História I hate-love this boy. mclennon - Capítulo 13


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Categorias The Beatles
Personagens George Harrison, John Lennon, Paul McCartney, Ringo Starr
Tags John Lennon, Mclennon, Paul Mccartney, Starrison
Visualizações 74
Palavras 2.044
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


voltei galerooo °˖✧◝(⁰▿⁰)◜✧˖°
hoje o cap vai ser pra vcs sentirem o famoso ódio
então, se lembram que no cap passado eu disse que consegui uma boa ideia de fic e tals? e que ia me controlar pra não fazer? pois bem é mentira, já to terminando o cap pra poder mandar rsrs eu só não sei se vai sair hj ou amanhã

mas enfim bom proveito do cap

Capítulo 13 - Capítulo 13


Mais uma vez, Paul chegava atrasado no colégio. Seu despertador perdeu o horário e tocou minutos depois, fazendo o moreno acordar cheio de raiva. A única coisa que lhe deixava mais calmo é sobre encontrar John logo de manhã, e seu problema continua sendo Stuart. Céus, aquele garoto irritava demais. Só espera Lennon dar um jeito nele e acabar com todos os problemas.  

Assim que entrou no colégio sentiu seu celular vibrar no bolso, pegou o aparelho e viu quem estava lhe mandando mensagens.  

George enviou uma nova mensagem. 

Ficou curioso em saber o que era, decidiu visualizar todas elas. Aproveitou e viu seu amigo online. Mas como ele estava mexendo no celular na aula? E se ele havia chegado mesmo.

George: Paul do céu, comi uma coisa gostosa ontem

George: Você tinha que ver, foi ontem no colégio, estava muito gostoso

George: Mas era muito duro, e demorei muito pra comer aquilo

George: POR FAVOR, NÃO ENTENDA ESSAS FRASES FORA DE CONTEXTO

O moreno começou a rir enquanto subia as escadas vagarosamente, já estava no segundo andar, então é só encontrar George na sala - ou não -. Ok, digamos que Paul entendeu as mensagens do mesmo em outro contexto, o único problema dos seus amigos é não explicarem de forma correta as coisas que fazem. Principalmente quando os dois estão juntos. 

Viu a porta aberta e agradeceu mentalmente por não ter visto nenhum professor ali dentro. Desviou seu olhar para um John Lennon feliz se aproximando, ele abriu os braços, sinalizando um gostoso abraço. Paul assim fez, abraçando aqueles braços quentinhos, como sempre. Só que assustou-se ao ver Stuart olhando-os com ódio nos olhos, enquanto seu outro amigo Pete batia palmas observando tudo, coisa que amigos fazem.  

Lennon depositou um beijo no pescoço do moreno e acariciou os cabelos também. Paul só conseguiu se acalmar por causa disso, sentia sua mão gélida. O olhar de Stuart é realmente assustador.  

— Aconteceu alguma coisa, Macca? — perguntou alisando as bochechas do moreno.  

— Nada não...  

— Vamos Paul, não minta pra mim. — McCartney respirou e coçou a nuca.  

— É que fica complicado namorar enquanto o Stuart olha para a gente. Ainda mais com raiva. — suspirou. — Você precisa ter uma conversa com ele.  

— Eu também fico incomodado com isso. Vou tentar falar com ele, sem dar um soco naquele rosto pra ver se nos deixa em paz. — disse, enquanto agarrava aquela cintura. — Olha, no intervalo irei ter uma conversa com Stuart. Fique tranquilo.  

— Tudo bem. — o mais novo deu um sorrisinho.  

O ruivo deu um sorriso malicioso e mordeu os lábios, agarrando aquela cintura, trazendo-a para mais perto. Paul ficou confuso mas ao mesmo tempo curioso. John já estava tramando alguma coisa.  

— Sabe, podíamos aproveitar um pouquinho. Já que o professor ainda não veio, e espero que nem venha. — John disse, mordendo o lóbulo da orelha do moreno, fazendo-o corar.  

— O-Oh, v-vamos para o banheiro? — perguntou Paul, e o ruivo assentiu.  

O mais velho não disse nada, apenas pegou na mão do moreno e levou-o no banheiro. Estava sem ninguém, aproveitou, então, para beijá-lo ali mesmo. As línguas dos garotos se entrelaçavam uma na outra, junto do gosto de hortelã e nicotina, o que deixava mais viciante. John começou a acariciar aquele quadril perfeitinho, até seguir na bunda do mais novo, apertando-a em seguida. Depois, depositou uma mordidinha no canto inferior dos lábios carnudos. Seguiu um caminho de beijos, chegando no pescoço de McCartney, deu algumas mordidinhas e um pouco mais abaixo, com grande vontade, depositou um chupão ali.  

— H-Hm... — o moreno soltou um gemido baixo, até Lennon dar algumas lambidas e outras mordidas. — Hmm, J-Johnny...! — gemeu.  

