse o que eu pensava.

Me soltei dele e levantei, Justin juntou nossos lábios em um beijo, sua língua macia explorava cada sentimento da minha boca, retribui da mesma forma. E logo alguns segundos nos separamos por falta de ar.

— Eu vou tentar, por nós — prometeu, e por mais que eu não quisesse dar a Justin mais eu chance eu precisava tenta, tenta pela milésima vez.

— Obrigada — agradecei e selei nossos lábios em um beijo rápido.

— Que tal um dia só da família, só eu, você e a Jessie? — propôs

Nem lembro qual foi a última vez que eu e Jessie saímos de casa para passear ou fazer algo divertido, o único lugar que minha pobre filha conhecia era a casa dos nossos parentes.

— Começou bem — sorri orgulhosa — Traga a Jessie para mim, irei arruma-la em um segundo.

Justin saiu do quarto, e aproveitei pra pegar uma roupinha pra ela e um casaquinho pra mim.

Fui até closet, e peguei um macaquinho jeans é uma blusa coloridinha e peguei um par de tênis pra Jessie. Minha filha odiava sandálias, e por muito esforço meu ela bota sapatilhas.

Arrumei tudo em cima da cama. Para não ficar enrolada.

A porta foi aberta e Brianna entrou pela mesma seu rosto estava sujo de lagrimas. Ela passou direito pro banheiro, e molhou o rosto na pia.

— O que houve? — perguntei preocupada, ela não respondeu e me abraçou.

— Suponho que Justin tenha te contado sobre minha situação.

Então era isso, ela estava com vergonha de esta passando por uma situação financeira.

— Não precisa ficar com vergonha, eu estou aqui para suprir todas as suas necessidades

Desfiz o abraço e a encarei

— Você não entende, a situação está pior do que eu posso aguentar. Tem a faculdade, a vovó que só gasta em bebidas caras, e homens, a mamãe que esta com outra crise.

Realmente a situação era pior do que eu imaginava, o pai de Brianna nunca a sustentou nem ao menos ela foi registrada ele sumiu quando ela nasceu, sua mãe nunca superou e vive dando crises de depressão já foi internada milhares de vezes por isso, e sua avó e uma mercenária de primeira. Vivi dando golpes em homens ricos e, é viciada em bebidas e drogas.

— Ei, não se preocupa, Justin ira te pagar o suficiente pra você pode pagar um bom tratamento a sua mãe, e interna sua avó. Termina sua faculdade, e ter sua vida de patricinha de Beverly hills que sempre sonhou.

— Pra você ver, até para o Justin eu pedi ajuda, e olha que ele me odeia. — rimos. — As vezes eu queria ter nascido em outra família.

— Olha, existe piores, pode acreditar. — a confortei, ela me deu um sorriso agradecida e resolveu sair assim que Justin e Jesse chegaram.

— Obrigada por tudo Louisa — disse antes de sair.

— Amo você Brianna Hampton.

— O que ela queria? — Perguntou Justin curioso.

— Só agradecer pela sua ajuda. — respondi— Obrigada por ajuda-la, é importante pra mim.

Ele sorriu negando com a cabeça e me olhou incrédulo.

— Você é maravilhosa, Loui — beijou meu ombro.

Justin havia subido suas malas e sua mochila que ele levava pra tudo quanto é canto.

— Vou ficar essa noite, pra ir com o pessoal amanhã. Ryan esta vindo também — disse — vou tomar banho rápido pra gente ir.

Concordei, e voltei minha atenção pra minha filha que estava entendida jogando algum jogo no celular do pai.

Penteei seus cabelos loiros e resolvi deixa-los soltos para secar, depois se ela quiser fazer um coque.

— Filha, presta atenção na mamãe, eu preciso muito arruma-la — pedi

Ela não ouviu então resolvi pegar o celular da mão dela e botar no bolso do short, odeio quando o Justin empresta aparelhos eletrônicos pra Jessie, minha filha não vai ficar preguiçosa já criança, deixa isso pra adolescência. E o pior nem é isso, tem os nudes do Justin que ele recebe de todos os tipos de mulheres até de homens ele recebe. E não quero minha filha traumatiza com as safadezas do pai

Botei sua roupa e seu tênis que é a pior parte pra mim. E devolvi o celular por enquanto que seu pai ainda estava no banho.

Peguei a primeira mala e botei sobre a cama abri a mesma, e era o que eu esperava bagunça e desordem, eu sempre arrumava suas malas de viagem. Justin esquece de botar coisas importante, como remédios para dores no corpo, e seus produtos de higiene

Arrumei tudo novamente, botei meias e cuecas em um único lugar, separei roupa brancas das coloridas, e calças dos shorts.

Fechei a primeira e peguei a segunda, que tinha sapatos e uma nessecer também tinha uma arma presa a um elástico, Fechei rapidamente. Arrumaria essa quando eu estiver sozinha.

Justin saiu do banheiro, já vestido secou com cabelos com a toalha e passou apenas mão por cima para arruma-lo.

— O que estava fazendo?

— Arrumando sua mala, mas essa aqui eu arrumo depois, você esqueceu de novo o desodorante e a escova de dente. E você trouxe pares errados dos sapatos.

— Merda, passamos em casa depois pra pegar mais coisa. Então.

— Não quero ir pra casa, lá é chato. — reclamou Jessie.

— Você não pode falar assim filha, o que seu pai vai pensar?

— Desculpa, papai — Justin a abraçou e eu acho que ele também pediu desculpa por algo

Ele terminou de se arrumar e saímos do quarto, passamos pela sala e só Kim e Chris estavam lá resolvi pergunta pela Brianna.

— Vocês viram a Brianna?

— Ela saiu, disse que foi em casa pegar roupas para a viagem e ver como a mãe dela esta, ela volta pela noite. — Respondeu Kim.

— Tia Kim, o papai vai me levar pra tomar sorvete. — falou Jessie toda animada, acho que nunca vi ela não feliz em tanto tempo.

— Que legal minha princesa, come bastante, OK?

— OK.

Nos despedimos deles e seguimos pro jipe branco do Justin, o mesmo deu ordens ao seguranças que não precisavam nos acompanhar, e fiquei alivia pois odiava ter que andar com eles pra baixo e pra cima, não tínhamos privacidade alguma.

Ajeitei Jessie na cadeirinha, e Justin deu partida com o carro.

— O que querem fazer hoje?

Olhei de meu marido para minha filha é sorrimos sapeca.

— Primeiro eu quero compra um urso bem grande. depois quero ir ao parque e tomar sorvete. — disse Jessie.

— Está bom — Justin disse para ela que gritou de felicidade — Mas você tem milhares de ursos, não vejo necessidade de comprar mais.

— Mas esse unicórnio novo brilha — protestou emburrada — Papai ele também vibra.

— Nada de coisas que vibram para você, Jesse.

— Eu vou pedir para o tio Ryan, ele me da tudo que eu quero.

— Então pede pra morar com ele, já que ele te banca

Eu apenas ria de toda a situação.

— Precisamos almoçar primeiro, que eu estou morrendo de fome.

— Novidade! — disseram em uníssono.

Fiquei pensando o que eu poderia escolher, tem tanto tempo que eu não saio de casa que até esqueci como o mundo está. E não, não estou exagerado.

[...] 


Saimos da Praça de alimentação, e caminhamos um pouco pelo shopping, Jesse não sossegava ela queria o Unicórnio de qualquer jeito.

Justin já estava ficando irritado com as birras da filha. E eu nervosa porque não consegui lidar com a situação.

O mesmo se abaixou pra poder conversa com ela que chorava. E vi que o mesmo estava tentando manter a calma.

— Filha, escuta o papai — Justin disse, e ela o olhou limpando as lagrimas. — Eu não vou comprar brinquedo novo, porque você já tem milhares deles em casas, e eu estou tentando ficar calmo para termos um dia legal. Então pare de chorar. Está bom?

— Não, eu não vou parar de chorar, porque eu quero o unicórnio que brilha! — Jessie gritou, chamando atenção de algumas pessoas.

— Jessie eu não te criei assim, você vai parar de chorar agora. — intervir antes que a situação saísse do controle.

— Eu odeio vocês dois! — depois de dizer a mesma saiu correndo pra fora do shopping.