É óbvio que Lennon estava duro só de ouvir aqueles gemidos perto do seu ouvido. Se estivesse sozinho, com toda certeza, passaria o tempo se tocando pensando em Paul. Apertou mais a bunda do moreno e mordeu os lábios, atacando aquela boca novamente. Trocavam beijos, mantinham-se concentrados apenas ali, até tomarem um susto e ouvirem um barulho de porta abrindo e separando as bocas. Olharam para ver quem era.  

Era Stuart.  

John bufou ao vê-lo parado e lhe observando.  Meu Deus, será que ele sempre vai perseguir os dois? O ruivo já não aguentava mais, estava cansado das caras idiotas e raivosas do "amigo". Nunca se sabe se o Sutcliffe foi realmente para o banheiro na intenção de fazer suas necessidades, ou, ir atrás de Lennon e McCartney. O rapaz olhava o casal de braços cruzados e fumaçando pelo nariz, típica cena de sempre.

— Stuart, o que você quer? — perguntou o ruivo irritado.  

— Calma Lennon, o professor já está vindo para a nossa sala. Melhor voltarem, não?  

— Pare com seus teatros. — disse John. — Você veio aqui de propósito.  

— Eu? Vir aqui de propósito? Só pra ver vocês aos beijos? — deu uma risada falsa. — Mas é claro que não, meu amigo. Por que eu viria assistir a pegação de vocês?  

O sangue de John ferveu e acabou explodindo.  

— Olha só Stuart, não pense que as coisas ficarão assim, eu vou ter uma conversa com você no intervalo ou na saída. — exclamou Lennon. — Nos deixe em paz, ouviu?! 

Irritado, John pega na mão de Paul e o puxa, levando-o para a sala. Mas antes, dando um certo empurrão no Sutcliffe, que fez cara de bravo em seguida.  

Assim que saíram do banheiro, Paul passava a mão nas costas do ruivo, na tentativa de fazê-lo se acalmar, estava muito irritado. Entraram na sala, as coisas do professor estavam já em cima da mesa, John aproveitou para abraçar e enterrar o rosto no ombro do moreno. Ficaram alguns minutos ali, depois soltaram-se, depositaram um beijinho em ambas testas e foram para seus devidos lugares. McCartney respirou fundo, até ver seus amigos chegarem, ele nem havia percebido que os dois não tinham chegado antes. Bufou e tentou manter foco, talvez George e Ringo possam animar o dia. Eles são engraçados.  

— Ei, que carinha é essa? — perguntou Starkey.  

— Depois eu conto pra vocês. Venham, se sentem. — disse Paul e os dois assim fizeram. Para tentar esquecer o acontecido de antes, decidiu perguntar sobre as mensagens que recebeu logo de manhã cedo. — George, me explique, que mensagens eram aquelas?

— Ah. — ele riu. — É que tinha um garoto daqui do colégio vendendo umas balas estranhas, mas eram realmente muito gostosas. O problema é a dureza daquilo, cruzes. — os três amigos riram juntos.  

— Sério que você mandou aquelas mensagens só pra falar de uma bala? — questionou McCartney.  

— Não só uma, e sim, várias.  

— Espera, quantas você comprou? — o moreno fez outra pergunta.  

— Paul, ele comprou o saco inteiro de balas. — disse o baixinho.  

— Meu Deus, George. — Paul pôs a mão no rosto, mas seus amigos eram muito inesperados mesmo.  

— Ué, pelo menos o garoto ficou feliz porque recebeu uma graninha. Nem era tão caro assim! — exclamou Harrison.  

— Você sempre o mesmo. — comentou o McCartney. 

Pararam a conversa ao verem o professor entrar. O moreninho virou logo para frente e deu uma leve olhada onde seu ruivo se senta, ele estava conversando com Pete. Talvez é o único dali de confiança, provavelmente nem está sabendo do que Stuart anda fazendo. Falando no rapaz, ele já havia entrado, só não notou porque permanecera conversando com os amigos. Essa semana será super difícil, depois que Lennon e McCartney oficializaram o namoro, isso fez os alunos da sala ficarem surpresos, quem diria o grosseirão John namorando alguém como Paul. Mas, exceto Stu.

É muito óbvio por sinal que Stuart sempre gostou de Paul, mas de uma maneira estranha. Possessiva, digamos. Qualquer garoto que chegasse perto do moreno, seu rosto ficava vermelho de puro ódio. John conseguiu se aproximar, provavelmente Stu não faz nada porque o ruivo pode dar uma grande porrada na cara. Mas sua raiva fala tão mais alto que o medo até passa.  

McCartney não quer que nada aconteça com John. Quando o mesmo comentou sobre a conversa, um medo lhe invadiu por completo. E se Stuart fazer alguma coisa?  

Paul saiu de seus devaneios e decidiu prestar atenção na aula.  

..:*Quebra de tempo*:..