Corremos atrás dela, depois de rodamos todo o estacionamento a encontramos conversando com um casal de idosos, os mesmo estavam com uma cadelinha.

O que foi um alivio pra mim, ela poderia te se perdido, ou encontrado alguém de má índole.

Justin foi na frente a pegando pelo braço a fazendo chorar mais ainda. Sorri sem graça para o casal que nos olhavam assustados, como fossemos bichos.

Caminhos até o carro e Justin começou a gritar com a Jessie e depois comigo.

— Isso é culpa sua Louisa, se não tivesse criado nossa filha tão mimada. — gritou comigo.

Eu não aguentaria essa calada. A culpa não é minha se a nossa filha é apenas uma crianças que tudo que vê quer.

— Vai se ferrar, eu não tenho culpa dela querer a porra de um unicórnio que brilha, e por que não comprou?

— Porque ela já tem milhares, e se falar assim comigo de novo eu mato você, sua vadia!

— Então me mata, engraçado que para gastar na farra você não economiza, e se esta reclamando da educação que eu dou a minha filha, fique em casa. E Seja pai.

Sinto meu rosto sendo virado, com o tapa forte que Justin me deu. Tento revidar mas o mesmo segura meu pulso forte me causando dor.

Arranquei meu pulso, e tirei o sinto indo sentar no banco de trás, eu não queria ficar perto desse monstro que eu chamo de marido.

Tirei minha filha da cadeirinha e a botei no meu colo, seus olhos estavam arregalados, e assustados como previsto depois da discussão.

[...]

O Caminho todo foi em silêncio. Jessie dormiu, e fomos obrigadas a sair do carro quando o mesmo estaciona na frente da nossa casa.

Desço do mesmo e a nossa casa parece sem vida, nem parece que passamos momentos bons aqui, a grama do jardim estava alta e tinha lodo por todo o piso.

Subo com a Jessie e a boto na minha cama que esta desarrumada e suja de molho de pizza, aposto que o Justin comeu isso esse mês todo que estive fora.

Caminho até o closet e ajudo Justin a separar as roupas decentes pra Ibiza, pares de sapatos compatíveis, e produtos de higiene.

Terminamos de por tudo isso em outra mala, e caminhamos em silêncio até o carro novamente, dessa vez eu fui na frente e Jessie já estava acordada, seu olhar ainda era triste e chateado, porem ela não chorava mas.

[...]

Caminhamos pra dentro da mansão do e todos, exceto Brianna estavam na sala.

Estranhei quando Ryan chamou o Justin pra conversarem a sós, sentei-me ao lado de Christian que estava tomando cerveja. Peguei de sua mão e Dei um grande gole, fazendo todos me olharem incrédulos.

— Você esta bem, mamãe? — perguntou minha filha, eu odiava vê-la chateada com algo, principalmente com o pai que ela amava tanto — Não fique igual ao papai, bêbada.

A abracei, se não fosse por essa menina eu não sei o que seria de mim.

— A mamãe não vai ficar igual o papai, isso é suco. — minto.

— E a Brianna chegou?

— Se você não fosse casada e tivesse uma filha, eu diria que é afim da Brianna — zombou Chris

— Olha, eu ainda posso mudar de ideia.— rimos até mesmo Jesse sem entender.

— Eu te amo Louisa, mas eu não namoraria com você. — Diz Brianna entrando na sala, ela caminha ate a gente e pega a cerveja da mão do Chris.

— Eu estou começando a achar que vocês querem provar da minha saliva, porque sinceramente eu não entendo o porquê de pegarem minha bebida.

— Problemas no paraíso — Eu e a Brianna falamos em uníssono.

Vejo Ryan caminhar até a gente e depois Justin que esta com uma cachorrinha nos braços, que tinha uma fita rosa enrolada no corpo.

Olho surpresa pra ele que sorri pisca pra mim.

— Para você, Jesse — Justin tenta dar a. cachorrinha pra ela, mas a mesma recusa, essa ai puxou o pai mesmo. Oh menina orgulhosa.

— Eu não quero — diz manhosa, mas ela estava mentindo e Justin sabia porque o que ela mais pede é pra ter uma cachorrinha.