Os garotos estavam no intervalo, sentados nos bancos e conversando sobre alguns assuntos. McCartney acabou contando sobre o que aconteceu de manhã cedo, seus amigos ficaram chocados com Stuart. Prometeram ajudar o casal, caso aconteça alguma coisa.  

John não falava nada, olhava fixo para um canto e massageava as mãos do seu namorado vagarosamente. A respiração do mesmo era pesada, estava muito pensativo, até se distrair com a carícia dos dedinhos de Paul no rosto. Deu um sorriso fraco e ficou sentindo aqueles dedos quentinhos e leves fazendo carinho, mas soltou um bufar baixo e piscou várias vezes.

— Macca... Eu irei falar com Stuart. — disse John.  

— Tem certeza, John? Não se meta em confusão, por favor.

— Fique calmo. Só vou lá para conversar, não irei socá-lo ou algo do tipo. — passou a mão pelo os cabelos negros do moreno.

— Tome cuidado, Johnny. — o moreno acariciou as bochechas do ruivo.  

O mesmo se levantou e andou até chegar nos corredores, com certeza Stuart estaria lá dentro, ele só fica vagando por ali junto de Pete. Paul não quer John se metendo em confusão, isso pode dar uma merda enorme. Estranho pensar de como Lennon se tornou amigo do rapaz, talvez por ser um bad-boy também.

Céus, a mente do moreno parecia querer explodir ao ponto de por tantos pensamentos numa vez só. Paul odeia pensar demais e ficar de cabeça cheia, principalmente cheia de problemas. Toda hora pensa sobre Stuart ser um encosto que está atrapalhando tanto seu relacionamento e sua vida, ele não pode mais ter paz para namorar direito. McCartney poderia muito bem contar tudo ao seu pai, mas se Jim souber que o filho namora um garoto, a situação piora.

Balançava a perna sem parar, meio nervoso e preocupado do Sutcliffe fazer algo ruim, afinal, ele é capaz de qualquer coisa.  

— Paul, fica calmo. Aquele palhaço vai ter o que merece. — disse Ringo.  

— Tomara mesmo, vocês sabem como o Stuart é.  

— Muito insistente, é, nós sabemos sim. — comentou George.  

— Eu odeio aquele garoto. — o moreno bufou, pondo as mãos no rosto. Sentiu um de seus amigos lhe acariciarem nas costas. — Já deixei bem claro que não quero ele!  

— E acha mesmo que ele vai te escutar? — perguntou o baixinho. — Paul, o Stuart é insistente e até demais. Nem eu suporto ele, agora imagina você e John.  

— Paulie, não quero assustar você, mas fique atento. O Stu é um cara difícil, principalmente quando quer conseguir suas coisas. Ele não vai desistir de você tão fácil assim. — respondeu Harrison.  

McCartney tinha que concordar com George. Não havia conhecido pessoa mais difícil do que Stuart, um rapaz cheio de desejos e tentar conseguir tudo o que quer. Mas de um jeito absurdo, prejudicando os outros. Quando Paul aceitou namorar Lennon, ele sabia que o garoto não gostaria nada nada de saber da notícia. Se mantivessem o relacionamento às escondidas, Stu descobriria de qualquer maneira.  

— Ele não larga do meu pé desde que entrei nesse colégio. — McCartney estava impaciente, só de falar do rapaz.  

— Nossa, a minha vontade é de enfiar uma faca naquele cu. — disse Ringo com raiva. 

— Vamos mudar de assunto, Paulie, esqueça um pouco esse garoto. — George falou.  

— Vou tentar.  

..:*Quebra de tempo*:..

O intervalo terminou e nada de John dar sinal. Paul já permanecia preocupado demais e apertava seus dedos, esperando um estalo vindo deles. Seu coração parecia uma metralhadora de tão rápido que estava. Seus amigos sinalizaram para subir, levantou-se e começou a andar em passos rápidos. Agora, onde Lennon conversou com Stuart? Não há ninguém no corredor, só alguns alunos subindo desesperadamente, a única resposta é o banheiro. McCartney chamou os garotos - vulgo George e Ringo - para entrarem também, assim que abriram a porta, o moreno entrou em puro desespero por encontrar John caído no chão.  

— John! — gritou Paul indo até o ruivo. — John! John, o que aconteceu? Me responde! — segurava o rosto do mesmo.  

Lennon fazia esforço para tentar falar, seu rosto estava com um pouco de sangue e roxo. Paul sabia, sabia com toda certeza que foi Stuart quem fez isso. Não há mais ninguém que odeie John no colégio. Estava adivinhando também que daria alguma coisa errada. Bufou e respirou, nervoso. 

— S-Stuart... — foi a única coisa que John disse.  


Notas Finais


porra stuart olha o q vc fez com o neném john
gente mais uma vez aviso, talvez o cap saia hoje ou amanhã beleza?

eh isto (⌒▽⌒ゞ


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