— Eu quero então — Kim se ofereceu pra ficar com ela, e Jesse quase pulou do sofá pra ir pegar. Só que como eu disse, a mesma é orgulhosa.

— Tem certeza que quer deixa a Kim ficar com ela? — pergunto no ouvido dela.

— Não, eu quero ela, mas estou com vergonha — diz no meu ouvido.

Me levanto com a mesma em meu colo, e caminho até Justin que está com o rosto meio magoado.

— Traga o cachorro. — digo no seu ouvido e o mesmo me segue até a área do lado de fora.

Ouço as risadinhas do povo da sala. E eles são mais infantis que minha filha de quatro anos.

Justin vem com o cachorro atrás da gente, seu semblante é magoado e triste, e meu coração aperta porque sei pra ser surpresa e a birra da Jessie por causa do unicórnio brilhante estragou. Mas eu não posso culpá-la afinal ela era apenas uma criança.

— O nome dela é Esther, vai ser da família agora. — diz Justin. — mas antes eu quero ouvir perdidos de desculpas.

Jessie relutou mas ela queria muito a cachorrinha.

— Eu Jessie Bieber, quero me desculpar por agir igual bebezinho e acabar com o passeio em família.

— Ótimo, vai fazer de novo Jessie Bieber? — Justin franzi o cenho ele e Jessie sabiam negociar tudo.

— Não ira se repetir. — a mesma desce do meu colo e vai ate Justin o beijando — Eu não prefiro o tio Ryan.

— Eu sei, me desculpe por gritar com você. Quer segurá-la?

Jessie assente e a pega no colo, eu amei a ideia de ter outro integrante na família, depois que eu soube do bebê, eu comecei a senti falta dele. E agora que ele não está aqui eu sinto falta dele. Me sinto vazia.

Agora que esta tudo resolvi entre pai e filha a única coisa que quero fazer é tomar um banho relaxante e deitar por que minha cabeça vai explodir de tanta dor.

Me levanto pra entrar mas Justin segura meu braço me impedindo de entrar.

— O que quer? — o encaro, e eu queria muito sair dali e ir chorar no quarto.

— Me perdoa, eu não queria bater em você.

Quantas vezes eu já ouvi isso é acabei roxa no outro dia, ou ate mesmo segundos depois, eu sinceramente estava cansada.

— Tudo bem — sorriso sem animo, e dou um selinho no mesmo antes de subir.

Ignoro todo mundo, e subo pro meu quarto. Fecho a porta com força e tiro toda a roupa, as lágrimas já caia descontroladamente.

Demorou tanto tempo pra mim descobrir que meu casamento com Justin nunca deu certo, eu não sou a pessoa certa pra ele, e nem ele pra mim. Não desse jeito possessivo e arrogante.

Eu queria que as coisas fossem diferentes, queria que a mãe de Justin nunca tivesse morrido, queria que meus pais nunca tivessem partido. E também não queria ser vendida, na real eu sou uma idiota. Fui vendida submetida a humilhações e ainda estou aqui brincando de casinha com um monte de doentes, que nunca se prestaram a me ajudar, em nada nem mesmo o Martin ou a Brianna, pessoas que eu confio.

E não adianta me falar que o Justin e intimidador porque não é, é apenas um idiota com uma arma.

Preparo um banho quente na banheira, e jogo tudo quanto é tipo de sais nessa água, se tivesse aqui eu jogaria ate sal grosso que não é possível acontecer tanta desgraça comigo.

Junto minhas roupas do chão e levo pro cesto. Prendo meu cabelo no alto e seco as lagrimas.

Entro na banheira e sinto a água quente. Tá que estamos em Los Angeles e aqui faz muito calor, mas nada que um banho quente pra resolver seus problemas.

(...)

Já vestida com um moletom super confortável, agora eu iria assistir algo, Fechei as cortinas, deixando o quarto totalmente escuro. Liguei o ar no máximo e me cobri.

Liguei pra Helena na cozinha, pra trazer algo pra mim comer, hoje eu só estou aqueles adolescente com crises existencial que não quer viver mais.

Peguei o IPod do Martin, e pesquisa sobre faculdades e escola, para mim e Jessie. Como estamos em setembro as aulas começam esse mês eu não ficaria atrasada com nada.

Eu sempre gostei de artes e fotográficas então nada melhor curso sobre pra praticar, e pra Jessie como ela não tem idade pra ir a escolas, só com seis anos. Eu irei matrícula-lá em algo esportivo pra não ficar sedentária.

Ouço um barulho e guardo o aparelho debaixo de mim, poderia ser o Justin ou qualquer outro fofoqueiro.

Mas pra minha sorte era a Helena mesmo, e trazia o que eu havia pedido.

Ela só deixa tudo o que eu em cima da cama e sai sem falar nada.

Bebo o suco rapidamente, estava delicioso e era o meu preferido abacaxi com menta.

Deixo o resto de lado e volto pra minha pesquisa tem cursos bem interessantes, aqui mando um e-mail, para uma agência de fotografia.

E vejo que tem uma escola de futebol no mesmo bairro onde moramos, esse é excelente e as inscrições são amanhã. Perfeito.

Sinto minhas pálpebras pesarem, guardo o aparelho na gaveta do criado mudo ao lado da cama, e tiro a bandeja de comida e ponho sobre a poltrona.

Me aconchego na cama e adormeço.

[...]

Dia seguinte 10:00hrs PM

Sim, eu dormi de mais, e estou furiosa, porque sei que fui dopada, realmente o Justin joga baixo, e com o sei que foi ele?

Simples não é a primeira vez que o mesmo faz isso, Me levanto e faço apenas minha higiene.

E outra sei que ele já partiu, pois é tão covarde que nem olhar na minha cara aquele idiota quer. Ele me conhece o suficiente pra saber que eu não o perdoei por ter me batido ontem, Justin só esta me dando um tempo pra pensar, e para perdoa-lo.

Mas desta vez será diferente, pois eu não o perdoarei. Não vou mas jogar seu jogo de manipulações, se ele quiser me ficar, que faça mas eu revidarei.

Abro a porta e encontro Stacy estava pronta pra bater na porta.

— Seu tio quer falar com você — diz — Agora!

— Aconteceu alguma coisa? — pergunto, mas preocupações. Ótimo.

— Eu não sei do que se trata, mas todos estão bem não acho que seja algo serio.

— Só preciso ver a Jessie, eu não á vejo desde ontem — digo preocupada.

— Não precisa se preocupar, eu já cuidei dela — diz.

— Então tá, vamos falar com meu tio.

Caminhamos até a porta, ela bate na mesma e esperamos ele dizer que podemos entrar.

— O Assunto é particular, depois a gente se fala. — diz Stacy antes de sair, me deixando ainda mas nervosa.

A porte se abre e meu tio faz movimento com a cabeça pra mim entrar.

Tio Henry, fecha a porta e indica uma poltrona pra mim sentar.

— O que você quer? — perguntou sem ânimo.

— Primeiro me desculpar por vender você — diz, me fazendo rir, isso só pode ser brincadeira — Serio Louisa, Martin me disse o que aconteceu com você por enquanto que estiver fora eu sinto muito pelo bebê.

— Não Sinta, você não tem esse direto — o interrompo.

— Que seja, sei que você esta infeliz e como foi eu que te meti nessa acho que eu que tenho que te tirar. — O mesmo caminha até sua mesa e tira de dentro de uma gaveta um envelope branco.

— O que é isso?

O Envelope é dando em minha mãos pelo meu tio, o encaro sem entender antes de abrir.

— Isso minha querida, é sua liberdade


Notas Finais


Espero que tenham gostado <3

Então capítulo grande.

Estou desanimada com o numero de comentarios que recebo, eu tenho quase trinta leitores, e apenas uma minoria bem pequena comenta, um ou dois no maximo é isso me deixa mal. O que foi não estão gostando? me falem que eu tento melhorar.

Mas por favor não deixem de comentar que isso é muito desanimador.

Queria agradecer todos os fav, por fav e quem comentou um simples "continua" isso me incentivou a cont, imagina se eu recebesse da metade a fanfic teria mais desenvolvimento.


É só isso.

Beijos 😘💜


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